29 maio 2015

IGREJAS DA ESCÓCIA E DA FRANÇA IRÃO ACEITAR MINISTROS HOMOSSEXUAIS CASADOS POR UNIÃO CIVIL


                                          
A igreja, que em sua fundação foi orientada pela doutrina presbiteriana, irá manter a visão tradicional do casamento entre um homem e uma mulher no religioso, mas irá permitir parcerias civis homossexuais.

A Igreja de Escócia irá permitir que homossexuais casados por união civil atuem como ministros e diáconos. A decisão foi tomada pela Assembléia Geral em Edimburgo no sábado (16), onde a moção foi aprovada por 309 votos a favor e 182 contra.

O movimento enfrentou uma série de debates e votações antes da decisão final. A igreja, que em sua fundação foi orientada pela doutrina presbiteriana, irá manter a visão tradicional do casamento entre um homem e uma mulher, mas irá permitir que congregações individuais nomeiem ministros ou diáconos que estejam em uma parceria civil homossexual.

"É hora de parar de dar nomes uns aos outros, é tempo de evitar a ideia de que devemos nos definir por nossas diferenças em vez de nos definir pelo que temos em comum - o nosso batismo em Cristo, a nossa dependência da graça de Deus, a nossa vontade de servir os pobres, e assim por diante", disse o Reverendo John Chalmers em um discurso posterior.

O debate antecede a aprovação do casamento gay religioso, mas a alteração da proposta menciona apenas as parcerias civis. Uma nova Assembléia irá acontecer na quinta-feira (21) para considerar se a nova lei irá incluir ministros casados com aval da igreja.

Augustus Nicodemus, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, esclarece que a doutrina da igreja no Brasil não está de acordo com conceitos deturpados adeptos a outras igrejas de linhagem presbiteriana. “Muitos não sabem que o termo ‘presbiteriana’ define apenas um sistema de governo, não uma teologia. A rigor, uma igreja presbiteriana é aquela que é governada por presbíteros. Assim, há igrejas que se dizem presbiterianas mas que são renovadas ou de linha pentecostal", exemplifica no blog “O tempora! O mores!”.

Por fim, Nicodemus se posiciona firmemente em relação à visão da igreja sobre o casamento: “A IPB é conservadora na sua doutrina e mantém o conceito da inerrância das Escrituras. Como tal, não reconhece o ‘casamento’ gay.”

A iniciativa de acolher os casais homossexuais com uma bênção formal às uniões já regularizadas no registro civil será uma decisão facultativa de cada pastor.

A decisão foi aprovada neste domingo (17) pela ampla maioria dos participantes de um sínodo protestante. A bênção aos casais homossexuais recebeu 94 votos a favor e apenas três contra, no mesmo dia em que associações programaram manifestações para marcar o Dia Internacional de Combate à Homofobia.

O pastor Laurent Schlumberger, que participou do sínodo ocorrido em Sète (sul), ficou impressionado com o clima que ele descreveu como "excelente" durante a votação. Segundo o reverendo, a sessão foi marcada pela "confiança e fraternidade" entre os participantes. Schlumberger é presidente do conselho nacional da Igreja Protestante Unida (Epuf), a mais antiga corrente do protestantismo instalada no território francês. A instituição reúne 250 mil fiéis e 500 pastores em todo o país.

O reverendo Marc Pernot, pastor do Oratório do Louvre, uma das principais paróquias protestantes de Paris, disse em entrevista à RFI ter ficado "um pouco surpreso" com o resultado favorável e "contente com o consenso sobre a questão". Até agora, o reverendo Pernot só podia abençoar os casais de pessoas do mesmo sexo em um local privado. Ele explicou que o fato de ser autorizado a abençoar as uniões homossexuais em público, nas instalações da igreja, é uma conquista importante para muitos fiéis.

A iniciativa de acolher os casais homossexuais com uma bênção formal às uniões já regularizadas no registro civil será uma decisão facultativa de cada pastor. O benefício é concedido dois anos depois da regulamentação do casamento gay na França, promulgado em maio de 2013.

Precedente

Até agora, só a Missão Popular Evangélica francesa autorizava seus pastores a acolher homossexuais em suas celebrações. Essa igreja é, no entanto, menos representativa do que a Igreja Protestante Unida, uma corrente histórica no protestantismo francês.

Segundo o especialista e historiador de religiões Odon Vallet, a decisão da Epuf revela uma evolução do "Movimento Casamento para Todos", que militou pela legalização do casamento gay. Em outros países, onde a presença dos protestantes é mais numerosa, como nos Estados Unidos, no Canadá e em países escandinavos, a bênção a casais do mesmo sexo é mais frequente.

"Para o protestantismo, ao contrário do catolicismo, o casamento não é um sacramento", explica Vallet. "É um fato social, importante, mas não um ato de veneração", diz o historiador. Ele considera que a aceitação do casamento entre pessoas do mesmo sexo é algo "inimaginável" na Igreja Católica, mas nota que alguns padres contrariam a proibição.


Fonte: RFI - Portugal

28 maio 2015

LIÇÃO 09 - 31/05/15 - "AS LIMITAÇÕES DOS DISCÍPULOS"

Texto Áureo:
  “E roguei aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam.” (Lc 9.40)

Verdade Prática:
Ao longo de seu ministério, Jesus foi seguido por homens simples, imperfeitos e limitados, mas jamais os descartou por isso.



LEITURA BÍBLICA: Lucas 9.38-42,46-50


INTRODUÇÃO
Nesta Aula trataremos das limitações que os discípulos de Jesus apresentavam. Conquanto privilegiados eram em ter o maior Mestre da história da humanidade ao lado deles de forma tão intima e imediata, eles não eram perfeitos. Percebemos isso quando lemos as quatro narrativas do Evangelho de Jesus Cristo, o qual mostra que eles eram homens rodeados de imperfeições e limitações. Aprenderam, sim, com o Mestre dos mestres e nunca mais foram as mesmas pessoas, mas não deixaram de ser humanos com todas as suas limitações.
Às vezes se imagina que a fé cristã para ser genuinamente bíblica deve anular todas as fragilidades humanas, eliminar todos as suas limitações. Mas não é assim que a coisa acontece, nem tampouco é isso o que ensinam as Escrituras Sagradas. É verdade que Deus trabalha com homens, porém, homens imperfeitos, limitados e que constantemente estão dependendo dEle. Em nossa caminhada espiritual não dá para fingirmos superioridades espirituais ou coisas semelhantes. Somos humanos, isto é, somos limitados em nossas ações. Por isso, a partir da realidade da vida de alguns discípulos e da maneira como Jesus tratou com eles, algumas lições podem ser aprendidas por nós.
I. LIDANDO COM A DÚVIDA
1. A oração e a fé. No dia seguinte (Lc 9:37) à experiência gloriosa do cume do monte da transfiguração, Jesus se deparou com uma situação característica daqueles que querem fazer a obra de Deus de qualquer maneira: improficuidade. Lucas 9:37-43 mostra a incapacidade angustiante dos discípulos de tratar de um caso de possessão demoníaca. O contraste é marcante. De um lado, temos aqueles que se regozijavam na luz de Deus no cume da montanha, e, do outro lado, aqueles que estavam sendo derrotados pelos poderes das trevas na planície. Aqueles discípulos que há pouco tempo tinham recebido poder sobre os demônios (Lc 9:1), agora estão derrotados diante deles (Lc 9:40). Será que houve algum fracasso na vida espiritual deles?
O certo é que agora os discípulos de Jesus estavam no vale cara a cara com o diabo, sem capacidade espiritual, colhendo um grande fracasso. Diante da incapacidade espiritual dos discípulos, o pai do menino possesso, clamou a Jesus em alta voz, explicando sua necessidade. Aquele menino, filho único, de tempos em tempos era possesso por um demônio. E agora o pai completa o seu sofrimento dizendo que rogara aos discípulos que lidassem com o demônio, mas que, infelizmente, eles não puderam. Há algumas lições importantes que podemos extrair desse episódio: (1)
a) no vale há gente sofrendo o cativeiro do diabo sem encontrar na igreja solução para o seu problema (Lc 9:39).
Aqui está um pai desesperado (Mt 17:15,16). O diabo invadiu a sua casa e está arrebentando com a sua família. Está destruindo seu único filho. Aquele jovem estava possuído por uma casta de demônios, que tornavam a sua vida um verdadeiro inferno. No auge do seu desespero o pai do jovem correu para os discípulos de Jesus em busca de ajuda, mas eles estavam sem poder.
A Igreja tem oferecido resposta para uma sociedade desesperançada e aflita? Temos confrontado o poder do mal?  A Igreja hoje está cheia de conhecimento, mas conhecimento apenas não basta, é preciso revestimento de poder. O reino de Deus não consiste de palavras, mas de poder.
b) no vale há gente desesperada precisando de ajuda, mas os discípulos estão perdendo tempo, envolvidos numa discussão infrutífera (Mc 9:14-18).
Os discípulos estavam envolvidos numa interminável discussão com os escribas, enquanto o diabo estava agindo livremente sem ser confrontado. Eles estavam perdendo tempo com os inimigos da obra de Deus em vez de fazer a obra.
A discussão, muitas vezes é saudável e necessária. Contudo, passar o tempo todo discutindo é uma estratégia do diabo para nos manter fora da linha de combate. Há crentes que passam a vida inteira participando de retiros e congressos, mas nunca entram em campo para agir. Sabem muito e fazem pouco. Discutem muito e trabalham pouco.
Os discípulos estavam discutindo com os opositores da obra de Deus (Mc 9:14). Discussão sem ação é paralisia espiritual. O inferno vibra quando a igreja se fecha dentro de quatro paredes, em torno dos seus empolgantes assuntos. O mundo perece enquanto a igreja está discutindo. Há muita discussão, mas pouco poder. Há multidões sedentas, mas pouca ação da igreja.
c) no vale os discípulos estão sem poder para confrontar os poderes das trevas (Lc 9:40; Mc 9:18; Mt 17:16). Por que os discípulos estão sem poder?
- Os discípulos não oraram (Mc 9:28,29). Não há poder espiritual sem oração. O poder não vem de dentro, mas do alto. Pouca oração, pouco poder. Nenhuma oração, nenhum poder.
- Os discípulos não jejuaram (Mc 9:28,29). O jejum nos esvazia de nós mesmos e nos reveste com o poder do alto. Quando jejuamos, estamos dizendo que dependemos totalmente dos recursos de Deus.
- Os discípulos tinham uma fé tímida (Mt 17:19,20). A fé não olha para a adversidade, mas para as infinitas possibilidades de Deus. Jesus disse para o pai do jovem: "Se tu podes crer; Tudo é possível ao que crê" (Mc 9:23). O poder de Jesus opera, muitas vezes, mediante a nossa fé.
2. A Palavra de Deus e a fé. “Se a falta de oração traz incredulidade, por outro lado, a falta de conhecimento da Palavra de Deus produz efeito semelhante. É isso o que mostra a história dos discípulos de Emaús” (Lc 24:13-35). Um desses discípulos chamava-se Cléopas, mas o outro ninguém sabe o seu nome. O Senhor Jesus, no mesmo dia que ressuscitou apareceu a esses dois discípulos quando se dirigiam para a aldeia de Emaús. Depois de dialogar com eles, Jesus percebeu o quanto eram incrédulos. Jesus passa a indicar que a raiz do problema é que eles não tinham absorvido aquilo que se ensina nas profecias bíblicas. Os profetas tinham falado com clareza suficiente, mas as mentes de Cléopas e do seu companheiro não tinham sido suficientemente alertas para captar aquilo que queriam dizer. Jesus reprovou a incredulidade dos dois discípulos e os chamou de néscios, isto é, desprovidos de conhecimento ou discernimento (Lc 24:25).
Jesus, então, dá a aqueles dois discípulos um estudo bíblico sistemático. Moisés e todos os profetas formaram o ponto de partida, mas Ele também passou para as coisas que se referiam a Ele em todas as Escrituras. Lucas não dá indicação alguma de quais passagens o Senhor escolheu, mas torna claro que a totalidade do Antigo Testamento era envolvida. Aqueles dois discípulos tinham ideias erradas daquilo que o Antigo Testamento ensinava, e, portanto, tinham ideias erradas acerca da cruz.
As ideias erradas daquilo que o Antigo Testamento ensinava, também, estavam impregnadas na mente dos onze apóstolos. A dúvida é um mal terrível que impregna a mente das pessoas, causando-lhes incredulidade, quando lhes falta o conhecimento da Palavra de Deus. Os apóstolos fugiram quando Jesus foi preso no Getsêmani (Mc 14:50); estiveram ausentes no Calvário (exceto João); não compareceram diante de Pilatos para reivindicar o seu corpo para o sepultamento; estiveram ausentes no seu sepultamento; não acreditaram na mensagem da sua ressurreição (Mc 16:11-14). Marcos nos informa que eles não deram credito ao testemunho de Maria Madalena (Mc 16:9-11) e não creram no testemunho dos dois discípulos que estavam de caminho para o campo (Mc 16:12,13). Jesus, então, aparece a eles quando estavam à mesa e censura-lhes a incredulidade e dureza de coração (Mc 16:14).
Muitos hoje estão como esses discípulos, não acreditam na ressurreição; não acreditam que Jesus virá outra vez; muitos, não acreditam mais em Deus, não acreditam que as Escrituras é a Palavra de Deus. Infelizmente, muitos têm se apostatado da fé. Isso é lamentável!

II. LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO

1. Evitando a Primazia. Certa feita, enquanto Jesus se preparava para enfrentar o calvário, os discípulos estavam preocupados em saber quem era o maior (Lc 9:46-48). Isso revelava a ideia errada que eles tinham de Jesus. Para eles Jesus era um Messias-Rei dominador, um libertador de Israel, e eles, de algum modo, iriam participar de um poder dominante. E, na luta pelo poder, veio a competição pela supremacia. Quem manda mais? Certamente os discípulos foram tentados pelo orgulho espiritual. Certamente eles foram tentados a usufruir o poder que Jesus tinha lhes dado. Diante disso, Jesus entendeu que eles precisavam de um tratamento de choque.
Jesus lhes apresentou uma parábola viva. E usou para essa lição um elemento inesperado para eles. Jesus tomou uma criança e, certamente, a colocou no colo e lhes ensinou: “Qualquer que receber uma criança, tal como esta, em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me recebe não recebe a mim, mas ao que me enviou; porque aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande” (Lc 9:48). A criança, além de ser o símbolo da despretensão, da fraqueza e da dependência, era o símbolo da pureza de fé, da humildade e principalmente da falta de hipocrisia, isto é, da sinceridade e da transparência. Naqueles dias, a criança não tinha qualquer valor na sociedade, assim como os escravos. E a lição ensinada acabava com qualquer pretensão: o menor é o maior. Quem acolhe os pequenos, humildes e sinceros acolhe Jesus e a Deus Pai que o enviou!
A ambição humana não vê outro sinal de grandeza senão coroas, status, riquezas e elevada posição na sociedade. Porém, o Filho de Deus declara que o caminho para a grandeza e o reconhecimento divino é devotar-se ao cuidado dos mais tenros e fracos da família de Deus.
2. Evitando o exclusivismo. Novamente Jesus corrige os seus discípulos, agora acerca da intolerância e do exclusivismo estreito (Lc 9:49,50; Mc 9:38-41). João proíbe um homem que expulsava demônios em nome de Cristo, pelo simples fato de não fazer parte do grupo apostólico, de não estar lutando alinhado com eles. Na teologia de João, somente o grupo deles estava com a verdade; os outros eram excluídos e desprezados. João pensava que apenas os discípulos tinham o monopólio do poder de Jesus. O homem estava fazendo uma coisa boa, expulsando demônios; da maneira certa, em nome de Jesus; com resultado positivo, socorrendo uma pessoa necessitada. Contudo, mesmo assim, João o proíbe.
De igual modo, hoje, muitos segmentos religiosos tem a pretensão de serem os únicos que servem a Deus. Pensam e chegam ao disparate de pregarem com altivez como se fossem os únicos seguidores fiéis de Jesus e batem no peito com arrogância, como se fossem os únicos salvos. Muitos, tolamente, creem que Deus é um patrimônio exclusivo da sua denominação. Agem com soberba e desprezam todos quantos não aderem à sua corrente sectária. Muitos chegam até mesmo a perseguir uns aos outros, e se engalfinham em vergonhosas brigas e contendas, como acontecia na igreja em Corintos (1Co 6:7). Esse espírito intolerante e exclusivista está em desacordo com o ensino de Jesus, o Senhor da Igreja. Na verdade, muitas pessoas que não faziam parte dos doze demonstraram, algumas vezes, uma fé mais robusta em Jesus do que eles (cf. Mc 7:28,29; 15:42-46; Mt 8:10).
Jesus, então, repreende os discípulos e acentua que quem não é contra Ele, é por Ele (Lc 9:50). A lição que Jesus ensina é clara: não podemos ter a pretensão de julgar os outros nem de considerar-nos os únicos seguidores de Cristo, pelo fato de essas pessoas não estarem em nossa companhia, em nossa denominação.
Obviamente, Jesus não está dizendo que os hereges, os heterodoxos e aqueles que acrescentam ou retiram parte das Escrituras devam ser considerados os seus legítimos seguidores. Jesus não está ensinando aqui o inclusivismo religioso nem dando um voto de aprovação a todas as religiões. Jesus não comunga com o erro doutrinário; antes, o reprovou severamente. Jesus não aprova o universalismo nem o ecumenismo. Não há unidade espiritual fora da verdade. Contudo, Jesus não aceita a intolerância religiosa. Não podemos proibir nem rejeitar os outros pelo simples fato de eles não pertencerem ao nosso grupo.
Certa vez, no Antigo Testamento, Josué pediu a Moisés para proibir Eldade e Medade que estavam profetizando no campo. Ele exclama: “Moisés, meu senhor, proíbe-lhos”. Mas Moisés lhe responde: ”Tens tu ciúmes por mim? Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o seu Espírito” (Nm 11:26-29). Moisés ensina aqui que devemos evitar o exclusivismo.
III. LIDANDO COM A AVAREZA (Lc 12:13-21)
Segundo o dicionário Aurélio, avareza é o “excessivo e sórdido apego ao dinheiro; esganação”. A avareza é um pecado perigoso, pois facilmente conduz a outros pecados, como a mentira e a desonestidade. Jesus disse: “Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui” (Lc 12:15). O valor de uma pessoa não consiste no valor de seus bens. Esse ensinamento pode ser ridicularizado por alguns que amam o dinheiro. E infelizmente essa foi a reação de alguns líderes religiosos diante das Palavras de Jesus (Lc 16:14). Curiosamente, hoje, os “pregadores da riqueza” fazem o mesmo. Igualmente zombam dos verdadeiros servos de Deus, que combatem a exagerada “teologia da prosperidade” e pregam a verdade revelada na Palavra de Deus.
Certa feita, Jesus ainda estava no meio da multidão, ensinando o povo a ter cuidado com os religiosos, quando alguém levantou uma questão: alguém pediu que Jesus fosse o juiz num caso de divisão de herança - “Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança” (Lc 12:13). Essa solicitação estava na contramão dos ensinos de Cristo e por isso recebeu a censura dEle: “Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós?” (Lc 12:14). Enquanto Jesus ensinava a se evitar uma atitude legalista e materialista, esse homem age de forma diametralmente oposta àquilo que fora ensinado. Ele estava preocupado com a herança.  Segundo a Bíblia de Estudo Nova Versão Internacional, esse pedido feito a Jesus não era algo estranho:
A lei, em Dt 21:17 promulgou a regra genérica de que um filho mais velho receberia o dobro da porção de um filho mais jovem. As disputas sobre tais questões eram em geral dirimidas pelos rabinos. Esse pedido que o homem fez a Jesus era egoísta e materialista…Jesus então lhe responde com uma Parábola a respeito das consequências da ganância”.

ESTUDANTE QUE QUEIMOU A BÍBLIA, PERDE SEU EMPREGO E TAMBÉM A NAMORADA, E CORRE O RISCO DE SER PUNIDO PELA JUSTIÇA


Roberto Oliveira da Silva (foto), 29, ex- seminarista e estudante de filosofia na Ufac (Universidade Federal do Acre), escreveu ter perdido o emprego e namorada e estar sendo perseguido por pessoas que se dizem cristãs por ele ter queimado um exemplar da Bíblia. 


Em resposta a uma carta aberta do padre Massimo Lombardi, reitor da catedral Nossa Senhora de Nazaré, de Rio Branco, Oliveira afirmou que há “pessoas que tiram fotos com suas Bíblias com tom ameaçador e me as enviam por redes sociais com ofensas, ou que proferem palavras de ódio contra a mim”.



Na noite de 30 de abril, durante um sarau promovido por ateus no campus da Ufac, em Rio Branco, o estudante queimou a Bíblia como performance da banda Violação Anal, da qual é vocalista, em protesto aos males causados pelo cristianismo ao longo da história. Alguém gravou um vídeo e o postou no Youtube (ver abaixo).



Na carta aberta, o padre escreveu que respeita os ateus porque são “garimpeiros da verdade, caçadores de autenticidade e defensores da tolerância”, mas mesmo assim Oliveira, por ser um universitário, cometeu um "ato imperdoável". 



Na resposta ao padre Lombardi, o estudante admitiu ter cometido um equívoco porque a imprensa sensacionalista do Acre “configurou” seu ato como desrespeito para com os cristãos.


“Compreendo que errei. Não no conteúdo de minha crítica, mas na forma”, disse. “Neste ponto, concordo plenamente com o senhor [padre], precisamos buscar outros meios de combate ao fundamentalismo, com diálogo e o respeito mútuo”.


Oliveira disse estar preparado para arcar com as consequências por ter ferido o princípio constitucional de liberdade de crença. Ele estava se referindo ao inquérito que o Ministério Público do Estado do Acre instaurou para apurar se a performance foi uma ofensa aos cristãos.

Mas ainda assim o estudante não esperava que, “em pleno século 21”, pudesse ser alvo de uma inquisição. “[Isso] me deixa assustado e me faz pensar que meu ato não foi vazio de razão.”

No Facebook, ele já tinha se defendido da ofensa de um cristão: “Queimei um pedaço de papel, não queimei a sua religião, não matei seu Deus. Não apaguei a sua fé. Um 'ato simbólico' foi transmutado em condenação... Não fui eu que veiculei minha imagem na mídia. Não fiz isso frente às câmeras...”

'É a Bíblia do jovem que estava
 tentando me evangelizar'.

Veja o vídeo:



COMENTÁRIO DE WÁLDSON

Há alguns anos, um 'pastor' foi  exposto incansavelmente nos meios de comunicação por haver 'chutado a imagem de uma santa católica'.

A reação foi geral e as conseqüências muito desgastante entre Católicos e Evangélicos.  Achei também grotesco o que ele fez. Não concordo que os objetos de culto e/ou fé de outros, devam ser destruídos ou  achincalhados.
No entanto, o moço da Matéria acima, fez exatamente o mesmo, provocando os ânimos de evangélicos, católicos e outros que não têm uma religião definida, mas que amam a bíblia e nutrem por ela respeito.

E dessa vez, isso aconteceu com um sujeito que se diz ateu e tem o seu direito de o ser, sem contudo, desrespeitar a fé alheia. E se ele não gostou que 'um jovem, quisesse o evangelizar', deveria apenas ter dito que não queria ouvi-lo.

Mas, a insanidade e a falta de bom senso(que pela idade, já deveriam fazer parte do caráter do moço em questão), falaram  mais alto e ele, queima então um exemplar. 

Todos sabemos que a partir do momento que não respeitamos as concepções de alguém, abrimos espaço para a violação de direitos e corremos o risco de ferir ao próximo, passando assim a não respeitá-lo, incitando assim o ódio ao contraditório. 

Aquilo que era apenas divergência de opiniões passa a ser uma perseguição direta ou indireta de grupos opostos, o final de tudo isso é violência.

Por uma sociedade em que o diferente seja minimamente respeitado, tem que haver o respeito aos direitos dos grupos religiosos garantidos pela Constituição.

Que Deus nos ajude a teme-Lo e  a respeitar os outros e a fé que eles professam, ainda que não concordem entre sí.

Viva vencendo a violação dos direitos á crença!!!

Seu irmão menor.




27 maio 2015

A BIBLIA SAGRADA AFIRMA QUE OS HOMENS SÃO DEUSES?


Jesus diz que somos deuses?

Sobre sua dúvida em João 10:34-36 vou traduzir um comentário que achei bem completo:

"Respondeu-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses? Pois, se a lei chamou deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida ( e a Escritura não pode ser anulada ), àquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas, porque disse: Sou Filho de Deus?"

Aqui o Senhor Jesus citou o Salmo 82:6 para aqueles judeus. Ele chamou isso parte da Lei. Em outras palavras, foi tirado do AT que eles reconheciam como sendo a Palavra de Deus inspirada. O versículo completo diz assim: "Eu disse: vós sois deuses, e vós outros sois todos filhos do Altíssimo". O Salmo era dirigido aos juízes de Israel. Eles eram chamados "deuses" não por serem divinos, mas por representarem a Deus quando julgavam o povo. A palavra hebraica para "deuses" (elohim) significa literalmente "poderosos" e pode ser aplicada para personalidades importantes como os juízes. (Fica claro pelo restante do Salmo que eles não passavam de homens e não deidades, pois julgavam injustamente, faziam acepção de pessoas e pervertiam a justiça).

O Senhor usou este versículo dos Salmos para mostrar que Deus usava a palavra "deuses" para descrever homens aos quais foi dada a Palavra de Deus. Em outras palavras, esses homens eram porta-vozes de Deus. Deus falava à nação de Israel através deles. Eles eram uma manifestação de Deus em seu lugar de autoridade e juízo, e eram os poderes ordenados por Deus. "E a Escritura não pode ser anulada", disse o Senhor, expressando sua crença na inspiração nas escrituras do Antigo Testamento. Ele fala delas como escrituras infalíveis que devem se cumprir, e que não podem ser negadas. Na verdade, as próprias palavras das Escrituras são inspiradas, não apenas seus pensamentos ou idéias. Todo o argumento do Senhor está baseado numa única palavra, "deuses".

O argumento do Senhor vai do menor para o maior. Se juízes injustos eram chamados "deuses" no Antigo Testamento, quanto mais direito tinha Ele (Jesus) de dizer que era o Filho de Deus. A Palavra de Deus veio a eles; Ele era e é a Palavra de Deus. Eles eram chamados "deuses"; Ele era e é Deus. Jamais poderia ser dito deles que o Pai os houvesse santificado e enviado ao mundo. Eles nasceram no mundo como quaisquer outros filhos do caído Adão. Mas Jesus foi santificado (separado) pro Deus Pai desde a eternidade para ser o Salvador do mundo, e foi enviado ao mundo do céu onde sempre habitou com Seu Pai. Assim Jesus tinha todo o direito de reivindicar igualdade com Deus. Ele não estava blasfemando quando clamava ser o Filho de Deus, igual com o Pai. Os próprios judeus usavam o termo "deuses" para homens corruptos que eram meros porta-vozes ou juízes designados por Deus. Quanto mais podia Ele (Jesus) reivindicar o título, já que ele realmente era e é Deus.

Cuidemos com as filosofias humanas que alguns pregadores heréticos vêm trazendo consigo.

Abraços.

Seu irmão menor.

26 maio 2015

TÃO BURRO QUANTO A JUMENTA QUE JESUS MONTAVA


Distorcer o sentido dos textos bíblicos não é  tarefa de gente mal intencionada, mas também desinformada. Com a finalidade de fazer os ouvintes crerem que a Bíblia é um “guia rápido para enriquecimento”, certos pregadores fazem verdadeira “reengenharia hermenêutica”. A hermenêutica orienta a aplicação do conteúdo do texto sagrado de modo adequado e honesto – prática que pouco interessa a quem está disposto a corromper o conteúdo das Escrituras.

Mas vamos a um fato. Vez ou outra alguém cita a passagem de Mateus 21, aquela clássica passagem que narra a entrada de Jesus em Jerusalém durante a festa. Como sabemos, Jesus faz a chamada “entrada triunfal” montado numa jumenta. A ocorrência havia sido profetizada por Isaias 62.11, tamanha a importância que da cena.
 

Os mal intencionados, para fazer de Jesus o “guru da prosperidade” afirmam ter ele entrado na cidade montado numa jumenta porque era o melhor veículo que dispunha. E acrescentam: “Se fosse nos dias de hoje, Jesus usaria uma BMW". Já ouviu essa besteira ou algo assim? O seu pastor já disse isso? 


Pois bem, vamos revelar a “burrice” de quem pensa assim. 


Em primeiro lugar, o espírito do Evangelho não é esse, digo, que o homem seja seduzido pelas riquezas. A Bíblia não estimula a isso. Nada mais longe da verdade. Pensar que as Escrituras orientam e até mesmo prometem/garantem riquezas e prosperidade a todos indistintamente equivale a dizer que os grandes nomes, os gigantes da fé do passado, foram muito desinformados. Paulo, Pedro, Agostinho, Wesley, Calvino, Lutero, Whitefield, Müller e dezenas de outros nomes nada souberam sobre essa proposta capitalista e mesquinha de fazer da Bíblia a chave para o aumento da renda e das posses. Quem pensa assim nunca leu um só parágrafo sobre a história da Igreja.
 

Em segundo lugar, é mais que burrice pensar isso a respeito da Bíblia, pois demonstra total desconhecimento sobre o seu próprio conteúdo. Eu explico: mil anos antes de Jesus, o rei Salomão já mantinha cidades-armazéns (isso, no plural: cidades) apenas para guardar os cavalos importados que trazia da Arábia e os carros de Guerra (1Reis 9.20). “Salomão possuía quatro mil cocheiras para cavalos de carros de guerra, e doze mil cavalos” (1Re 4.26). Essa quantidade absurda, Salomão usava para aparelhar o exército que herdou de seu pai Davi.
 

Se Salomão, que embora tenha sido um dos homens mais ricos da história, foi considerado por Jesus menor do que este, por que Jesus não usou algo melhor que uma jumenta? Se mil anos antes de Jesus, Salomão tinha recursos mais nobres, era de esperar que o próprio Jesus, o Messias esperado, fosse mais “esparto” que o antigo rei e “esnobasse” os incrédulos infiéis desfilando ao menos uma carruagem importada! Não foi isso o que aconteceu.
 

E por último, ao entrar em Jerusalém montado num jumento, Jesus desfez e frustrou propositadamente as expectativas erradas sobre a sua pessoa e missão. Os judeus, e alguns discípulos de Jesus, aguardavam um líder com motivações militares, um libertador forte, algo como o próprio Davi havia sido. Não foi o que aconteceu. O Reino de Jesus era de outro mundo e outra natureza e ele não alimentou expectativas erradas a esse respeito. Assim, em vez de montar um caríssimo cavalo árabe, coisa para “Salomões”, ele montou uma jumenta, mansa como ele mesmo. E com isso, ficou clara a natureza de sua missão.
 

Resta aos pregadores inconvenientes, que não lêem a Bíblia e ignoram o seu conteúdo, fazerem afirmações enganosas e levarem ouvintes interesseiros a crerem em discursos triunfalistas, de auto-ajuda, mas bem distante da verdade de Deus.
 
Magno Paganelli

    25 maio 2015

    "DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA"(DIP) - ESTÁ CHEGANDO O MOMENTO DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL

    "Muito francamente eu me empenho a fim de estimulá-lo a viver uma vida com um padrão mais elevado. Sirva-O com suas mãos e de todo seu coração. Seja sensível e coloque toda a sua força a serviço do seu Redentor. Gaste e seja gasto no serviço do Mestre". Charles Spurgeon (1834-1892).

    Domingo da Igreja Perseguida acontecerá daqui a 57 diasEssas palavras ditas há tanto tempo ainda causam ainda grande impacto em nossos corações. O apóstolo Paulo em sua carta aos gálatas também nos adverte a fazermos o bem, especialmente aos nossos irmãos na fé. Irmãos que têm como privilégio gastar sua vida no serviço ao Mestre.

    Daqui a 7 dias acontecerá o Domingo da Igreja Perseguida  - Uma celebração única, com milhares de pessoas estendendo-se do norte ao sul do Brasil em torno de um único propósito: servir cristãos perseguidos. Neste ano, servindo cristãos perseguidos no mundo muçulmano.

    Conscientizar a Igreja brasileira da perseguição aos cristãos é uma maneira de servir nossos irmãos e também de edificar os cristãos brasileiros em seu relacionamento pessoal com Deus. Este é o objetivo da Portas Abertas que realiza o Domingo da Igreja Perseguida (DIP), no Brasil desde 1988.

    Em pleno século 21, cerca de 100 milhões de cristãos enfrentam hostilidade e perseguição pelo simples fato de seguir a Cristo. Essa intolerância vem de várias fontes: governo, sociedade e até mesmo da família. Por causa de sua fé, esses irmãos enfrentam desde desemprego, exclusão da sociedade, expulsão do círculo familiar a interrogatórios, aprisionamentos, torturas e até mesmo a morte.

    No domingo, 31 de maio de 2015, aproveite a liberdade que temos como Igreja brasileira e utilize-a no serviço aos nossos irmãos perseguidos. Como disse Charles Spurgeon: Gaste e seja gasto no serviço do Mestre.

    Veja o vídeo de chamada para o DIP


    PortasAbertas

    24 maio 2015

    CONHECENDO OS PSICOPATAS DA FÉ NO UNIVERSO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS


    Os psicopatas são falantes charmosos, simpáticos, sedutores, capazes de impressionar e cativar rapidamente qualquer pessoa. Sua capacidade de parecer “bonzinho, educado e inofensivo” é impecável. É a pessoa perfeita, aquela que você menos desconfia de ser um psicopata.

    Tudo isso é uma fachada, como um teatro muito bem engendrado para esconder suas características perturbadoras:  a incapacidade de se adaptar às normas sociais com respeito a comportamento dentro da lei ou da ética social.

    Não existe defesa totalmente segura contra eles. O psicopata não é exatamente um doente mental, mas sim uma pessoa que se encontra na divisa entre a sanidade e a loucura.

    Os sociopatas exibem egocentrismo e um narcisismo patológico, baixa tolerância para a frustração e facilidade de comportamento agressivo, falta de empatia para com outros seres humanos. Geralmente eles são cínicos, incapazes de manter uma relação e de amar.  Eles mentem sem qualquer vergonha, roubam, abusam, trapaceiam, negligenciam suas famílias e parentes.

    Olha o que um especialista diz a respeito dos psicopatas:

    Dr. Robert Hare “Para estes indivíduos – os psicopatas – as regras sociais não são uma força limitante… eles andam pela sociedade como predadores sociais, rachando famílias, se aproveitando de pessoas vulneráveis e deixando carteiras vazias por onde passam … é como o gato, que não pensa no que o rato sente -  se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão se entender. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato …”


    Em 1968, Stephen B. Karpmam disse dentro dos psicopatas há dois grandes grupos; os predadores e os parasitas” (fazendo uma analogia biológica).

    Os predadores: são aqueles que tomam as coisas pela força.
    Os parasitas:  tomam-nas através da astúcia e do engodo.

    Cleckley, estabeleceu, em “A máscara da saúde”, alguns critérios para o diagnóstico do psicopata, em 1976, Dr. Robert D.HareDr. Stephen D.Hart e Dr. Timothy J. Harpur, completaram esses critérios.

    Somando-se as duas listas podemos relacionar as seguintes características:

    1 – Problemas de conduta na infância.
    2 – Inexistência de alucinações e delírio.
    3 – Ausência de manifestações neuróticas.
    4 – Impulsividade e ausência de autocontrole.
    5 – Irresponsabilidade
    6 – Encanto superficial, notável inteligência e loquacidade.
    7 – Egocentrismo patológico, autovalorização e arrogância.
    8 – Incapacidade de amar.
    9 – Grande pobreza de reações afetivas básicas.
    10 – Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada.
    11 – Falta de sentimento de culpa e de vergonha.
    12 – Indigno de confiança, falta de empatia nas relações pessoais.
    13 – Manipulação do outro com recursos enganosos.
    14 – Mentiras e insinceridade.
    15 – Perda específica da intuição.
    16 – Incapacidade para seguir qualquer plano de vida.
    17 – Conduta antissocial sem aparente arrependimento.
    18 – Ameaças de suicídio raramente cumpridas.
    19 – Falta de capacidade para aprender com a experiência vivida.


    Segundo a REVISTA SUPERINTERESSANTE (Julho-2006.p.48), estas são as principais características de um psicopata:

     1 – Charme: Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com frequência. Seja na política, no trabalho ou na cadeia.

    2 – Inteligência: O QI costuma ser maior que o da média: alguns conseguem passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o Colegial.

    3 – Ausência de culpa: Não se arrepende nem tem dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza que nunca erra.

    4 – Espírito sonhador: Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito é miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva.

    5 – Habilidade para mentir: Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina.

    6 – Egoísmo: Faz suas próprias leis. Não entende o que significa“bem comum”. Se estiver tudo bem para ele, não interessa como está o resto do mundo.

    7 – Frieza: Não reage verdadeiramente ao ver alguém chorando ou sofrendo.

    8 – Parasitismo:  Quando consegue a amizade de alguém, suga até a medula.

    Os Psicopatas da fé:  Agem de forma sorrateira, a enganar as pessoas. No início são uns amores de pessoas, atenciosos, olhares sérios, mas mal sabem as pessoas que os olhares sérios são para olharem melhor e se prepararem para suas próximas investidas.

    Sempre vestidos de ovelhas, com mansidão, mas a mente cheia de coisas ruins e destruição. A fala é mansa e polida, mas a intenção cruel e nociva. A roupa é de marca e alinhada, mas a alma é doente e esfarrapada. Usam relógios bonitos e atraentes, mas a língua são espadas entre os dentes.


    PSICOPATA: Mente cruel em rosto agradável

    Charmosos e simpáticos; mentirosos e manipuladores. Os psicopatas não se importam de passar por cima de tudo e de todos para alcançar seus objetivos. Egocêntricos e narcisistas, eles não sentem remorso, muito menos culpa. Se algo ou alguém ameaça seus planos, tornam-se agressivos.

    São inteligentes, mas insensíveis, frios manipuladores e sua capacidade de fingir sentimentos é perfeita. Se descobertos, são mestres em inverter o jogo, colocando-se no papel de vítimas ou tentar convencer de que foram mal interpretados. Estão sempre conscientes de todos os seus atos, pois, diferentemente do que ocorre em outras doenças mentais, os psicopatas não entram em delírio.

    A psicopatia atinge cerca de 4% da população (3% de homens e 1% de mulheres), segundo a classificação americana de transtornos mentais. Sendo assim, um em cada 25 brasileiros enquadra-se nesse perfil. Mas isso não significa, é claro, que todos são bandidos em potencial.

    E quero informar que esse número também atinge Lideres,PastoresBisposCantoresMúsicos etc.

    Você, antes de consagrar um obreiro procurou saber mais sobre ele?

    Em muitos casos, a omissão de muitos líderes tem levado a destruição de muitas famílias, pois consagram pessoas que foram reprovadas por Deus. Levando assim, essas pessoas a continuarem a sua caminhada de destruição.


    Uma coisa é certa. O final dos tempos está chegando, e precisamos ficar atentos, pois muitos outros psicopatas da fé vão aparecer por ai, com olhar de boas intenções, mas um coração de rapina, esperando a próxima vítima aparecer.

    CUIDADO: A próxima vítima pode ser você.

    Fonte:
    Robert Hare: Without Conscience
     
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