13 setembro 2017

TESTEMUNHO DO EX PADRE ALMEIDA

IMG_2189-560x373

O ex-padre Robério Almeida(foto acima),em passagem para para o litoral paulista, onde irá participar de um congresso na Assembleia de Deus, passou por Timóteo na manhã desta terça-feira para encontrar com Silas Rodrigues, editor deste site.


Resultado de imagem para Expadre Almeida

Êxodo 20.1-5.

Por que Deus começou  justamente falando acerca da idolatria no início dos dez mandamentos? A Palavra de Deus foi inspirada em épocas, locais e por pessoas diferentes.

Só há uma parte da Palavra de Deus que não foi escrita por nenhum homem nessa terra. Quando Moisés estava no Monte Sinai o próprio Deus redigiu com seus dedos os dez mandamentos.

Deus odeia a idolatria! “Portanto, meus amados, fugi da idolatria.” 1 Coríntios 10:14

No concílio de Florença foi declarado que o Papa era o vigário de Cristo, ou seja,queo Papa era o único representante legal de Deus na Terra. Mas a Palavra de Deus diz que o único representante de Deus nessa Terra é o Espírito Santo de Deus.

Nasci numa família católica, meu pai era devoto de São José de Ribamar, ele tinha quatro mulheres e vivia debaixo da batina do padre, mas era um pecador nato e vivia bebendo cachaça com o padre.

Éramos 24 irmãos e um dia minha mãe veio do riacho e encontrou-se com uma irmã da Assembléia de Deus, ela relatou sua dificuldade de engravidar. Minha mãe não conseguia ter filhos e meu pai queria ter mais filhos.
Ela fez uma campanha na igreja e ficou grávida passando ir aos cultos escondida. Meu pai fez uma promessa que se a criança fosse um menino seria um padre e se fosse uma menina uma freira, mas minha mãe disse a Deus que eu seria um pastor.

Passado algum tempo, minha mãe já estava firme na fé e disse ao meu pai que se ele não se casasse com ela, ela iria embora. Meu pai disse que ela poderia ir e ela foi com as filhas e eu fiquei com meu pai. Sofri muito, porque fui rejeitado pela outra família que ele tinha.

O tempo passou e me decidi pelo seminário, cursei Filosofia e Teologia.  Após o término desses cursos estava pronto para fazer meus votos perpétuos.

O primeiro voto de um padre é o voto de pobreza – segundo a igreja católica o padre não pode ter dinheiro, mas quero dizer algo a você: não existe padre pobre.

O segundo voto é o voto de celibato – o católico que acredita que o padre é virgem está enganado.  Éramos 38 amigos no seminário e ninguém era mais virgem.

O terceiro voto é o voto de obediência – quando o padre é ordenado ele não faz um voto dizendo que será fiel a Palavra de Deus. Imagine um padre pregando em apocalipse 21.28.

“Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.”

Por causa do voto de obediência,  tinha que ensinar algumas mentiras da igreja de Roma. Como a extrema unção, doutrina do purgatório, confissão auricular aos sacerdotes, ascensão da virgem Maria ao céu de forma corporal um pouco depois de sua morte e etc.

 Quando um padre prega o purgatório está desqualificando o maior sacrifício feito pela humanidade e dizendo que o sangue de Jesus não tem nenhum valor.

Quando fui a Jerusalém, na igreja de Natividade,  vi escrito que ali estava o corpo de Maria, então me frustrei. Como eu podia ensinar ao povo que ela subiu ao céu de forma corpórea se o corpo dela estava lá?

Quando visitei o túmulo em que Jesus foi colocado e vi escrito em grego, aramaico e latim: “Ele não está aqui, Ele ressuscitou”, entendi a alegria dos crentes ao entrar no local onde Jesus havia sido sepultado.  Ele não está lá!

Eu vivia uma vida totalmente desregrada, era frequentador de boates, um bêbado e tinha uma vida promiscua. Muitas vezes era requisitado pela cúria metropolitana e fazia viagens com autoridades eclesiásticas importantes para cidades do interior. Quando estava com aquelas pessoas eu era feliz, mas quando todos iam embora, sentia-me em profunda depressão e afundava nas bebidas.

Depois de um tempo fui diagnosticado com um câncer no pulmão, fiquei num estado deplorável.  Enviaram-me para um encontro de padres na Bahia para ver se lá eu seria curado e alguém me disse para ir a um terreiro de macumba.

 Pegamos o carro e fomos a Feira de Santana ao chegarmos ao terreiro, levei um grande susto, porque havia uma grande imagem de Aparecida, de são Jorge, no terreiro.  No centro de macumba, os santos da igreja católica têm outros nomes.

Logo após iniciou-se um ritual e a macumbeira perguntava se eu sentia alguma coisa. Ela colou a testa dela com a minha testa e girava, girava, girava. No último dia ela ficou nervosa  porque em 30 anos na macumba, uma entidade nunca havia deixado de se manifestar no terreiro dela, mas ela não sabia que eu tinha sido consagrado numa igreja evangélica e que minha mãe pertencia ao Senhor Jesus. Quem tem um intercessor está guardado.

Fiz um sacrifício naquele terreiro já que os demônios não se manifestavam em mim. A macumbeira passou a navalha no meu pulso e doei sangue naquele terreiro, dei um cheque alto a ela e ela disse que eu estava curado.

Depois de 4 horas que sai daquele terreiro, senti uma dor monstruosa, fui internado e recebi o diagnóstico que estava tudo podre dentro de mim.

Quando tudo estava acabado, Deus revelou a uma irmãzinha a poucos quilômetros do hospital que ela deveria ir ao hospital e interceder por mim. O Senhor revelou a ela o número do meu apartamento no hospital.  Aquela irmã se dirigiu a mim e disse que o Jesus dos crentes iria curar-me, senti algo sobrenatural.

 No dia seguinte não sentia mais nada, fiz novos exames e o câncer simplesmente havia desaparecido.

À partir daí minha vida por si só era um testemunho que o Jesus dos crentes cura que Ele é o Senhor!

Depois de um tempo me convidaram para ir num congresso de adolescentes,  lá aceitei a Cristo como meu único Senhor e Salvador e encontrei a paz que tanto almejava encontrar.

Ex-Padre Almeida

Agora, veja o testemunho




Jesus tem poder!

Viva vencendo, crendo nEle!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

12 setembro 2017

REDE GLOBO DEFENDE O ISLÃ: 'RELIGIÃO DA PAZ E JUSTIÇA SOCIAL'

Resultado de imagem para REDE GLOBO DEFENDE O ISLÃ: 'RELIGIÃO DA PAZ E JUSTIÇA SOCIAL'

Não é novidade que a mídia tem dificuldades em lidar com o islamismo, assunto cada vez mais frequente por conta da sucessão de ataques terroristas em todo o mundo. Geralmente os comentaristas minimizam os aspectos religiosos das mortes, como fazem quando chamam criminosos de “suspeitos”.

Contudo, a GloboNews, um dos canais pagos da rede Globo, fez um elaborado exercício de desinformação no programa “O Islã na Periferia”, que foi ao ar na noite do último domingo (27).

Durante cerca de meia hora, mesclou testemunhos de pessoas vindas das classes mais pobres da população de São Paulo com falas de líderes muçulmanos. O espectador desatento poderia confundir o material como parte de um vídeo panfletário de alguma instituição islâmica.

Nem mesmo o “abc” do jornalismo, que pressupõe a checagem de fatos, foi praticado. Por exemplo, a Globo News afirma que a população de islâmicos no Brasil “dobrou” nos últimos anos, saindo de 600 mil (2010) para 1,5 milhão (2017).

Uma simples investigação na página do Censo religioso feito pelo IBGE em 2010 mostra que eles eram 18.592.  Ainda que o número deva ter crescido, uma vez que essa é uma tendência mundial, em nenhuma projeção de especialistas no assunto existe a mais remota possibilidade de o governo estar errado e eles somarem mais de meio milhão.

O programa focou nas duas mesquitas da capital paulista, lideradas por brasileiros que pregam o islamismo para brasileiros. Obviamente ouve o “descolamento” da imagem de religião terrorista, preferindo-se manter o mantra que se trata de uma religião que traz a paz para os convertidos, ou revertidos como eles preferem.

Ao mesmo tempo, mostrou que os seguidores de Maomé no país sofrem agressões verbais e perseguições. Tudo fruto de uma bem-arquitetada trama da mídia que insiste em difamar a religião, algo que o programa tentava desfazer.

Isso pode ser resumido nas cenas finais da produção. “Conheça o islã através dos muçulmanos”, afirma César Kaab Abdul, líder da mesquita que fica na periferia. Já a revertida Aisha Muhammed complementa: “o conhecimento [do Islã] liberta o homem”. Em seguida, o sheik Rodrigo Rodrigues, da Mesquita do Pari sentencia: “Sejam bem-vindo a qualquer mesquita do Brasil”.

Questões como a busca pela igualdade social, a luta contra o terrorismo e a proteção às mulheres ocuparam a maior parte do programa. Mulheres, aliás, que aparecem com a cabeça coberta pelo hijab, lenço típico, contando como se sentem cuidadas e respeitadas pelo islã.

Assunto que já foi destaque no programa “Encontro com Fátima Bernardes” um tempo atrás.

O mais curioso são as falas de César Abdul, que canta rap islâmico e se mostra um verdadeiro ativista social, trabalhando para ajudar a sua comunidade através do islamismo. Ele lidera o grupo “Jihad Brasil”, uma informação que pode passar batida em meio a sequência de termos árabes apresentadas durante a meia hora do documentário travestido de “reportagem especial”.

Talvez seria melhor a produção explicar aos telespectadores alguns dos termos comuns aos seguidores dessa religião. Um deles é justamente a jihad, defendida por Abdul. Com o sentido de guerra santa, é a justificativa principal dos extremistas para cometerem assassinatos de infiéis enquanto gritam “Allahu Akbar”.
Um outro termo útil, que embora faça parte dos preceitos não foi citado pela GloboNews é “taqiyya”, ou engano santo. Essa prática de mentir para os infiéis (não islâmicos) é aceitável quando serve ao propósito de ajudar a expandir o islamismo, algo que o próprio Maomé fez, quando ludibriou os moradores da cidade de Meca a fazerem uma trégua de 10 anos, quebrada por ele 2 anos depois, quando a conquistou com seu exército.
  
Assista:



O islamismo é a “religião da paz”?

Diferentemente de nossos colonizadores portugueses, o Brasil desconhece quase inteiramente a religião muçulmana, tendo seu provável primeiro grande contato com o islamismo no dia 11 de setembro de 2001, no ataque às torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York.

Confuso e imerso em uma cultura embebida em um forte discurso anti-americanista, o brasileiro se sentiu perdido com um ataque terrorista perpetrado por um grupo de profundíssima base religiosa como a al-Qaeda. Ao mesmo tempo, logo o islamismo foi apresentado como “a religião da paz”.

Um estudo para responder a esta complexa questão exige muitas leituras religiosas, históricas, filosóficas e teológicas, podendo no máximo ser proposto um rápido esboço.

É a única chance de conseguirmos alguma resposta inicial sem se calcar em clichês de superfície na internet, baseados em generalizações como “todas as religiões são iguais” e demais tentativas de equalização jogadas sem explicação, envolvendo quase sempre a Inquisição, a Bíblia ou Israel, sem nunca um estudo sobre o islamismo, o Corão ou mesmo as Escrituras e a história do cristianismo.

O maior estudioso das religiões no mundo, o romeno Mircea Eliade, em um dos livros mais importantes do século XX, O Sagrado e o Profano: A essência das religiões, explica como a experiência do “sagrado” é comum a todas as religiões e todos os povos, sendo um elemento da nossa mentalidade que não desaparece mesmo entre aqueles desligados de experiências religiosas.

O homem religioso, por exemplo, pensa no tempo de maneira específica. Enquanto o tempo histórico é uma sucessão numeralizável de “presentes”, o tempo sagrado possui tempos “fortes”, as datas festivas religiosas, e tempos de menor importância. O tempo também é razoavelmente cíclico, e uma data festiva, seja a Páscoa, o Ramadã ou o intichiuma totêmico dos australianos significa não apenas a lembrança posterior de um evento passado, mas a recorrência deste evento, sempre represente, sempre revivido, podendo purificar pecados e preparar os participantes para um novo ciclo. É o que Eliade chama de “Tornar-se periodicamente o contemporâneo dos deuses”.

O espaço também é sagrado, exigindo, por exemplo, dentro de uma igreja, um comportamento diferente daquele fora dela. Estes elementos permanecem em nossa visão secular e profana. Desde o espaço estelar, lar dos deuses, até o solo habitado pelos humanos, há uma terra sagrada, a “Consagração de um lugar”. Este lugar sagrado é o axis mundi, o eixo do mundo, que emana o Cosmos (o lugar da ordem) e repete a cosmogonia, a criação de todo o mundo.
Fora deste lugar há o caos, o espaço não ordenado. É o “leste do Éden”. É o reino incível, sem lei e sem ordem, inóspito (ou seja, sem proteção ao homem) e lar do indômito e da barbárie ou da lei da selva. As duas obras de Homero, a Ilíada e a Odisséia, tratam exatamente do contato com um povo de uma diferente civilização (os troianos, de uma região hoje provavelmente na Turquia, que muitas vezes são mais heróicos e valorosos do que os gregos) e, na segunda obra, do retorno de Odisseu pelo mundo inóspito, até os confins do Universo conhecido dos gregos de então.

Um dos exemplos mais conhecidos e didáticos desta divisão espacial é a Yggdrasil nórdica, a árvore que é o eixo do Universo e da qual a Terra, Miðgarðr (Midgård), é um dos nove mundos. Outro dos mundos, Ásgarðr (Åsgard), é habitado pelos deuses. O palácio dos deuses em Åsgard, Valhöll (Valhalla) é separado do restante do mundo por uma muralha construída pelo cavalo Svaðilfari, o “viajante azarado”. Svaðilfari “percorre a fronteira entre o mundo dos gigantes e o dos deuses, entre o espaço controlado e o não controlado” (Johnni Langer, Dicionário de Mitologia Nórdicasímbolos, mitos e ritos, p. 96, grifos nossos).

Esta cisão radical, comungada pelo pensamento religioso universal, foi uma das inspirações mitológicas de George R. R. Martin para construir o mundo de sua série Game of Thrones: o mundo das violentas sete civilizações de Westeros é separado do extremo norte por uma muralha análoga à dos deuses nórdicos, e para além da muralha não há reino, não há leis, não há ordem, apenas o caos: o “povo livre”, espécie nômade de bárbaros anarquistas, vive sem proteção (sem ordem) enfrentando gigantes, provações naturais e os perigosos invernos intermináveis que podem trazer os Outros (White Walkers), zumbis impiedosos que só não atacam as civilizações de Westeros por ainda estarem separados delas pela muralha.
É a partir desta diferenciação temporal e espacial que devemos entender todas as religiões, incluindo, claro, o islamismo. Na mentalidade maometana, antes do advento do profeta, o mundo vivia em jahiliyyah, ou seja, ignorância.

 Quando Maomé chega à península arábica marca-se uma nova temporalidade, uma sacralidade do tempo para o muçulmano: é quando o mundo, em sua visão, teria seu primeiro vestígio de verdade, sendo tudo o que vem anterior a Maomé apenas presságios.

Por isto os profetas abraâmicos são considerados “profetas” não mais em relação ao mundo, à realidade ou à salvação, mas tão somente à chegada de Maomé, que deve ser obedecido ao invés dos “ignorantes” anteriores.
Qualquer pessoa que não sabia disto tudo, portanto, estava vivendo em jahiliyyah até este momento.

Com a conquista militar de cidades como Meca e Medina (que merecem um estudo à parte por vir nestas páginas; por enquanto, leiam Herege: Por que o islã precisa de uma reforma imediata, por Ayaan Hirsi Ali), a separação espacial também passa a operar.

Maomé, ao contrário de líderes religiosos como Abraão, Salomão, Isaías ou Jesus, é um operador militar. Sua primeira conquista é um ataque e saque a uma caravana em Meca, cidade crucial por representar um entreposto comercial. É em Meca que o islamismo primeiramente tenta sua conquista, como uma promessa de unidade, no lugar das anteriores tribos árabes aguerridas, com diferentes deuses e culturas incomunicáveis entre si.

A partir das conquistas, o mundo é dividido em doisDar al-Islam (“terra da submissão”, ou seja, da “paz”, SalaamDar al-Harb (“terra da guerra”). Tais palavras, que deveriam ser urgentemente conhecidas pelos kafir (“não-muçulmanos”) de hoje, significam exatamente esta divisão: o mundo da “paz” significa um mundo dominado pelo islamismo e pela shari’ah, a lei de Allah ditada a Maomé. O mundo não-islâmico é o mundo da “guerra”, ou seja, das tribos que guerreavam entre si, precisando da harmonia aparente de um entreposto comercial para conseguir manter relações humanas pacíficas (i. e., de comércio, trocas livres), ao invés da forma suprema de contato humano entre tribos sem relação comercial ou civilizacional entre si: a guerra.

Maomé foi o maior legislador do mundo, tendo criado mais leis do que qualquer outro ser humano conhecido. E o que significa esta Dar al-Islam regida pela shari’ah? Hoje é comum vermos comentaristas explicando que “o islamismo é uma religião pacífica”, que “a maioria dos muçulmanos não é terrorista” ou usando significados moderníssimos da palavra “paz” como se Maomé fosse um telespectador de Globo News que pregue a harmonia entre povos e doe alguns caraminguás para o Criança Esperança. Urge, entretanto, compreender exatamente o que significa a “paz” para um muçulmano.

Após sua primeira tentativa de islamizar Meca, Maomé é expulso da cidade e parte para Medina, onde a iconoclastia islâmica, expulsando e destruindo os velhos ídolos árabes, iria tomar sua face atual, intacta até hoje. Tal evento marca o início do calendário islâmico: não é o nascimento de Maomé nem sua morte, nem nenhuma revelação de Maomé em relação a Allah. O evento mais importante da história universal para o muçulmano não é uma crucificação ou o estabelecimento do mundo, mas uma imigração, uma hijra (ou “hégira”), o que traz um pouco de atualidade para o debate. Enquanto o Ocidente analisa a “crise dos refugiados” como se fosse apenas um motivo para liberar aeroportos em discursos de paz e tolerância na ONU, o muçulmano, que iniciou seu conhecimento do mundo a partir disto, sabe que uma imigração em massa é a primeira forma de conquista imposta pela sua religião.

Em Medina, Maomé vai reanalisar suas estratégias, inicialmente falhas em Meca (ver nos próximos artigos). Mas possuindo agora uma cidade que o obedecia, desenvolve mais a fundo a shari’ah, a lei islâmica, que traria “ordem” a um mundo então “caótico”, vivendo na jahiliyyah, na ignorância do Dar al-Harb.

A ordem que traz à paz a tribos guerreadoras no deserto, portanto, é justamente esta ordem que impõe uma legislação, uma religião oficial, uma jurisdição e ordena (limita ou obriga) formas de punição, expulsão e aniquilação a quem não faz parte da nova “ordem” islâmica.
Isto significa: degolar infiéis, apedrejar mulheres “adúlteras” (incluindo em relação a maridos mortos), atirar gays de montanhas ou edifícios altos (ainda mais em sociedades do deserto, ser gay implica uma falha na “ordem”, por não proteger a continuidade da herança familiar em um mundo hostil), normas de guerra, de tratados de paz temporários de 10 anos que podem ser desfeitos caso se note uma vantagem na conquista violenta (o que chamaríamos hoje de “terrorismo”), impôr limites às mulheres (o usual e antigo prêmio de guerras tribais) através de códigos de vestimentas, podendo-se assassiná-las por algo como andar sozinhas nas ruas sem o marido etc etc etc etc etc. Isto é a “religião da paz”.

Veja esse video e tire suas conclusões:



Rede Amazonas

Oremos. Oremos por nosso Brasil. Nós estamos nos 'planos' deles.

Viva vencendo, buscando ao Senhor para nos livrar!!!

Abraços.

Seu irmão menor.


11 setembro 2017

ANALISE BÍBLICA DAS CRITICAS AO MODELO ASSEMBLEIANO DOS USOS E COSTUMES QUE AINDA PERDURAM

Análise bíblica das críticas ao modelo assembleiano
Usos e costumes à
luz da Bíblia

 Análise bíblica das críticas ao modelo assembleiano dos Usos e costumes à luz da Bíblia

Esse trabalho deu-se por duas razões: A primeira: estamos vendo que os valores morais, cristãos e familiares estão sendo destruídos a todo instante. A sociedade está vindo á banca rota de um forma terrível e isso acaba atingindo aos cristãos que vão, ao londo do tempo e por descuido, assimilando a forma dessa sociedade sem Deus e, consequentemente, as igrejas locais nem parecem mais um ajuntamento de salvos. Tudo pode. Inclusive viver como se quiser e fazer o que se desejar. Não há limites. 

Segundo: As Assembleias de Deus no Brasil mantem normas que não foram extintas por nenhum Conselho a respeito de bons usos e costumes. E infelizmente, a AD no Brasil, em algumas localidades nem são sombra do que foram um dia.

Lembrando o Pr. Josué Brandão, numa de suas pregações na AD-Curitiba-Pr, quando disse: "...talvez vocês não vão querer me compreender. Muitos acham que não tem nada a ver. Mas, quando a Assembleia de Deus guardava suas tradições e vivia mantendo seus costumes, o poder de Deus era muito maior. Então, o que está acontecendo hoje?.."

Diante dos oponentes á Doutrina bíblica que também tem sido desprezada na AD brasileira e quanto aos usos e costumes que temos, resolvi responder pedagogicamente a muitos irmãos, a maioria assembleianos que vivem á criticar ou zombar da maneira 'antiquada' de se viver.

 Quem sabe, você possa aprender um pouco de historia e de vida nova...

 Os judeus vestiam-se com roupas básicas e longas. Um dos motivos que levavam a este hábito era a temperatura quente. A vestimenta consistia de dois ou mais pedaços de tecido sobrepostos, chamava-se túnica

Alguns punham um cinto de couro (sadin) para segurar melhor a túnica
Era comum um manto de couro e uma
turbante de tecido ...

Era raro ver um judeu nu, exceto se louco. A nudez era sinal de humilhação (Gênesis 9:22). Até mesmo passagens como João 21:7, exigem uma análise dos termos empregados: ejpenduvten (lê-se, ependyten). Cingir-se com a túnica, indicando que Pedro estava com uma peça mínima de roupa, semelhante a uma      sunga. Jesus foi crucificado com esta sunga, pois os soldados já haviam Lhe tirado a túnica (João 19:23).

Alguns punham um cinto de couro (sadin), para segurar melhor a túnica Era comum um manto de couro e uma turbante de tecido sobre a cabeça. Este último protegia do sol inclemente. Na sinagoga ou no serviço religioso os homens cobriam a cabeça com um véu. Um ditado judaico dizia: “A glória de Deus é o homem e a glória do homem é sua vestimenta*” *
As variações ficavam por conta das cores e dos tons que formavam um verdadeiro
mosaico nas ruas
Fazia-se uma abertura em V...
 *Derech Eretz

As variações ficavam por conta das cores e dos tons que formavam um verdadeiro mosaico nas ruas. Fazia-se uma abertura em V na túnica para a cabeça e dois cortes nas laterais para os braços. Elas eram vendidas sem o corte em V para provar que eram novas. Como matéria-prima para as roupas se usava lã, linho ou algodão. De acordo com as posses do usuário. Não se misturavam os materiais, por uma proibição da Lei, exceto, para o sumo- sacerdote. Túnicas de pano de saco eram utilizadas em eventos fúnebres.

Sapatos em geral eram de couro e muito rudimentares. Eram mais comum as
sandálias. Andar descalço era sinal de pobreza
Sapatos em geral. eram de couro e muito rudimentares. Eram mais comum as sandálias. Andar descalço era sinal de pobreza

 Típica vestimenta de um
casal judeu rico
Mulheres: uma camponesa e uma
mulher rica
Típica vestimenta de um casal judeu rico Mulheres: uma camponesa e uma mulher rica

Curiosidades sobre as roupas: Quando era necessário correr, andar rápido ou trabalhar, os homens levantavam a barra da túnica e a prendiam no cinto. A esta atitude se designava cingir os lombos (I Pedro 1:13). As mulheres costumavam cingir suas túnicas também, mas para levar coisas de um lugar ao outro. Geralmente, a túnica da mulher ia até os tornozelos, a do homem até ás canelas(abaixo dos joelhos). 

As pessoas costumavam dormir com suas túnicas, da qual afrouxavam apenas o cinto. A mulher usava um véu transparente para ocultar seu rosto. Na cerimônia de casamento, o véu era retirado do rosto da noiva e colocado sobre o ombro do noivo, com a declaração: 'O governo está sobre      seus ombros' (Isaías 9:6). Os mais pobres tinham apenas uma muda de roupa. Rasgá-la era sinal de intenso luto ou sofrimento.

Curiosidades sobre as roupas: Determinados adereços, como bordados e pinturas nas golas das túnicas, indicavam o local de moradia ou o status social de uma pessoa. Alguns cintos tinham um bolso aonde se guardava dinheiro ou outros pequenos pertences pessoais, armas e ferramentas. Quando uma pessoa tinha condições financeiras, usavam um manto sobre a túnica. Os fariseus usavam mantos com barras azuis, para indicar o cumprimento da Lei. Somente as prostitutas descobriam o rosto, para atrair os homens com performances com os cabelos. Não era permitido usar roupas mínimas, portanto, o recurso era o único disponível.

10 setembro 2017

"EU QUERO IR PARA O INFERNO!" CRENÇAS RELIGIOSAS NOS GIBIS DA 'TURMA DA MÔNICA'

Resultado de imagem para Eu quero ir para o inferno Turma da Monica


Folclore, lendas, mitos e crendices sempre permearam o ambiente familiar e social em todo o mundo. Eu mesmo ouvia com meu pai uma radionovela nos anos sessenta que tinha saci-pererê, o Moleque Saci. Seres mitológicos e da crendice popular faziam parte de um tipo de educação de amedrontamento e intimidação. Ainda hoje é comum alguns pais ameaçarem seus filhos com o "velho do saco", a "bruxa", etc... Como o povo desenvolve seus valores culturais no ambiente em que vive, aquilo que é ensinado passa a ter um grande valor de verdade. E muitas vezes a lenda se mistura tanto com a doutrina religiosa oficial, que não é possível separar o que é falso do que é realmente verdadeiro.

As crenças e crendices populares tornaram-se enredo para muitos autores dos gibis americanos escritos na primeira metade do século passado. Por exemplo, o fantasma Gasparzinho(1939), a bruxinha Luísa(1954), e o capeta Brasinha(1957), todos bonzinhos e amigos das crianças. Da mesma forma tantas outras histórias aparentemente inocentes eram e são transmitidas para a criançada, como o famoso Superman(Super-Homem), um ET(extra-terrestre vindo do planeta Krypton) inventado nos quadrinhos americanos em 1938(veio para o Brasil no mesmo ano.), que atua como herói e defensor da humanidade.

Em 1959, Maurício de Sousa, então repórter policial do jornal Folha da Manhã, lançou em quadrinhos a história do cãozinho Bidu e seu dono Franjinha e depois surgiram mais de 200 personagens. Em reconhecimento ao seu sucesso, Maurício de Sousa tornou-se membro da Academia Paulista de Letras em 2011. Também é reconhecido pela UNICEF como educador de crianças e seu trabalho está presente em muitos países. Ele diz que sempre criou personagens baseados em seus amigos de infância e nos próprios filhos(10 ao todo.), como Mônica, sua segunda filha.

Ninguém pode negar que há muito conteúdo religioso e folclórico em seus quadrinhos infantis. Informou que vem de uma mistura religiosa familiar. O pai era espiritualista, a mãe católica "de igreja e missa", a avó era espírita com direito a sessões de "mesa branca" duas vezes por semana, já seu avô frenquentava um ambiente parecido com candomblé onde de vez em quando "baixava entidades", diz ele. Com essa base de crenças e crendices, não é de se admirar que ele reproduziu histórias cheias de valores não cristãos, ou mesmo anticristãos.

"EU QUERO IR PARA O INFERNO"

Acreditando na inocência das histórias infantis em quadrinhos, eu comprei em fins dos anos 80 um gibi da Mônica para minha filha Raquel(6 anos). Enquanto lia, ela mesma achou muito estranha a história do Penadinho(uma alma penada). Dona Morte lhe disse: "Você quer ir para o céu ou para o inferno?" Sua resposta: "Nunca parei para pensar nisso". Então, passou um tempo em cada lugar. Achou o céu legal, mas muito chato. Elogiou bastante o inferno onde desfrutava de uma "sauna grátis" dentro de um caldeirão em chamas sendo espetado pelos tridentes de umas diabinhas com contornos bem sensuais. Lá ele disse: "Isso sim é que é vida!" Ao voltar da experiência disse para a Morte: "Eu quero ir para o inferno!" Em outros gibis, Maurício de Sousa escreveu histórias com títulos e conteúdos bem religiosos opostos aos ensinos bíblicos: Pacto com O Diabo, Reencarnação, A Bruxa da Lua, e outros.

+..DISTRAIR OU DESTRUIR

Ora, a pergunta que deve ser respondida é: o gibi é escrito para distrair ou destruir as crianças? Sim, destruir valores espirituais ensinados às nossas crianças no lar cristão e nas igrejas. Basta ver pela história acima(Penadinho no Inferno) que o objetivo mínimo é bagunçar a cabeça das crianças com relação à doutrina do destino do homem após a morte. Ou mesmo negar as doutrinas bíblicas que tratam desse tema.


Que em cada lar os pais estejam atentos ao que os filhos leem, veem e ouvem. Por isso, é importante que desenvolvam valores espirituais familiares como o culto doméstico diário e gastem tempo em oração com os filhos. Mais do que nunca, devemos salvar as nossas crianças das corrupções desse mundo.


O qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai,
Gálatas 1:4

Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;
Filipenses 2:15

Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido,
E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
2 Timóteo 3:13-15


ALGUMAS PERSONAGENS CRIADAS POR MAURÍCIO DE SOUSA PARA "DISTRAÇÃO" DAS CRIANÇAS.- O texto e as figuras abaixo foram extraídas do site: http://www.monica.com.br

Penadinho: Fantasminha alegre e simpático. Seu nome vem da expressão alma penada”. Mora num cemitério com seus amigos. Entre eles: Zé Vampir, Frank, Lobi, Muminho e Cranicola. Juntos, aprontam muitas confusões entre eles e até com os vivos!

Alminha: Uma fantasminha bonitinha e nada assustadora. É a namorada do Penadinho. Até que a reencarnação os separe.

Zé Vampir: É o vampiro do cemitério do Penadinho. Ele se transforma em morcego, mas não faz vítimas, só trapalhadas. Foi buscar inspiração nos elegantes vampiros do cinema para sua roupinha de festa. De vez em quando, vira um morceguinho e sai por aí assustando todo mundo, fingindo que quer sangue. Mas não leva o apetite às últimas consequências.

Dona Morte: É a morte, como o próprio nome diz. Sempre com seu capuz preto e uma foice na mão, a Dona Morte é um dos personagens mais importantes das histórias do Penadinho. É ela quem se encarrega de trazer os fantasminhas para o cemitério. Persegue os que estão na sua lista de pessoas que devem passar desta vida para outra. Mas, apesar de sua aparência um tanto assustadora, ela é sensível e, muitas vezes, poupa algumas pessoas do seu fim. A Dona Morte não tem uma idade definida. Digamos que seja eterna, afinal, ela existe desde que o primeiro ser vivo surgiu no universo, cuidando para que a vida se renove sempre.

Fonte: Desafio das Seitas- Ano XVI- Nº62(pág.4). 

Você deixaria a tua filha se vestir assim?

E aquele pingente deda

09 setembro 2017

EX MUÇULMANO WISSAM HALAWI CONTA O SEU ENCONTRO COM O MESSIAS

Muito sério e edificante.
Vale muito  ver esse vídeo





Libanês da região sul do país, foi criado e educado para ser um muçulmano. Apesar da grande cobrança que isso representava, tentou sê-lo várias vezes, em vão.

 Após 19 anos servindo o muçulmanismo, não resistiu a um surpreendente encontro, e se converteu ao Senhor Jesus Cristo. Num determinado momento da sua caminhada com Deus, foi surpreendido por uma experiência real com o Espírito Santo, na qual  nasceu  sua chamada como avivalista. Hoje, é um reconhecido pastor, evangelista, e autor de vários livros,  presidente da Igreja Evangélica Casa Firme.

 No decorrer de vários anos, sua ministração avivalista, tem alcançado milhares de pessoas, tanto em cruzadas, como em igrejas por todo o Brasil, Estados Unidos e vários países da Europa.

Que esse testemunho, verdadeiro, possa mudar sua vida.

Viva vencendo a religião, a tradição e a fé cega!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

08 setembro 2017

MASOQUISMO FEZ IRMÃ DULCE DORMIR 30 ANOS EM CADEIRA

Cadeira do sofrimento

Li estarrecido que a beata irmã Dulce dormiu durante 30 anos em uma cadeira de madeira, em penitência pela recuperação de sua irmã Dulcinha, que passou por uma gravidez de alto risco.

Com relutância, Dulce só desistiu do sacrifício diante dos diagnósticos de médicos de que tinha contraído grave enfisema pulmonar. 


O que leva uma pessoa que ajuda aos pobres a ser tão perversa consigo mesma é o masoquismo cristão de que o ser humano precisa sofrer para merecer o Paraíso. É loucura.

Eu coloco a caridade de irmã Dulce sob suspeição porque ela pode ter feito o que fez para se mostrar a Deus o quanto era boa, salvando-se a si própria.

Ela ajudaria os pobres se Deus não estivesse olhando? Tenho a impressão que não.

Caridade mesmo é aquela que não contém expectativa alguma de recompensa, seja na Terra ou no Paraíso, ou agradar seja lá quem for.

Com informação do site Aleteia

COMENTÁRIO DO EDITOR

Quero deixar que apenas a bíblia fala sobre essa 'tola forma de sacrifício':

Prtanto, ide aprender o que significa isto: ‘Misericórdia quero, e não sacrifícios’. Pois não vim resgatar justos e sim pecadores’”(Mt.9:13).

Afinal, o que desejo é o vosso amor, e não sacrifícios; entendimento quanto à pessoa do Senhor  Deus, mais que ofertas e holocaustos(Os.6:6).

Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes.” (Mt.12:7).

Samuel, porém, disse: Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à voz do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, do que a gordura de carneiros (1Sm.15:22).

Hipócritas! Bem profetizou Isaías sobre vós, denunciando:‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim.Em vão me adoram; pois ensinam doutrinas que não passam de regras criadas por homens’”(Mt.15:8).

07 setembro 2017

ESTADO ISLÂMICO COMEMORA FESTA DO SACRIFÍCIO COM DEGOLAÇÕES


O Estado Islâmico degolou nesta sexta-feira (1º de setembro de 2017) seis pessoas, coincidindo com o primeiro dia da Festa do Sacrifício ou "Eid al Adha", na cidade síria de Albukamal, na fronteira com o Iraque, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos.


Festa é para lembrar Abraão, dizem eles
Segundo a ONG, as vítimas foram executadas pela acusação de "espiar a favor da aliança das cruzadas", em referência à coalizão internacional.

O Observatório, que conta com ativistas em toda a Síria, acrescentou que membros do EI foram vistos enquanto filmavam a execução.

Este é segundo assassinato que o grupo terrorista faz em público coincidindo com esta festividade, pois em 12 de setembro do ano passado o EI degolou 15 pessoas, segundo o Observatório.

As vítimas de 2016, acusadas de vigiar e filmar os combatentes e as sedes do EI, foram penduradas em correntes de ferro após terem sido decapitadas.

Com duração de quatro dias, a "Festa do Sacrifício" é comemorada por todos os muçulmanos. Ela se refere à disposição de Ibrahim (Abraão) de sacrificar o seu filho Ismael a pedido de Deus. 

Com informação da agência EFE

06 setembro 2017

PASTOR MEMORIZOU MAIS DE 700 VERSÍCULOS ENQUANTO ESTAVA PRESO, NA COREIA DO NORTE

O pastor falou sobre seu tempo na prisão durante um culto. (Foto: Rick Madonik / Toronto Star)
O pastor falou sobre seu tempo na prisão durante um culto. (Foto: Rick Madonik / Toronto Star)

O reverendo Hyeon Soo Lim, pastor canadense recentemente libertado da prisão na Coreia do Norte, compartilhou como ele "orou sem cessar" e memorizou mais de 700 versículos da Bíblia durante dois anos e meio em um campo de trabalho pesado. Com seus 62 anos, foi preso em janeiro de 2015 por realizar "atividades subversivas".

Lim, da Igreja Presbiteriana Coreana de Toronto, uma das maiores igrejas do Canadá, finalmente voltou para casa no sábado, com seus apoiadores alegando clemência por motivos médicos. No domingo, o pastor dirigiu-se a sua congregação e falou sobre seu tempo na prisão, dizendo que "ainda se sente em um sonho".

"Verdadeiramente, isso foi tudo pela graça de Deus", disse ele. "Fui condenado à morte pela Coreia do Norte, mas a sentença foi comutada na vida de trabalho árduo. Isso também foi a graça de Deus e me deu uma tremenda paz". Como ele não conseguia ter contato com outros prisioneiros, Lim disse que havia dias de "solidão avassaladora" na cadeia.

"Desde o primeiro dia de minha detenção até o dia em que fui liberado, fiz 2.757 refeições isoladas", disse ele. "Era difícil ver quando e como a prova completa terminaria. Mas esse isolamento também me deu a oportunidade de passar um longo tempo de solidão com Deus".

Trabalho pesado

Durante o inverno, o pastor foi forçado a cavar grandes buracos no chão congelado. A lama era tão dura que ele demorou dois dias para cavar apenas um buraco. "Foi incrivelmente desafiador", admitiu. "Minha parte superior do corpo suava, meus dedos das mãos e dos pés estavam gelados. Trabalhei também dentro de uma instalação de armazenamento de carvão, quebrando o carvão congelado".

Na primavera e no verão, o pastor trabalhava fora, oito horas por dia, no sol escaldante. Isso fez com que ele fosse hospitalizado por dois meses. "Durante o meu tempo, eu li mais de 100 livros sobre a Coreia do Norte e comecei a compreender melhor os 70 anos de história que formaram a nação", disse ele.

"Eu também li a Bíblia em inglês e coreano cinco vezes e memorizei mais de 700 versículos da Bíblia. Adorei a Deus sozinho por 130 domingos". Enquanto ele trabalhava, ele "orava sem cessar". "Houve muitos momentos difíceis, mas foi durante esse tempo que Deus me deu a força para perseverar".

"Houve momentos de desânimo, ressentimento e resmungo, mas isso logo se transformou em coragem, alegria e ação de graças. Aprendi a aceitar isso como uma forma de amor e disciplina de Deus para me fortalecer. Pelo tempo perfeito e soberano de Deus. Fui liberado, voltei para casa e aqui estou com você hoje", concluiu.

Conforme relatado, ele estava fazendo trabalho humanitário na Coreia do Norte desde 1997 e visitou o país mais de 100 vezes antes da sua prisão. No entanto, o South China Morning Post observa que alguns projetos em que trabalhou, incluindo uma fábrica de macarrão e moinhos de farinha, foram vinculados a associados de Jang Song-Thaek, o tio do líder Kim Jong-Un. Jang foi preso e executado por traição em dezembro de 2013. Lim foi libertado na semana passada depois que o Canadá enviou uma delegação de alto nível para garantir sua liberdade.

COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

05 setembro 2017

COMO VIVEM VIÚVA E FILHOS DE CRISTÃO MORTO POR SUA FÉ

O cristão etíope Motuma Kamede* foi morto em casa na frente da esposa grávida e dos filhos. Apesar de já terem se passado quatro anos, a viúva Buze*, o filho Wasihun* e a filha Bachu* (dois dos nove filhos), relatam aquele dia como se tivesse sido ontem. Eles sentem a falta do pai e ainda sofrem pressão da sociedade.

Na justiça, nada foi feito em relação ao assassinato – certamente um dos motivos que têm causado pressão alta em Buze. Ela foi incluída num programa de cuidado para viúvas para tratar do trauma que sofreu, e também participa de atividades que geram renda.

Ao longo dos anos, a família tem sido abraçada e acolhida de várias maneiras: através de visitas de irmãos de outros países e de uma campanha de cartões com o objetivo de encorajá-los. Por meio da Portas Abertas, eles têm recebido ajuda para suprir as necessidades e pagar a escola das crianças. Apesar de tudo, eles reconhecem que o Senhor os tem amparado desde então, e são gratos por isso.

Pedidos de oração

*Agradeça a Deus por sua provisão para Buze e seus filhos após a perda de Motuma. Ore para que o Senhor continue os protegendo e suprindo suas necessidades.

*Ore por paz de espírito e conforto para as crianças prosseguirem seus estudos em meio à hostilidade que enfrentam.

*Peça para que eles permaneçam firmes na fé e continuem a crescer espiritualmente, encontrando a alegria verdadeira em Cristo.

*Clame pela saúde de Buze.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

portasabertas.org.br

04 setembro 2017

USOS E COSTUMES DOS TEMPOS BÍBLICOS - TRABALHADORES EM METAL


O caldeireiro tem uma longa genealogia. Caim significa "ferreiro" e um de seus descendentes, Tubalcaim, foi descrito como "mestre de toda obra de cobre e de ferro" (Gn 4.17,22). Caim foi o pai da tribo midianita dos quenitas, que parece estar envolvida em muitos aspectos da história de Israel (veja Gn 15.19; 1Sm 15.6).

Há indícios de que tenham explorado o cobre do Sinai com os egípcios. Artefatos de metal quenita forneceram grande parte da informação arqueológica que conhecemos sobre o trabalho em metal na antiguidade.

O ouro foi um dos primeiros metais a ser extraído e usado por se encontrar num estado relativamente puro e ter condições de ser derretido a baixas temperaturas e despejado em moldes. Ele era refinado (como a prata), aquecendo-o num cadinho de barro e retirando a parte de cima do líquido com uma escumadeira, para remover as impurezas (Zc 13.9).

Eram também preparado em folhas finas para ornamentação (Jr 10.3,4) e as folhas cortadas em tiras de fios de ouro (Êx 39.3). A arte e o artesanato israelita tinha boa aceitação em vários pequenos objetos tais como jóias e os ourives eram então importantes com grupo (Ne 3.8).

O cobre era extraído do minério por meio de aquecimento. O metal era então batido e moldado com marteladas a frio. Sua extração se fazia tanto na entrada das minas como em lugares mais profundos (chegando até 50m de profundidade) e a descrição da mineração feita em Jó 28.2-11 parece ter sido escrita com base em certa experiência.

O minério era quebrado em pedaços pequenos, usando pilões de pedra, e derretido em uma fornalha simples aquecida com madeira acácia. A fornalha consistia basicamente de uma uma cova no solo, onde o lingote de cobre eram finalmente recolhido, cercada por três paredes baixas de pedra e barro.

O terceiro lado dava acesso a um fole e ao vendo predominante. Restos de pilões, fornalhas e montes de escórias são encontrados em abundância ao longo do Golfo de Ácaba.

Missãoarqueologica