23 maio 2017

PASTOR E LOBO: QUAL A DIFERENÇA?


Pastor e lobo gostam de ovelhas e vivem no meio delas, porém, os interesses os diferenciam.

1- Pastores cultivam o aprisco; lobos criam armadilhas.
2- Pastores buscam o bem das ovelhas; lobos buscam os bens das ovelhas.
3- Pastores vivem à sombra da cruz; lobos vivem à sombra de holofotes.
4- Pastores choram pelas suas ovelhas; lobos fazem suas ovelhas chorar.
5- Pastores têm autoridade espiritual; lobos são autoritários e dominadores.
6- Pastores têm esposas participantes; lobos têm mulheres coadjuvantes.
7- Pastores têm fraquezas; lobos são poderosos. 8- Pastores olham nos olhos; lobos contam cabeças.
9- Pastores são ensináveis; lobos são donos da verdade.
10- Pastores têm amigos; lobos têm admiradores.
11- Pastores vivem o que pregam; lobos pregam o que não vivem.
12- Pastores sabem orar no secreto; lobos só oram em público.
13- Pastores vivem para suas ovelhas; lobos se abastecem das ovelhas.
14- Pastores vão para o púlpito; lobos vão para o palco.
15- Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas; lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
16- Pastores alimentam as ovelhas; lobos se alimentam de ovelhas.
17- Pastores buscam a discrição; lobos se auto-promovem.
18- Pastores usam as Escrituras como texto; lobos usam as Escrituras como pretexto.
19- Pastores se comprometem com o projeto do Reino; lobos têm projetos pessoais.
20- Pastores vivem uma fé encarnada; lobos vivem uma fé espiritualizada.
21- Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem independentes de homens; lobos criam ovelhas dependentes deles.
22- Pastores são simples e comuns; lobos são vaidosos e especiais.
23- Pastores têm dons e talentos; lobos têm cargos e títulos.
24- Pastores dirigem igrejas-comunidades; lobos dirigem igrejas-empresas.
25- Pastores pastoreiam as ovelhas; lobos seduzem as ovelhas.
26- Pastores vivem de salários; lobos enriquecem.
27- Pastores apontam para CRISTO; lobos apontam para si mesmo e para igrejas deles.
28- Pastores são humanos, são reais; lobos são personagens religiosos caricatos.
29- Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas; lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
30- Pastores quando contrariados silenciam, aquietam; lobos rosnam e tornam-se agressivos.
31- Pastores se deixam conhecer; lobos se distanciam e ninguém chega perto.
32- Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
33- Pastores são transparentes; lobos têm agendas secretas.
34- Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a CRISTO; lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
35- Pastores criam vínculo de amizade; lobos aprisionam em vínculo de dependência.
E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte. Isaías 56:11
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Mateus 7:15
Porque eu sei isto: que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho. Atos dos Apóstolos 20:29
E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com ciência e com inteligência. Jeremias 3:15

Autor Desconhecido
Adaptação livre

22 maio 2017

A (FALTA DE) VISÃO E VIDA DO CALVINISTA CESSACIONISTA

Resultado de imagem para Calvinistas Cessacionistas
Embora os calvinistas cessacionistas sejam conhecidos por sua oposição ferrenha aos dons sobrenaturais do Espírito Santo, o fato é que no contexto deles nem a fé nem os dons são realmente necessários.
Se alguém da igreja fica doente, o que eles podem fazer? Se o doente já foi predestinado para ficar doente, então qualquer intervenção em contrário (seja de dons, de fé ou de médicos) é um atentado contra a predeterminação divina.
Se o indivíduo foi predestinado para sarar da doença, a fé, os dons e os médicos são desnecessários.
Se o indivíduo foi predestinado para não sarar, ai de quem usar os dons ou a medicina para trazer cura.
Para quê dons de curas se os doentes foram predestinados para ficar doentes?
Para quê dons de revelações para guiar poderosamente os seguidores de Jesus se eles foram predestinados para ir para onde devem ir?
Para quê pregar desesperadamente para os pecadores que estão indo para o inferno se eles foram, na teologia calvinista cessacionista, predestinados para o inferno?
Para quê frequentar a igreja se está tudo determinado?
Já frequentei uma dessas igrejas calvinistas que pregam contra os dons do Espírito Santo. Os membros precisavam desesperadamente de intervenções do Espírito Santo: calvinistas doentes e oprimidos, casando com espíritas, etc. Mas as pregações do pastor os desestimulavam de se aproximar do Espírito.
Muitos membros não frequentavam a igreja há muitos anos, embalados em sua falsa teologia de predestinação. E nas pouquíssimas vezes que iam à igreja, era somente para agradecer a Deus. Não havia o mínimo arrependimento de nada.
Na raríssima ocasião em que um demônio se manifestou em alguém da igreja, o presbítero (quase todos eles eram maçons, assim como o pastor) teve a coragem de tentar expulsar, mas o demônio foi logo revelando para a congregação seus pecados sexuais secretos.
Dá para entender por que pastores calvinistas cessacionistas evitam a todo custo expulsar demônios? Eles preferem desconversar e encaminhar casos de possessão para consultórios psiquiátricos!
Uma jovem calvinista casada com espírita (esse era o padrão dessa igreja calvinista: os homens e as mulheres sempre se casavam com espíritas fora da igreja!) levava seu bebê frequentemente para a benzedeira. Esse comportamento só foi quebrado quando lhe explicamos que o Espírito Santo e Seus dons sobrenaturais atuam hoje e que em vez de levar seu bebê ao diabo, ela deveria levá-lo a Jesus.
Um ambiente calvinista cessacionista é um ambiente de engano e opressão espiritual.
No fundo, é a própria Bíblia que é questionada.
Por que Jesus precisaria pregar para multidões se a maioria já estava predestinada ao inferno?
Por que Jesus precisaria dar dons sobrenaturais aos Seus seguidores, para libertar os cativos do diabo, se a maioria das pessoas já foi predestinada para ser cativa do diabo?
No contexto da predestinação dos calvinistas cessacionistas, é tudo inútil: pregação do Evangelho, dons, libertação, etc.
Em muitos casos, o seguidor de Jesus precisa orar para que Jesus cure a mente de quem se tornou cativo dessa teologia.
Em alguns casos, só mesmo expulsão de demônios teológicos.
O cessacionismo(a heresia que ensina que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram dois mil anos atrás) só prospera onde a porta foi fechada para Deus e aberta para o diabo.
FERGUSON, Sinclair. O Espírito Santo. Recife: Os Puritanos, 2014

21 maio 2017

07 MOTIVOS PELOS QUAIS NÃO DEVERÍAMOS FAZER CAMPANHAS DE MILAGRES

Resultado de imagem para campanha nas igrejas

O movimento pentecostal brasileiro já é centenário. Uma análise histórica da práxis dos pentecostais, contudo, vai mostrar que muito pouco do pentecostalismo clássico ainda pode ser encontrado nas igrejas brasileiras. A maior prova disso é a facilidade com que as práticas e doutrinas neopentecostais são assimiladas pelo povo, sem reflexão ou critério.

Por exemplo, você percebeu como as “campanhas” em busca de milagres infestaram nossas programações? Nossas igrejas começaram a utilizar convites, faixas e banners convidando para 'sete sextas-feiras da restauração',' oito semanas do renovo' ou 'campanha dos sete mergulhos no Jordão'. Esse tipo de movimento espiritual, embora se apresente com fins nobres, é uma grave perversão do propósito de Deus para a Igreja e da revelação que encontramos no evangelho. 

Quero apresentar pelo menos 07 motivos pelos quais os cristãos não deveriam realizar campanhas de milagres:

  • Campanhas pragmatizam e sistematizam o sagrado. Ao determinarmos que a participação em uma série de cultos tematizados irá produzir algum efeito ou trazer algum benefício para o fiel ou um infiel, estamos sorrateiramente desafiando a soberania de Deus,  ao tentarmos força-Lo a fazer algo que Ele pode simplesmente não querer fazer. O homem não determina o que Deus faz! As campanhas tornam o culto não aquilo que eu ofereço a Deus, mas aquilo que Ele pode fazer por mim.

  • Campanhas pervertem a percepção dos crentes sobre Deus. O Pai Celestial é um Ser pessoal que se relaciona conosco de modo íntimo e amoroso. Ele não é uma divindade que espera um sacrifício ou penitência para nos dar algo que precisamos. Ele é um Pai que nos ama! Expressões como “não pode quebrar a campanha” ou “se você não fizer certo não irá receber a benção” reduzem o Criador a uma mera divindade pagã, impessoal e inflexível. Os crentes passam a olhar para Deus de modo incorreto, se relacionando com Ele de modo meritório e não por Sua graça e misericórdia.

  • Campanhas reduzem o cristianismo a uma experiência de causa e consequência.' Vamos fazer isso para receber aquilo'.' Quer um emprego novo? Sete quintas-feiras'.' Quer renovo para a sua vida? Sete sextas-feiras'.' Quer um milagre? Sete noites no monte'.'
  • Você consegue perceber como isso transtorna a compreensão da maior dádiva que encontramos no evangelho, que é a possibilidade de vivermos uma vida de intimidade e comunhão com Deus baseada na fé em Jesus? O cristianismo deixa de ser RELACIONAMENTO e passa a ser MERECIMENTO. O cristão passa a se concentrar em suas necessidades individuais e não no bem estar da comunidade.

  • Campanhas geram cristãos frustrados. Deus não toma conselho com homens e não Se dobra aos nossos caprichos. Ele fará apenas o que determinou, e não há campanha, oração de fé ou propósito de homens que possa mudar isso. Quantos crentes não fizeram dezenas de campanhas sem receber nada do que foi prometido? Não seria mais prudente ensinarmos a Igreja a respeito da soberania e providência de Deus, que nos dará o necessário unicamente por Sua graça e misericórdia?

  • Campanhas não fazem parte do legado histórico do cristianismo. Jesus não convidou Seus discípulos a fazerem campanhas. Os apóstolos também não. Os pais da Igreja também não. Os reformadores também não. Deveríamos fazer algo que não tem lastro histórico em nossa fé? Não!

  • Campanhas não promovem os benefícios que ela se propõe. Algumas pessoas afirmam que as campanhas incentivam os crentes a orar e a frequentar os cultos. Não é isso que vejo. Na verdade, se formos honestos com a nossa fé, se precisarmos de algo mais além de Cristo para congregarmos e buscarmos a Deus, precisamos com muita humildade rever o nosso cristianismo. Se a morte de Cristo não é suficiente para me inspirar a piedade, provavelmente ainda não nasci de novo e necessito de conversão. A maior parte dos “campanheiros” deixa de orar e cultuar assim que as campanhas acabam.

  • Campanhas costumam nos inclinar para a idolatria. É comum nas campanhas a utilização de símbolos e figuras, como “a rosa ungida”, os “sete mergulhos no Jordão”, o “óleo ungido”, e outros. Além disso ser claramente uma forma de idolatria, poderá levar os crentes mais simples a acreditarem que esses ícones possuem alguma forma de poder ou coisa parecida. Deus não divide a glória dEle com nada e com ninguém.

Deixo o meu incentivo para que os pentecostais piedosos revejam sua postura com esse tipo de prática e voltem a confiar que “aquele que em nós começou a boa obra não vai parar” (Fp 1.6) e que “vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes” (Mt 6.8). O Pai Celestial está cuidando de você! Não se dobre ao falso evangelho!  Não traga essa infeliz novidade para a igreja que você congrega.

Viva vencendo com simplicidade: apenas com o evangelho de Jesus!!!

Abraços.

Seu irmão menor.


20 maio 2017

MAÇONARIA E OS BATISTAS NO BRASIL: 'UNIDOS COMO CARNE E UNHA'


 A maior organização Protestante-Evangélica dos Estados Unidos da América, a Convenção Batista do Sul, responsável através da Junta de Richmond pela implantação do trabalho Batista no Brasil, possuía, naquela época, e, ainda hoje, possui um grande número de membros Maçons.

Os emigrados dos EUA que se estabeleceram em Santa Bárbara, São Paulo, fundaram, nessa cidade, a primeira Igreja Batista em solo brasileiro, em 10 de setembro de 1871, pelo Maçom e Pastor americano Richard Ratcliff (1831-1912); fundaram, também, em 1874, a Loja Maçônica “George Washington”, onde se encontravam oito Batistas, sendo que, pelo menos, cinco deles foram também fundadores da Primeira Igreja e, entre eles, o Maçom americano, Pastor Robert Porter Thomas (1825-1897).

O Pastor Thomas foi interino, por diversas oportunidades, tanto na Primeira Igreja, quanto na Igreja da Estação 2ª., fundada em 02 de novembro de 1879, pelo Maçom americano, Pastor Elias Hoton Quillin (1822-1886). O pastorado, interino, do Pastor Thomas, nas duas Igrejas, somou cerca de 30 anos de profícuo trabalho, sendo o que mais tempo pastoreou tais Igrejas. 

Em 12 de julho de 1880, a pedido da Igreja da Estação 2ª., foi formado um Concílio reunindo as duas Igrejas, para Recepção e Consagração ao Ministério do Irmão Antonio Teixeira de Albuquerque (1840-1887), tendo sido batizado pelo Pastor Thomas. Foi moderador do Concílio, realizado no salão da Loja Maçônica, o Pastor Quillin, conforme consta na carta, subscrita pelo moderador e o secretário do Concílio, ao Foreign Mission Board of the Soufhern Baptist Convention (Richmond, USA).


Destacamos o fato curioso de que o Primeiro Pastor Batista Brasileiro, além de ter sido batizado por um Pastor que era Maçom, foi ainda consagrado ao Ministério da Palavra no salão de uma Loja Maçônica. É importante recordar que a Igreja em Santa Bárbara era uma Igreja missionária. Foi ela que insistiu e conseguiu que a “Junta de Richmond” nomeasse missionários para o Brasil, estabelecendo-se, então, em Santa Bárbara, a “Missão Batista no Brasil”. O primeiro missionário foi o Pastor Quillin, em 1878, com sustento próprio. Seguiram-se, sustentados pela “Junta”, sendo todos Maçons: William Buck Bagby (1855-1939), em 1880; Zachary Clay Taylor (1851-1919), em 1882; Edwin Herbert Soper (1859-1948), em 1885; Edward Allen Puthuff (1850-1932), em 1885; e outros, sendo que Bagby, Soper e Puthuff foram Pastores da Igreja em Santa Bárbara, que tinha, entre seus membros, um expressivo grupo de Maçons. 

A Maçonaria também ajudou os Batistas brasileiros e ao Pastor Salomão Luiz Ginsburg, Missionário da Junta de Missões Estrangeiras de Richmond e, também, Maçom, na construção do Primeiro Templo Batista, em Campos de Goytacazes e da denominada “Egreja de Christo”, chamada Batista, em São Fidélis, ambas no Estado do Rio de Janeiro. Em 1921, Salomão Ginsburg publicou o seu livro “Um Judeu Errante no Brasil”, sua autobiografia. Encontra-se, em algumas partes de seu relato, a descrição de sua condição de Maçom. 

Segundo nos informa o Pastor Ebenezer Soares Ferreira, no Jornal Batista no 30, de 24 de julho de 1894, Ginsburg foi o fundador, na cidade de São Fidélis, no Estado do Rio de Janeiro, da Loja Maçônica “Auxílio à Virtude”, em 02 de julho de 1894 e da “Egreja de Christo”, Chamada Batista”, em 27 de julho de 1894, que foi a primeira Igreja Batista em São Fidélis. Segundo o mesmo autor, o primeiro Templo Batista, construído no Brasil, foi o da Primeira Igreja Batista de Campos, edificado sob o pastorado de Salomão Ginsburg e com a colaboração financeira dos Maçons. 

Da imensa obra de Ginsburg, desejamos destacar ainda três tópicos: foi Ginsburg o editor do Cantor Cristão, hinário das Igrejas Batistas do Brasil, inicialmente, com 16 hinos, em 1891, e, na edição atual do referido Cantor, ele aparece como autor ou tradutor de 102 hinos. 

Ginsburg fundou, em 1902, o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, e foi um porta-voz da necessidade dos Batistas brasileiros organizarem-se em uma Convenção Nacional, o que aconteceu em 1907, com a criação da centenária Convenção Batista Brasileira.

O Missionário Salomão Luiz Ginsburg foi membro de diversas Lojas maçônicas, as quais destacamos; “Duke de Clarence Lodge”, na cidade de Salvador, BA; “Restauração Pernambucana”, em Recife, PE; “Progresso”, em Campos, RJ; “Auxílio à Virtude”, em São Fidélis, RJ, e, na jurisdição da Grande Loja Maçônica do Estado do Espírito Santo, é patrono da Loja “Salomão Ginsburg” no 3.

MAÇONS PROTESTANTES NO BRASIL

Segundo David Mein (Reitor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, durante quarenta anos; Pastor da Igreja Batista do Cordeiro; segunda Igreja Batista fundada na Capital; Presidente da Convenção Batista Brasileira, em várias oportunidades e Maçom atuante como membro da Loja “Cavaleiros da Cruz”) inúmeros outros Homens de Fé, verdadeiros cristãos, inclusive Batistas de relevância na Denominação, têm sido Maçons, sem encontrar incompatibilidades entre a Fé Cristã e a prática Maçônica. Entre eles cita: o Pastor José de Souza Marques; o Pastor Presbiteriano Jorge Buarque Lyra; Bruno de Bonis, Descartes de Souza Teixeira, Athos Vieira de Andrade, etc.

JOSÉ DE SOUZA MARQUES
O Pastor José de Souza Marques foi presidente da Convenção Batista Carioca e da Convenção Batista Brasileira tendo, em 1940, na Convenção da Bahia, organizado a Aliança dos Pastores Batistas Brasileiros, que, mais tarde, tomou o nome de Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, permanecendo em sua presidência até 1962, cujos frutos todos conhecem. Exerceu cargos importantes na administração maçônica, tendo sido, inclusive, presidente, por muito tempo, do Supremo Tribunal de Justiça Maçônica. Ainda hoje, a única foto existente no salão do Conselho, no Palácio Maçônico do Lavradio (ex-sede do Grande Oriente do Brasil, hoje sede do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro), é a do Pastor Souza Marques. No mesmo Palácio, a sala do Tribunal de Justiça tem seu nome. Foi, também, membro efetivo do Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito, encontrando-se em sua sede, em exposição, seu retrato pintado a óleo.

JORGE BUARQUE LYRA
Jorge Buarque Lyra foi Pastor da Igreja Presbiteriana do Riachuelo, no Rio de Janeiro, nas décadas de 1930 a 50; Meritíssimo Inspetor Federal do Ensino Secundário do Rio de Janeiro; escritor; poeta; jornalista militante por mais de 40 anos; membro das Academias de Letras de São Paulo, Rio de Janeiro e do Cenáculo Fluminense de História e Letras; e membro, ainda, da Associação Fluminense de Jornalistas. Foi Maçom atuante do Grande Oriente do Brasil, tendo sido Iniciado em 27 de setembro de 1938, na Loja “Propter  Humanitaten”, no Oriente de Manhumirim, Minas Gerais; e Grau 30 do Supremo Conselho do Brasil do Rito Escocês Antigo e Aceito. Além disso, foi professor em vários colégios no Rio de Janeiro e Niterói; escreveu mais de 50 livros e trabalhos, vários deles sobre o Evangelho de Cristo, a Igreja Presibiteriana e sobre Maçonaria, tais como: “A Bíblia e a Ciência Moderna”; “Movimento Pentecostal no Brasil”; “Maçonaria e Religião”; “As Vigas Mestras da Maçonaria”; “A Maçonaria e o Cristianismo”; “A Maçonaria e a Política no Brasil”, entre muitos outros. Foi um ardente defensor da compatibilidade da Maçonaria com o Cristianismo e as Igrejas Cristãs; em seus livros maçônicos, sempre apresentou magistrais respostas como réplicas aos ataques inimigos à Maçonaria que tenham sido feito por parte de outros grupos religiosos, ateus ou agnósticos, além de profunda filosofia maçônica. Seu livro “As Vigas Mestras da Maçonaria” devia ser tratado como “livro de cabeceira” de todo Maçom inteligente e estudioso. 

BRUNO DE BONIS
Bruno de Bonis é cristão evangélico, diácono da Igreja Batista do Méier, no Rio de Janeiro, e membro ativo da Loja Maçônica “Trabalho e Liberdade” no 1391, filiada ao Grande Oriente Estadual do Rio de Janeiro (GOB). Possui vários artigos e trabalhos publicados sobre Maçonaria. 

DESCARTES DE SOUZA TEIXEIRA
Descartes de Souza Teixeira, Cristão Batista, Maçom ativo, membro da Grande Loja Maçônica de São Paulo, na sua obra “Antimaçonaria e os Movimentos Fundamentalistas do Fim do Século XX”, traça um perfil detalhado dos movimentos antimaçônicos entre os evangélicos. 

ATHOS VIEIRA DE ANDRADE
Athos Vieira de Andrade é professor, promotor de justiça, advogado, deputado estadual e federal, baluarte e expoente da Igreja Presbiteriana do Brasil e Maçom, desde 1952. Escreveu, entre outros, o maravilhoso livro “O Evangelho e a Maçonaria – uma parceria que deu certo”. Neste livro, entre muitos temas de fundamental importância no relacionamento das Igrejas Protestantes e Evangélicas com a Maçonaria, fez veementes réplicas a uma Resolução de 2003, do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, órgão máximo da entidade, impedindo que membros da Igreja, pertencentes à Maçonaria, sejam conduzidos ao oficialato daquela. 

Um dos “considerando” dessa Resolução, diz que: “A participação do crente na Maçonaria impede que ele seja transparente para com seu Conselho, devido ao caráter secreto e místico de seus Ritos e Símbolos”.

No referido livro, o Irmão Athos faz a seguinte réplica a esse “considerando”:

"Quanta ingenuidade contida neste considerando. Se tivesse ele qualquer procedência ou justificativa, o crente não poderia ser militar; não poderia trabalhar em certos setores de um banco comercial; não poderia usar cartão de crédito, que exige senha para a sua utilização; não poderia fazer parte de um Conselho de Sentença, num julgamento pelo Tribunal do Júri Popular e, consequentemente, não poder exercer muitas atividades profissionais que lhe exijam sigilo na palavra e no comportamento. E mais: crente não poderia ser presbítero, pois, de acordo com a Constituição da Igreja (art. 72): As Sessões dos Concílios serão abertas e encerradas com oração e, EXCETUADAS AS DO CONSELHO, serão públicas, salvo em casos excepcionais."

Está claro que a Constituição da Igreja determina que as reuniões do Conselho “Não serão públicas”. Este artigo da Constituição exige sigilo de todos os presbíteros que não podem e não devem revelar fora do Conselho a maneira como os assuntos foram tratados. Então, não é só a Maçonaria que tem segredos. A Igreja Presbiteriana também os têm, da mesma maneira que o Governo, o Exército, os médicos, os bancos e, muito mais que todos, os pastores presbiterianos.


Fonte: Site da ARBLM Martin Luther King - 63

Bibliografia: 

Oliveira Filho, Denizart Silveira de.Palestras Maçônicas: para Loja de Estudos / Denizart Silveira de Oliveira Filho – 1ª. Ed. – Londrina; Ed. Maçônica “A Trolha”, 2015 – pg. 118 a 125

Ho! Como tem tanta gente cega e perdida, mesmo sendo crentes e até muitos pastores de Rebanho, os quais, acertarão com o Dono desses rebanhos.

Viva vencendo o ecumenismo e as alianças profanas!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

19 maio 2017

SRI PREM BABA, MESTRE ESPIRITUAL BRASILEIRO QUE CONQUISTOU SEGUIDORES EM TODO O MUNDO COM UM DISCURSO QUE MISTURA HINDUÍSMO, PSICOLOGIA E AUTOAJUDA

Crédito: Felipe Gabriel

A barba comprida, os dentes brancos, as roupas claras, o tom de voz baixo e o olhar fixo nos olhos do interlocutor – a ponto de causar até certo desconforto. Tudo na figura de Sri Prem Baba evoca um ar místico, espiritualizado. Em seu discurso, não há nada de novo. Mistura filosofias de religiões do oriente com elementos vindos de sua formação hindu, psicologia, psicanálise e autoajuda. Mas fala o que as pessoas querem ouvir, do jeito que elas querem ouvir. Não há julgamento. Há leveza. Prem Baba tem uma personalidade hipnotizante, que o permite soltar uma gargalhada em meio a uma fala sobre dor e sofrimento, sem que esse gesto pareça ofensivo. Brasileiro, nascido em São Paulo, ele viajou para Índia em 1999 e lá encontrou seu guru, um indiano pertencente à linhagem Sachcha, da cultura hindu. Mudou de nome: Janderson de Oliveira virou Sri Prem Baba, que em português significa “pai do amor”. Passou a disseminar suas ideias sobre a busca da felicidade e a cura do sofrimento e atraiu seguidores, entre eles celebridades que ajudaram a torná-lo famoso. Se o chamam de charlatão, ele se pergunta: “Será que eu sou? Estou aberto para o autoquestionamento”. De vez em quando, perde a fé na humanidade, como quando assistiu a um show pela televisão e viu como uma música, considerada por ele nojenta, fazia sucesso. “Mas durou pouco”, diz o mestre, que passa uma temporada em São Paulo para uma palestra no Festival Path, no domingo 7. Todo mundo pode seguir suas orientações? “A grande maioria, sim”, afirma. “Alguns indivíduos estão tão condicionados que já não têm nenhuma abertura. Mas uma pessoa que estiver lendo essa reportagem, se isso chegou até ela, é porque pode.” Abaixo, algumas das lições do guru mais pop do Brasil.


Dinheiro  Sentido

Existe razão para a existência humana? Para Prem Baba, sim, mas as particularidades dessa resposta são individuais. “O propósito de estar no mundo tem relação com quem somos e com os dons e talentos reais que devem ser despertados dentro de cada um.” Perguntar-se por que nasceu e por que acorda todas as manhãs pode não ter uma conclusão imediata, mas investigar os motivos seria, segundo o mestre espiritual, o caminho da felicidade. “Porque muitas vezes a pessoa está vivendo uma vida totalmente artificial, muito distante dela mesma. Vive mentiras no casamento, no trabalho. Faz algo a partir de uma obrigação social para ser aceito, amado, ter poder e fama.” Prem Baba usa uma técnica para ajudar seus seguidores perguntando o que, quando criança, queriam ser ao crescer. “Daí surgem algumas pistas”, afirma. “A pessoa vem ao mundo com a consciência do propósito, mas com o tempo vai se esquecendo, é levada a acreditar que era impossível realizá-lo, que aquilo não fazia sentido, ou que não dava dinheiro, e com isso vai se desviando do caminho.”

Dinheiro


O guru questiona a cultura da acumulação e do lucro, mas não condena ter dinheiro, nem o ato de ganhá-lo e gastá-lo. “Se a pessoa sabe quem é e manifesta isso naturalmente, entra em harmonia com o fluxo da prosperidade”, diz. O problema é colocar a ideia de enriquecer como objetivo maior, é escolher uma profissão que tenha um bom retorno financeiro, mas que, por outro lado, não traga satisfação pessoal. “Em algum momento nós somos ensinados a correr atrás de poder e lucro em detrimento daquilo que de fato nós somos e do que viemos ao mundo para fazer. A pessoa até consegue ter um lugar e se estabelecer, mas a custo de um tremendo sofrimento.”



Relacionamentos

Questionado sobre qual seria a maior angústia humana atualmente, Prem Baba responde sem titubear: “Como me relaciono sem me machucar?” Independentemente de nacionalidade e classe social, é a pergunta que mais tem escutado entre seus seguidores. Vale para relacionamentos amorosos, familiares e de amizade. “Há uma inabilidade geral em se relacionar de uma forma realmente construtiva”, afirma. Nas relações conjugais, principalmente. “As pessoas são dependentes, carentes. Acabam se tornando vítimas de comportamentos destrutivos, forçando o outro a dar algo e, consequentemente, trazendo seu pior para fora.” O primeiro passo é perceber essa dinâmica nociva para o casal e admitir, por mais doloroso que seja, que algo não anda bem.

Autoresponsabilidade


O conceito está presente tanto em religiões milenares quanto na autoajuda. Diz respeito à capacidade de se perceber escolhendo as situações em que se coloca na vida, principalmente as negativas. “Você fala, por exemplo, que quer ter um relacionamento saudável com sua namorada. Mas então por que você faz exatamente aquilo que ela não quer que alguém faça, sabendo que a incomoda? Esse comportamento existe porque estamos condicionados a sofrer”, diz Prem Baba. Se essa atitude não for observada, resulta em uma constante culpabilização do outro pelo próprio sofrimento. “Há pessoas que não têm condições de se autorresponsabilizar por sua vida. Não dão conta de perceber que estão, sim, escolhendo aquele lugar de dor. Por isso, acusam o outro. Essa ideia serve para toda e qualquer fonte de perturbação.”



Tecnologia

Internet, redes sociais, smartphones. A revolução tecnológica que vivemos está servindo como “amortecedor”. “Não podemos usar as redes para fugir de nós mesmos. Devem ser usadas com consciência, como uma ferramenta.” A orientação é impor limites, como falar para si os momentos em que é preciso dar um tempo. “Se ficar o tempo todo conectado, você esquece de si.”

Silêncio


“Absolutamente necessário, fundamental”, nas palavras do guru. Somente quando não há nenhum ruído é que é possível parar para se observar e ficar cara a cara com quem é. “Se você quer encontrar aquilo que nunca morre dentro de você, se quer encontrar aquilo que não se divide, a fonte da felicidade, precisa abdicar alguns instantes da sua vida para o cultivo do silêncio. É a fase zero do processo.” Prem Baba não fala necessariamente de meditação, mas de reservar um tempo sem nenhuma interferência externa. Aos que o buscam para pedir ajuda, orienta começar com um mínimo: reservar apenas um minuto de silêncio e tentar fazer isso antes das principais atividades do dia.

Educar com amor


Os conceitos do guru se baseiam na ideia de que um adulto em sofrimento, que causa mal aos outros, foi uma criança ferida. Psicanálise pura. “As ondas de desamor recebidas na infância são como um espinho cravado na carne, ficam ali e infeccionam. E a forma como ela encontrou pra sobreviver foi ativando esse mecanismo de defesa que eu chamo de maldade.” Foi por notar a dificuldade de os adultos lidarem com o processo de autoconhecimento que Prem Baba decidiu investir na educação infantil. O instituto fundado por ele tem um trabalho com escolas públicas de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, para capacitar professores tendo como base as ideias disseminadas pelo guru, como a prática do silêncio. “Desde cedo, o jovem pode ter a chance de se alinhar com a consciência do propósito, então teremos um mundo melhor lá na frente.” A última lição aos adultos, portanto: dêem mais amor às crianças.

Conheça o mestre brasileiro

109

Quem é

Mestre espiritual da linhagem Sachcha, da cultura hinduísta, tornou-se o primeiro brasileiro a frente de um ashram, uma espécie de monastério, na Índia. Até hoje passa temporadas no templo Sachcha Dham Ashram, na cidade indiana de Rishikesh. Ganhou popularidade ao disseminar seus conceitos no ocidente. Atraiu uma série de seguidores, entre eles atrizes e atores famosos no Brasil, pelos quais é chamado de guru

Quem foi

Nasceu Janderson Fernandes de Oliveira em 1965, no bairro da Aclimação, em São Paulo. Foi batizado na Igreja Católica e criado pela avó, evangélica e benzedeira. Na infância, era fã de Bruce Lee e de artes marciais. Aos 14 anos começou a estudar ioga e, mais tarde, tornou-se instrutor. Formou-se em psicologia. Em 1999, foi para a Índia, onde conheceu o indiano Maharaj Ji, que virou seu mestre. Mudou de nome para Sri Prem Baba (pai do amor) em 2002

O que faz
Passa temporadas no Brasil, onde orienta retiros nas cidades de Alto Paraíso de Goiás e Nazaré Paulista (SP), e na Índia. Dá palestras, chamadas por ele de “satsang” (encontro com a verdade), em várias cidades do mundo, principalmente no Ocidente. Difunde conceitos que se baseiam na necessidade de buscar autoconhecimento e de ter um propósito na vida para a disseminação do amor.

18 maio 2017

A LOUCURA DE MACARTHUR EM SEU LIVRO 'FOGO ESTRANHO'

Resultado de imagem para fogo estranho john macarthur

Como um homem que foi a vida inteira pentecostal e carismático, recomendo que todo líder pentecostal e carismático leia o livro “Strange Fire” (Fogo Estranho), escrito por John MacArthur. Digo isso por que precisamos ver o modo sobre como as condutas “espirituais” bizarras e doutrinas extremadas de alguns no movimento pentecostal e carismático são vistas por aqueles que estão de fora, e que são usadas para fustigar o movimento inteiro.
É bem verdade que não temos feito um bom trabalho na hora de lidar com esses problemas internos. Por isso, não duvido que Deus tenha levantado uma voz que é fundamentalmente oposta ao movimento pentecostal e carismático para lidar com esses extremos. Se ele usou um rei pagão da Babilônia para disciplinar Seu povo em Israel pelos pecados deles (veja Jr. 25:8-11), por que Ele não poderia usar um cruel pregador fundamentalista para apontar nossas falhas?
Entretanto, o livro mais recente de MacArthur não representa uma busca honesta pela verdade. É óbvio que a mente dele já estava feita quando começou a pesquisa de “Strange Fire,” e evidentemente achou o que estava procurando. Ele apresenta um raciocínio circular, começando com uma premissa falha e prossegue com indícios casuais seletivos que determinam antecipadamente o resultado.
Ele inicia mostrando sua fidelidade ao cessacionismo, isto é, a crença de que os dons miraculosos do Espírito Santo foram removidos da igreja depois da morte dos 12 apóstolos e a consequente conclusão dos livros do Novo Testamento. Sendo este o caso, na opinião dele, as expressões modernas de dons espirituais são absolutamente falsas. Ele então utiliza os indícios casuais seletivos para sustentar sua suposição, que o leva de volta a seu ponto de partida da cessação dos dons.
Parece que MacArthur quer acreditar somente no pior do movimento sobre o qual ele escreve. Às vezes senti que ele estava embelezando o que era mau a fim de torná-lo pior. Por exemplo, para ele, Oral Roberts não era um irmão cristão com quem ele tinha profundas diferenças, mas um herético que provocou muitos danos ao Corpo de Cristo — “o primeiro curandeiro fraudulento a capturar a TV, abrindo o caminho para o desfile de charlatões espirituais que vieram depois,” escreveu MacArthur.
Não tenha a menor dúvida disso: a determinação de MacArthur não é corrigir um setor do Cristianismo com o qual ele discorda; a meta é destruir um movimento considerado por ele como falso, herético e perigoso.
MacArthur não está ciente, ou propositadamente ignora, a evidência histórica em favor da continuação dos dons miraculosos do Espírito. Ele ignora declarações claras de Pais da igreja como Justino Mártir, Irineu, Tertuliano e Agostinho sobre curas e milagres na época deles. MacArthur chega a ponto de usar a declaração de Agostinho sobre línguas sendo “adaptadas aos tempos” como um argumento de que os dons haviam cessado. No entanto, ignora as obras posteriores do mesmo Agostinho, inclusive Retratações, em que este reconhece a permanente atuação miraculosa do Espírito e conta de milagres sobre os quais tinha tomando conhecimento pessoalmente.
Além do mais, o argumento bíblico de MacArthur em favor da cessação dos dons, também é muito fraco. Ele se apoia principalmente em Efésios 2:20, onde Paulo disse aos crentes de Éfeso que eles estavam sendo edificados na fundação dos apóstolos e profetas. Então argumenta que o dom do apostolado era apenas para o período da fundação da igreja, que na mente dele, é o primeiro século. Continuando, ele diz que os outros dons do Espírito cessaram com o dom apostólico.
Isso, na melhor das hipóteses, é um raciocínio torcido que vai além do que o texto realmente diz. O que Paulo quer nessa passagem não é ensinar o cessacionismo, mas mostrar a fé comum dos crentes gentios e judeus em que ambos estão edificados no mesmo fundamento, que é o próprio Jesus, e tanto os escritos do Antigo Testamento (profético) quanto do Novo Testamento (apostólico) dão testemunho desse fato.
Em resumo, nós que abraçamos a obra permanente do Espírito Santo na Igreja e no mundo, não precisamos nos acovardar nem fazer concessões em nosso compromisso por causa do livro Strange Fire. Ao mesmo tempo, devemos ser diligentes para lidar com os erros e extremismos que sempre se infiltram em qualquer movimento cheio do Espírito, quer seja na igreja em Corinto, no metodismo inicial ou no moderno movimento pentecostal.

Título original: The Strange Fire of John MacArthur.

17 maio 2017

110 MAÇONS ILUSTRES DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL (GOB)

Uma galeria de grandes nomes que foram e/ou ainda são pertencentes á Maçonaria
macog 1 ademar
1. Ademar de Barros (Ex - Governador – SP)
macog 2 alceu
2. Alceu Collares (Ex-Governador – RS)
macog 3 aldo
3. Aldo Rebelo (Político)
macog 4 Aleijadinho
4. Aleijadinho (Gênio Barroco)
macog 5 pazzianotto
5. Almir Pazzianotto (Ex-Ministro - Governo Sarney)
macog 6 alvarenga
6. Alvarenga e Ranchinho (Dupla Caipira)
macog 7
7. Álvaro Dias (Senador – PR)
macog 8
8. Antônio Carlos Magalhães (Ex-Governador – BA)
macog 9 palocci
9. Antônio Palocci (Político)
macog 10 maua
10. Barão de Mauá (Político e Industrial)
macog 11 rio branco
11. Barão do Rio Branco (Diplomata)
macog 12 basilio
12. Basílio da Gama (Escritor)
macog 13 benjamim
13. Benjamin Constant (O Pai da República)
macog 14 bento
14. Bento Gonçalves (Revolucionário Gaúcho)
macog 15 bob
15. Bob Nelson (Cantor)
macog 16 campos
16. Campos Sales (4º Presidente do Brasil)
macog 17 gomes
17. Carlos Gomes (Compositor Clássico)