31 outubro 2014

A ESPOSA ESPIRITUAL


Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo. – I Timóteo 3:11
 
As mesmas qualificações são dadas para as esposas dos pastores e dos diáconos. A esposa do homem é uma parte muito importante de sua vida e ministério, e sua condição espiritual irá afetar significativamente o homem e sua obra. Esposas não espirituais, de pastores ou diáconos, podem poluir a condição espiritual de toda a congregação. Considere as quatro palavras que Paulo usa para descrever a esposa do pastor qualificado e a esposa do diácono:
 
AS ESPOSAS SEJAM HONESTAS
“Ele fala da combinação de gravidade e dignidade que convida a reverência dos outros” (W. E. Vine). A esposa do diácono deve ser o tipo de mulher cristã que vive sua vida com uma seriedade de propósito divino. Sua vida é o tipo que faz com que os outros a respeitem espiritualmente e moralmente. Isso não significa, é claro, que ela não tem senso de humor. Ele está se referindo a uma forma mentalidade séria, digna, maneira honesta de vida, não uma personalidade deprimida. Mulheres cheias do Espírito Santo têm muitos tipos de personalidades, mas uma coisa que todas elas têm em comum é a dignidade espiritual que faz com que os outros as olhem com respeito. A “gravidade” espiritual da esposa do pastor qualificado e da esposa do diácono faz com que outras mulheres aceitem o seu ensino (Tito 2:2-4) e busquem seu conselho. É muito importante para a saúde espiritual da congregação que mulheres como esta estejam por trás dos pastores e diáconos.
 
A ESPOSA NÃO DEVE SER UMA MALDIZENTE (caluniadora, fofoqueira, difamadora)

A palavra grega usada para “maldizente” (caluniadora, fofoqueira) como é traduzida em I Timóteo 3:11 é usada em outros lugares para o Diabo (διαβολος diabolôs, maldizente - usar a língua como o diabo, acusando, caluniando, fofocando)

A palavra significa “acusador”. Em Apocalipse 12:10, o Diabo é chamado de “o acusador de nossos irmãos”. Ele gosta de dizer coisas más sobre as pessoas com um objetivo malicioso de feri-las. Maldizer (na King James traduzida por slander, que é difamar) refere-se a fofocar, caluniar e a outros conversas dolorosas, especialmente aquela pessoa que é mentirosa e de espírito egoísta. Por favor, note que não é fofoca que as esposas de pastores e diáconos discutam o bem-estar espiritual das pessoas de uma maneira sincera de forma que ajuda possa ser dada a elas e assim outras pessoas possam ser protegidas contra possíveis danos. Fofocar e difamar envolve o engano, inverdade, e uma atitude prejudicial e proposital. Falar “a verdade em amor” não é fofoca (Ef. 4:15). Repreender ou reprovar as pessoas não é a fofoca (Rm. 15:14; Ef 5:11). Discutir e relatar problemas morais e espirituais não é fofoca (I Coríntios 1:11; 5:1). Todos estes são aspectos legítimos de uma vida e ministério espiritual. A calúnia, no entanto, é proibida. A esposa do diácono deve ser uma mulher que é especialmente cuidadosa com sua conversa e atitude para com as pessoas. Caso contrário, ela pode facilmente ferir sua igreja e arruinar o ministério de seu marido com a sua língua.

 A ESPOSA DEVE SER SÓBRIA

Ser “sóbria”, neste contexto, significa estar no controle da própria vida e mente com o objetivo de agradar a Deus e atender à Sua Vontade. Refere-se a alguém que não é controlado por más influências, como a pessoa embriagada é controlada pelo álcool. Isso também inclui muitas outras coisas: drogas (exceto para fins médicos apropriados); música não espiritual, como o rock and roll, música sertaneja, e as modernas músicas pop (incluindo também as músicas gospel, carnais, ritmadas ao sabor da  carne); programas de rádio ou de televisão prejudiciais, tais como as “novelas perversas e vãs” que em se estendem e se glorificam em mentiras, adultério, embriaguez, etc; “romances” modernos doentios, ou qualquer outra influência que conduzirá a mente de alguém para longe da comunhão consciente com Cristo e das coisas de um Deus santo. A Palavra de Deus exige que a esposa de um diácono deve estar em controle de si mesma; ser sóbria.
 
A ESPOSA DEVE SER FIEL EM TUDO

Em uma palavra, este é o padrão de Deus para a esposa de um oficial da igreja. Ela precisa ser uma mulher Cristã fiel em todos os aspectos da sua vida, em seu lar, em seu ministério na igreja, diante dos perdidos.

Pr. David Cloud

POR QUE A "MÚSICA GOSPEL" É TÃO POBRE?


O Estilo E um "Maneira de exprimir-se, Palavras, utilizando expressões, jargões, Construções sintáticas that identificam e caracterizam o feitio de determinados Grupos, classes UO Profissões", Como definir o Dicionário. Sempre Que eu falo em "Música Pentecostal" NAO ESTOU Falando de UMA MUSICA produzida POR compositores pentecostais, mas sim de hum Estilo musical evangélico brasileiro e especialmente populares los Igrejas pentecostais Clássicas. É, POR Exemplo, Algo Diferente (NAO HÁ Como comparar um Outro Estilo), Inovador (NAO havia nada Parecido os antes) e Muito RUIM (RUIM Muito, MESMO) Como o Estilo paraense Calypso UO o ​​Sertanejo Universitário de Goiás . Como principais expoentes Desse Estilo "pentecostal" São Shirley Carvalhaes, Rosi Nascimento, Damares, Elaine de Jesus, Mara Lima, Cassiane, Rayssa e Ravel, Bruna Carla etc

Bom, NESSE TEXTO UE poderia Falar de inúmeros Erros doutrinários, Teológicos e Bíblicos presentes nas "Canciones pentecostais" Expressas POR essas e OUTRAS Cantoras. Mas Disso JÁ falei Demais nenhum blogue . O Que Quero destacar E a Pobreza das Músicas . Sim, muitas Vezes a Musica e ATÉ Correta biblicamente, mas pobre musicalmente e poesia los. Ou SEJA, EM nada lembram OS famosos Salmos da Biblia e como Canções Clássicas da cristandade Como Aleluia de Handel .

Quer hum Exemplo? Veja a Primeira estrofe da música "Movimento de Deus" da Shirley Carvalhaes:
Deus Vai Fazer hum Movimento Aqui, um Movimento Aqui Fazer Vai; JÁ POSSO ver Pelos Olhos da Fé, JA POSSO ver. Deus Vai Fazer hum Movimento Aqui, um Movimento Aqui. Vai Fazer. JA POSSO ver Pelos Olhos da Fé; JÁ POSSO ver. Vai Poder Descer, vai renovo Descer, vai ter Milagre, vai ter Batismo, Ele. VAI CURAR e Vai Entregar uma vitória los SUAS Mãos. E, para Confiar e glorificar e deixar o fogo queimar o altar o Porque Hoje Aqui o Senhor Vai operar.
Meu Deus, o Que é Isso? QUALQUÉR Criança poderia escrever ESSA TRADUÇÃO. E musicalmente RUIM, uma letra Expressa repetições descabidas e ritmo frenético los. O fôlego se Vai porqué uma ênfase e No Êxtase. Disso de Além, o português E constantemente maltratado. E UMA Música irritante Pela baixa Qualidade. Agora, compare a da Música Shirley com hum hino da Harpa Cristã Clássico. O hino é "Ó Desce Fogo Santo".
Espírito, alma e Corpo, Oferto a Ti, Senhor, Como Hóstia Verdadeira, Em oblação de amor. Eu Tudo a Deus CONSAGRO Em Cristo, o vivo altar; Ó desce, fogo santo, do Céu Vem tu selar!
Veja Que No Fundo como Duas Músicas expressam uma ideia MESMA (o Poder de Deus manifesto sem Homem), mas o Segundo hino E Infinitamente Melhor, POIs Nele HÁ poesia, e Bem Escrito, respeita a Língua Pátria, Nao trabalha com repetições irritantes e sem votos POR UMA prima Teologia Água Com Açúcar. QUANDO perdemos uma Mão parágrafo Produzir Belezas Como ESSA e ágora ouvimos tristezas Como AQUELA?

E Disso Que falo. A "Música Pentecostal" RUIM E Muito, Muito pobre. Em Compensação, NOS PODEMOS aproveitar a Riqueza da Harpa Cristã . O Nosso hinário E hum Oásis los Meio de Música tanta superficial. Os compositores da Atualidade, especialmente aqueles Que da compõem musicas rasas, poderiam resgatar o SENTIDO dos hinários parágrafo Produzir boa Música na Atualidade. O ritmo de cantar Chegou, sim, o ritmo de cantar boa Música.

GUTIERREZ SIQUEIRA

Veja os vídeos:




02


03-Mensagem



04-Mensagem



05-


06-


07-Mensagem - Problemas da igrejas



08-Mensagem- Como deve ser o louvor a Deus



09- Luiz Sayão - O Pós-Modernismo e a Música no Culto



10- O louvor que a religião esconde



11- Que tristeza



30 outubro 2014

PAPA FRANCISCO AFIRMA QUE BIG BANG E TEORIA DA EVOLUÇÃO NÃO CONTRADIZEM O RELATO DA CRIAÇÃO


Papa Francisco saúda a multidão ao chegar à Praça de São Pedro, no Vaticano, em 22 de outubro de 2014

Discussão antiga entre religiosos e estudiosos, a origem humana foi temática abordada pelo papa Francisco. E o pontífice surpreendeu ao afirmar que o Big Bang e a teoria da evolução não só existem como são essenciais para entender Deus.

"Quando lemos sobre a Criação no Gênesis, corremos o risco de imaginar que Deus é um mágico e que tem dons mágicos para fazer qualquer coisa, mas isso não é assim. O Big Bang não contradiz a intervenção criadora, mas a exige", afirmou o papa.

O pontífice ainda afirmou que a criação do mundo "não é obra do caos, mas sim um derivado de um princípio supremo que cria por amor". Para Francisco, o trabalho de Deus deu ao homem a liberdade e, com ela, a teoria da evolução se desenvolve. Para ele, essa mistura dos conceitos é essencial para o futuro da humanidade.

"Ao cientista, portanto, sobretudo ao cientista cristão, corresponde a atitude de interrogar-se sobre o futuro da humanidade e da Terra; de construir um mundo humano para todas as pessoas e não para um grupo ou uma classe de privilegiados", concluiu ele.

Yahoo.com.br

Comentário de Wáldson

Pobre papa...
Querendo atrair todos os homens com fé diferente, ou até mesmo gente  sem fé para sua já combalida igreja, nega a Palavra de Deus.

Quem diria que a 'igreja' chegaria a esse ponto de desacreditar a bíblia?

Quando Galileu afirmou que a terra era redonda, a 'igreja', o assassinou por heresia. E agora, farão o mesmo com o papa Francisco?

Que tristeza! Um papa que se diz 'representante de Cristo na terra', desconsiderar a história feita e revelada por Deus, o pai de quem ele diz representar...

Mas, em se tratando do Catolicismo Romano, não é de se admirar: é só mais 'uma coisa' que para ele não existe: Céu não é tão real como dizem. Por isso que o morto vai para o purgatório. Maria 'sempre virgem' e que Deus precisa de ajudante pra interceder.
 
Nesse caso, o  Big bang e a Teoria da Evolução  é fichinha!!!

Que um homem não faz para conseguir adeptos... Venderia até a mãe, se ela existisse.

Abraços.

Viva vencendo os enganos de quem está sendo enganado pelo inimigo!!!

Seu irmão menor.

LIÇÃO 05 - 02/11/14 - "DEUS ABOMINA A SOBERBA"

TEXTO ÁUREO 

“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalto, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.3 7).

VERDADE PRÁTICA :

A soberba e o pecado que mais afronta a a soberania divina.

LEITURA BÍBLICA = Daniel 4.10-18

INTRODUÇÃO
O princípio e o final deste capítulo levam-nos a ter a esperança de que Nabucodonosor tenha sido um monumento ao poder da graça divina, e às riquezas da misericórdia celeste. Após ser curado de sua loucura, difundiu amplamente e escreveu para as gerações futuras o modo como Deus o havia humilhado de modo justo e, por sua graça o havia restaurado. Quando o pecador volta a si, procurará o bem-estar dos demais, dando a conhecer a prodigiosa misericórdia de Deus.

Antes de Daniel relatar os juízos divinos contra ele por causa de seu orgulho, Nabucodonosor falou das advertências que teve em um sonho ou visão. Daniel explicou-lhe o seu significado. A pessoa representada seria despojada de toda honra e privada do uso da razão pelo espaço de sete anos. Este é certamente o mais doloroso de todos os juízos temporais. Qualquer que seja a aflição exterior que Deus permita nos alcançar temos motivos para suportá-la pacientemente e estar agradecidos de Ele permitir que utilizemos a nossa mente de um modo são, e que coloque a nossa consciência em paz. Porém se o Senhor considerar adequado impedir por tais meios que um pecador cometa múltiplos delitos, ou que um crente desonre o seu nome, até a prevenção mais espantosa seria preferível à má conduta.

A PROVA DA SOBERANIA DIVINA
4: 1-3 - Este capítulo está na forma de uma proclamação do rei para todo o mundo. A lição que Nabucodonosor aprendeu de sua experiência é resumida agora, depois que sua arrogância se foi, só então a maneira pela qual ele foi humilhado é explicada. Nabucodonosor fala da grandeza de Deus e da sua capacidade de fazer com que os homens orgulhosos se humilhem (Jeremias 27:4-6) e também reconhece a permanência do reino de Deus (Salmo 145: 13).
Atribuição de Louvor ao Deus Altíssimo (4.1-3)

    O quarto capítulo de Daniel tem sido descrito ·como o documento governamental mais marcante dos tempos antigos. Iniciando com a inscrição Nabucodonosor, rei (1), esse documento falava com autoridade imperial a todos os povos, nações e línguas. Sem expressar vergonha ou apresentar desculpas, essa proclamação exaltava a Deus, o Altíssimo(2). Poucos líderes mundiais em qualquer época têm sobrepujado Nabucodonosor em dar glória a Deus ou em expressar de forma correta seu sublime caráter. Esse capítulo bem poderia ser chamado de "Teodicéia do Imperador" - uma vindicação sublime dos julgamentos de Deus e sua justiça.

Como são grandes os seus sinais,  como são poderosas as suas maravilhas!
O seu reino é um reino eterno; o seu domínio dura de geração em geração (3, NVI).

2. Nabucodonosor fala de seu sonho, 4:4-18.
4:4-7 - Este sonho difere daquele do capítulo 2 porque Nabucodonosor o conta aos sábios, mas nem assim eles conseguem dar a interpretação.

4:8-9 - Nabucodonosor não tinha sido completamente curado do politeísmo, mas parece reconhecer o Deus de Daniel como o maioral. Depois que seus próprios sábios fracassam na interpretação, ele chama por Daniel.

4: 1 0-12 - Ele sonhou com uma árvore forte e grande que estava num lugar proeminente e cujos galhos atingiam os confins da terra. Era agradável de se olhar, seu fruto era bom de se comer, e sua sombra dava proteção às bestas do campo e às aves do ar.

4:13-14 - Um "vigilante" (anjo), "um santo que descia do céu" veio. Ele mandou que a árvore fosse abatida, os galhos e as folhas cortados, e seu fruto espalhado.

4: 15-16 - Mas o tronco foi deixado, amarrado com uma faixa de ferro e bronze. A árvore representava uma pessoa que teria seu coração de homem trocado por um de um animal até que sete períodos de tempo passassem. A extensão dos "tempos" não pode ser determinada, se refere a semanas, meses ou anos, ou mesmo estações dentro do ano. O ensinamento mais claro é que se refere a um tempo completo, um período de tempo plenamente determinado, conhecido por Deus e intencionalmente começado e terminado por Deus (veja 4:25,32; 5:21).
4: 17 -18 - O propósito a ser conseguido por isto é, então, declarado: "o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens; e o dá a quem quer" (veja 2:21; 4:17, 25, 32; 5:21; Jeremias 27:4-8).

Um Sonho Perturbador (4.4-18)
    Não há uma indicação clara acerca do período no reinado de Nabucodonosor em que essa experiência humilde e esclarecedora veio a ele. Keil sugere que ela ocorreu "no período final do seu reinado, depois de ter participado de muitas guerras para a fundação e estabelecimento do seu império mundial, mas também, após concluir a maior parte das suas construções esplêndidas". Não havia nada em seu ambiente que trouxesse profunda satisfação ao rei. Ele havia varrido o mundo com suas conquistas. Ele tinha sido altamente bem-sucedido como projetista e construtor, tanto na Babilônia como em todo seu vasto império. Agora, em casa, estava sossegado [...] e florescente no seu palácio (4). Mas sua paz e satisfação foram quebradas por um sonho que o perturbou profundamente. Como ele havia feito anteriormente em uma ocasião semelhante, convocou todos os sábios de Babilônia (6). Mas, apesar de toda sua sabedoria e ostentação eles não fizeram saber (7) o mistério ao rei. Não está inteiramente claro se Daniel foi chamado nessa primeira convocação.

Talvez ele tenha sido propositadamente excluído pelo rei até que a maioria dos sábios tivesse a oportunidade de provar o que eles eram capazes de fazer. Mas, por fim, entrou na minha presença Daniel (8). Dele, o rei testificou: eu sei que há em ti o espírito dos deuses santos (9). O rei tinha visto em seu sonho uma árvore (10) que crescia cada vez mais de maneira que a sua altura chegava até ao céu (11) e parecia cobrir toda a terra. Sua folhagem era tão formosa e o fruto tão abundante que provia alimento e sombra para todos (12) - homens, aves e animais do campo. Então, um ser celestial chamado de vigia, um santo (13) apareceu e quebrou o silêncio com uma ordem poderosa:  Derribai a árvore, e cortai·lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto (14).
O mensageiro celestial continuou a mostrar detalhes específicos do sonho amedrontador, o qual soava como um presságio de julgamento. E, na verdade, era um julgamento, mas um julgamento temperado com misericórdia. Porque Nabucodonosor estava em rota de colisão, mas Deus seria fiel a ele.

Keil sugere que é possível que na identificação do rei do decreto dos vigiadores (17) haja uma alusão à antiga teologia babilônica. Na hierarquia das deidades havia trinta deuses conselheiros servindo cinco grandes deuses planetários. Quinze deles eram encarregados pelo mundo superior e quinze pelo mundo inferior. A cada dez dias um mensageiro de cada conselho visitava o outro mundo e trazia uma palavra. Mas, independentemente da limitação teológica que Nabucodonosor tivesse tido, ele veio a conhecer um Deus superior, o Altíssimo, que tem domínio sobre os reinos dos homens.

A Interpretação do Sonho, 4: 19-27.
4: 19 - Daniel ficou perturbado por algum tempo, pois preferia que a interpretação se aplicasse aos inimigos do rei antes que ao próprio Nabucodonosor. Mas este encorajou-o a falar.

4: 20-22 - Daniel explicou que a árvore representava a grandeza do reino babilônio, particularmente o próprio Nabucodonosor, que dominava com orgulho e arrogância.

4: 23-25 - Por um tempo determinado o rei seria retirado dentre os homens, e viveria entre o gado do campo, molhado pelo orvalho do céu, e comeria a erva do campo "até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens" (veja Provérbios 14:34; 16:12; Salmo 9:17).

4: 26-27 - Foi deixado o tronco que o assegurava de que voltaria a reinar depois de ter sido humilhado. Contudo, Daniel insiste com o rei para que se arrependa e assim prolongue sua prosperidade.

A Interpretação de Daniel (4.19-27)
Quando os filósofos e cientistas pagãos da corte desistiram de interpretar o sonho e estavam em completa confusão, Daniel foi introduzido e saudado pelo rei com deferência respeitosa, reveladora de sua alta estima por esse servo de Deus. Tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos (18), disse o rei. Mas Daniel, quando ouviu o sonho, foi dominado por um grande espanto e ficou sem falar durante uma hora. Então, encorajado pelo rei, ele expressou o motivo do seu espanto: Senhor meu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus inimigos (19).

A enorme árvore era, na verdade, o próprio rei. Seu crescimento e força estupenda apresentavam um quadro exato do seu grande poder. A tua grandeza cresceu e chegou até ao céu, e o teu domínio, até à extremidade da terra (22). Mas o resultado trágico era que essa grandeza estava com os dias contados. O rei, conhecido em toda a terra pela sua capacidade, perderia a razão e se arrastaria pelo chão como um animal do campo. Ele, que era honrado como o maior entre os seres humanos, perderia sua condição de humano e se tornaria como um boi que se alimenta de ervas. Até que passem sobre ele sete tempos (23) indicava sete anos de insanidade para o rei.

PEQUENA ILHA


Singapura é uma pequena ilha. É tão pequena que dificilmente consegue-se identificá-la no mapa-múndi. (Tente, se você ainda não sabe onde Singapura fica). Por ser densamente habitada, o respeito mútuo é muito importante. Um homem escreveu à sua noiva que estava indo a Singapura pela primeira vez: “O espaço é limitado. Portanto… você precisa sempre ter consciência do espaço ao seu redor. Você deve sempre se afastar para garantir que não está bloqueando alguém. A chave é ser atencioso”.

O apóstolo Paulo escreveu a Tito, um jovem pastor: “Lembra-lhes que […] sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra, não difamem a ninguém; dando provas de toda cortesia, para com todos os homens” (Tito 3:1,2). Já foi dito: “nossas vidas podem ser a única Bíblia que algumas pessoas leem”. O mundo sabe que os cristãos devem ser diferentes. Se somos briguentos, egoístas e rudes, o que os outros pensarão sobre Cristo e o evangelho que compartilhamos?


Ser atencioso é um bom lema pelo qual viver e é possível ao dependermos do Senhor. E é uma forma de sermos modelos de Cristo e demonstrarmos ao mundo que Jesus salva e transforma vidas.

Abraços.

Viva vencendo!!!

Seu irmão menor.


29 outubro 2014

UMA REFLEXÃO SOBRE AMORES IMPRÓPRIOS E SUAS CONSEQUENCIAS


Para a maioria das pessoas, esse título pode parecer estranho, pois sempre falamos positivamente a respeito do amor. De fato, reconhecemos sua importância essencial em nossas vidas. O amor deve ser uma das nossas principais motivações. Devemos amar a Deus e ao próximo, como o Senhor Jesus mandou. 
Entretanto, não podemos ter apenas uma visão linear a respeito deste tema. Seria correto dizer que o “amor é tudo”? Toda forma de amor vale a pena? Vale tudo por amor? São dizeres românticos, porém exagerados.
O amor tem sido utilizado como desculpa para muitas coisas, até para matar, quando o motivo real costuma ser o ciúme. 

  
Homossexualismo, prostituição, adultério e fornicação (sexo entre solteiros) têm tido o suposto amor como justificativa, o que é totalmente contrário à vontade de Deus. 
É preciso aprender que o amor pode fazer mal, assim como a água que sustenta a vida também pode matar. Da mesma forma, muitas pessoas têm sido destruídas em nome do amor.
O amor impróprio pode ser mais perigoso do que o ódio, porque, do ódio você se protege, enquanto o amor é recebido de braços abertos. 
A bíblia contém instruções que limitam o amor. Está escrito: “


Não ameis o mundo nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (IJo.2.15). 


A Palavra de Deus também manda odiar: “Odiai o mal e amai o bem” (Am.5.15). “Detestai o mal” (Salmo 97.10). Não podemos amar todas as coisas indistintamente. 
Amar nem sempre é certo. Em alguns casos, é proibido. Estamos considerando aqui vários tipos de amor, sejam falsos ou verdadeiros, inclusive elementos que são confundidos com amor, tais como paixão e sexo, mesmo porque, em algumas relações, uma parte ama de fato, mas a outra não, como se a verdade e a mentira pudessem conviver em harmonia. 
Enquanto um tem bom propósito, o outro vive apenas uma “relação de consumo” em busca da satisfação de seus desejos físicos. Relações assim podem deixar feridas duradouras e cicatrizes permanentes. 
O amor pode ser errado mesmo sendo verdadeiro. Dinheiro roubado também é verdadeiro, mas nem por isso devemos desejá-lo.


A FORÇA QUE NOS MOVE

Não deveríamos ser movidos apenas por sentimentos e desejos, mas, principalmente, por compromissos e convicções. Não vamos negar ou anular os sentimentos, mas não podemos ser controlados, a priori, por eles. Quando dirigimos um carro, somos levados pela lei da gravidade? Não necessariamente. Na descida, tiramos proveito dela, mas, na subida, precisamos da força do motor. O mesmo acontece na relação entre sentimentos e convicções na condução das nossas vidas. 
  
Estamos diante de dois extremos perigosos. Deus nos livre de sermos insensíveis. Deus também nos livre de sermos guiados pelos sentimentos. 


Os mandamentos de Deus existem, entre outras razões, para que não sejamos movidos apenas pelo que sentimos e desejamos. Os 10 mandamentos são bons exemplos disso. Em Êxodo 19 está a aliança entre Deus e Israel. Esta é a base de tudo. No capítulo 20, estão os 10 mandamentos como que dizendo: “Agora vocês deverão viver de acordo com o compromisso feito com Deus e não por sentimentos, que podem ser incertos e variáveis”. 

  
Os dois primeiros mandamentos proíbem a idolatria, e o que é isso, senão um amor errado, um tipo de amor mal orientado? A idolatria é um amor que faz mal. Trata-se de amar alguém ou alguma coisa no lugar de Deus, ou seja, acima dele. Exemplos claros disso estão nas seguintes passagens bíblicas: 


“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (ITm.6.10).


“O que ama o dinheiro nunca se fartará dele; quem ama a abundância nunca se farta da renda” (Ec.5.10).

“O que ama os prazeres padecerá necessidade; o que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá” (Pv.21.17).

“A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz” (João 3.19).

“Quem ama a sua vida perde-la-á” (Jo.12.25).

“Demas me abandonou, amando o presente século” (2Tm.4.10).

Salomão amou muitas mulheres e isto foi a causa da sua ruína espiritual (IRs.11.1).

Amores indevidos ou descontrolados são prejudiciais. É o caso, por exemplo, de quem ama as coisas e os animais em detrimento das pessoas.

Voltando aos 10 mandamentos, lemos: “Não adulterarás” (mesmo se for por amor). O mesmo se aplica às proibições “não furtarás” e “não cobiçarás”. 
“Seis dias trabalharás” e isso não depende do seu sentimento a esse respeito. “No sétimo dia, não farás obra alguma”, ainda que ames o teu trabalho. Então, vemos que as regras são superiores ao amor e ao ódio. 
“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”, não importando se o amas ou odeias (embora devesses amá-lo).


RELAÇÕES ILÍCITAS

Em Levítico 18, existe uma lista de relacionamentos proibidos, não se podendo usar o amor como justificativa para praticá-los. São proibidas as relações sexuais entre filha e pai, filho e mãe, irmão e irmã, sobrinho e tia, homem com homem, humanos com animais, etc.

Um triste exemplo foi o caso dos filhos de Davi. A bíblia diz que Amnom amou sua irmã Tamar (2Sm.13.1), mas isso não seria justificativa suficiente para um relacionamento íntimo. Nesse texto, o amor tem sentido sexual. Ele insistiu e estuprou a irmã. O príncipe Amnom era o primogênito de Davi (ICr.3.1) , podendo tornar-se o próximo rei de Israel. Contudo, sua carreira e sua própria vida foram encerradas pelo pecado cometido. Depois do incesto, Absalão, outro filho de Davi, matou Amnom. 


Amores errados podem conduzir à morte, sendo o aborto um tipo de assassinato originado, muitas vezes, de relações amorosas que nunca deveriam ter começado.


AMOR PRECOCE

O amor pode fazer mal quando acontece fora do tempo. Adolescentes, aos 13 anos, já querem namorar, e namoram. Algumas vezes, isso leva à prática sexual e à gravidez indesejada, causando mudanças definitivas em suas vidas. Entre outros efeitos, o amor fora do tempo pode prejudicar os estudos e impedir a formação profissional. Algumas coisas, mesmo sendo boas em sua essência e agradáveis na prática, são impróprias pelo simples fato de serem intempestivas.

JUGO DESIGUAL

Outra forma de amor prejudicial é o jugo desigual, ou seja, o relacionamento amoroso entre crente e ímpio (2Co.6.14). Durante o namoro, isto pode não representar grande problema, mas depois do casamento, as incompatibilidades ficam cada vez mais evidentes, principalmente quando vêm os filhos. 
Todos os tipos de relacionamentos citados são proibidos e/ou desaconselháveis porque fazem mal. Acredite e não pague pra ver.


O QUE FAZER?

Alguns dirão que nada pode ser feito contra o amor. Será? Seria correto dizer que o amor é uma força incontrolável? O mundo ensina assim. Existe mesmo um Cupido que nos atinge com suas flechas sem que possamos reagir? Somos vítimas indefesas diante do amor? Não. 
Se existem mandamentos relacionados ao amor, isso indica a possibilidade de controle.

“Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef.5.25). (Observe que o amor é seguido por uma ação).
“Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt.5.44).
“Não ameis o mundo nem o que no mundo há” (IJo.2.15).
A placa de parada obrigatória pressupõe a existência de freios no carro. Se o seu carro não tem freios, é um problema pessoal que não deve ser considerado como padrão.

AÇÃO PREVENTIVA

Devemos ter atitudes preventivas a respeito do amor impróprio, dos relacionamentos ilícitos ou inadequados. O que pudermos fazer, devemos fazê-lo antes que algo aconteça. Proteja-se contra o amor indevido. É preciso precaver-se contra envolvimentos pecaminosos, que a própria consciência denuncia. As opiniões dos pais e da sociedade também são importantes, desde que não sejam contrárias à palavra de Deus. Não aceite o inaceitável. 
Como foi escrito a respeito da mulher adúltera: “Afasta para longe dela o teu caminho e não te aproximes da porta da sua casa” (Pv.5.8). 
Depois do envolvimento, fica muito difícil se desvencilhar, pois “o amor é forte como a morte” (Ct.8.6).


Tome decisões preventivas. O solteiro deveria tomar a decisão de não ter relacionamento sexual antes de se casar e de nunca se envolver com uma pessoa casada. O cristão deveria tomar a decisão de nunca namorar uma pessoa ímpia.

A decisão deve ser tomada antes que qualquer oportunidade desse tipo apareça, assim como a vacina precede a doença. Não se deve esperar pela possibilidade para então se pensar e até orar a respeito. Não é necessário orar sobre um assunto já definido pelas Sagradas Escrituras. Não se deve perguntar se “é de Deus”. Deve-se antes reconhecer que “é de Satanás” tal situação. Ainda que, em alguns casos, Deus tenha transformado a maldição em bênção, não podemos fazer da exceção a regra. Apesar de tudo, depois que um homem e uma mulher se unem em matrimônio, o relacionamento se torna sagrado e não deve ser desfeito. 
Não desperte o amor fora do tempo ou em circunstância indevida (Ct. 2.7; 3.5; 8.4).


Não provoque. Não brinque. Não use os relacionamentos como passatempo, como quem diz: “Eu não estou fazendo nada, você também não, então vamos namorar”. 

Abismos têm sido escolhidos como lugar de diversão, o que, algumas vezes, acaba em tragédia. 

Não conquiste o que não deve ter. Evite. Afaste-se. Não aceite o assédio. O amor começa com aceitação.


“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração porque dele procedem as fontes da vida” (Pv.4.23).

Tudo isso é para o seu próprio bem, mas a escolha é sua.

José do Egito rejeitou o relacionamento errado com a esposa de Potifar. Mais tarde, ao tornar-se governador do Egito, ele encontrou aquela que seria sua mulher. É preciso determinação para rejeitar o mal até que se encontre o bem. 
A bíblia fala também a respeito de um amor superior, o amor de Deus, que é derramado pelo Espírito Santo em nossos corações (Rm.5.5; Gal.5.22). Esse amor, fruto do Espírito, não causa nenhum mal, mas apenas contribui para a nossa plena felicidade.


Pr. Anísio Renato de Andrade

28 outubro 2014

JUDEUS MESSIÂNICOS: UMA ANTIGA HERESIA


Enquanto a Igreja de Jesus Cristo estiver nesse mundo, continuará a surgir falsos profetas; sempre foi assim. A Bíblia nos alerta a termos cuidado, porque eles vêm em pele de ovelha, mas são lobos devoradores. Sua doutrina é compatível com as necessidades superficiais dos homens, seu discurso é muito bonito, eles mostram aversão a tudo o que está relacionado com a disciplina e a sã doutrina. Não suportam os que estudam para que eles não descubram a verdade, como aconteceu com Martinho Lutero. O objetivo é manter a comunidade na escravidão intelectual, sem permitir que os irmãos “pensem”. A maioria é exclusivista, acreditam que só eles estão salvos. Cuidado esses enganarão se possível até mesmo os eleitos de Deus. Vejamos o que diz as Sagradas Escrituras:
“Então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acrediteis; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:23-24).

A forma camuflada que os judeus-messiânicos encontram para dizer, “eis aqui o Cristo, foi através da teologia, “do retorno as raízes da igreja do primeiro século”, que eles criaram, como se isso fosse uma novidade para a igreja de Jesus Cristo. Camuflada porque à volta as raízes judaicas da igreja, é um engano, porque o verdadeiro objetivo é levar a igreja aos rudimentos da lei. É claro que a lei é boa e santa, mas para quem dela faz bom uso. Cristo cumpriu a lei, se alguém procura cumprir é como se dissessem que Ele não a cumpriu, e quem assim procede está sob maldição: “Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição...” (Gl.3:10).

• Os falsos mestres corrompem a sã doutrina
“Então, entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus” (Mt.16:12 – negrito meu).
Um pouquinho de fermento leveda toda a massa, o falso ensino doutrinário com toda sutileza corrompe todo corpo. A doutrina dos fariseus era desprovida do que é mais essencial, o amor. Sem ele o ensino torna-se legalista e um fardo insuportável. 

No cristianismo através dos séculos, podemos notar que elementos do paganismo do judaísmo têm sido incorporados a igreja trazendo grande prejuízo a mesma. Na Reforma, tudo o que não era bíblico foi cortado, não interessa ao povo escolhido de Deus o que não está nas Escrituras, porém, não podemos afirmar que tudo que é da “Igreja Católica” é errôneo ou pagão. Pensar dessa forma, é falta de sabedoria. Principalmente quando se trata de questões importantes como a “Trindade”, “Divindade de Cristo” ou “Batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O sincretismo religioso aconteceu com Israel e houve apostasia e com a igreja não está sendo diferente. Todavia, não devemos nos desesperar, pois Deus está no controle, o apóstolo João em sua visão, na Ilha de Pátimos, vê alguém sentado em um alto e sublime Trono. Essa visão mostra quem realmente está no controle da história. Na época de João, pesava-se que era o imperador romano que se intitulava de “senhor e benfeitor” utilizando-se de uma falsa paz que era conseguida através da espada. Vê também a igreja triunfante e vencedora (cf. Ap.14:1-5).

Por isso que Mateus 16:12 nos ensina que devemos ter cuidado com o que é transmitido atualmente nas igrejas, principalmente naquelas que se afastaram da fé Reformada. Quanto ao judaísmo-messiânico além de serem arminianos são judaizantes, dupla apostasia. O perigo que esses que se dizem cristãos, mas não são, antes são sinagogas de Satanás, pelos seguintes fatos: 

1. Negam a Cristo.
Colocar Jesus Cristo ao nível de um ser criado é uma das maiores heresias que os apóstolos enfrentaram. Apoiar ou permanecer calado diante de tais blasfêmias é ser participante da mesma condenação. 

O problema das pessoas que argumentam contra a doutrina da Divindade de Cristo é que elas não conhecem a Bíblia, lêem, mas sem entendimento. Esse
“Ao dizer que Yeshua é YAWH – estamos colocando essa Criação Divina ao mesmo nível que o seu Criador, e dando passo a essa idolatria que hoje vemos na inmensa maioria das igrejas, que adoram a Yeshua e não a Ha Shem. NÃO NEGO O ELEMENTO DA DIVINDADE DE YESHUA – sim digo que essa Divindade, essa Essência Divina, está implicita e é parte integral dele, como consequencia dos seguintes pontos:
Yeshua foi engendrado e criado (no sentido de Criação) de forma sobrenatural, diretamente pela intervenção de Ha Shem, e não como um mortal comúm. Yeshua possuia o poder de realizar atos que estavam fora da capacidade de um ser humano comúm (chamemos de "milagres", se assim o desejam). 
Yeshua foi Criado especificamente por Ha Shem para renovar o Pacto de Ha Shem e trazer a redenção da Humanidade inteira, através do povo judeu. 
Tudo isso não faz de Yeshua o equivalente a YAWH. Do mesmo jeito, o aparecimento de Ha Schechiná no Tabernáculo ou no Templo não era considerado como o aparecimento de uma entidade separada, mas sim uma Manifestação Especial da Presença de Ha Shem” (Judeus-Messiânicos – Hadérech – www.ubeblog.ning.com).

2. Negam a Trindade: 
“Judaísmo Messiânico não é uma Heresia. Heresia é a Teologia da Substituição, da prosperidade, do uso de símbolos de Israel como amuletos, de esquecer ou não perceber, que o Eterno é um, e que a trindade foi inventada pela Apostasia Católica Romana e que Protestantes e evangélicos insistem em perpetuar” (Elijah Ben Gomes, 2009). 

3. Negam a justificação pela fé somente, ou seja, acreditam como os “católicos romanos” na salvação pelas obras também:
“A GRAÇA SEM A LEI NAO TEM GRAÇA. Muito bem dito pelo Rabino Marcelo Miranda. Enquanto alguns procuram no Tanach desculpas para perpetuar Teologias Romanas” (Elijah Ben Gomes, 2009). 

• Somos salvos para obedecer de coração a sã doutrina
“Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fortes entregues” (Rm.6:17 – negrito meu).

Que forma de doutrina era essa? 
• Os falsos mestres levam o povo ao erro, e o erro conduz a morte
“...para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Ef.4:14 – negrito meu).
Os judeus-messiânicos induzem o povo ao erro com suas doutrinas falsas. Negam as principais doutrinas bíblicas, como por exemplo: a Santíssima Trindade, a Divindade de Cristo e etc. São heréticos, estão no caminho da perdição, é sabido, portanto, que os que assim procedem é para sua própria condenação, homens ímpios que denigrem a graça do nosso soberano Deus (cf. 2Pe.3:14-18). 

• Devemos ter cuidado com a verdade para que ninguém nos engane.

“Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina” (1Tm.1:3 – negrito meu).

E o que os judeus-messiânicos estão ensinando é outra doutrina? Sim, com certeza. Vejamos que da mesma forma que os judaisantes agiam desviando os fiés, assim procedem os judeus-messiânicos fascinando os crentes com sua doutrina antiblica: “Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?” (Gl.3:1-3 – itálico e negrito meu).

Foi através da escravidão do cerimonialismo da lei ou pela fé somente quando ouviste a mensagem do evangelho da salvação? Os gálatas haviam começado no Espírito e estavam agora sendo levado pelos judeus-messiânicos à apostasia: Começando no Espírito e se aperfeiçoando na carne. Provavelmente Paulo tenha em mente a circuncisão em que os judeus-messiânicos tentavam obter o favor de Deus. William Hendriksen traz uma excelente contribuição sobre esse assunto: 

“Os gálatas estavam começando a renunciar a Cristo como seu único e todo-suficiente Salvador. Tendo começado pelo Espírito, eles, agora, estavam tentando pôr sua confiança nos meios carnais – tais como confiar nos conselhos dos judaizantes (ou judeus-messiânicos), e, portanto, também nas obras da lei, na rigorosa observância de cerimônias, da circuncisão, etc. -, com o fim de, por esses meios, poderem chegar à perfeição” (199: 166 – 167). É justamente isso que está acontecendo atualmente. 

• O grande perigo de ultrapassar a doutrina de Cristo.
“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas – vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo.9-11 – negrito meu).

Todavia, atualmente, mesmo diante de tantas falsas doutrinas que afirmam ser verdadeiras não devemos nos entristecer, Deus está no controle e conhece os que lhe pertencem. A Sua Igreja é pura santa e imaculada. Ele disse que somos propriedade exclusiva e que nunca nos deixaria. Temos a garantia, o selo de Deus . Os que o Pai deu ao Filho para salvação jamais perecerão, tem a garantia da vida eterna: “Todo aquele que o Pai me dá, esse vira a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia” (Jo.6:37-39 – negrito meu). Essa igreja, formada por todos aqueles que o Pai deu ao Filho (cf. Jo.6:37-39) jamais perecerão (cf. Jo.10:28), estão duplamente seguros: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar. Eu e o Pai somos um” (Jo.10:28-30). 

Qual é a função da verdadeira igreja? Pregar o Evangelho a toda criatura os que crerem serão salvos, os que não crerem já estão condenados. Só responderão positivamente ao chamado de Cristo os que foram dados a Ele pelo Pai. A igreja pode passar pela maior crise de sua existência, mas isso é mister que aconteça, todavia, de uma coisa podemos ter certeza, estamos seguros em Cristo Jesus, nada nos afastará desse amor.

QUEM SÃO OS JUDEUS-MESSIÂNICOS?
O objetivo dos Judeus-Messiânicos pode até ter a aparência de algo bom, vindo de Deus, mas não é. A Bíblia condena tais práticas, e eles procuram alcançar os seguintes propósitos:

“Nosso Ministério deseja levar aos cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconexão com o povo judeu e com a nação de Israel, bem como a restauração das raízes judaicas da fé cristã” (www.ensinandodesiao.org.br).

A visão dos Judeus-Messiânicos é desviar o povo de Deus da verdadeira fé! Não temos que nos unir ao povo judeu, somos unidos a Cristo que é o Cabeça da Igreja. Por que deveríamos nos unir aos judeus? Qual seria a vantagem? Nem uma. Vejamos o que diz a Palavra de Deus: “Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado...” (Rm.3:9). Portanto, a proposta dos Judeus-Messiânicos é antibíblica e deve ser rejeitada por todos os que professam serem seguidores de Jesus. A Bíblia diz justamente o contrário a respeito da “restauração das raízes judaicas da fé cristã”, porque essa restauração nada mais é do que uma volta aos rudimentos da Lei, a qual Cristo Jesus cumpriu por mós, e se Ele cumpriu qual a necessidade de manter aquilo que era sombra? Nenhuma. “...não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificado gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus...” (Rm.3:22b, 23, 24). Se todos pecaram e a Lei não aperfeiçoou nada, Por que todo o interesse em querer que as Igrejas voltem ao judaísmo-messiânico? A jactância! “É, porventura, Deus somente dos judeus? Não o é também dos gentios? Sim, também dos gentios, visto que Deus é um só, o qual justificará, por fé, o circunciso e, mediante a fé, o incircunciso” (Rm.3:28-30). Portanto, qual a vantagem da reconecxão com o povo judeu? Nem uma! O verdadeiro Israel de Deus tem o objetivo de alertar o povo contra os falsos ensinos que a cada dia vem se propagando de uma forma alarmante. O que é mais perigoso ainda, é que esses ensinamentos vêm mascarados de verdade. O falso se confunde com o verdadeiro e muitos aceitam sem uma avaliação prévia. Devemos ser como os crentes de Beréia, analisar se o que estão passando para nós é realmente o que afirma a Bíblia. 

O objetivo dos Judeus-Messiânicos é completamente contrário ao objetivo de Deus para Sua Igreja. Eles dizem que desejam, “...levar aos cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconexão com o povo judeu e com a nação de Israel, bem como a restauração das raízes judaicas da fé cristã”. Como vimos, a Bíblia diz justamente o contrário. 

“Para a Liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor” (Gl.5:1-6 – itálico e negrito meu).

“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (v.1)

O apóstolo Paulo compara a Lei a um jugo (“jugo de escravidão”) e não quer que a Lei tome o lugar de Cristo na vida dos crentes da Galácia e os exorta a manter a liberdade em Cristo Jesus. Nos capítulos 13-26 deixa claro que o objetivo principal é a liberdade. A liberdade implica, em última análise, no livramento de algo que prende, amordaça, impede de alguma coisa, algo que incomoda e acusa: o pecado (Rm.6:18), consciência acusadora (Hb.10:22), da ira de Deus (Rm.5:1), da influência de satanás (2Tm.2:26; Hb.2:14). Na verdade, nesse texto Paulo está pensando em ser liberto da Lei, ou seja, da maldição que a Lei pronunciou contra o pecado e que muitos judeus procuravam inutilmente ser justificado por ela (Gl.3:23; 22-26, 4:1-7). Para os que foram predestinados, significa ser liberto da incapacidade da Lei em dar vida ao que está morto em seus delitos e pecados, primeiramente aos judeus e também aos gentios; do medo, da falsa idéia, de que se não guardar estritamente a Lei cerimonial e moral não seriam salvos. O que a Lei não conseguiu realizar, Deus conseguiu através de Jesus Cristo (Rm.8: 3, 4) E essa libertação salvadora em Cristo Jesus não depende de nada que possamos fazer ou que deixemos de realizar, somos livres não porque somos perfeitos, mas porque fomos perdoados. O verdadeiro crente aquele que nasceu verdadeiramente do alto, recebe essas verdades porque o Espírito Santo de Deus habita nele.

“Permanecei, pois, firmes” (v.1)
É uma advertência contra os perigos que estavam assolando a igreja. Não podemos, no entanto, pensar que o homem tem a capacidade de permanecer firme sem ser pelo Espírito Santo de Deus. Muitos, na igreja, estavam sendo induzidos pelos judaizantes as práticas da Lei. Todavia, os que eram transformados pelo Espírito Santo receberam e obedeceram a essas palavras de exortação. Atualmente devemos permanecer firmes, com a mesma força e vigor, contra os opositores dessas verdades porque muitos falsos profetas se introduziram dentro da igreja, como por exemplo: hoje, surge uma antiga heresia conhecida como Judeus-Messiânicos que estão levando os crentes a correrem na direção oposta, dessa forma estão deixando de lado a graça de Deus por não mais colocar sua inteira confiança nela. Nesse caso da graça decaístes.

“Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará” (v.2).

Nossa fé ou está fundamentada totalmente em Cristo ou não está, não existe a mínima possibilidade de complementar essa suficiência. Se isso acontecer “Cristo de nada vos aproveitará”, e, portanto, uma questão que já havia sido debatida várias vezes, mas os judaizantes sempre tentavam afastar os crentes da fé com as questões da Lei. As principais coisas que eles exigiam e pregavam calorosamente, é sobre a questão da circuncisa, a guarda do sábado e a alimentação. Se esse era o caminho, diz Paulo, então deveriam eles cumprir toda a Lei e não apenas essas, porque ninguém conseguiu cumprir a Lei, senão Cristo Jesus, o qual cumpriu por todos nós. Se alguém que recebeu a Cristo como único e suficiente salvador e depois é induzido pelos judaizantes a circuncidarem-se, devem, portanto, cumprir toda Lei, como isso é impossível, os que assim procedem estão debaixo de maldição: “De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão. Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gl.3:9-10). Como ninguém nunca conseguiu cumprir a Lei e os que tentam ser justo diante de Deus, irão, no final, perceber que correram para o lado errado. “E, é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé” (Gl.3:11).

“De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (v.4)

Todos os que persistissem nesse erro, voltando aos rudimentos da lei, ou os gentios sendo influenciados por tais conceitos que caducaram e não aperfeiçoou nada, seriam desligados de Cristo. Na verdade, os que foram verdadeiramente transformados pelo Espírito Santo irão resistir e voltar para o caminho que é Cristo e não a Lei. Os que permaneceram irredutíveis cairão da graça. Todavia, não devemos pensar a respeito dos que caíram da graça pela sua incredulidade, que tivessem sido verdadeiramente regenerados. Não, não foram. A experiência que eles tiveram com o Espírito Santo foi superficial, pois logo vindo os rudimentos da Lei voltaram a escravidão (cf. Mc.4:1-20). Para uma um melhor entendimento a respeito da queda dos que foram iluminados e caíram da graça, ler o artigo de Moisés C. Bezerril que se encontra na UBE (União dos Blogueiros Evangélicos) www.ubeblog.ning.com
Iremos entender que os que foram de fato justificados, não cairão de nenhuma forma da fé, mas perseverarão até o fim porque o que está neles é maior do que o que está no mundo, e quem é maior vence, portando os que têm o Espírito Santo de Deus podem dizer com segurança de que são muito mais que vencedores em Cristo Jesus. 

Uma linda proposta, porém sem fundamento bíblico.

“Pois, pelas Escrituras, os gentios através do Messias Yeshua são enxertados na “Oliveira” que é o Israel de D´us. Nosso Ministério incentiva que gentio deve viver como gentio, não se tornando judeu, mas ele é livre se optar por um estilo de vida judaico, segundo os princípios bíblicos. Igualmente, reconhecemos a legitimidade cultural e vocacional do judeu, que mesmo crendo em Yeshua (Jesus) como Messias, pode e deve permanecer como judeu, sem perder sua identidade” (www.ensinandodesiao.org.br).

“Pois, pelas Escrituras, os gentios através do Messias Yeshua são enxertados na “Oliveira” que é o Israel de D´us”. 

É a mais pura verdade! Os gentios que são enxertados na Oliveira, juto com a minoria dos judeus, são o Israel de Deus. 
Somos filhos de Abraão pela fé. “Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém, judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus” (Rm.2:28-29 – negrito e itálico meu).

Os que nasceram de Deus foram regenerados pelo Espírito da promessa. Pertencem a Deus, é povo santo, de propriedade exclusiva do Senhor, tiveram suas vestes lavadas com o sangue do Cordeiro de Deus. A obra do Espírito Santo nos gentios pecadores que não buscavam a Deus os tornava membro do povo em aliança com Deus. A explanação de Paulo sobre esse assunto chocava os judeus a quem ele se dirigia, e continua chocando muitos crentes sem conhecimento da Sua Palavra. Porém, seus ensinamentos estavam alicerçados sobre o Antigo Testamento. Ao apóstolo João que estava exilado na Ilha de Pátimos, foi revelada a falsidade dos judeus que perseguiam os crentes, e diziam que eram o povo eleito de Deus, mas a verdade veio a tona:

“Conheço a blasfêmia dos que se dizem judeus, mas não são” (Ap.2:9 – negrito e grifo meu)

Em Esmirna, como havia acontecido em “Antioquia”, “Icônio”, “Listra” e “Tessalônica” (At.13:50; 14:2,5,19; 17:5), os judeus foram os instigadores da perseguição, e havia muitos judeus em Esmirna. Referindo-se as palavras da santa ceia, eles acusavam os crentes:

• De serem antropófagos (comendo a carne e bebendo o sangue);

• De serem libertinos com sua festa de amor (o ágape);

• De destruir as famílias;

• De serem ateus e revolucionários.

Não que eles não pertencessem a raça judaica. Mas a verdade é que o verdadeiro judeu, o povo escolhido, o verdadeiro Israel é aquele que aceita o Messias pela fé. Nem todos de Israel são de fato israelitas, isso, por que ficaram fora da Aliança da Graça: “E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas” (Rm.9:6). O verdadeiro judeu é aquele que é transformado pelo Espírito Santo de Deus:

Porque não é judeu quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus (Rm.2:28, 29).

A igreja de Cristo é o Israel de Deus: “E, a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia seja, sobre eles e sobre o Israel de Deus” (Gl. 6:16). A interpretação deve ser feita sobre todo contexto do livro: sobre o Israel de Deus judeus e gentios que desfrutam das bênçãos da Nova Aliança e andam de conformidade com essa regra. Os judeus segundo a carne não andavam conforme a vontade de Deus por serem Sinagoga de Satanás.

• Sinagoga de Satanás

Os judeus incrédulos tomaram o partido de Satanás, no conflito entre a igreja cristã e o pagão Império Romano. Alegremente ajudaram às autoridades romanas a esmagarem a igreja. Satanás dominava ao paganismo. Aqueles que se oporem ao Reino de Deus estão sob a influência de Satanás que era visto como quem exercia influência sobre certos lugares onde havia também a igreja cristã. (cf. 2:13, 24).

A GARANTIA DE JESUS: a coroa da vida

A igreja estava sendo perseguida, mas uma palavra de incentivo da pare de Deus não falta: Não tenha medo do que você está prestes a sofrer. O Diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los, e vocês sofrerão perseguição durante dez dias, seja fiel até a morte e eu lhe darei a coroa da vida (v.10 – grifo nosso).

Cristo ama a Igreja que é o verdadeiro Israel de Deus. “Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei” (Ap.3:9).

Veja o comentário de Simom um dos maiores teólogos da atualidade a respeito dos judeus que se intitulavam povo escolhido de Deus:

“Jesus denominou a assembléia judaica “a sinagoga de Satanás”. Como os judeus se orgulhavam de ser o povo eleito de Deus, com quem ele fizera uma aliança, Jesus Implicitamente diz que eles tinham perdido o direito de serem chamados seu povo. Tornaram-se instrumentos nas mãos de Satanás que, como seu governante, usava-os para solapar e, se possível, destruir a Igreja. Rejeitaram não só a Jesus, mas também a todos os seus seguidores e, assim, indiretamente, reconheceram Satanás como senhor. Portanto, Jesus os caracterizou como mentirosos, porque não mais podiam reivindicar ser o povo de Deus” (KISTEMAKER, Simon. Apocalipse. Editora Cultura Cristã, 2004. p.215).

Os filhos de Deus não são necessariamente os filhos naturais de Abraão. Mas, os da promessa, esses são os verdadeiros israelitas juntamente com os gentios que são maioria nessa aliança, tendo em vista que os judeus rejeitaram o Messias e O mataram. Na verdade, a maioria dos judeus foi rejeitada, mas o remanescente segundo a eleição da graça (Rm.9:11; 11:7) foram justificados pela fé somente, e por incrível que pareça os gentios que não buscavam a Deus foram incluídos nessa Aliança pela fé (Rm.9:30-33). Portanto, a Igreja de Cristo Jesus, que é o remanescente de Deus (Rm.9:27), os eleitos segundo a vontade de Deus (Rm.9:11) é o verdadeiro Israel segundo a promessa.

Comentário de Hendriksen.

“O que Paulo está dizendo, pois, nos versículos 9:6-13 de Romanos é: Em última análise, a razão por que algumas pessoas são aceita e outras rejeitadas é que Deus assim o quis. Vontade divina e soberana é a fonte tanto da eleição quanto da reprovação. A responsabilidade humana não é cancelada, porém não existe tal coisa como mérito humano. O eterno propósito de Deus, em ultima análise, não tem por base as obras humanas”. (HENDRIKSEN, William. Romanos. São Paulo. Editora Cultura Cristã, 2001. p422)

“Justino Mártir (Dial. xv. 11; xlvii. 15 e xcvi.5) acusou que os judeus, nas suas sinagogas, amaldiçoavam em público a todos quantos confiassem em Cristo. Tertuliano (Scorpo. 10, Synagogas Judaeorum, fontes persecutionum) mostra-nos como os judeus instigaram ativamente a perseguição” (Champlin, Ph. D. O Novo Testamento: Versículo Por Versículo. Editora Candeia. 1991. p396).


OS JUDEUS-MESSIÂNICOS DIZEM QUE NÃO SÃO JUDAIZANTES.

“Judaizar é IMPOR práticas judaicas a não-judeus. Temos clareza das orientações dos primeiros apóstolos do Messias e das decisões já tomadas no I Concílio de Jerusalém (descrito em Atos 15). Não se deve impor um jugo desnecessário a não-judeus que foram salvos pela graça de Yeshua (Jesus)” (Judeus-messiânicos, 2009)..
Na prática, os judeus-messiânicos são judaizantes. Por quê? Judaizar não jê apenas impor práticas judaicas aos não judeus, é muito mais do que isso. Porque se pode impor práticas de uma forma muito mais sutil, induzindo pessoas a agirem da forma que deseja usando, inclusive, a Palavra de Deus para alcançar êxito naquilo desejam. Mesmo depois do Concilio de Jerusalém os judaizantes continuaram a exigirem que se cumprisse a lei para serem salvos.

DIZEM QUE NÃO SÃO PROSELITISTAS.

“Constantemente somos confundidos por irmãos judeus, como se fossemos uma organização missionária. Por isso, algumas vezes somos acusados de proselitismo. Proselitismo é persuadir alguém a mudar ou aderir a uma religião. Não obstante, entendemos que um judeu pode reconhecer Yeshua como o Messias e continuar vivendo como judeu. Esclarecemos também que não temos vínculos institucionais com quaisquer denominações cristãs ou evangélicas. Também não pertencemos ao movimento denominado “judeus por Jesus” (Jews for Jesus)” (Judeus-Messiânicos, 2009).
Realmente eles não são proselitistas abertos, no sentido de forçar que os ouvintes se convertam a força a sua religião judaizante disfarçada de cristianismo. Se alguém ler os seus textos, notará que há muitas contradições, assim como a de que não são proselitistas. Antes eles afirmam que seu objetivo é levar os cristãos em suas variadas denominações a visão da sua reconecxão com o povo judeu. Portanto, sem proselitismo não se consegue nada.

DIZEM QUE NÃO SÃO EXCLUSIVISTAS.

“Lutamos intensamente para criar meios de diálogo com a Igreja e com a comunidade judaica em geral. Somos abertos ao diálogo, e amamos intensamente ambos os grupos. Não nos achamos melhores do que outros grupos étnicos, religiosos ou denominacionais. Tão pouco nos achamos proprietários de alguma verdade. D’us não está limitado a nenhuma instituição ou ministério” (Judeus-Messiânicos, 2009).

Essa afirmação é falaciosa, porque eles são altamente exclusivistas. Iremos analisar:

1. Por que são exclusivistas e dono da verdade?:
“Yeshua Ben Yosef e não Jesus é JUDEU, NÃO ITALIANO OU PORTUGUES OU AINDA BRASILEIRO. Missa e corais de louvar sem nenhum contextos Hebraico, isso sim é Heresia” (Elijah Ben Gomes, 2009 – Mantenho a escrita original).

Jesus é judeu, não é italiano ou português ou de quaisquer outras nacionalidades. Esse pensamento paira na mente dos judaizantes. Portanto, é o suficiente para um judeu-messiânico se jactanciar de sua superioridade religiosa. Assim sendo, ninguém pode fazer uma interpretação tão boa quanto eles afirmam alguns religiosos judeus-messiânicos. Na verdade, quem estuda sabe que os melhores exegetas do N.T. e do A.T. não são judeus, são gentios. Se os judeus fossem bons interpretes da Bíblia eles enxergariam o Messias e a Trindade. Portanto, tanto os judeus quanto os judeus-messiânicos são cegos espirituais e não podem entender a palavra de Deus: “...por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” (2Tss.2:11-12).

2. Por que são proselitistas?
Eles dizem que não são proselitistas, mas são. Veja sua propaganda. Só que eles procuram esconder todo assédio às igrejas Evangélicas. Muitos crentes despreparados caem em suas falácias, devido ao discurso. O discurso de voltar as origens da igreja do primeiro século em Jerusalém é falso. Pergunte aos lideres judeus-messiânicos porque eles ainda não voltaram à pureza da igreja do primeiro século. Continuam vivendo um vida de heresia afastados de Deus e Cristo e levando muitos com eles.

AFIRMAM NÃO SEREM DOGMÁTICOS.
“Algumas pessoas se incomodam, pois não temos um “manual de doutrinas”, um credo explicitamente elaborado. Entendemos, que nosso “manual de doutrinas” é as Escrituras. E, que ela deve ser livremente interpretada, desde que sejam respeitados critérios hermenêuticos para isso” (Judeus-Messiânicos, 2009). 

Eles não têm um manual de doutrinas. Isso já é o suficiente para que ninguém dê crédito a essa antiga heresia que tanto foi combatida pelos apóstolos e pais da igreja e até hoje tem sido de certa forma combatida pelos que zelam pela verdadeira Palavra de Deus. Todas as igrejas Protestantes e Evangélicas sérias têm um manual de doutrinas (confissão de fé). A Confissão mostra que a Bíblia é a única regra de fé e prática . Elas, também, servem para auxiliar os crentes no estudo doutrinário e evitar que os mesmos sejam enganados teologicamente. 

AFIRMA NÃO SEREM INTELECTUAIS D FÉ.
“Procuramos nas Escrituras princípios espirituais que possam mudar profundamente nosso comportamento neste mundo. Temos o testemunho pessoal do crente em altíssima estima. Não estamos preocupados com o quanto pessoas sabem sobre as Escrituras, mas como elas a vivem. A Bíblia é um princípio para a vida e ela sempre confronta nosso comportamento ético. O foco está na vida prática, em viver a palavra no dia-dia, e não em elucubrações teológicas intermináveis” (Judeus-Messiânicos, 2009).

“Procuramos nas Escrituras princípios espirituais que possam mudar profundamente nosso comportamento neste mundo..” (Judeus-Messiânicos). Enquanto procuram alguns trechos que os satisfaçam, os verdadeiros crentes em Jesus Cristo sabem que toda a Escritura é inspirada por Deus e útil ao ensino, a repreensão, a correção, a educação na justiça (cf. 2Tm.3:16). Na verdade, não devemos ficar procurando textos isolados como fazem os judeus-messiânicos a fim de se auto justificarem diante de Deus. 

Os verdadeiros salvos crescem em santificação e boas obras porque são habilitados no conhecimento das Escrituras. O Espírito Santo de Deus é quem aplica tais verdades em nosso espírito “...porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fl.2:13).

A idéia de não serem intelectuais da fé é em oposição aos cristãos. “O termo, “...intelectuais da fé...” tem o sentido pejorativo e acusa todos os crentes de mercadejarem a boa fé do povo. Sabemos que sempre houve pessoas que fazem esse tipo de comércio, sabemos, também, que têm pessoa sérias. Todavia, um dos maiores mercadores da fé são os próprios judeus-messiânicos que estão roubando a fé de muitos. 

Outro erro fatal dessa seita herética, bem como de todas as outras, é o desprezo pelo conhecimento. Eles acreditam que sua espiritualidade depende de um conhecimento místico superior e que o importante são alguns textos isolados dos quais fazem uso para se sentirem bem diante de Deus. Em suma, a “Torá” é como se fosse o único livro inspirado. Dizem crer em toda Bíblia, porém, se estudarmos seu comportamento veremos que não são muito afeito ao Novo Testamento nem aos livros proféticos que mostram na íntegra quem são os judeus verdadeiramente. 

“O foco está na vida prática, em viver a palavra no dia-dia”. Vejamos a falta de entendimento dos judeus-messiânicos: Como podemos viver na prática a Palavra de Deus se não a conhecemos? Não se pode conhecer a Deus através da Cabala, nem do Talmude, mas da Bíblia e das suas doutrinas ensinadas por quem tem compromisso com a verdade. E os judeus-messiânicos não têm compromisso com as verdades reveladas nas Sagradas Escrituras.

Carlos R. Cavalcanti
Teólogo, Antropólogo, Historiador, Especialista em Arte, Cultura Judaica e Religiões
 
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