08 fevereiro 2016

DEZ PASTORES DE BANGLADESH SÃO AMEAÇADOS DE MORTE - PERSEGUIÇÃO TOTAL

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"Aqueles que estão pregando o cristianismo em Bangladesh devem morrer, um por um"


As ameaças aos 10 pastores aconteceram no distrito de Rangpur, no norte do Bangladesh, por meio de uma carta, que chegou no mês passado. A carta anônima foi enviada ao líder cristão Barnobas Hembrom, com os nomes de cada pastor, nem todos do mesmo distrito.

Um dos parágrafos dizia o seguinte: "Aqueles que estão pregando o cristianismo em Bangladesh devem morrer, um por um". A polícia local foi imediatamente informada e agora está protegendo as igrejas que estes pastores lideram.

Um analista de perseguição da Portas Abertas comenta: "Todos estes pastores precisam da proteção do governo, mas ainda mais das nossas orações. Vamos interceder por eles, pois não é fácil viver sob pressão e ainda batalhar para manter a igreja em funcionamento. Eles precisam de sabedoria e estratégia, é um momento delicado. Lembre-se deles em suas orações".

Segundo o analista, há muitos outros incidentes acontecendo em diferentes regiões do país, em níveis alarmantes, mas que não são divulgados por razões de segurança. Muitos optam por não denunciar os atacantes por medo de vivenciar uma situação ainda pior. Ore por essa nação.

Cada vez mais difícil pregar o Evangelho

O último ano foi muito difícil para os cristãos de Bangladesh, por que o país passou por uma grande instabilidade política, muitos tumultos e o crescimento do extremismo muçulmano. Embora a conversão não seja proibida por lei, cristãos convertidos do islamismo ou budismo enfrentam forte pressão de seus familiares por negarem sua fé islâmica.

A Constituição prevê a liberdade religiosa, ao mesmo tempo que declara o islã como religião oficial do Estado, sendo assim, existem muitas leis islâmicas regendo o país. A perseguição tornou-se mais violenta e, atualmente, alguns cristãos foram mortos por jovens que fingiram ter interesse na fé cristã. Muitos líderes têm sido ameaçados, mas continuam com suas atividades em igrejas domésticas.

A Portas Abertas tem atuado na vida desses cristãos fornecendo Bíblias, literatura cristã, alfabetização para suas crianças e treinamentos para que eles possam lidar com a perseguição. Além disso, oferece também apoio jurídico e psicológico para aqueles que passaram por algum trauma. Neste mês, haverá um treinamento básico para 120 alfabetizadores de cinco regiões. Contamos com a sua oração para que este evento tenha êxito.

Portas Abertas


07 fevereiro 2016

CONVÉM QUE UM SERVO DE JESUS PRATIQUE AS ARTES MARCIAIS?


A prática das Artes Marciais(Karatê, Judô, Kung Fu, Tai chi, Taekwondo, etc.), é bem comum no Brasil; de norte a sul encontra-se academias oferecendo os mais diversos segmentos. Os praticantes, conta-se aos milhares; não obedecendo a uma faixa etária pré-definida, é possível encontrar crianças de 5 ou até menos anos a anciãos de 80. 

São inquestionáveis os resultados físicos advindos da prática de tais esportes.

ORIGEM

Acredita-se que elas tenham suas raízes mais remotas na Índia, há mais de dois mil anos atrás. Há indícios de que nessa época tenha surgido a primeira forma de luta organizada, chamada de Vajramushti, que seria um sistema de luta de guerreiros indianos. A história das Artes Marciais começa a tomar uma forma mais concreta a partir do século VI, quando no ano 520 A.D. um monge budista indiano chamado Bodhidharma - 28º patriarca do Budismo e fundador do Budismo Zen - deixou seu país e partiu numa longa jornada em busca da iluminação espiritual. Bodhidharma(conhecido no Japão como Daruma), viajou da Índia para a China, pernoitando nos templos que encontrava pelo caminho e pregando sua doutrina aos monges ou a quem quer que fosse. Depois de ter perambulado por boa parte do território chinês, o destino o conduziu ao Templo Shaolin, localizado na província de Honan.

Diz à lenda que, ao penetrar no velho mosteiro, Bodhidharma deparou-se com a precária condição de saúde dos monges, fruto de sua inatividade. Foi então que ele iniciou os monges na prática de uma série de exercícios físicos, ao mesmo tempo em que lhes transmitia os fundamentos da filosofia Zen, com o objetivo de reabilitá-los tanto física quanto espiritualmente.”

Fonte: www budokan.com.br

As profundas ligações entre as Artes Marciais e as filosofias orientais são incontestáveis; são visíveis nas reverências e nas atitudes dos seus praticantes.

A Nova Era não tem um sistema definido ou sistemático de doutrinas que sejam claras e sólidas. Ela abriga inúmeros conceitos e atitudes, muitas vezes heterogêneas ou incoerentes. Aceita a totalidade – uma espécie de holismo, tendência do pensamento a sintetizar todas as coisas em totalidades organizadas. Os holistas supõem que essa tendência é própria do universo, em oposição ao esfacelamento do saber que as ciências especializadas impõem ao pesquisador e a transformação do ser humano, mediante a criação de uma consciência única e universal.

SOBRE O SER HUMANO – Shirley Maclaine, uma das propagadoras da Nova Era, afirmou: “Cada pessoa é um universo: se você se conhece, conhece tudo”. Entendem que o problema básico do homem é que ele não sabe que é Deus. Chegará a essa compreensão através do processo da reencarnação. Sua consciência deve evoluir até se tornar uma ‘consciência cósmica’. Yoga, meditação transcendental, artes marciais, vegetarianismo, acupuntura, hipnose controle da mente, pensamento positivo, magia, espiritismo e outras práticas afins, ajudarão o ser humano a atingir a perfeição, a união com o universo.

AS Artes Marciais e o mundo espiritual

RESUMO: Este artigo visa demonstrar as implicações de natureza religiosa e espiritual que envolvem a prática e treinamento nas artes marciais em suas diversas origens, a partir do estudo histórico de seus valores e princípios espirituais, confrontando-os com os ideais da Bíblia Sagrada para o bem estar do homem, de sua família e da sociedade. Seus adeptos, defensores e propagadores de sua prática tem buscado desvincular seus aspectos históricos e religiosos, transformando-as em mera atividade desportiva, ovacionando-as por seus supostos benefícios ao corpo. Todavia, esta visão simplista desconsidera o pano de fundo espiritual existente, que interage nas dimensões psicológicas e físicas do ser.
PALAVRAS-CHAVE: artes marciais; religião;  espiritualidade, budismo; cristianismo.
Desde a regulamentação do exercício profissional da educação física pela Lei 9.696/1998, tem havido grande número de ações judiciais impetradas pelo Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) com o propósito de obrigar as academias, clubes e institutos de artes marciais e seus afins a se legalizarem, mediante a admissão em seu quadro funcional de um professor legalmente habilitado. A polêmica aumentou com a apresentação do Projeto de Lei 7.370/2002 que isentou tais instituições da fiscalização pelos Conselhos Regionais de Educação Física, sob a alegação de que as artes marciais não são atividades físicas, nem desportivas, tratando-se de práticas artísticas e culturais (CONFEF, 2005, p. 21).
Não é objeto deste artigo a discussão dos interesses envolvidos em tais disputas, porém, é fato que até o momento não há uma regulamentação específica nas leis humanas no Brasil neste assunto. Por outro lado, parafraseando o apóstolo Paulo, poderíamos afirmar que 'nem tudo que não é proibido nos é permitido ou nos convém fazer'?(I Coríntios 10:23). Cumpre-nos saber se a prática de artes marciais é algo que edifica, aperfeiçoa o individuo em sua relação com o Criador, seus semelhantes e consigo mesmo, ou se apenas tem tal aparência, produzindo ao longo do tempo efeitos indesejáveis.
Para isto, faz-se necessário conhecer um pouco sobre o surgimento, a história e os princípios filosóficos que permeiam as artes marciais.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Não há registros escritos que permitam precisar a origem das artes marciais. Há indícios de que suas raízes mais remotas venham da Índia, há mais de dois mil anos. Nessa época haveria surgido a primeira forma de luta organizada, chamada de Vajramushti, termo oriundo do sânscrito de difícil interpretação, que pode significar entre outras coisas, caminho do rei? ou, caminho da arena? (WIKIPEDIA). Para Ramos (2003)
Embora considerada uma arte marcial budista por muitos pesquisadores, o Vajramushti (Vajra: real, bastão, cetro, vara, direto, reto, correto, sol, etc.; mushti: golpe, soco, punho, raio, etc.), data de época muito anterior ao surgimento do Budismo. As referências históricas não são exatas, visto que o país de origem(a Índia), por sua própria filosofia social de extrema religiosidade, nunca deu muita importância aos registros históricos. Na realidade, o Vajramushti tem a sua origem em época pré-ariana, quando a Índia ainda era habitada pelos drávidas(3500 a 1500 a.C.). Esta arte marcial é mencionada em quase todos os textos heróicos da civilização dravidiana, e em várias lendas se atribui a Shiva a sua criação. Esta teria sido a arte marcial que Bodhidharma, o vigésimo oitavo patriarca do Budismo, levou para o mosteiro de Shaolin na China, dando origem ao Kung Fu(Natali, 1987). Também Muñoz Delgado(1998) salienta que o Vyáyám(outro nome de Vajramushti), é a mais antiga tradição marcial da Índia. O termo Vyáyám provém do sânscrito e significa: "domar o alento interno". Atualmente, ainda é praticado na Índia com nomes, tais como: Maippayat e Kalarippayat (nomes dravídicos e recentes). O seu princípio fundamental está baseado no conhecimento profundo das nossas energias e sua projeção interna e externa. Portanto, podemos dizer que o Vyáyám está enquadrado no caminho do conhecimento da Energia, ou seja, do conhecimento do Tantra.
Segundo Sato, a história das artes marciais começa a tomar uma forma mais concreta a partir do século VI, quando no ano 520 um monge budista indiano chamado Bodhidharma - 28º patriarca do Budismo e fundador do Budismo Zen - deixou seu país e partiu numa longa jornada em busca da iluminação espiritual. Bodhidharma (conhecido no Japão como Daruma) viajou da Índia para a China, pernoitando nos templos que encontrava pelo caminho e pregando sua doutrina aos monges ou a quem quer que fosse. Depois de ter perambulado por boa parte do território chinês, o destino o conduziu ao Templo Shaolin, localizado na província de Honan. Diz a lenda que, ao penetrar no velho mosteiro, Bodhidharma deparou-se com a precária condição de saúde dos monges, fruto de sua inatividade. Foi então que ele iniciou os monges na prática de uma série de exercícios físicos, ao mesmo tempo em que transmitia-lhes os fundamentos da filosofia Zen, com o objetivo de reabilitá-los tanto física quanto espiritualmente. Os exercícios ensinados por Bodhidharma eram baseados em métodos de respiração profunda e yoga, e seus movimentos se assemelhavam a técnicas de combate. A prática desses exercícios logo tornou-se uma tradição no templo, vindo mais tarde a atingir um estado de evolução tal que pôde ser considerada como um verdadeiro e completo sistema de autodefesa: o Shaolin Kung Fu, que no Japão é conhecido como Shorinji Kenpo. Esta arte marcial em ascensão logo mostrava sua eficiência, primeiro com relação à restabelecida saúde dos monges, e segundo como método de defesa pessoal propriamente dito, posto em prática contra bandoleiros que por vez ou outra saqueavam o templo, de quem os monges em outros tempos eram considerados presas fáceis. A reputação dos monges lutadores logo se espalhou pela China, fazendo com que o Shaolin Kung Fu se difundisse amplamente pelo país, principalmente durante a Dinastia Ming (1368-1644), vindo mais tarde a conquistar outros países da Ásia e a dar origem a outros estilos de artes marciais, como o Karate em Okinawa.
Camacho(2004), assinala que a origem das artes marciais perde-se no passado longínquo. Raramente os autores coincidem numa exposição evolutiva dos diferentes sistemas de luta. Porém parece existir uma certeza. Os estudiosos são quase unânimes em considerar que se pode encontrar a origem das artes marciais na Índia, embora já não o sejam no que respeita à designação do sistema marcial originário. Nalguns épicos clássicos do hinduísmo encontram-se descrições de seqüências de combate, como no Mahabhárata, e nesta obra deve considerar-se o Bhagavad Guitá, no Rámáyána, no Rig Vêda, assim como noutros textos religiosos, como o Buddhacarita SútraJaiminiya Brahmana, e o Saddharmapundarika Sútra. O conhecimento dos pontos vulneráveis do corpo (...), já existente nessas épocas recuadas, encontra uma aplicação na prática da luta, assim como nos sistemas organizados de combate com e sem armas. O conhecimento dos pontos vitais tem inclusive uma obra que lhe é dedicada o M'arma Shastra. No Mahabhárata relata-se o que aconteceu quando Drona, um mestre nas artes marciais, ensina a disparar o arco. Ele manda cada um dos discípulos apontar a uma ave que se encontrava no cimo de uma torre. E pergunta-lhes, um a um, o que vêem. E quase todos descrevem que vêem o pássaro, as suas penas, as patas, a cauda, a torre, etc. Drona, zangado agride-os. Ao fazer a mesma pergunta a Arjuna, o maior dos guerreiros, este responde que vê apenas o olho do pássaro. Ou seja, Arjuna estava em êkagráta, a concentração da mente num só ponto, o mais elevado nível de concentração.

06 fevereiro 2016

NUNCA DESANIMES!!


Na nossa caminhada pelas ruas da vida, encontramos obstáculos, buracos, pedras, lutas e dificuldades em geral. Como ultrapassar tudo isto sem perder a esperança, sem temer os fracassos, sem esmorecer jamais? Olhando para o alto! Segurando a mão do Senhor! Crendo que nada poderá impedir a nossa vitória! Desistir? Nunca! Voltar atrás? De forma alguma! Seguir sem vacilar? Sempre! A derrota não pode fazer parte da história da nossa vida. A frustra- ção só pode existir momentaneamente. Se for preciso, comecemos tudo de novo... até alcançar a nossa bênção. 

Nem tudo o que fazemos dá certo todos os dias. Nem todos os nossos sonhos são Nunca Desanimes! "... eu porém perseverei em seguir ao SENHOR meu Deus" (Josué 14:8). "Noventa por cento daqueles que falham experimentam derrotas, simplesmente porque desistem." (Paul J. Meyer -Escritor) A derrota existe para aqueles que não perseveram. Ela existe para aqueles que facilmente desanimam. Ela existe para os que não confiam, verdadeiramente, no Deus que prometeu vitória absoluta. realizados na hora que desejamos. 

Nem todos os nossos empreendimentos alcançam sucesso sempre. Se algo não acontece como esperamos, façamos novamente... Até que obtenhamos sucesso. Se os nossos anseios parecem nulos, tenhamos paciência... confiemos em Deus... Ele responderá. Se o nosso esforço resultou em fracasso, esforcemo-nos um pouco mais... nós conseguiremos. A Palavra de Deus asseguranos que "tudo é possível ao que crê". E se eu creio... e se tu crês... Porque desistir? Porque aceitar a derrota? Porque perder a fé? O Senhor está connosco, e a nossa vitória é mais do que certa. 

Pastor Samuel Trancoso 

05 fevereiro 2016

LIVROS DIDÁTICOS DO MEC PARA 2016 TRAZEM IDEOLOGIA DE GÊNERO - ALERTA PAIS E/OU RESPONSÁVEIS

Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor
Por Paulo Pontes
A lição da escola bíblica dominical para adultos da CPAD, do domingo (24), no seu último capítulo abordou um ponto que muito nos chama a atenção, entre outros, que é sobre a destruição da família, revelando que no Brasil vários projetos  tem o objetivo de acabar com o modelo bíblico e cristão de família, constituída de pai, mãe e filhos conforme foi instituída por Deus. Um desses projetos para destruir a família tradicional é a “ideologia de gênero”, classificada como diabólica, e que tem sido largamente disseminada em nosso país, ensinando que “o ser humano quando nasce não tem sexo definido, ou seja, é gênero neutro, não é homem ou mulher”.
O professor Orley José da Silva, de Goiânia, mestre em letras e linguística (UFG) e mestrando em estudos teológicos (SPRBC), que tem um blog – “De Olho no Livro Didático” – voltado para as ocorrências de doutrinação política e ideológica, faz um aleta sobre os livros didáticos do MEC para o ano letivo de 2016.
No último dia 15 de janeiro ele publicou um texto que serve de alerta para os pais, principalmente de famílias cristãs que primam pelos princípios bíblicos. Em seu alerta, o professor denuncia: “MEC não desiste – livros de 2016 para crianças de 6 a 10 anos vêm com ideologia de gênero”.
Sobre o assunto, o site Mídia Sem Máscara que reproduziu o texto do professor Oley José da Silva, destaca dois pontos:
1 – “O governo do PT alinha-se ao pensamento fundante da ideologia de gênero: a família não está devidamente preparada para a orientação sexual e familiar dos filhos”.
2 – “A educação das crianças na escola, não somente pública mas também privada e confessional, era a última barreira a ser vencida pela revolução sexual e de costumes que o governo do PT dissemina”.
 A ideologia de gênero não tem base científica, é antinatural e contra os preceitos divinos. As consequências além de graves poderão ser irreversíveis. O Estado não pode interferir no direito e dever dos pais de escolherem a melhor educação para seus filhos.
Confira abaixo o texto do professor Orley José da Silva, e tire sua próprias conclusões:
As crianças de escolas públicas e privadas que estudarem com os livros didáticos/2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientados pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos. A ministração desses conteúdos se inicia já no 1º ano, onde os alunos têm 6 anos de idade e, numa gradação de complexidade, termina no 5º ano com alunos de 10 anos.
A estratégia pedagógica obedece ao princípio da repetição exaustiva do conteúdo. Durante o mesmo ano letivo o aluno ouvirá, lerá e fará exercícios seguidas vezes sobre esses assuntos com professores e disciplinas diferentes: Geografia, Ciências, História, Ciências Humanas e da Natureza, etc. O discurso único na diversidade de disciplinas e professores confere maior credibilidade ao conteúdo. Além das aulas expositivas, os próprios livros encaminharão os alunos para atividades complementares sob a orientação dos professores como: leitura de livros, filmes, músicas, debates e produção de cartazes.
Trata-se da aplicação do princípio segundo o qual uma história, mesmo que fantasiosa, quando repetida várias vezes, adquire valor de verdade. Neste caso, o esforço do MEC é para atender os objetivos de desconstrução da heteronormatividade e do conceito de família tradicional previstos no Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), assinado pelo presidente Lula em 21 de dezembro de 2009.
O artigo 226 da Constituição é ignorado completamente pelo material didático para falar da formação de família. Isto caracteriza o desrespeito do próprio Governo com a Carta Magna, por meio do MEC. Enquanto a Constituição elege como base da sociedade a família que é formada pelo casamento entre “um homem e uma mulher”,  os livros ensinam às crianças que não há um modelo padrão de família e que o casamento é a união de “duas pessoas”, independente do sexo.
Mas o MEC também desconsidera a vontade majoritária do povo expressa por meio de seus representantes nos três níveis de parlamento, quando das votações dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação. Nessas ocasiões, a inserção da Ideologia de Gênero nos planos de educação foi severamente rejeitada pela maioria dos parlamentares. Como se não bastasse, esse tema para o ensino da moral sexual de crianças na escola é amplamente rejeitado pela maioria esmagadora da população, como demonstram pesquisas de opinião.
Diante da premeditada desobediência governamental às leis e à violação da vontade do povo para a educação moral dos filhos, o que fazer? Com os livros corrompidos pela Ideologia de Gênero que chegará intempestivamente às salas de aulas, quem defenderá as famílias da afronta governamental? O que poderá fazer o Ministério Público? O que poderão fazer vereadores e deputados estaduais para impedirem que os alunos tenham acesso a esses conteúdos? O que poderão fazer professores cujas consciências não lhes permitam ensinar essas matérias às crianças? Quais tipos de penalidades e/ou censuras administrativas e/ou profissionais esses professores poderão sofrer, não agora, mas no futuro quando a ideologia estiver definitivamente implantada? Como farão os pais diante da obrigatoriedade de manter os filhos na escola, sob risco de serem penalizados judicialmente, mesmo sentindo-se indignados por terem seus princípios e valores para a educação sexual da prole violentados pelo Estado?
Por enquanto, as leis estão do lado dos pais. A Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente asseguram a eles o direito pela educação dos filhos. Com base nesse princípio, o Procurador da República Guilherme Schelb elaborou uma “notificação extrajudicial” que o pai preenche e leva à escola. Nesse documento o interessado notifica à escola que não permite que seu filho tenha acesso a determinados conteúdos morais. Em caso de desobediência, a escola e o professor poderão ser processados por danos morais e estarão sujeitos a pagarem indenização. Este documento pode ser baixado no computador do seguinte endereço: www.bit.ly/protegerfamilias.
Assista ao vídeo do Procurador da República Guilherme Schelb com a explicação sobre o modelo de “notificação extrajudicial” – clique aqui.
Muitas outras perguntas surgem nesse momento angustiante da educação brasileira. Que tipo de avaliação é feita sobre a maturidade física e psicológica dos alunos para receber esse conhecimento? Quais os possíveis processos mentais que seriam mobilizados nas crianças no momento da apresentação do conteúdo e depois dele? Que tipo de transformação, em tese, é possível de ser operada na mente da criança?  Que efeitos de (re)formulação ou (re)modelação do caráter e dos valores morais dos alunos poderão ser operados? Este ensino pode estimular precocemente desejos e curiosidade sexual nas crianças? Quais as possíveis consequências que a erotização precoce de crianças podem trazer para o futuro delas e das suas famílias? O direito ao prazer sexual das crianças, que é defendido academicamente por essa ideologia, não deveria antes subordinar-se ao direito dos pais de criá-las de acordo com suas convicções de moralidade familiar? Quais os tipos de conflito em casa poderão gerar a (re)programação desses valores nos alunos, principalmente os de formação familiar e de orientação sexual, que é efetuada pela escola?
Levando-se em consideração que os conteúdos em referência sejam puramente ideológicos, visto que carecem de experimentação e consenso científico, qual o respaldo legal do Governo para adotar uma ideologia como política pública universal?
De acordo com o MEC esta política de orientação sexual e familiar para as crianças, prevista nos temas transversais, é verdade, visa criar no futuro uma sociedade idealizada que aceite bem as diferenças de gênero e de arranjos familiares. Ainda conforme escritos fundantes dessa ideologia, as famílias não estão preparadas para a educação dos seus filhos nesse tema, porque são portadoras de tabus e preconceitos, pela influência que elas receberam da tradição familiar e da religião.
Pois bem. Quais os parâmetros utilizados para este julgamento? Pensar dessa forma não seria contradizer a crença dos estudos de gênero no relativismo moral, pela vontade de desconstruir socialmente uma verdade e estabelecer outra?
Será mesmo que essa estratégia escolhida é a melhor, honestamente, para combater o alegado preconceito contra as diferentes orientações sexuais e arranjos familiares? Não haveria um ponto de consenso capaz de pacificar as relações sociais entre os grupos favoráveis e contrários a esse modelo de ensino na escola? A reação contrária das famílias tradicionais não seria motivada pela intenção deliberada de desconstrução do seu modelo familiar, (Pasmem! uma desconstrução familiar e sexual da sociedade operada pelos agentes do Estado, no caso os professores, a partir da doutrinação dos filhos das próprias famílias tradicionais!! Uma espécie implantação de um “Cavalo de Tróia” no seio da família tradicional!!) comprovada em teorias acadêmicas e pelas leis, a exemplo do PNDH3? Isto porque a família tradicional, apesar de alegações contrárias,  almeja a convivência pacífica; defende a proteção e o respeito a todos, inclusive para as diferentes opções sexuais e familiares.
O grande entrave, pelo visto, é a porque trata-se de uma questão muito mais ampla do que se discute no senso comum, porque faz parte de um pacote complexo de intenções. É uma temática que se insere no campo político e ideológico para a promoção de uma profunda revolução sexual e de costumes, a partir das crianças e adolescentes em idade escolar. Na verdade, um projeto para o futuro de mudança de eixo civilizatório.
É lastimável que existam pessoas comuns, visto que não fazem parte da esfera das cabeças pensantes da força política e ideológica que norteia esse projeto, que padecem com suas opções sexuais. Elas ficam no meio do fogo cruzado dessa guerra cultural e acabam sofrendo, injustamente, toda a pressão. Essas pessoas precisam de reconhecimento, acolhimento, compreensão e oportunidades no sistema democrático e no Estado de Direito e não de serem instrumentalizadas como massa de manobra.
Um dos argumentos de quem defende a família tradicional para se opor ao ensino da sexualidade para crianças na escola da maneira que pretende o MEC é a suspeita da ocorrência de uma possível “confusão de identidade” na adolescência.  Para esta visão, é natural que meninos e meninas, por volta dos 12 ou 14 anos tenham pelo menos uma amizade intensa com pessoa do mesmo sexo. Isto sem qualquer conotação amorosa ou sexual. São carne com unha; amigos inseparáveis. Confidenciam-se e são cúmplices de sonhos e projetos. Os adultos, invariavelmente, já passaram por esta experiência. Pois bem. A criança que recebe esse tipo de orientação sexual e familiar desde os 6 anos de idade pode assimilar tanto essa maneira de pensar que fique mais propenso a confundir a amizade natural do mesmo sexo com amor ou paixão. E não seria este o objetivo implícito da ideologia?
Para a realização desta pesquisa, foram verificados livros recomentados pelo Programa Nacional do Livro Didático/2016, do Ministério da Educação, que selecionou livros de 19 editoras diferentes. Tivemos acesso a 11 editoras e todas elas trazem o tema da Orientação Sexual e Familiar, de acordo com a Ideologia de Gênero. É provável que, em atitude de desafio à democrática vontade do povo e suspeitando da reação negativa das famílias dos alunos, além de professores, as editoras tenham firmado um pacto para que todas elas trabalhassem o assunto na mesma perspectiva. Por outro lado, não se pode descartar a possibilidade que tenha havido uma determinação superior, até mesmo do próprio MEC, para que este procedimento ousado ocorresse. Isto porque o Planalto tem feito deste tema uma de suas políticas públicas mais prestigiadas.
Caso não haja agora uma dura reação da opinião pública, dos políticos, do Ministério Público e, especialmente dos pais, o MEC e as editoras continuarão avançando com essa imposição ideológica. Em vista disto, surge no mercado editorial brasileiro um nicho comercial de perfil conservador enorme que deverá ser preenchido por editoras dispostas a atendê-lo.
Esses livros extremamente radicalizados na revolução da moral e dos costumes que chegaram este ano ao mercado não atendem aos interesses e aos valores das escolas tradicionais, notadamente evangélicas e católicas. A partir de agora, as escolas que se dedicarem à produção do próprio material didático terão esse diferencial para apresentarem aos pais.
Além do mais, tomara que se levantem bons e talentosos escritores de livros didáticos e paradidáticos, como os literários e as cartilhas. Tomara também que surjam editoras sérias e comprometidas com os valores tradicionais para investirem nos projetos da nova leva de escritores.
Para finalizar, gostaríamos de esclarecer o leitor acerca da crença de que estamos dentro de uma Revolução Cultural de grandes proporções. O tema trabalhado neste artigo é apenas um viés dessa revolução que tem por objetivo provocar mudanças significativas na maneira de ser, pensar e crer da sociedade.  A desconstrução das culturas judaica e cristã e o consequente apagamento dos seus valores morais e éticos na sociedade, constitui-se em em alvo prioritário dessa revolução.
A título de melhor compreensão do assunto, sugerimos a busca de textos e vídeos no google e youtube,  para leituras e estudos, dos seguintes nomes: Miguel Nagib, Guilherme Schelb, Prof. Felipe Nery, Olavo de Carvalho, Damares Alves, Marisa Lobo, Deuza Avellar, Fernanda Takitani e Padre Paulo Ricardo.
Imagens retiradas dos próprios livros:
Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor
Qual o interesse dos autores do livro didático de escolherem apresentar às crianças uma família polígama? Não seria um trabalho de “normalização” para as crianças desse tipo complexo de união que os “progressistas” insistem em legalizar no país? É de notar a maneira positiva que essa família é mostrada na fotografia.
Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor
As diferentes famílias mostradas no mesmo espaço passam a impressão de naturalidade às crianças.
Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor
Uma família brasileira do século XXI, ou seja, avançada. Alguém consegue defini-la?
Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor
Este exercício refere-se ao contexto da fotografia acima. Observem que fala sobre direitos relacionados a temas abstratos, alguns de difícil alcance ainda para as crianças. Toca em crença religiosa, sexualidade e depois fazem a seguinte pergunta: Voces defendem a liberdade de as pessoas pensarem e agirem como quiserem? Certamente a questão tenta justificar o “avançado” modelo de família da foto com o argumento de que as pessoas têm liberdade para agirem como quiserem. Mas e as crianças? Elas têm essa mesma liberdade? O texto pretende instigar esse desejo de liberdade nelas, ou seja, de agirem como quiserem na vida sem a interferência de terceiros? O direito de agir como quiser é um direito pelo qual as crianças devem lutar? Vocês também não acham que tanto a foto (se é que ela representa uma união amorosa de 3 pessoas) quanto as perguntas do questionários sejam inadequadas para o nível de maturidade física e psicológica das crianças?
Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor
O MEC considera que alunos com 10 anos de idade já estão em atividade sexual para apresentar-lhes métodos anticonceptivos? Ele acha que alunos com 10 anos de idade já frequentam baladas e se relacionam sexualmente com qualquer pessoa? Essa criança pode dirigir-se à unidade de saúde e requisitar uma camisinha? Os funcionários da unidade de saúde também concordam em fornecer esse tipo de material para crianças de 10 anos? Esses infantis precisam fazer testes de aids, sífilis e hepatites virais, provavelmente adquiridos em relações sexuais? Mas este cartaz é direcionado justamente para as crianças dessa idade!
Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero, alerta professor

04 fevereiro 2016

'BISPA', ESPOSA DE AGENOR DUQUE, EXPÕE SEU PÉ PARA OS FIÉIS TOCAREM!! - BIZARRICE GOSPEL


A 'bispa' Ingrid Duque(foto), mulher do Apóstolo(?) Agenor Duque, da Igreja Plenitude do Trono de Deus, pediu durante o culto para as pessoas trazerem as ofertas, colocá-las a seus pés e aí, de brinde, terem o prazer de tocar em seus pés. Tal apalpada no pé da 'bispa' daria ao fiel a conquista do milagre.
Não sei se rio da cena ou se choro pela situação espiritual dessa gente, tanto da 'bispa' quanto dos fiéis, que caem numa lorota dessas.
Tentei achar base bíblica para tal palhaçada, e o mais próximo que achei foi isso aqui:
“Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.” – Atos 4:34
Mas aí, se formos analisar, “pés dos apóstolos” é figura de linguagem. Além do mais, o pé do vídeo é de uma bispa(?), não de um apóstolo(o último morreu faz uns 2000 anos). Ainda tem o fato do versículo 35, que diz “E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.”. Ou seja, os cristãos entregavam o dinheiro aos apóstolos, pois esses eram honestos e repartiam esse dinheiro entre os necessitados, ao invés de juntarem para si e suas denominações.
E, além de tudo o que já foi dito, ainda temos a questão da IDOLATRIA. Falam tão mal da Igreja Católica, mas olha só esse povo deificando a Nossa(deles) Senhora da Teologia da Prosperidade!!!
O assunto não tem nada a ver, mas acabo de me lembrar de 'uma profissional' que deixa passarem a mão nela em troca de dinheiro. Essa é mil vezes melhor que 'a profissional que deixa passarem a mão no pé dela, em troca de dinheiro e usando do nome Santo de Deus.

COMENTÁRIO DE WÁLDSON
Que Deus tenha misericórdia de nós, e nos abra os olhos para que não caiamos nos enganos dos lobos(e lobas), em pele de cordeiro.
Patifaria, charlatanismo e tantas outras coisas que, se mencionadas, chegaríamos a cem, ou mais, num só 'culto'.

Ela diz com arrogância: "...irmã, nem fala comigo: bota a mão no pé e coloque em você...", falando para uma senhora que queria falar algo com ela.
Sonho com o dia em que, num ato desse, a Polícia Civil, chegue e acabe com essa presepada em nome de Deus e ponha na cadeia esses perigosos lobos que roubam tudo do povo: a fé, a credulidade na Palavra, o compromisso feito com Jesus e claro, o dinheiro.
Com tanta pilantragem dentro de determinadas igrejas chamadas de evangélicas(que do Evangelho, nada têm), que uma prisão bem grande talvez não caberia os exploradores e espoliadores  da massa ignara.
Meu Deus!! Essa mulher está fazendo o mesmo que os Católicos Romanos fazem com seus 'santos' e com o papa!!
Isso é ridículo, desprezível, feio, insano e humilhante!!
Como seria bom se hoje, Jesus entrasse nessas 'igrejolas' com Seu chicote...
Com muita tristeza, peço-te, veja  o vídeo e divulgue-o, por favor.
Abraços.
Viva vencendo esses mercenários, pilantras, ladrões da fé e esperança que o povo tem!!!
Seu irmão menor.  
Veja o vídeo:


LIÇÃO 06 - 07/02/2016 - "O TRIBUNAL DE CRISTO E OS GALARDÕES"


TEXTO ÁUREO

“Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal”(2Co. 5.10).

VERDADE PRÁTICA

Todos os crentes deverão comparecer diante do Tribunal de Cristo para que cada um receba a sua recompensa.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 3.11-15

INTRODUÇÃO
Embora a vida eterna seja um dom gratuito, concedido com base na graça de Deus(Ef 2:8,9), cada um de nós ainda será julgado por Cristo. Todos os crentes terão que comparecer diante do Tribunal de Cristo para julgamento de suas obras e atos. O Senhor nos recompensará de acordo com o nosso modo de vida aqui. O Tribunal de Cristo não se destinará: ao julgamento dos nossos pecados (1João 1:7), pois os mesmos foram perdoados por Jesus no Calvário; a garantir um lugar no Céu(Ap. 22:14), que foi obtido a partir do momento em que cremos em Jesus e nosso nome foi escrito no Livro da Vida; à condenação, visto que nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito (Rm 8:1).
I. O TRIBUNAL DE CRISTO E OS CRENTES
A Bíblia assevera que todos os redimidos estão isentos do juízo divino para condenação (João 5:24; Rm 8:1; Hb 10:14-17). Porém, há um juízo futuro para os crentes (1João 4:17; Hb 10:30b), concernente ao grau de sua fidelidade a Deus e a graça que receberam durante esta vida na Terra(1Co 3:10; 4:2-5; 2Co 5:10). Nesse juízo, há a possibilidade do crente, embora salvo, sofrer uma grande perda: (a) perda do trabalho que fez para Deus na sua vida (1Co 3:12-15); (b) perda de glória e de honra diante de Deus(Rm 2:7); (c) perda de galardão(1Co 3:14,15); etc. Deus avaliará a qualidade da vida, da influência, do ensino e do trabalho na Igreja, de cada pessoa e, especialmente, de cada obreiro; se uma obra for julgada indigna, ele perderá o seu galardão, mas, pessoalmente será salvo – “todavia como pelo fogo” (1Co 3:15). A alusão ao “fogo” aqui, provavelmente, significa “salvo por um triz”. Como alguém que está numa casa incendiada e escapa através do fogo, só com vida. É válido ressaltar que este trecho refere-se a um julgamento de obras, que se dará no Tribunal de Cristo, logo após o Arrebatamento, e não à purificação de pessoas quanto aos seus pecados. Os nossos pecados já foram purificados pelo sangue de Jesus Cristo(1João 1:7).
  1. O julgamento: O julgamento da Igreja ocorrerá logo após o Arrebatamento, antes das Bodas do Cordeiro. Acontecerá nas regiões celestiais. Neste Tribunal, os crentes serão julgados pelas obras que tiverem feito por meio do corpo, ou bem, ou mal (Rm 14:10; 2Co 5:10).
– Esse julgamento não envolve salvação ou perdição, pois todos os crentes que forem arrebatados estarão salvos, mas serão julgadas as obras com vistas à entrega de recompensas, de “galardão”. Nesta oportunidade, muitos serão surpreendidos, pois Deus conhece o coração do homem (1Sm 16:7) e sabe a qualidade de tudo o que está sendo feito em Sua obra, não atentando para a aparência. Diante disto, muitos que, aparentemente, terão feito muito pela obra do Senhor, nada receberão, porquanto suas obras serão consideradas como palha, como madeira, sem condição de resistir ao crivo divino; porém, outros, que, aparentemente, nada teriam feito pelo Senhor, receberão galardões, pois trabalharam em silêncio, sem alarde, mas com dedicação e real devoção. Os critérios do julgamento e o seu tratamento são descritos em 1Co 3:11-15:
“Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará; na verdade, o Dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão. Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (1Co 3:11-15).
– Esse julgamento será meticuloso: Levará em conta todos os nossos atos e palavras e não apenas o caráter geral da nossa vida (Gl 6:7,8).
“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito do Espírito ceifará a vida eterna”.
– Esse julgamento será recompensador: O objetivo final do Tribunal de Cristo é galardoar aqueles que trabalham na obra do Mestre. Esta é a razão que o apóstolo Paulo nos exorta a sermos firmes na obra, pois não é vão o nosso trabalho (1Co 15:58).
“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”.
É bom ressaltar que Jesus não galardoará o crente pelo seu título, não. Não será levado em consideração o crente pastor, diácono, evangelista, presbítero, missionário, revenrendo… O prêmio da soberana vocação (Fp 3:14) será dado aos “servos bons e fiéis” (Mt 25:21,23).
– Nesse julgamento Deus irá coroar seus filhos: Ali teremos as seguintes coroas:
– da vida (Tg 1:12; Ap. 2:10) – para aqueles que estiverem dispostos a morrer por amor a Jesus Cristo.
– da justiça (2Tm  4:8) – para todo aquele que amar a sua vinda.
– incorruptível (1Co 9:25) – para aqueles que não andam fazendo a vontade da carne.
– de glória (1Pe 5:4) – para aqueles que trabalharam por amor na obra do Senhor e não por amor ao dinheiro.
Lembremos, pois, do estribilho do hino 418 da Harpa cristã: “Depois da batalha Deus me coroará”…
  1. Quando se dará o Tribunal de Cristo? Após o Arrebatamento da igreja se dará o Tribunal de Cristo, onde os crentes serão julgados e receberão o galardão da parte do Senhor (Ap 22:12). Naquele grande Dia, todos os salvos em Cristo que serviram ao Senhor com integridade, sinceridade, fidelidade e lealdade, receberão a devida recompensa.
Paulo foi um servo fiel que sofreu muitas tribulações, as mais terríveis e insuportáveis (2Co 1:8): foi perseguido, rejeitado, esquecido, apedrejado, fustigado com varas, preso, abandonado, condenado à morte, degolado. Mas, em vez de fechar as cortinas da vida com pessimismo, amargura e ressentimento, termina erguendo ao céu um tributo de louvor ao Senhor. Na antessala do martírio, afirmou com inefável alegria: “eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu tesouro até aquele dia” (2Tm 1:12). Paulo não termina a vida com palavras de decepção, mas com um tributo de glória ao Salvador (2Tm 4:18b). A esperança da glória manteve esse bandeirante do cristianismo de pé nas lutas mais renhidas. Ele tombou na terra, pelo martírio, mas ergueu-se no céu para receber a recompensa.
Portanto, não desanimes, prezado obreiro do Senhor! Talvez o teu trabalho não esteja sendo levando em conta diante dos homens, mas Deus está vendo. Em breve, na Sua vinda, ele te recompensará (Ap 22:12). Pense nisso!
  1. Onde ocorrerá o Tribunal de Cristo? Não é preciso muito esforço para perceber que o Tribunal de Cristo ocorrerá na esfera das regiões celestes. 1Tessalonicenses 4:17 diz que seremos “arrebatados […] entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares“. Visto que o Tribunal segue a translação, os “ares” devem ser o seu palco. Isso também é apoiado por 2Coríntios 5:1-8, em que Paulo descreve os acontecimentos que ocorrem quando o crente “deixar o corpo e habitar com o Senhor”. Desse modo, isso deve acontecer na presença do Senhor na esfera dos “lugares celestiais”.
Cremos que não será na Terra para não ser presenciado pelos pecadores que durante sua vida foram hostis ao povo de Deus; também não será no Céu, pois diante do Tribunal haverá decepções (1João 2:28; 1Co 3:13-15), coisa que não haverá no Céu, pois o mesmo é feito de alegria no Espírito Santo.
A história de Isaque e Rebeca relatada em Gênesis 24, nos fornece uma antecipação figurativa deste fato, pois nos diz o texto que Rebeca deixou sua terra natal e empreendeu uma longa caminhada para se encontrar com Isaque. Todavia, o encontro não se deu na casa de Isaque, mas no campo, o que nos dá a ideia de que o Tribunal de Cristo será nos ares.
  1. Quem será o Juiz? Conforme 2Corintios 5:10 e 2Tm 4:8 o Juiz desse Tribunal será, indubitavelmente, Jesus Cristo. João 5:22 declara que todo o julgamento foi confiado às mãos de Jesus, o Filho de Deus. O fato de esse mesmo acontecimento ser citado em Romanos 14:10 como “o Tribunal de Cristo” mostra também que Deus confiou o julgamento às mãos de Jesus. Parte da exaltação de Cristo é o direito de manifestar autoridade divina no julgamento.
II. AS OBRAS DO CRENTE E O JULGAMENTO DE CRISTO
  1. A precisão do julgamento: O julgamento será preciso, pois passará pelo crivo do justo Juiz; será comparado à passagem de materiais pelo fogo (1Co 3:13-15). Este fogo é destrutivo e não purificador; destrói apenas obras e não obreiros; causa perda e não lucro; destrói apenas o que for falso e não verdadeiro; causa apenas reprovação da obra e não do obreiro. Nessa ocasião, serão julgadas as obras – aquelas realizadas em Cristo – e não o obreiro (1Co 3:11-15). E somente duas palavras serão ali pronunciadas: aprovado ou reprovado, pois o fogo divino declarará a obra de cada um, revelará qual foi a verdadeira intenção do coração de cada crente que será julgado. O apóstolo Paulo diz que cada crente dará contas a Deus de todas as obras que houverem praticado aqui (Rm 14:11,12).
Podemos até cogitar que Galardão será destinado para os salvos, mas o apóstolo Paulo afirma que tais honrarias estarão infinitamente além do que sonha ou cogita a imaginação humana – “Mas, como está escrito: as coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”(1Co 2:9). Além da esplendorosa cidade que Jesus preparou para sua Igreja (João 14:1-3; Fp 3:20), com todos os seus indivisíveis e inimagináveis atrativos, o maior galardão do crente será a presença indelével do Senhor (João 14:3; 17:24).
  1. "Ouro, prata e pedras preciosas": Estes elementos representam o trabalho feito com humildade e temor, para a glória do Senhor (1Co 10:31). As obras que forem comparadas a estes três materiais serão aprovadas, e os seus praticantes serão galardoados (1Co 3:13,14). Veja análise de cada elemento, na visão do Pr. Elinaldo Renovato de Lima.
a) Obras comparadas a ouro: Na Bíblia, o ouro é símbolo das coisas de Deus, das coisas divinas (Jó 22.23-25; Ap 3.18). São obras que são feitas para a glória de Deus, feitas em comunhão com Ele, “feitas em Deus” (João 3.21), de pleno acordo com sua Palavra. O crente que glorifica a Deus com suas obras está praticando obras comparáveis a ouro (Mt 5.16). São “as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). Se tratamos os irmãos e os outros com o amor de Deus, isso é comparado a ouro. Quando usamos bem os talentos dados por Deus, realizamos obras “de ouro” (Mt 25.14,20). São obras que glorificam a Deus: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.16).
b) Obras comparadas a prata Na tipologia bíblica, a prata é símbolo de redenção. No Antigo Testamento, a redenção dos filhos de Israel era paga em prata (Ex 30.11-16; Lv 5.15; 27.3). No Novo Testamento, simboliza a redenção feita por Cristo: “sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais” (1Pe 1.18; 1Co 6.20). São obras feitas em Cristo. O crente que ganha almas, que prega a Palavra, que dá bom testemunho da sua fé em Jesus, está realizando obras de prata. Os obreiros do Senhor que cuidam bem do rebanho realizam obras de prata. Visitar os enfermos, os carentes, evangelizar, podem ser obras de prata.
c) Obras comparadas a pedras preciosas São símbolos do Espírito Santo, ou da glória de Cristo no crente (ver João 17.22). Os crentes que possuem os dons espirituais (1Co 12) têm o adorno do Espírito Santo. São obras feitas pelo poder do Espírito Santo (Fp 3.3; Tt 3.5). São obras na unção do Espírito Santo. Evangelizar, pregar, cantar na unção, podem ser pedras preciosas. É o testemunho eloquente do servo ou da serva de Deus, andando de acordo com a sã doutrina (Tt 2.10).
  1. As obras que perecerão: de Madeira; de Feno; de Palha: Estes tipos de materiais não resistem ao fogo. As obras que forem comparadas a estes três tipos de materiais não ensejarão galardões – “Se a obra de alguém se queimar, sofrera detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (1Co 3:15).
Veja, a seguir, uma análise destes três elementos, conforme entendimento do Pr. Elinaldo Renovato de Lima.
a) de Madeira: Na Bíblia, madeira é símbolo das coisas humanas. É uma figura da árvore, que cresce por si mesma. Há crentes que fazem muitas coisas, mas buscando a glória humana. No fogo do julgamento, elas vão desaparecer. Há quem trabalha muito nas igrejas, mas não o fazem para a glória de Deus. Logo, não terão o reconhecimento por parte do Senhor.
b) de Feno: Feno é capim, é erva seca. São obras aparentes, mas sem consistência, como erva seca (Is 15.6). É coisa perecível (Is 51.12). Representam obras de crentes que fazem muita coisa para aparecer. A preocupação deles é com a quantidade e não com a qualidade. Um monte de feno pode ser muito grande, mas, no fogo, desaparece em segundos. Não haverá galardão para esse tipo de obra. Pregar para aparecer; pregar por dinheiro; cantar para aparecer, para ter a glória dos homens, buscando o aplauso das multidões, sem dúvida alguma, são obras de feno; aparecem muito, mas não têm consistência, e já receberam seu galardão, em termos de dinheiro; nada terão lá no Céu, pois “já receberam o seu galardão” aqui mesmo (cf. Mt 6.2,5,16).
c) de Palha: A madeira tem certa consistência, mas a palha é muito fraca. Não resiste à força do fogo. O vento leva com facilidade (Sl 1.4; Jó 21.18; Os 13.3). É instável. Não pode se misturar com o trigo (Jr 23.28). Palha representa obras sem firmeza. Há crentes que não sabem o que querem na vida cristã. Vivem mudando o tempo todo. Mudam de cargo, mudam de igreja com facilidade. São levados por “todo vento de doutrina” (Ef 4.14).
– “Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (1Co 3.15).
“Este texto mostra que haverá crentes cujas obras não serão aprovadas no julgamento de Deus, no Tribunal de Cristo. São obras mortas, obras que não têm valor diante de Deus. São obras que alguns crentes praticam, para sua própria glória, mas não glorificam a Deus. São obras feitas por muitos de modo relaxado, sem o zelo necessário a quem serve a Deus. As obras não serão recompensadas, mas “o tal será salvo, todavia como pelo fogo”; isto quer dizer que, como não se trata de julgamento de pecados, quem pratica tais obras poderá ser salvo, mas sem recompensas ou galardões. Não haverá inveja ou tristeza, pois tais sentimentos são carnais e não entrarão no Céu. Só o fato de chegar lá já será motivo de grande alegria. Mas é melhor fazer o melhor para Deus” (Elinaldo Renovato de Lima. O Final de Todas as Coisas. CPAD).
III. A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO CRENTE E OS GALARDÕES
  1. Os pastores darão conta dos seus rebanhos (Hb 13:17) – “…porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas…”.
As ovelhas do Senhor devem ser bem cuidadas, adequadamente alimentadas e diligentemente protegidas. Elas foram compradas com o próprio sangue de Cristo. Desta feita, elas são de imensurável valor, e não podem ficar expostas a nenhum capricho ou descuidos de quem quer que seja. O apóstolo Paulo adverte a todos os pastores que lideram o rebanho do Senhor: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue”(Atos 20:28).