27 agosto 2014

CONSELHO DE PASTORES DE SUZANO EMITIU UMA ESCRITURA ESPIRITUAL DE COMPRA DA CIDADE CUJO VENDEDOR É O DIABO


Falta-nos palavras para relatar o que sentimos diante do que vimos.  Para nossa tristeza e vergonha o Conselho  de Pastores da Cidade de Suzano, emitiu uma "escritura espiritual" de compra da cidade cujo vendedor é o diabo.

O Conselho de Pastores de Suzano (CONPAS), cidade da Região Metropolitana de São Paulo, publicou um vídeo em que divulgam a “compra” da cidade através da leitura de uma “escritura espiritual”.
A cerimônia foi realizada no último dia 11 de agosto na praça João Pessoa, no centro da cidade, e o pastor responsável pela entidade, Deusdete Timóteo Amâncio Júnior, leu um documento em que “o reino das trevas” vendia a cidade para “a igreja”.
“Queridos, nós sentimos a direção de comprar Suzano para Jesus. Comprar as vidas que ainda não foram redimidas pelo sangue de Jesus. E nós fizemos uma Escritura de compra e venda”, diz o pastor.
No Facebook, o Conselho de Pastores de Suzano publicou que vem realizando uma campanha de oração na praça central da cidade, com 15 dias de reuniões de intercessão por um avivamento e conversão de almas.
“Escritura pública de venda e compra espiritual que outorga o reino das trevas, outorgante, como vendedor à igreja de Jesus Cristo em Suzano, como compradora, no valor equivalente à salvação das vidas que habitam no município ainda não redimidas, e da terra, tudo que nela há”, lê o pastor, na “escritura espiritual”.
Na sequência, o pastor afirma que o “direito espiritual de compra decorrente do reconhecimento, arrependimento e confissão dos pecados da outorgada” é garantido pela passagem bíblica de 2 Crônicas 7:14, “que diz ‘Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados, e sararei sua terra’”.
O pastor termina afirmando que o “negócio que estava sendo feito” era a compra de “todas as vidas” da cidade, além do comércio, indústrias e riquezas naturais da cidade. “Só podemos comprar Suzano, amém? Não vamos comprar nenhuma terra do vizinho”, comenta o pastor.
Veja o vídeo:
Logo após a repercussão do 'ato profético', o canal no Youtube do Conselho de Pastores da cidade de Suzano resolveu retirar o vídeo do ar. Mas, como eu tinha-o salvo em meu pc, postei-o para verem.
Fonte: O temporas, ó mores
Comentário de Wáldson: Quer dizer então, que os pastores fizeram um negócio com o diabo? Compraram dele, uma Cidade que não é dele? Como fica então o Sl.24:1?

Só queria saber se pelas almas não redimidas, estes "pastores" estão dispostos a morrer, tal qual Jesus Cristo. Não, claro que não! Este teatrinho só serve mesmo para alimentar crenças sincréticas de um povo dito evangélico, que sequer conhece o seu Deus. Se conhecessem (Jr. 9:23,24; 22:16), entenderiam que o que estes falsos profetas praticam são atos dignos de um anticristo.

Diante disso, se eu não visse o vídeo,  não acreditaria: não é apenas um pastor, mas o Conselho da cidade. Da para se saber quão grande é o conhecimento bíblico do Conselho e dos demais!!

Definindo: bizarrice, loucura, falta de conhecimento biblico, e amizade com o diabo.

Viva vencendo as sandices 'gospeis' e não as aceite nem as imite!!!

Abraços.

Seu irmão menor.


DISCERNINDO O IMPÉRIO DAS TREVAS

Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.
Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.
Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.
E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis, se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro.
(Cl. 1:13-23)
Não existe nenhuma magia no evangelho; não existe nenhum tipo de complexificação extraordinária. Ele é simples, e o poder dele está na simplicidade da verdade, na verdade simples; porque tudo aquilo que, de fato, seja verdadeiro, é simples; e o que é, de fato, essencialmente simples, podem ter certeza, é verdade.
O que Paulo diz aqui, para a maioria de nós, no curso dos anos, tem sido entendido como aquilo que, de fato, ele não disse. Porque quando se ouve dizer que, em Jesus (que aqui Paulo chama simplesmente de “Ele”), “Ele nos libertou do Império das Trevas, e nos transportou para o reino do filho do seu amor, então, esse Ele é o pai, esse Ele é o filho, esse Ele é o Espírito Santo, esse Ele é Deus, esse Ele é o “EU SOU“…
E nos libertou do Império das Trevas e nos transportou para o reino do filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. E aí Paulo diz: “Quem é Ele?“. E constrói esse cântico extraordinário, essa declaração de amor e de adoração sobre a percepção espiritual que ele tem acerca de quem é Jesus e do que Ele fez, e da completude absoluta do que Ele veio realizar, cuja finalidade é reconciliar todos e todas as coisas com o Pai por meio do sangue da sua cruz. Só que quando a gente ouve isso inicialmente, geralmente a gente pensa no que não está dito. Porque durante séculos, o que a Igreja e seus mestres e doutores nos ensinaram criou um equívoco essencial acerca da afirmação desse texto do apóstolo Paulo.
Por quê?
Porque logo, logo, no curso do cristianismo, se desenvolveu a doutrina perversa, maligna, pagã, idolátrica e diabólica de que fora da igreja não há salvação, considerando-se que quando se falava em igreja, se estava falando na instituição que tinha hierarquia — fosse o Papa católico, fossem bispos ou pastores em qualquer que seja outro tipo de manifestação cristã. Mas de qualquer modo, igreja significava o ambiente espaço-temporal constituído pelo templo, ou, na melhor das hipóteses, a agremiação, a confraria caracterizada por aqueles que tinham assinado, com seus nomes, um atestado de membresia, tendo recebido um batismo, “devidamente” ministrado por um sacerdote “superior” aos demais homens porque ele, o sacerdote, fazia parte do estado clerical do mundo sacerdotal, enquanto nós éramos apenas o povo.
Desse modo, se instituía o mesmo paradigma da religião da terra, das religiões dos povos, nas quais há ou um pajé ou um sacerdote ou um Xamã — uma figura supostamente imantada com poderes especiais, a qual faz a mediação e a conexão entre o povo alienado e as divindades exigentes. Ele, o sacerdote, é que conhece os ritos, ele é que conhece as mandingas, ele é que conhece as manobras, ele é quem sabe e discerne as mecânicas espirituais, ele é quem sabe quais são as poções…
E é desse mesmo espírito pagão que vem a herança do cristianismo, de fazer de certos indivíduos pessoas especiais, sacerdotes que, supostamente, têm uma vinculação melhor e maior com Deus, cuja oração é mais bem ouvida e cujo entendimento é superior ao de qualquer outra pessoa, de tal modo que, conquanto nós não o chamemos de pajé ou de Xamã, pajé e Xamã é o que ele — o sacerdote — é para nós!
E a igreja é a oca, é o gongá, é o altar, é a fisicalidade onde esses mistérios ocultos, por um favor — que não chega a ser favor, porque é adquirido, pela lealdade ignorante e burra dos fiéis — onde, em razão dessa realidade, esse indivíduo, supostamente, abre alguns segredos da divindade pra nós. E esse lugar descrito, com esse pajé, com essa figura, com essa estrutura, com essa hierarquia, com esse corpo de doutrina, é aquilo que se convencionou chamar de igreja; portanto, fora desse ambiente, fora dessa gestão, fora dessa pirâmide, fora do âmbito e do controle dessa ingerência sacerdotal, “não existe salvação”.
Isso foi o que os teólogos católicos determinaram há muito séculos, e foi o que o protestantismo, no início, negou, mas com o passar do tempo, se rendeu à mesma coisa: não se concebe isso de outro modo, por exemplo, em qualquer que seja a versão do cristianismo; seja ela, por exemplo, entre nós, a do catolicismo estrutural, piramidal, eclesiástico, seja a do mundo evangélico, onde não há papa, mas há milhares de “papinhas”; na qual não há papa, mas há apóstolos mais surtados do que os papas mais enlouquecidos. Ali também se pratica a mesma coisa: se o indivíduo não estiver presente numa reunião de domingo à noite, ou se ele se ausentar por quatro domingos seguidos, ele começa a estar “desviado”. Se ele disser que crê em Jesus, mas não for batizado, “uma obra não foi completada na vida dele”, de modo que Jesus pôde dizer ao ladrão que ao seu lado morria na cruz: “Hoje mesmo estarás comigo no paraíso”, mas a esse indivíduo que a igreja não batizou, ela declara que, sem batismo, não haverá essa salvação nem essa graça!
Por mais que, doutrinariamente, se diga o oposto, na prática, é isso que se instila na alma das pessoas, o que gera toda sorte de culpa, de tal modo que a afirmação de Paulo de que Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor “significa” que Ele nos tirou dos nossos amigos, das nossas amizades, dos nossos relacionamentos, dos gostos que a gente tinha, dos bares que a gente freqüentava, das festas que a gente achava gostosas, das músicas que nós apreciávamos, dos cantores e compositores nos quais nós nos deleitávamos; Ele trocou nossa roupa, o nosso biquíni por um maiô bem grande — um “burquíni” ao estilo iraniano —; Ele me libertou do batom, Ele me libertou do brinco, Ele me libertou das amizades gargalhentas que um dia eu tive… E agora Ele me colocou no “Reino do Filho do seu amor”, onde eu dou tudo o que eu tenho, o que eu posso e o que eu não posso; onde eu me mato e me esfolo; onde eu me entrego de maneira desesperadamente culpada; onde a minha ausência pode significar uma tristeza profunda e mortal para Deus, por isso eu tenho que comparecer pela “fragilidade” do Todo-Poderoso; do contrário, a minha ausência O seca!
Essa é a salvação “cristã”!
Só pode ter sido proposta pelo Diabo!
E foi nesse espírito que a maioria de nós viveu e vive. Carregando a basicalidade desse espírito pagão, sob o tacão dessas potestades perversas, disfarçadas de anjos de luz e acachapando a alma da maioria de nós!
A pergunta é: O que Paulo queria dizer quando ele disse que Ele nos libertou do Império das Trevas e nos transportou para o reino do filho do seu amor, no qual temos a rendição e a remissão dos pecados?
Obviamente ele não tinha em mente nenhuma dessas coisas que acabaram empedrando e engessando fixando e matando esse texto, fazendo dele apenas uma letra que indica um endereço, que indica um horário de culto, que indica uma autoridade supostamente espiritual que nos toma pela mão e que nos mantém num estado de imbecilidade crônica pra nossa própria “salvação”!
O que Paulo queria dizer?
Que movimento é esse? De nos libertar do Império das Trevas e nos conduzir para o Reino do Filho do seu Amor? Esse é um movimento geográfico? É um movimento cultural?
O que isso significa? Rupturas fraternas? Alienação do planeta? Evasão do mundo?
O que isso significa? Que nós vamos mudar nosso guarda-roupa? Que nós vamos assimilar o processo de clonagem da religião, de tal modo que, em nós, não haverá nenhum processo de individuação; pelo contrário, significa que todos nós seremos absorvidos na massa clonada, e quem quer que mantenha e conserve a sua própria identidade, pela sua própria identidade já se desviou do corpo e da totalidade que não tem nada a ver com o evangelho de Jesus, mas tem a ver apenas com a corporificação de um grupo sob controle e tirania do Império das Trevas disfarçado de Reino do Amor de Deus?
O que Paulo queria dizer?
Que movimento é esse?
Primeiro é preciso que a gente se lembre de que quando Paulo falou de império, ele estava falando sobre o Império Romano. Essa era uma palavra sacrossanta do ponto de vista político. O Império Romano era adorado, e o imperador era considerado a encarnação da divindade. Usar a palavra império com a conotação negativa e de trevas que ele usa já é, em si, uma denúncia de natureza político-espiritual! Já carrega o germe da subversão.
Todavia, obviamente Paulo não estava preocupado em criar qualquer tipo de sublevação política ou de subversão nesse nível, porque a missão do reino de Deus é muito mais profunda do que qualquer que seja a ação política terrena. Desculpem-me os apaixonados pelo engajamento político, que tem sua hora e sua necessidade, mas para Paulo isso era coisa ainda de uma mente que não tinha enxergado o significado da guerra mais profunda e da luta mais radical e visceral que se trava no universo e que tem a ver com mente de cada ser humano.
Ele nos libertou do império das trevas! Dizer isso, debaixo das barbas de Nero, ou antes dele, de Calígula, era algo extremamente perigoso! Porque podia ser interpretado como uma vocação e um chamado para a separação radical; para não ter nenhum tipo de contato com qualquer que fosse a sociedade caracterizada pelo domínio romano.
Mas Paulo era discípulo de Jesus, e Jesus orou ao pai dizendo: “Eu não peço que os tire do mundo, mas que os livres do mal”. Paulo era discípulo de Jesus, que disse: “Vós sois o sal da terra.” Portanto não é para haver evasão, é pra se imiscuir.
Paulo era discípulo de Jesus, e Jesus disse que ninguém acende uma luz para colocá-la sob o alqueire, mas no velador, para que ilumine a todos os que entrem na casa.
Portanto, em Jesus, não há nenhum convite à evasão, à fuga, à alienação; e se é assim, prevalece e perdura a questão: O que Paulo estava querendo dizer quando fala dessa retirada, desse êxodo do Império das Trevas, com uma transportação pro Reino do Filho do amor de Deus? O que ele queria dizer? Onde acontece esse movimento? Em que ambiente ele se dá?
Como qualquer outra coisa no evangelho, esse movimento só se dá no coração! Porque Jesus disse: “O reino de Deus, acerca dele não se dirá, ei-lo aqui, ou ei-lo ali, porque ele não vem com visível aparência, porque o reino de Deus está dentro de vós.”
Assim também é com o império das trevas! Se o reino está dentro de nós, o império das trevas acontece dentro da gente também!
A gente preferiria mil vezes que o império das trevas tivesse uma geografia, porque ficaria muito mais simples dizer: “Eu não pego nisso aqui! Eu não piso nessa fronteira, porque ela é pervertida, é promíscua.”
É muito mais simples transformar a espiritualidade em fisicalidades, em fronteiras, em realidades objetais do que ter que olhar e trabalhar com as categorias da percepção da consciência acerca de um mundo de sentimentos, de entendimentos e de invisibilidades, onde ou a gente olha para dentro com coragem ou a gente não enxerga nada!
É extremamente mais simples demonizar geografias do que enxergar as realidades existenciais demoníacas presentes no coração da gente.
É muito mais fácil tratar com o despacho da macumba na esquina do que verificar a quantidade de vodu que a gente carrega na alma.
Aí o indivíduo diz: “Eu era do candomblé, da macumba, e agora eu sou da igreja de Jesus! Aleluia!” — mas trocou apenas de potestade, porque se não mudou nada no coração, ele continua debaixo da mesma macumbaria!
O império das trevas está aqui, dentro de nós! Você não precisa procurá-lo em Manhattan, nem na “Boca do Lixo”, nem nos bordéis de São Paulo. O império das trevas está aqui, no coração da gente! E o próprio Paulo descreve, em Efésios, quais são as camadas de dominação desse império na interioridade humana, como ele funciona e quais são as suas mecânicas, quando afirma, em efésios 2, o que nós todos sabemos de cor, mas não discernimos com o coração, e que diz:
Ele nos deu vida estando nós mortos nos nossos delitos e pecados, nos quais todos nós andamos outrora segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência.
Essa é a constituição do império das trevas! Tem a ver com manter a mente num estado de harmonia com o fluxo do mundo!
E que estado de harmonia é esse com o fluxo do mundo, senão que o nosso entendimento nasceu morto para o discernimento da verdade e entregue, de maneira marionetada, ao fluxo das coisas que acontecem e que para nós são como são — e, portanto, nós fazemos parte dela, e pergunta alguma temos a fazer, senão entregarmo-nos a esse levar diluviano que nos carrega de morte em morte, de dor em dor, de angústia em angústia, de ódio em ódio, de ira em ira, de sentimentos perversos em sentimentos perversos, de competitividade animal em competitividade animal, de instintualidade em instintualidade, sem jamais termos a possibilidade de vermos a consciência prevalecer conforme a lei do amor, abrindo o pacote da nossa existência e perguntando pelo nome de cada demônio que se instalou no nosso entendimento como valor e como conceito cultuado por nós e que precisam ser desinstalados de nós? Do contrário, instaura-se em nós o domínio do império das trevas.
O buraco é mais embaixo, você está entendendo?
É fácil expulsar demoninho da esquina! Dar chute em galinha morta! Virar prato de farofa em nome de Jesus! Isso é uma tranqüilidade! Eu quero ver é você ter coragem de encarar a macumba da sua alma! E essa macumba é feita de muitos elementos!
Se bem-aventurados são os humildes de espírito, emacumbados são os arrogantes!
Se bem-aventurados são os misericordiosos, feiticeiros no coração são os implacáveis!
Se bem-aventurados são os mansos, demoniacamente existenciais são aqueles em cujo coração existe apenas a vontade e o rompante de partir para o trucidamento do outro!
Se bem-aventurados são os que têm fome e sede de justiça, demonizados são os acomodados, indiferentes e dessensibilizados, que passam pela existência sem nenhum tipo de sentimento para com a vida!
Se bem-aventurados são os pacificadores, malditos são aqueles que existem para a intriga, para a contenda, para a provocação da inimizade, para a construção de fossos entre as pessoas!
Se bem aventurados são os perseguidos por causa da justiça, malditos e filhos do império das trevas são aqueles que por toda a injustiça conseguem passar ilesos pela existência, alimentando-se de maldades e maldades!
Se o filho do reino de Deus é aquele que aceita ser sal da terra e se diluir na massa da existência perdendo a importância da visibilidade, se dissolvendo no todo para dar gosto à vida sendo sal da terra, emacumbado é aquele que não se entrega, que não se dá, que não se dissolve na graça que o transformaria num ser que tempera a vida com amor, sendo ele aquele que, aonde chega, amargura o que existe á sua volta.
Se os filhos do reino são luz do mundo, os que estão no império das trevas são os promotores da luz negra da mentira e do engano.
Se os filhos do reino são aqueles que não resistem ao perverso; ao contrário, sem que o temam, todavia o confrontam em amor, naquele amor corajoso, que não retrocede mas não mata, os filhos do império das trevas são aqueles que carregam dentro de si o ânimo homicida.
Os filhos do império das trevas são aqueles que, em causando mal, assistem-no como obra de desconstrução do próximo até mesmo ao ponto e ao estágio no qual o próximo seja considerado raca, ou seja, nada! Vacuidade! Coisa alguma! Zero à esquerda! E não têm qualquer ânimo de restaurar esse ser; ao contrário, permitem que ele caminhe dessignificadamente o seu caminho enquanto eles próprios gozam o gozo do orgasmo da perversidade de terem dessignificado o outro ser humano!
Se os filhos do reino são chamados a não julgar, os filhos do império das trevas são juízes togados!
Se os filhos do reino são chamados a não jogar pérolas aos porcos; ao contrário, a terem o bom senso da sabedoria e saberem o modo, o meio, a hora e o tempo, os filhos do império das trevas são só impulso, só ação animal, sem discernimento algum!
Se os filhos do reino são aqueles que têm consciência de que o ambiente do coração é onde todas as coisas se instalam, de tal modo que o indivíduo pode nunca ter “pulado a cerca” pra trair a mulher ou o marido com ninguém do ponto de vista físico, mas se no coração ele é habitado por um bordel de fantasias, e justamente por isso ele cuida do seu próprio coração, os filhos do império das trevas pensam o seguinte: “Eu só serei, de fato, otário, se for flagrado com a boca na botija!”
O império das trevas é feito de religiosidade de aparências, de esmolas dadas e de trombetas tocadas para que se chamem atenção sobre elas!
O império das trevas é feito daquela atitude que confunde a consciência da confiança em Deus como pai misericordioso e, ao contrário disso, pensam que pelas vãs repetições se conquista alguma coisa numa barganha oral com Deus.
Se os filhos do reino são aqueles que caminham sem se impressionar de modo algum com aparência; ao contrário, procuram verificar o significado e a natureza de qualquer que seja o ente, o ser ou mesmo a semelhança de uma árvore pelo fruto que ela produz, os filhos do império das trevas são aqueles que acham que a imagem é tudo, e que se eles conseguirem se vestirem de ovelhas, ainda que dentro da alma eles carreguem um lobo, felizes eles são por enganarem os otários que os servem!
Se os filhos do reino são aqueles que não usam do nome de Jesus apenas como um nome de poder, mas querem estar sob Jesus, com a consciência transformada por Ele, tendo no entendimento as palavras do amor de Deus, inscritas pelo Espírito Santo, ao contrário de simplesmente apresentarem fachadas performáticas e de interpretações apenas emblemáticas e que não guardam nenhuma correspondência com as verdades do coração…
Se os filhos do reino são esses para os quais o que vale é o significado do que foi produzido dentro e que aparece como fruto do lado de fora, e para quem o nome de Jesus não é um “nome de poder”, mas a consciência da Pessoa eterna e absoluta sob a qual eu me coloco em submissão, para os filhos do império das trevas, o que vale é a imagem, o que vale é o resultado; não vale o que está certo, só vale o que dá certo, de modo que eles podem usar o nome de Jesus, pra expulsar demônios, realizar milagres, profetizar… E eles não estão nem um pouco preocupados se conhecem Jesus ou não, ainda que, no final, eles próprios venham a ouvir da boca de Jesus: “Eu nunca vos conheci!”
O império das trevas é feito de escravidão, por isso é que se diz que Ele vos libertou do império das trevas e vos transportou para o reino do filho do seu amor no qual temos a redenção, porque a redenção é o que se dá ao escravo! É escravidão ao ódio, é escravidão aos direitos animais, é escravidão à lei do poder estabelecido sobre o fraco, é escravidão a vontades, a pulsões, a instintos, a caprichos que vilipendiam e passam por cima da realidade da própria consciência do indivíduo, que com o passar do tempo se cauteriza e morre! É escravidão ao medo da morte, que é o que gera esse frenesi angustiado de uma existência que quer apenas consumir, consumir, consumir, porque o pânico da morte incita o indivíduo a se entregar de maneira absolutamente escravizada a qualquer que seja o impulso e o capricho, porque ele chama isso de “sorver a vida enquanto é tempo”!
E aí eu quero perguntar a você, apesar de ter levado aquele batismo, com mais água ou menos água, com aspersão ou um caldo batismal: Você está onde, meu irmão, dentro de você?
Apesar de vir tomando, há anos, esse lanchinho eucarístico; há tantos anos, esse pãozinho e esse cálice, você está onde, meu irmão, dentro de você?
Apesar de ter aprendido todas essas canções de guerra, que dizem que você pisou na cabeça do diabo, dos inimigos todos, a pergunta é: Você está onde, meu irmão, dentro de você?
Qual o espírito que prevalece dentro de você, meu irmão?
Por isso, neste momento, sem ilusão, sem fachada, sem brincadeira, eu quero apenas que você pergunte se, de fato, você foi libertado do império das trevas! Porque a maioria dos cristãos que eu conheço não foi! Eles continuam seguindo o curso deste mundo, porque eles caíram naquela ilusão de que o curso deste mundo tem a ver com a esteticidade das coisas; então, se eles se vestirem de maneira feia, eles romperam com o mundo; se eles desconsiderarem o corpo, eles romperam com o mundo; se eles não freqüentarem mais lugares de que antes eles gostavam, eles romperam com o mundo; se eles controlarem o gosto e a vontade de gritar GOOOOLLLL! com alegria, numa possível reviravolta Corintiana, eles romperam com o mundo!
É esse o estado de libertação do império das trevas que você, idiotadamente, achou que conquistou?
Enquanto isso você pisa, enquanto isso você mata, enquanto isso você odeia, enquanto isso você carrega espírito homicida no coração, enquanto isso você torce alegremente pela desgraça das pessoas, sem saber que você ainda é filho do “Cão”!
Está chocado com o que eu falei?
Este é o evangelho! Ele não está na epiderme! Ele não é uma tatuagem no corpo! Ele não é um amuleto pra carregar no peito! Ele não significa rupturas simples e culturais! Ele mexe é com as entranhas da gente! A revolução dele é desinstalar o entendimento da morte, desinstalar o fluxo deste mundo e instalar, em nós, o espírito da renovação permanente da mente buscando não conformação com este aeon, com este século, mas, ao contrário, nos transformarmos pela renovação da nossa mente conforme o significado da verdade encarnada por Jesus.
Do contrário, entre em todas as correntes e você ficará mais amarrado; pode entrar em todas as filas de cai-cai, porque você vai continuar onde você está mesmo, caído e erguido na presunção de estar em pé sem saber que você é apenas um ser rastejante do império das trevas!
E a sutileza é enorme, porque a gente vai sendo conduzido pelo príncipe da potestade do ar, pensando que é o anjo Gabriel! Vai sendo levado por um panteão de demônios, escondidos atrás de simbologias cristãs que simplesmente empurrão a nossa existência para um ambiente de escuridão, de medo, de temor, de fobias, de angústia, ou revoltado contra a própria dor que sente, e acaba servindo a Deus com ira! E como não podem se irar contra Deus e com Ele brigar, transformam sua raiva de Deus em ortodoxia contra os irmãos, e ainda dizem: “Eu estou liberto!”
PALHAÇADA!
Eu não sei o que você pensa de mim, mas eu sei o que eu penso de mim. O que eu penso de mim é o que eu penso acerca do evangelho. Eu nasci e estou aqui nesta terra, para, em nome de Jesus, lhe dizer que esses demônios da religião que vêm cegando o entendimento dos incrédulos, colocando a gente no fluxo do mundo carregando cruzes com simbologias cristãs, mas que escondem a grande macumba e a grande feitiçaria… Isso está desmascarado em nome de Jesus!
E você pode sair daqui com o auto-engano que queira, mas nunca mais vai dormir em paz, porque eu sei que o poder do Espírito Santo vai fazer a minha voz ecoar na sua alma até o fim da sua vida!
E TENTE DORMIR COM ESSE BARULHO!
Tente dormir com ele, porque eu sei que poderoso é aquele que está falando por meio de mim!
Porque é a palavra da verdade que eu estou dizendo aqui. E eu a digo nas entranhas do inferno, ou em qualquer outro lugar, sem medo de potestade nenhuma, porque elas estão desmascaradas!
Ele nos libertou do império das trevas, mas Ele só nos libertou do império das trevas se as trevas saíram da nossa mente; se nós, de fato, tivermos trocado a lei dos poderosos e da prevalência dos mais fortes pelos mais fracos pela lei da graça.
Só teremos sido libertos do império das trevas e transportados para o reino do amor de Deus se no nosso coração aquilo que antes era elevado como glória diante dos homens se tornou abominável, e a nossa escolha é a escolha da simplicidade das coisas essenciais às quais Jesus chama de vida; do contrário, nós continuamos no império das trevas.
Eu sou filho do amor de Deus e sou cidadão desse reino de amor se o único dogma da minha vida for amor, pois o único dogma do reino de Deus é amor, porque Deus é amor.
Eu fui transportado do império das trevas para o reino do filho do seu amor quando eu reconheço que eu sou filho da graça do favor imerecido, da bondade incomunicável, da misericórdia eterna, que só é constatável pelo fato de que ela se renova toda manhã, mas eu mesmo não consigo explicar, tamanho o poder de auto-renovação. Eu apenas aceito, sem entender, tamanha graça, e porque eu aceito que fui aceito, e aceito que fui incluído sem razão nenhuma para o ser, e transformo isso no mesmo espírito de inclusão, de aceitação, de perdão, de misericórdia pra com o meu próximo, eu fui transportado pro reino do filho do seu amor; do contrário, não!
No reino do filho do seu amor nós temos redenção. A nossa e a redenção que a gente oferece aos outros.
Nós somos aqueles que queremos ser redimidos e não queremos redimir ninguém! Mas quem foi redimido pelo filho do amor de Deus, redime o próximo.
Quem confessa que teve uma multidão de pecados perdoados cobre uma multidão de pecados.
Quem gosta de ver a boca do diabo silenciada sem mais nenhuma condenação ou acusação, porque, pela fé, está oculto em Deus em Cristo Jesus, esse mesmo não tem nenhum prazer na difamação de qualquer acusação contra quem quer que seja.
QUEM ODEIA SATANÁS TEM QUE DEIXAR DE SER SATANÁS NA VIDA DO SEU PRÓXIMO!
Quem diz: “Diabo, tu estás repreendido!”, antes de dizer isso ao Diabo, deve dizer isso ao diabo que existe nele próprio.
Diabo = diábolos = divisão
Satanás = adversário
O grande satanás a ser combatido e enfrentado não é aquele que vem de fora pra dentro, é aquele que se constitui em psiquismo, em direito, em personalidade, em individualidade, em constituição do ser, e que habita você e responde pelo seu próprio nome! Batizado e tudo!
No reino do filho do seu amor, nós temos a redenção. Se nós temos a redenção, nós compartilhamos redenção!
No reino do filho do seu amor, se tem lugar pra mim, podem ter certeza, tem lugar pra todos! E no dia que eu disser que tem lugar pra mim, mas não tem lugar pra todos, nesse mesmo dia, eu estou de fora sem saber! Porque no reino do filho do seu amor, nós temos a redenção; e se ela é minha, ela é nossa, ela é de todos. Porque a intenção de Deus é que por meio do sangue da sua cruz, Ele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer nos céus, quer sobre a Terra, e até nós mesmos, que outrora éramos inimigos no entendimento e pelas nossas obras malignas, mas que agora fomos reconciliados por meio da sua carne, pelo sangue da sua cruz, se é que permanecemos firmes na nossa mente não nos afastando do evangelho, que nós ouvimos, e nem nos deixando ludibriar nem que seja por um anjo de luz!
Se você veio de casa e chegou aqui querendo ouvir uma coisa espetacular, não venha nunca mais me ouvir; eu não tenho nada espetacular a dizer; o meu único espetáculo é o da cruz. Vocês nunca vão me ver pulando no chão nem plantando bananeira; eu não tenho o dom da lagartixa, não recebi o dom de cão. Falo em línguas no meu quarto, e ninguém nunca me viu fazendo disso um espetáculo público. Se você gosta do circo da perversidade religiosa, não venha me ouvir, porque eu não tenho performance nenhuma a lhe oferecer!
A verdade é simples, simples é a verdade; agora, ela tem o poder de mudar a mente da gente. De transportar a gente da sutileza desse império psicológico-espiritual, que muitas vezes se disfarça, se camufla de religiosidades, de simbologias que nós chamamos de coisas relacionadas a Deus, mas que são apenas os mantos da mentira para que tudo continue exatamente entrevado dentro de nós!
Se esse é o espírito, se essa é a vontade, se essa é a decisão de não conversão, então fique sabendo: continue “cristamente” no império das trevas. Continue carregando cruzes e cruzes pro Diabo! Continue em sucessões de moveres e de batismos eternos que não transformam a mente, não mudam o coração e não alteram o entendimento.
Agora, isso tudo só para concluir, aqui mesmo em Colossenses 2, onde Paulo nos diz algo. Eu era menino e esse texto entrou na minha alma aos 18 anos de idade:
Nós fomos libertos do império das trevas e fomos transportados para o reino do filho do amor de Deus, porque nEle nós fomos sepultados. Juntamente com Ele nós fomos sepultados no batismo da morte, no qual igualmente nós fomos ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que ressuscitou a Jesus dentre os mortos. E a vós outros que estáveis mortos pelas vossas transgressões, vivendo a cidadania do império das trevas, e pela incircuncisão da vossa carne Ele vos deu vida, perdoando todos os nossos delitos, tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, Ele removeu-o inteiramente encravando-o na cruz, e despojando os principados e as potestades do império das trevas e que tem o seu poder na nossa consciência, tem o seu poder na culpa latente em nós, tem o seu poder na nossa dívida pra com a Lei, tem o seu poder na nossa justiça própria arrogante que pretende se autojustificar, tem o seu poder justamente nesse espírito de acusação que paira sobre a nossa vida, em razão da certeza que todos nós temos de que nós estamos aquém e muito aquém e absolutamente aquém da santidade de Deus! Mas quando, pela fé no que Jesus fez, nós cremos e assumimos, pela fé, o que está feito e consumado, e sabemos que todo escrito de dívida que havia contra nós foi rasgado na cruz por Jesus, e com Ele todas as ordenanças que nos eram prejudiciais, porque Jesus removeu todas essas coisas inteiramente encravando-as na cruz, aí então, cessa o império das trevas em nós. Porque nesse dia, nessa hora, nesse momento existencial, em fé no nosso coração, Ele despoja os principados e as potestades, e como o fez na cruz, o faz hoje, ante os nossos próprios sentidos e consciência, publicamente os expondo ao desprezo, triunfando sobre eles na cruz, na nossa vida.
Por isso, ter saído do império das trevas e vindo para o reino do amor de Deus não tem absolutamente nada a ver com comida ou com bebida, com dia de festa, ou lua nova, ou sábado ou corrente dos 318 ou dos 424, porque tudo isso tem sido sombra de coisas que haviam de vir, porém agora nós somos do corpo de Cristo. Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando suposta humildade, ou até mesmo intimidade com os anjos, baseando-se em visões, em subjetividades, em moveres, em invenções fantasiosas da mente, enfatuado sem motivo algum; a sua mente é apenas carnal e vaidosa, e não retendo a cabeça, não retendo o evangelho, não retendo a mente de Cristo, não retendo a palavra de Cristo, da qual todo corpo suprido e bem vinculado pelas suas juntas e ligamentos cresce o crescimento que procede de Deus.
Se morrestes com Cristo, para os rudimentos do mundo, para o império das trevas, para o curso deste mundo, para a tirania do príncipe da potestade do ar, por que como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a essas ordenanças perversas, sejam as da religião ou sejam as ordenanças dos instintos desgovernados, seja o ascetismo, que diz: “Não manuseies isso, não proves aquilo, não toques aquilo outro, segundo preceitos e doutrinas de homens? Pois todas essas coisas com o uso se destroem, essas coisas, com efeito, tem aparência de sabedoria como culto de si mesmo, falsa humildade e rigor ascético, todavia não tem valor algum contra a sensualidade. Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são daqui da Terra, porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo em Deus.
“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com Ele em glória.”
A VOZ INSISTENTE E MEIGA, TODAVIA PODEROSA DO ESPÍRITO SANTO, NOS CONVENCE ACERCA DA VERDADE, QUE NOS LIBERTA TODO DIA, PORQUE NÓS FOMOS LIBERTOS DO IMPÉRIO DAS TREVAS PARA SERMOS LIBERTADOS TODO DIA NO AMOR, NO REINO DE DEUS.
Esse é o evangelho de Jesus, e quem tiver alguma coisa contrária, seja anátema. Porque essa é a verdade eterna. Essa é a que fica, essa é a que transforma. É acerca dessa que Jesus chama de evangelho. O resto é outro evangelho, é mentira, é camuflagem, é engano, é tapeação do inferno, para você ficar mantido nesse estado de ilusão e fantasia, pensando que está servindo a Deus enquanto serve principados e potestades; fazendo grandes e ousadas confissões de fé enquanto a sua mente apenas segue o fluxo deste mundo, e o seu coração não experimenta transformações que alterem a essência do seu ser fazendo de você um filho do amor de Deus.
Essa palavra carrega cura, porque desinstala ódios, porque exorciza amarguras, porque expulsa direitos homicidas, que a gente mantém no coração como bens preciosos, como direito adquirido contra o próximo, sem saber que justamente isso é que vai matando o próprio coração e destruindo a própria vida.
Quando ódios, amarguras e ressentimentos são desinstalados de nós pelo poder do evangelho, que infiltra o amor de Deus na gente, o corpo é curado. Doenças psicossomáticas são afastadas. Perversões da mente são banidas. E o andar da gente é endireitado no chão da Terra porque antes foi consertado no chão do coração.
Minha oração é que toda ilusão sobre o reino do amor de Deus que tem estado sobre a nossa mente, mantendo-nos cativos ao império das trevas sem que a gente discernisse o tamanho do engano, tenha sido arrancada da nossa mente agora, em nome de Jesus. E que o processo da verdadeira conversão esteja começando e não pare jamais. E que a gente vá se conformando à imagem e semelhança do Senhor.
Abraços.
Viva vencendo as trevas que teimam em nos cegar!!!
Seu irmão menor.

26 agosto 2014

FALTA DE ESPIRITUALIDADE



“E a Igreja vai bem?” A resposta para esta pergunta depende fundamentalmente da espiritualidade evidenciada pelos membros da Igreja.
 Mas o que é espiritualidade?  A espiritualidade cristã é uma expressão de devoção, que envolve o cristão em todas as dimensões de sua vida na relação consigo próprio, com Deus e com o próximo, determinando positivamente a maneira de pensar, falar e agir, enfim, de ser e de viver.

        Através da confissão, do louvor, da adoração, da meditação, do Jejum, da oração e de outras atitudes e práticas cristãs, o crente exercita a sua espiritualidade.

        Quando há espiritualidade a Igreja vai bem; quando não há, vai muito mal.

I)A FALTA DE ESPIRITUALIDADE É DEMONSTRADA ATRAVÉS DE ATITUDES MESQUINHAS. Estas atitudes são:

-Ciúmes e
-Contendas,
-Disputas Partidárias,
-Deturpação do Evangelho,
-Super-valorização da Sabedoria Humana,
-Julgamentos Indevidos,
-Auto Suficiência.

II) A FALTA DE ESPIRITUALIDADE É DESASTROSA PARA A VIDA CRISTÃ.

      Prejudica o crescimento pessoal na fé, prejudica a unidade comunitária, e o testemunho pessoal.

  
III)  A FALTA DE ESPIRITUALIDADE PRECISA SER CONFRONTADA.

         Não podemos ficar inertes a observar a falta de espiritualidade, ela deve ser confrontada com autoridade e amor, com o objetivo de promover a maturidade cristã.

 CONCLUSÃO:  Certamente, a Igreja só vai bem quando os crentes têm  convicção de que a falta de espiritualidade, deve  ser superada pela maturidade cristã, e  por isso, a buscam dia após dia.

Sejamos, pois homens e mulheres comprometidos com Deus semrpe.

Viva vencendo a falsa espiritualidade!!!

Seu irmão menor.

JUSTIÇA MANDA IGREJA DEUS É AMOR ACERTAR E INDENIZAR SEUS CANTORES: R$ 400,00


Igreja terá que indenizar ex-presbítero por danos morais

Para a juíza da 23ª Vara do Trabalho em Belo Horizonte, o contrato de trabalho não exige forma especial, podendo se manifestar por uma situação.

Com esse entendimento, a juíza Thaísa Santana Souza, da 23ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, deferiu pedido de uma dupla de cantores e reconheceu seu vínculo empregatício com a Igreja Pentecostal Deus é Amor.

Segundo Abeildo Rodrigues de Souza e Anito Rodrigues da Silva, autores da ação, eles foram contratados pela igreja e pela gravadora Voz da Libertação em junho de 2007, sem carteira de trabalho assinada, para a função de cantores, e foram dispensados em julho de 2011. Afirmam que se apresentavam, em média, três vezes por semana, de acordo com cronograma definido pelos empregadores.

Eles pediam o reconhecimento de vínculo empregatício com a igreja e pagamento das verbas decorrentes, além de anotação na carteira de trabalho.

Para Thaísa Santana, a partir da análise dos depoimentos e documentos, verificou-se a existência dos cinco requisitos para a caracterização do vínculo empregatício: trabalho desempenhado por pessoa física, com pessoalidade, onerosidade, subordinação e sem eventualidade.

Assim, determinou os seguintes pagamentos, de acordo com todo o período de trabalho: aviso prévio indenizado; férias vencidas; 13° salário e FGTS.

Direitos autorais
A dupla pediu, também, o pagamento de diferenças relativas ao lucro pela venda de CDs, criação, divulgação artística interpretação das músicas, inclusive taxas do Ecad não repassadas. Pleitearam, ainda, o pagamento de indenização por danos morais e à imagem com base na Lei de Direitos Autorais.

A juíza deferiu o pedido e fixou o valor de R$5 por cada disco — a tiragem total foi de 69,5 mil cópias. Além disso, os autores receberão, cada um, R$ 200 mil por danos morais.

Processo 0001104-32.2012.503.0023


Veja AQUI a decisão da Justiça


Isso me faz lembrar de um outro caso bem recente, parecido com esse, veja:


O cantor evangélico Marcelo Silva Horta ex-membro da Igreja Deus é Amor gravou um CD e recebeu 10 mil por 30 mil cópias, pelo trabalho ser de sua autoria, mas o CD vendeu quase 100 mil cópias. Segundo Juiz  da Justiça do Trabalho a Igreja não repassou os direitos autorais dos CDs vendidos a mais. - Clique, entenda,compartilhe e comente…
A Igreja Deus é Amor, do missionário David Miranda, foi condenada pela Justiça do Trabalho a indenizar em R$ 280.000,00 um 
 cantor evangélico que gravou um cd de música gospel e vendeu quase 100.000 cópias. O cantor, que trabalhava na Igreja e fazia diversos shows, nunca recebeu nenhum valor pela venda de seus cd’s.

Segundo a decisão do Juiz da 10ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, Marcelo Vidal, a Igreja Deus é Amor apropriou-se indevidamente dos direitos autorais do cantor, causando um prejuízo material ao de R$ 200.000,00. O juiz determinou, ainda, que a Igreja pague R$ 15.000,00 a título de danos morais ao cantor, por tê-lo exposto ao ridículo e por publicar na internet punição pública chamada ”disciplinamento”. Tal censura pública deverá ser imediatamente retirada do ar sob pena de aplicação de multa diária de R$ 2.000,00 em caso de descumprimento.

Além dos danos morais e materiais, a Igreja ainda deverá pagar R$ 15.000,00 por ter violado os direitos autorais do artista e assinar a
carteira de trabalho do cantor. De acordo com o juiz, “o interesse espiritual do cantor não afasta o vínculo de emprego. O cantor não prestava serviços apenas em prol da comunidade religiosa, mas também em proveito da pessoa jurídica da Igreja que obtinha lucro com a venda dos cd’s por ele gravados”.

O caso
O cantor trabalhou na Igreja Deus é Amor por três anos em cultos e também fazendo shows por todo o país. No entanto, nunca recebeu nenhuma remuneração pelas atividades exercidas. Para a Igreja, o cantor realizava uma atividade voluntária “como forma de demonstração da própria fé e amor ao próximo não caracterizando uma relação de emprego”.

O cantor recebeu R$10 mil pela autorização da gravação de 30 mil cópias do CD de sua autoria, mas com o sucesso de vendas, quase 100 mil cópias foram vendidas e a Igreja recusou a pagá-lo pelas novas tiragens.
Após requerer seus direitos, o cantor ainda passou por situação vexatória impedindo-o de conseguir um novo emprego. Os pastores publicaram na internet que ele estava “disciplinado”, ou seja, sendo punido por uma conduta injusta com a Igreja e que descumpre os preceitos da Bíblia.
Nº do processo:0001062-22.2012.503.0010
Jusbrasil


Abraços.

Viva vencendo aos que querem lesar seus próprios irmãos!!!

Seu irmão menor.

24 agosto 2014

O RETRATO DA IGREJA ATUAL



No Evangelho de Marcos, encontramos o seguinte episódio: “E no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os discípulos ouviram isto”, Mc 11.12-14.


A sabedoria de Jesus sempre esteve acima da média como homem. Na passagem em apreço, Ele mais uma vez usa magistralmente a figueira para ensinar uma espetacular lição aos seus discípulos. A figueira era uma árvore comum na Palestina. Seus figos são doces especialmente no mês de junho. Quando Jesus saiu de Betânia naquele dia, era o mês de abril. Por isso Marcos escreveu que não era tempo de figos. O que nos chama a atenção no relato é o fato de Jesus ter sentido fome. Essa declaração fortalece a realidade de que Jesus tinha natureza e constituição corporais iguais às nossas em tudo, menos no pecado.

Como nós, Ele tinha todas as emoções e necessidades físicas, como comer, dormir, descansar, chorar, sorrir e sentir dores. Como nós, Ele tinha fome e sede e precisava satisfazer esses instintos naturais. A dupla natureza de Cristo, a divina e a humana, é confirmada nesse texto.

Porém, essa escritura também nos dá um vislumbre especial sobre a Igreja. Jesus viu a figueira de longe, e desejou comer fruto dela, mas, qual não foi a sua a frustração. Marcos diz que “não achou nada senão folhas”, e amaldiçoou a figueira. Esse quadro ilustra o perigo de uma igreja estéril e formalista.

A tendência para a esterilidade e o formalismo sempre ameaçou a Igreja através da História. Houve um tempo, especialmente o período que se estende até o século 15, em que a Igreja institucionalizou-se de tal forma que a sua força dinâmica engessou-se. Ela tornou-se muito mais um “monumento” do que uma igreja.

Hoje, parece-nos que a dura verdade de muitas igrejas é que têm substituído uma fé viva e poderosa por uma religião institucionalizada. Para muitos, a igreja é o edifício onde nos congregamos para adorar e desenvolvemos ministérios, cujos programas envolvem a comunidade. Geralmente, imaginamos o crescimento da igreja e o medimos pelo local do templo, a sua arquitetura, a organização eclesiástica e o número de pessoas que assistem aos cultos. Se medirmos a igreja por esses valores estereotipados da modernidade, estaremos, sem dúvida, nos deparando com uma igreja que não passa de uma figueira frondosa, com muitas folhas, que só serve para dar sombras.

A dinâmica do evangelismo e a liberdade do Espírito para agir na liturgia da igreja não podem ser engessadas pelo formalismo.

Ainda analisando a aplicação do texto de Marcos 11.12-14 para os nossos dias, percebemos o engano da beleza exterior. “E, vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti”.

Folhas não passam de beleza exterior. Essa beleza é aquela que ilude, que dá a idéia de igreja frutífera, mas que não passa de algo fictício. Um escritor cristão escreveu que “a igreja não é um fator incidental na grande batalha cósmica por corações e as vidas dos homens e as mulheres do mundo moderno. A igreja é o instrumento que Deus tem escolhido para essa batalha, a que somos chamados em virtude de nossa condição de membros do Corpo de Cristo. Para brindar esperança e verdade a um mundo em tensão, a igreja tem de ser a Igreja”.

Ora, uma igreja que não passa de uma árvore sem frutos retrata uma irrealidade. A tragédia maior é termos uma igreja institucionalizada que satisfaz apenas aqueles que buscam uma forma de igreja tipo clube socio-espiritual, uma instituição que ofereça relações humanas agradáveis, mas que não exerce influência sobre como vivem as pessoas, nem sobre o que crêem.

Cada vez que a igreja se reafirma em uma posição ortodoxa histórica é acusada de obsoleta, de passada da moda, como se suas doutrinas tivessem sido determinadas pelo voto das pessoas que fazem parte da igreja. Vivemos um tempo em que a igreja tem sido transformada em um mercado de fé ao gosto das pessoas. A igreja precisa ser restaurada nos seus valores.

Os valores reais da Igreja de Cristo não são valores materiais. Não são os aspectos organizacionais da igreja que a tornam autêntica, porque a igreja não pode ser tratada como um produto de consumo. Ela precisa dar frutos e, para que isto aconteça, deve estar plantada em uma terra produtiva, que é a base, o fundamental, a Palavra de Deus.

Uma igreja mercantilista não passa de uma “figueira com folhas”. J. I. Parker escreveu que esse tipo de igreja parece “uma banheira quente” que faz com que as pessoas tenham um sentido de bem-estar ambiental e com as pessoas. Oferecemos alternativas para que as pessoas sejam atraídas pelas ofertas que oferecemos em nossos cultos, mas o Evangelho que pregamos parece mais um “prato feito”.

Nos bitolamos na forma de cultuar, de cantar, de pregar, e conquistamos as pessoas pelo ambiente social, pela arquitetura, pelo som, pela música. Confiamos mais no poder da nossa palavra do que na Palavra de Deus. Precisamos reavaliar nossos valores, para termos uma igreja comprometida com a ação livre do Espírito Santo em nossos cultos.

Abraços.

Viva vencendo os que tripudiam de nossa fé!!!

Seu irmão menor.

CONSELHO NACIONAL DE POLITICA SOBRE DROGAS (CONAD), QUER IMPEDIR CENTROS DE RECUPERAÇÃO DE INCLUIR RELIGIÃO NO TRATAMENTO DE USUÁRIOS DE DROGAS

O senador Magno Malta (PR-ES) resolveu usar seu espaço no Plenário para denunciar a decisão do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas (CONAD) que quer impedir centros de recuperação de incluir religião no tratamento de usuários de drogas.
A decisão foi anunciada recentemente dizendo que os centros coordenados por entidades religiosas não poderão converter os internos para uma religião como condição para seguir o tratamento.
Magno Malta, que sustenta um centro de tratamento no estado Espírito Santo há 35 anos, ficou inconformado com a resolução principalmente quando o texto diz que o Governo Federal destina 85 milhões por ano para auxiliar essas entidades.
“Os meus internos comem da minha música, dos meus direitos autorais”, afirmou o senador que controla o projeto Bem Viver recuperando milhares de usuários de drogas em mais de três décadas.
Na visão do parlamentar a medida, que se dirige exclusivamente para entidades sustentadas por instituição religiosas, é uma medida bolivariana do atual governo que já tentou aprovar o aborto através de uma resolução e ainda aprovou a chamada lei da palmada.
Magno Malta desafiou que o governo mostrasse os usuários de drogas que foram recuperados por eles, dizendo que os conselhos de psicologia e medicina também não recuperam ninguém. “Sabe qual é o remédio? É Deus de manhã, Jesus meio-dia e o Espírito Santo de noite.”
O texto do CONAD, na visão do senador do PR, é uma forma de impedir que o nome de Jesus seja pregado. “Olha que coisa sutil, que coisa bolivariana, que coisa cubana!”, disse Magno Malta ao ler o trecho que fala diretamente para entidades religiosas que são sustentadas por fiéis.

Ainda segundo o documento o tratamento feito nesse “tipo de comunidade é questionável pois mistura ciência médica com dogmas religiosos”. “O ideal é que o tratamento seja laico”
“É mantido por contribuição de fiéis e eles ainda querem barrar!”. O senador não se conformou com o texto que afirma que incluir a religião no tratamento fere a laicidade do Estado. “Não fere a laicidade do Estado patrocinar a marcha gay, não? Não!”, falou.
O parlamentar aproveitou o momento para deixar o documento em seu site e pedir para que o maior número de pessoas acesse para entender o que querem fazer com as casas de recuperação de usuários de drogas, sendo que muitas delas usam a religião para tratar os internos que saem de lá “lavados no sangue de Jesus”.
Veja o vídeo:


Agência Senado
Comentário de Wáldson: 'Caverna de Adulão', 'CAPS AD', 'UNIDADES DE PSIQUIATRIA E HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO', 'INSTITUTO DE SAÚDE MENTAL – ISM', 'QUEM ENCAMINHAR','INSTITUTO DE SAÚDE MENTAL – ISM' 'CAPSI, Centro de Orientação Psico-Pedagógico','Centro de Reintegração Deus Proverá', 'Casa de recuperação Fazenda Senhor Jesus', 'Grupo Ágape - Masculino e Feminino', 'Ágape - Remoção de Pacientes para Internação Involuntária','Casa de Recuperação Esperança','Casa de Recuperação Nova Vida','Casa de Recuperação Monte de Sião', 'Clínica Novos Rumos','Clínica Novos Rumos','Lar Bom Samaritano', 'Instituto Manassés'. Estas são as Casas e Centros de Recuperação de Dependentes Químicos somente de Belo Horizonte e Região Metropolitana que eu conheço e que utilizam como base do tratamento a mensagem do evangelho de Jesus Cristo.
Claro que não é utilizada somente a palavra de Deus no tratamento. Disciplina, trabalho, acompanhamento de profissionais especializados, enfim, tudo isso em conjunto auxilia na recuperação, mas o tratamento espiritual é fundamental neste processo de resgate de uma pessoa do fundo do poço das drogas e do alcoolismo, para a volta ao convívio com a família e a sociedade.
Como estas instituições aqui da Grande BH, existem muitas outras espalhadas pelo país a fora, que também realizam esse trabalho árduo, difícil e muitas vezes não reconhecido, de recuperar vidas. O trabalho não é efetuado somente por evangélicos, existem também instituições católicas, espíritas e de outros credos religiosos, que operam nessa área, obtendo bons resultados.
Infelizmente, todas estas instituições podem ficar impedidas de funcionar no Brasil.

A denuncia parte do senador Magno Malta - PR/ES (foto), que integra a bancada evangélica no Congresso Nacional e condena a tentativa de exclusão da religião na recuperação de usuários de drogas. Segundo Magno Malta, em pronunciamento no plenário do Senado Federal, o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, está preparando uma resolução pela qual os Centros de Recuperação não poderão mais falar sobre religião com os pacientes.

Para Magno Malta, isto constitui uma agressão à liberdade de culto, além de um grave desconhecimento da realidade dos dependentes e um desrespeito às pessoas que empenham suas vidas ao serviço do próximo. "Sem o terceiro setor, sem o apoio das religiões e dos movimentos sociais, os usuários de drogas estariam cada vez mais abandonados. O Governo Federal é omisso e não quer deixar os dedicados voluntários agirem em defesa da vida", disse Malta.
 
“Eu não conheço ninguém que o Conselho de Medicina recuperou. Eu não conheço ninguém que foi recuperado pelo Ministério Público. Eu não conheço ninguém que o governo recuperou. Eu não conheço ninguém que o SUS recuperou. Eu conheço milhões, milhares nesse país que foram recuperados pela fé, pela pregação do Evangelho”, afirmou o senador.

Portanto, meus amados leitores, vamos orar e pedir ao nosso Senhor Jesus, que quebre esses laços malignos que vêm do diabo, usando autoridades para inibir o poder do Evangelho e consequentemente não libertar pessoas.

Ao final, Magno Malta conclamou as Igrejas Católicas, as igrejas evangélicas, Centros Espíritas, lideranças religiosas, lideres políticos, instituições diversas, e a sociedade em geral, a se mobilizarem contra esta resolução do CONAD, que caso entre em vigor, vai inviabilizar o trabalho dos Centros de Recuperação, pois a maioria oferece assistência gratuita aos internos, justamente porque são mantidos por igrejas e seus membros, e claro têm como fundamento a pregação do evangelho.

Todos precisam estar atentos e firmes nesta questão. 

Que triste para o nosso país!!

Que maldade para com os recuperando e suas famílias!

Vivam vencendo  as 'sutis astúcias do diabo...'!!!

Seu irmão menor.


Obs.: Veja a matéria da Folha AQUI
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