24 agosto 2016

VEM AÍ DUAS FESTIVIDADES GRANDIOSAS: CÍRCULO DE ORAÇÃO E MOCIDADE - TE CONVIDO

Prezados irmãos e amigos,
a paz do Senhor.

Com muita alegria, venho até vocês, convida-los para estarem conosco nos dois primeiros finais de semana de Setembro/2016

Nos dias 2,3 e 4/09/16, teremos uma maravilhosa Festividade com o "Círculo de Oração Unidos pela Fé". Teremos irmãos e irmãs abençoados louvando e pregando a Palavra de Deus.


Nos dias 9, 10 e 11/09/16, será o momento de nos alegrarmos com nossa Mocidade. O "Conjunto Jovem Adoradores do Rei", estará louvando e engrandecendo ao Senhor, por seu Segundo Aniversário. 


Serão dois momentos ímpares e queremos que você  venha participar conosco dessa mesma alegria.

Você está então, convidado.

Desde já, agradeço-te, em nome de Jesus.

Meu abraço.

Viva vencendo!!!

Seu irmão menor.

23 agosto 2016

POVOS NÃO ALCANCADOS




Os departamentos de estatísticas calculam que, até hoje, menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido alcançadas pelo evangelho, a outra parte é conhecida como povos não alcançados.
Este termo é uma expressão que surgiu para definir um grupo de indivíduos não-evangelizados de uma determinada comunidade nativa, que não foram alcançados pelos cristãos pertencentes a este grupo específico. Esses povos não tem conhecimento de quem é Deus, e, consequentemente, não conhecem a salvação oferecida por Cristo Jesus.
Característica 

A lista dos povos “não-alcançados” é imensa. Passa por todos os continentes, grandes metrópoles, vilarejos, aldeias e tribos. Eles não estão apenas em lugares de difícil acesso, como a maioria de nós imagina. Algumas vezes, é possível encontrar grupos inteiros isolados por barreiras idiomáticas ou culturais. Na atualidade, há no mundo 487 cidades com mais de 1 milhão de pessoas, e dezenas dessas cidades em diversas regiões se encontram dentro deste contexto: não alcançadas pelo Evangelho.
O número exato dos povos não alcançados varia de acordo com as definições e requisitos exigidos. É possível classificar “povos não-alcançados” a partir de um grupo considerado como megapovo ou povos minoritários, considerando a variedade étnica, complexidade linguística, situação socioeconômica, barreiras políticas, etc. Desta forma, estima-se que na atualidade haja em todo o mundo aproximadamente 16.475 grupos distintos, onde mais de 6.664, ou seja, 40,4% dos povos caracterizados pelas suas culturas, línguas e raças ainda não foram alcançados pelo pelo evangelho do nosso Senhor e Salvador.


Alguns destes grupos não tem sequer uma estrutura de linguagem escrita formada, não leem nem escrevem em seus próprios idiomas, consequentemente, não têm sequer uma porção das escrituras em sua língua materna. Já outros possuem uma estrutura social bem dividida, dominam a escrita e possuem uma forte e milenar estrutura religiosa, mas, isto se constitui uma ameaça, pois as religiões encontradas nessas culturas se opõem às doutrinas cristãs.
Desafios

Cada grupo não alcançado possui barreiras e desafios únicos a serem vencidos. Estes grupos permanecem inalcançados ou ocultos porque são verdadeiramente difíceis de se alcançar. Estima-se que na atualidade a população global seja de aproximadamente 7.290 bilhões de pessoas, sendo que 3.080 bilhões, ou seja 42,2%, ainda não ouviram falar de Jesus. As estatísticas revelam que aproximadamente 102 pessoas morrem e 180 pessoas nascem por minuto em todo o mundo. Urge a necessidade de alcançarmos o mundo com a mensagem das Boas Novas! Portanto, há muitos desafios a serem vencidos:




1. O desafio religioso
Existe no mundo mais de 33 milhões de religiões com suas distintas crenças, seitas e heresias, que dificultam a proclamação do genuíno evangelho do nosso Senhor e Salvador.

2. O desafio cultural
Os usos e costumes, a cosmovisão e a percepção de cada povo em relação ao mundo é uma realidade encontrada no meio de várias etnias. A transculturação do missionário para a propagação do evangelho é um desafio a ser vencido.

3. O desafio linguístico
A diversidade de idiomas e dialetos falados ao redor do mundo se constitui um grande desafio, pois existe a necessidade de se traduzir a bíblia ou porção dela para a pregação do evangelho entre esses povos.

4. O desafio econômico
A disparidade econômica também apresenta seus grandes desafios: os lugares mais ricos se tornam não evangelizados pela grande segurança estabelecida em favor dos mais abastados, enquanto que as regiões extremamente pobres também se tornam difíceis devido à necessidade de alimento, roupa, moradia, estrada, acesso a determinados ambientes, múltiplas enfermidades etc.
Janela 10/40
Entre os povos não alcançados existe o “Cinturão de Resistência” ao evangelho, que está localizado na faixa do globo terrestre que se estende do Oeste da África, passando por todo o Oriente Médio e vai até a Ásia. Esta região acompanha a linha do equador, subindo em forma de um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se o termo JANELA 10/40. Nessa região encontra-se uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda não ouviram a mensagem de salvação através de Cristo Jesus. Ali predomina os seguidores do Budismo com aproximadamente 1 bilhão e 200 milhões de adeptos, o Islamismo com um número próximo de 1 bilhão de seguidores e o Hinduísmo, com mais de 700 milhões de fiéis. Dos 50 países menos evangelizados do mundo 37 desses encontram-se na JANELA 10/40, onde reside 82% das pessoas mais pobres do planeta. Bilhões de pessoas são vítimas das enfermidades, misérias e calamidades.


OS POVOS SEM PÁTRIAS 

A evangelização dos “Povos sem Pátria” têm se constituído um grande desafio para as igrejas, pois eles, julgando ser nativos de uma determinada região, reivindicam a autonomia daquele local e a soberania de seu Estado. Essa reivindicação muitas vezes ocorre de mãos armadas como resultado de conflitos sociais e políticos. Em muitos casos, a luta destes povos parece estar longe de obter uma solução satisfatória, tendo em vista que nenhum país quer abrir mão de parte de seus respectivos territórios para serem repassadas a um grupo que vive insubordinado. Vejamos alguns povos sem pátria que precisam ser alcançados:
Bascos População: 2,2 milhões. Religião: Católicos romanos. Características: Habitam parte da França e Espanha

Bérberes População: 70 milhões. Religião: Muçulmanos. Características: Moram entre Marrocos, Argélia e no deserto do Saara

Chechenos População: 1,2 milhão. Religião: Muçulmanos. Características: Vivem nas montanhas do Cáucaso, perto da Geórgia

Curdos População: 32 milhões. Religião: Muçulmanos. Características: Moram na Turquia e Iraque

Ciganos População: 5 milhões Religião: Crenças peculiares a esse povo e aos seus respectivos deuses. Características: Nômades, sem reivindicação de território

Indígenas brasileiros População: Média de 250 mil indivíduos em 221 etnias. Religião: Animistas. Características: residentes em várias regiões do Brasil

Palestinos População: 7 milhões. Religião: Muçulmanos. Características: Vivem no Oriente Médio

Tibetanos População: 6,2 milhões. Religião: Budistas e Muçulmanos. Características: Descendentes de pastores que vivem no noroeste chinês


 http://www.ieadpe.org.br/index.php/departamentos/missoes/1197-povos-nao-alcancados

22 agosto 2016

NA IDADE MÉDIA PADRES E FREIRAS JÁ ABUSAVAM DE CRIANÇAS


Pode parecer a alguns que o abuso sexual de crianças pelo clero é um recente problema, moderno. Mas não!


Na Idade Média, algumas ordens religiosas tinham regras para punir monges que “brincavam” com meninos, o que mostra que isso era uma atividade corriqueira.

Entre outros crimes cujos autores eram passíveis de flagelação, destacava o da “indecência de qualquer espécie com meninos e com outros monges”. Nesse caso, o monge pecador tinha de ser açoitado em público.

A verdade é que o abuso sexual de crianças por sacerdotes é um problema de centenas de anos e se agravou quando a Igreja impôs o celibato.

Envolveram-se em atividades sexuais ilícitas não só monges, padres e freiras, mas também papas, cardeais e bispos.

Tudo está comprovado por relatos históricos. E o problema se mantém irresolvido até agora.

Para ter ideia disso, somente um psiquiatra, Jay Feierman, professor na Universidade do Novo México, tratou ao longo de 15 anos de 500 padres violentadores.

Muitos casos deixaram de ser relatados porque padres e freiras, até há pouco tempo, exerciam forte autoridade nas crianças por intermédio da imposição do medo. 

Padres e freiras de ensino tinham reputação de crueldade.

A cinta e a vara estavam sempre em uso em escolas da Igreja, em uma manifestação de sadismo e de distorção sexual desses professores celibatários.

Em 1902, um caso exemplar da perversidade de escolas sob o controle da Igreja Católica foi estampado pelas manchetes de jornais de Paris, França.

Adultos e crianças acusaram as freiras de Notre Dame de Charité de manter meninas em camisas de força, às vezes por dias a fio, forçando-as assim a comer enfiando a  cabeça nas tigelas.

As freiras esfregavam a cabeça das meninas mais rebeldes em seus próprios excrementos.

Ao que se sabe, esse tipo de coisa não ocorre mais, até porque restam poucas escolas católicas onde os estudantes ficam internados.

Mas os abusos sexuais por parte de sacerdotes parecem estar resistindo até mesmo à sua divulgação rápida e intensiva proporcionada pelas novas tecnologias.

                         Jornalista ouve vítimas de abusos


     Habilite a legenda com tradução para o português

A adaptação deste texto para o português foi feita por este site. A ilustração é a reprodução da pintura "No portão do mosteiro", de Ferdinand Georg Waldmüller.

21 agosto 2016

MARCOS: O EVANGELHO EM AÇÃO


Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus (Mc 1.1)

Os evangelhos narram a história do Senhor Jesus desde o nascimento até a ascensão aos céus. Os fatos descritos tratam dos seguintes acontecimentos: nascimento, batismo, milagres por Ele operados, e por fim, o ministério público e particular.

Os quatro evangelhos são Mateus, Marcos, Lucas e João. Os três primeiros compõem os chamados evangelhos sinópticos, ou seja, obras semelhantes em suas narrativas. Sendo que cada obra foi escrita para um povo específico. O evangelho de Mateus foi escrito para os judeus tendo como foco principal Jesus o Rei. Já o evangelho segundo Lucas foi escrito para os gregos tendo como foco Jesus o Filho do Homem. O evangelho segundo João foi escrito para a igreja tendo como foco Jesus o Filho de Deus.

Porém, o evangelho segundo Marcos que juntamente com Mateus e Lucas compõe os sinópticos apresenta Jesus como Servo e foi escrito para os romanos. E com base neste evangelho estaremos estudando a vida e obra do Senhor Jesus.

PANORAMA HISTÓRICO

1- Escritor- Os evangelhos de Marcos e Lucas possui como semelhança outro fator importantíssimo, ambos foram escritos por personagens do cristianismo que não faziam parte do grupo dos doze apóstolos.
Marcos, autor do evangelho quando jovem, foi batizado por Pedro tendo este como seu mestre(1 Pe 5.13). Cujo nome (Marcos) do latim significa martelo grande. Anteriormente o mesmo foi reprovado por Paulo para realizar viagem missionária. Porém, tornou-se importantíssimo para a propagação do evangelho e segundo narrativas o mesmo foi martirizado no Egito.

2- Objetivo - A chave do livro encontra-se em Marcos 10.45: “Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”. O evangelho foi escrito para a igreja que se encontrava em Roma, que segundo dados históricos, sofria naqueles dias terrível perseguição que havia se originado do incêndio provocado por Nero. Porém, Nero culpou os cristãos pelo o incêndio e produziu em seguida a perseguição aos cristãos. A obra foi escrita provavelmente em 65 a 67 d.C.

PANORAMA GERAL DA OBRAL

1- Classificação do Livro - No primeiro versículo torna-se clara a classificação do Evangelho de Marcos “princípio do evangelho”, isto é, início das boas novas. Que nas narrativas do evangelista, inicia se com o ministério profético de João Batista e se conclui com as aparições de Jesus após a ressurreição. Logo, tais fatos define o evangelho em apreço como obra biográfica.
O levantamento biográfico realizado por Marcos apresenta Jesus como servo e realça a missão do Messias em resgatar a muitos.

2- Jesus segundo o evangelho - Jesus é apresentado como o Messias e também como Filho de Deus. O termo Cristo utilizado pelo evangelista corrobora para com a fé e a esperança dos judeus recém-convertidos que sofriam forte perseguição romana.
Já a nomenclatura Filho de Deus, define a natureza divina de Jesus, ou seja, o termo indica que Jesus é Deus.

EVANGELHO EM AÇÃO

1- Ação de Jesus - Jesus em Seu ministério público, curou os enfermos, libertou os cativos e salvou os oprimidos do pecado. Porém, a principal obra realizada pelo Messias foi a Sua entrega na cruz para a salvação de todos aqueles que Nele crerem (Jo 3.16).

2- Ação da igreja - Por fim, a obra é concluída descrevendo a missão da igreja em pregar o evangelho a toda criatura. E conforme o último versículo, os discípulos partiram pregando o evangelho por todas as partes e receberam a cooperação do Senhor na confirmação da palavra, que os sinais os seguiriam (Mc 16.20).


Por fim, o evangelho segundo Marcos nos seus dezesseis capítulos e nos seus seiscentos e setenta e oito versículos poderá se resumir na seguinte frase: “o evangelho em ação”. Pois, o mesmo trata-se do ministério em ação tanto de João Batista como do ministério do Senhor Jesus. E tem como conclusão a ação da igreja primitiva em proclamar as boas novas.

20 agosto 2016

'PASTOR' VENDE SABÃO UNGIDO PARA TIRAR MANCHAS DA ALMA - PILANTRAGEM GOSPEL

Pastor vende o
sabão milagroso por
R$ 35 o saquinho
Um pastor está anunciando na Rede TV! a venda de um sabão em pó ungido com uma benção especial para tirar as manchas da alma dos pecadores [ver vídeo abaixo].

O pastor tem participação no programa “Agenda dos Pastores”, em horário comprado pela Igreja Internacional da Graça, de RR Soares.

Ele disse que haverá uma transformação na vida das pessoas que tiverem a roupa lavada pelo sabão consagrado.

O pastor usa o termo o “sabão do lavandeiro”, que consta na Bíblia em uma comparação com Jesus.

Diz Malaquias 3:2: “Mas quem suportará o dia da sua vinda? Quem ficará de pé quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão do lavandeiro".

Na TV o pastor não fala em preço, mas nas igrejas um saquinho do sabão “milagroso” é vendido a R$ 35. E tem gente que compra.

No Brasil, em nome da liberdade de religião, malandro que engana pobre tem proteção constitucional.

Veja o vídeo

Com informação da Rede TV e foto de reprodução do vídeo

19 agosto 2016

LIÇÃO 08 - 21/08/2016 - "A EVANGELIZAÇÃO DOS GRUPOS RELIGIOSOS"


Texto Áureo
"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus." (Jo 3.5)

Verdade Prática
Se todas as religiões fossem, de fato, boas e salvadoras, a morte expiatória de Cristo não seria necessária. Só Jesus salva.


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


João 3.1-16

INTRODUÇÃO

Evangelizar os religiosos é um dos maiores desafios da Igreja de Cristo no século XXI. Ao contrário do que supunham os racionalistas, o sentimento religioso do ser humano não foi destruído pelo avanço da ciência. Hoje, pessoas de todas as classes sociais continuam a procurar refúgio na religião. Nessa busca, milhões de almas famintas deixam-se enredar por guias inescrupulosos, demônios e falsos deuses. Falar de Cristo aos religiosos também é nossa missão. No Brasil, deparamo-nos com estes grupos altamente desafiadores e prioritários: católicos, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e desviados. Com base na ação evangelística de Cristo, veremos como falar da verdadeira religião aos religiosos.
Jesus Cristo não veio fundar uma religião, ensinar doutrinas atraentes, deixar um exemplo, reformar a nossa vida; Sua encarnação teve um propósito bem definido: ‘buscar e salvar o que se havia perdido’ (1Tm 1.15; Lc 19.10). Ele mesmo diz que não veio chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9.13) e podemos chegar confiadamente a Ele e isso implica dizer que, aquele que não crê já está condenado (v.18). É a fé o meio pelo qual o homem recebe a vida eterna. O que crê, tem a vida eterna, agora, e o que não crê “já está julgado”, apesar de muitos pensarem que a condenação é somente futura. O fato é que as Escrituras tem razão quando afirma que ‘Os homens amaram mais as trevas do que a luz’ (v. 19): As trevas na esfera moral e mental, o pecado, a superstição. Os homens não podem aceitar a Jesus sem abandonar tudo isso. E tanto amam o mundo, que não querem abandoná-lo. Como Adão, no Éden, ao tomar conhecimento que estava nu, coseu folhas de figueira para encobrir sua vergonha, a humanidade entenebrecida tem sua religiões nessa tentativa de ‘encobrir’ seu pecado e religar-se com o divino. O que a humanidade precisa saber, é que essa ‘religação’ já aconteceu, pela cruz ensangüentada, e somente por ela, estaremos em paz com Deus! Essa é a boa-nova, esse é o Evangelho. O mundo possui grandes religiões: cristãos, islâmicos, budistas, hinduístas, animistas e outras religiões minoritárias. Nessa lição, há um tópico sobre os Católicos, mas eles não são Cristãos? O catolicismo praticado no Brasil é fortemente influenciado pelo espiritismo, enquanto o animismo de muitos grupos indígenas é influenciado pelo catolicismo e em alguns casos também pelo candomblé. Este fenômeno também acontece com outras religiões. Assim, estes também devem ser evangelizados, e também muitos ditos evangélicos, devem ser alcançados com as boas-novas do Evangelho.

Você acha que evangelizar o mundo acadêmico e político é um desafio sobremodo grande? Você acha que evangelizar grupos desafiadores - como as prostitutas, os que vivem nas drogas e os homossexuais - exigem estratégias bastante engenhosas e muita oração e jejum? Então, deve-se engendrar mais esforços e muito mais dependência do Espírito Santo para enfrentar o maiúsculo desafio de evangelizar os religiosos, ou seja, aqueles que tem a religião como um meio para se chegar a Deus ou uma recompensa após a morte. É certo que ninguém será salvo por pertencer a uma igreja ou grupo religioso. Por isso, essas pessoas precisam conhecer realmente o Caminho certo, o Salvador Jesus, o Senhor.

A salvação é obtida pela graça de Deus (cf. Ef 2:8). É um Dom gratuito de Deus que o pecador recebe pela fé no sacrifício vicário de Jesus Cristo. Nicodemos era um homem religioso, um fariseu, e ao se encontrar com Jesus, o Salvador lhe falou a respeito da necessidade de ser transformado e de “nascer de novo” - “Jesus respondeu e disse-lhe: "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (João 3:3). Jesus Cristo é o Único que pode levar o ser humano ao Céu, Ele morreu para este fim. Ele disse a Tomé: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). Portanto, falar de Cristo aos religiosos é urgente e essencial.
Não é o fato de pertencer a qualquer religião que garante a chegada ao céu, porque somente uma religião é o caminho ao céu - Jesus. E somente conhecer que Ele é o caminho ao céu, tampouco nos leva ali. Temos que tomar esse caminho se quisermos chegar ao céu. Teremos que andar com Jesus. Ele tem que viver e governar nossos corações não somente em palavras, “mas por obra e em verdade” (1Jo 3.18). A Bíblia não fala de diferentes religiões ou denominações das quais temos que escolher ‘a melhor’, a ‘mais certa’ ou a mais ‘bonita’, todas são ‘folhas de figueira’, e como tal, não servem para encobrir a vergonha do pecado. Há na Bíblia não uma religião, mas uma irmandade de crentes que mesmo estando no mundo, não fazem parte do mundo. “Não são do mundo, assim como eu não sou do mundo” (Jo 17.14); congregações compostas de pessoas humildes que seguiam a Jesus, que trabalhavam juntos para espalhar o evangelho do Senhor. Interessante notar que, por se parecerem tanto com Aquele que pregavam, os moradores de Antioquia da Síria passaram a chamá-los de “cristãos”. Não basta pertencer a uma Igreja Cristã, tem que se parecer com Cristo, na praticidade de vida.

I. OS MITOS DA RELIGIÃO
O homem ao afastar-se de Deus, endeusou-se e pôs-se a inventar as mais absurdas seitas e as mais esdrúxulas religiões. Alguns mitos foram criados em torno da religião. Tais mitos, na verdade, não passam de subterfúgios, que levam o ser humano a esconder-se da face de Deus. Veja, a seguir, alguns mitos que têm ludibriado inúmeras pessoas em todo o mundo e bloqueado suas mentes para não conhecer o verdadeiro caminho que leva o ser humano a Deus.

1. Mito um: todas as religiões são boas. Ao longo da história existiram, e ainda existem, religiões terríveis, que pregavam e pregam o terrorismo, o ódio, o sacrifício humano. Vejamos, por exemplo, o caso de Moloque. Em sua adoração, os amonitas queimavam suas criancinhas (Lv 18:21; Jr 32:35). E, no culto a Baal-Peor, divindade venerada pelos midianitas e moabitas, os desregramentos sexuais não tinham limites (Oséias 9:10). A prática de tais abominações levou o Senhor a castigar severamente a Israel (Nm 25). Portanto, historicamente a afirmação de que todas as religiões são boas não prevalece. Também de forma lógica não se pode fazer tal afirmação. Para os cristãos autênticos, Jesus Cristo é o filho de Deus que se fez homem. Assim, o Cristianismo tem algo que nenhuma outra religião tem. Aliás, o Cristianismo não é uma religião é um relacionamento. Religião trata de homens e mulheres tentando abrir caminhos até Deus por meio de boas ações e rituais religiosos; o Cristianismo é Deus vindo a nós por intermédio de Seu Filho Jesus Cristo nos oferecendo um relacionamento.

2. Mito dois: todas as religiões le­vam a Deus. Muitas pessoas acham que todas as religiões apresentam caminhos válidos para se encontrar Deus e entender o sentido da vida. Você já ouviu alguém dizer: “não importa a que religião você pertence, todas elas levam ao mesmo Deus”? Na sociedade pós-moderna, tolerante ou pluralista, em que vivemos, essas ideias são populares. Quem pensa de outra maneira é encarado como alguém de mente fechada, até mesmo intolerante. Ora, se toda religião, seja qual for o modo de suas práticas, leva o ser humano a Deus, então a morte vicária de Jesus em favor da humanidade perdida foi debalde, haja vista que quando Jesus veio já existia inúmeras religiões, inclusive o budismo, o hinduísmo, o judaísmo, etc. A Bíblia diz que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3:23). Isto quer dizer que sem Jesus Cristo ninguém será salvo, em qualquer que seja a religião, inclusive no cristianismo. Nem todos aqueles que se dizem pertencer à “religião cristã”, são cristãos verdadeiros (cf. Mt 7:21). Ser cristão autêntico é ser parecido com Cristo. Ser parecido com Cristo é andar como Jesus andou, falar como Jesus falou, agir como Jesus agiu, sentir como Jesus sentiu.
Se todas as religiões levam ao mesmo Deus, com certeza veríamos cada uma delas usando sua influência para trazer paz e união à humanidade. Mas não é isto que tem acontecido. A história indica que em vez de unir a humanidade, a religião é motivo de divisão e conflitos mortais. Vejamos alguns exemplos:

·    Do século 11 ao 13, a cristandade, ou seja, as nações que professam ser cristãs, foram à guerra contra forças islâmicas numa série de Cruzadas.
·    Na Europa do século 17, católicos e protestantes se enfrentaram na Guerra dos Trinta Anos.
·    Em 1947, assim que o subcontinente indiano se tornou independente da Grã-Bretanha, hindus e muçulmanos entraram em conflito.
·    Mais recentemente, católicos e protestantes lutaram durante anos na Irlanda do Norte.
·    No Oriente Médio, ainda não existe paz entre judeus e muçulmanos.
·    E no topo da lista está a Segunda Guerra Mundial, que envolveu pessoas das cinco religiões principais, até mesmo colocando membros da mesma religião em lados opostos do conflito.

A conclusão que se tem disso tudo é óbvia: as religiões do mundo não trouxeram paz e união, nem têm levado ao mesmo Deus. Pelo contrário, elas têm dividido a humanidade e criado uma imagem confusa de quem é Deus e de como adorá-lo. Assim, quem quiser se achegar ao verdadeiro Deus precisa escolher cuidadosamente o caminho: Jesus Cristo (João 14:6). Receber a Jesus como Único e Suficiente Salvador não faz da pessoa um religioso, mas sim alguém que foi transformado, uma nova criatura, pela misericórdia divina.

3. Mito três: nenhuma religião é verdadeira. A religião pura e verdadeira vai muito além de doutrinas e ritos. Hoje há um grande abismo entre o que professamos e o que vivemos; entre o que dizemos e o que fazemos; entre a nossa profissão de fé e a nossa prática de vida; entre o cristianismo teórico e o cristianismo prático. Esse distanciamento entre verdades inseparáveis, essa falta de consistência e coerência, dá à luz uma religião esquizofrênica e farisaica.

Tiago afirma que “a religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo” (Tg 1:27). Aqui, Tiago afirma o seguinte:

A- A verdadeira religião é amar o próximo. Tiago associa, dentro da comunidade cristã, a verdadeira religião com práticas adequadas, e mostrando que a fé verdadeira está associada não apenas à fé, mas com o que fazemos para espelhar nossa fé. O amor ao próximo não é o conteúdo do cristianismo, mas sua expressão. A preocupação prática da religião de uma pessoa é o cuidado pelos outros. A religião é a prática da fé, é a fé em ação. Palavras não substituem obras (Tg 2:14-18; 1João 3:11-18).
B- A verdadeira religião é amar a Deus e viver uma vida separada da corrupção do mundo. A religião verdadeira não é um simples ritual, não é misticismo ou encenação, mas é ter uma vida separada para Deus; é guardar-se incontaminado do mundo, ou seja, do sistema de valores pervertidos, corruptos, sujos, imorais e inconsequentes. A religião que agrada ao Senhor é rechaçar o mal ainda que mascarado de bem. O mundo é atraente, ele arma um cenário encantador para nos atrair. Contudo, o mundo jaz no maligno (1João 5:19). Para nos protegermos da corrupção do mundo, precisamos nos comprometer com o sistema ético e moral de Cristo, e não com o do mundo. Não devemos nos adaptar ao sistema de valores do mundo, baseado no dinheiro, no poder e no hedonismo. A verdadeira fé não significa nada se estivermos contaminados com estes valores. Não podemos amar o mundo nem ser amigo dele. Não podemos nos conformar com o mundo para não sermos condenados com ele (Rm 12:2).Observe a exortação de João: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1João 2:15-17).

II. COMO EVANGELIZAR OS RELIGIOSOS
Evangelizar os religiosos é um grande desafio. Precisamos de algumas habilidades para partilharmos nossos conhecimentos com as pessoas religiosas, seja qual for a religião. Tendo como exemplo a ação evangelística de Jesus, vejamos como expor o Evangelho aos religiosos.

18 agosto 2016

HERESIAS PRESENTES HOJE EM NOSSAS IGREJAS


Há desde confissões que Deus morreu na cruz, á anjos que assumem o ministério do Espírito Santo.


O famoso pregador sobe ao púlpito - Faz uma excelente apresentação de sua pessoa, uma oração fervorosa e em seguida dá início á sua pregação. Vinte minutos depois, ele solta um grito com voz firme: “Deus vai enviar nesta noite o anjo do consolo, que estará ao seu lado 24 horas por dia. A partir de hoje, sua vida não será mais a mesma”. O povo vibrante se perde num tremendo barulho de glórias a Deus e “aleluias”, e línguas estranhas. Mas ninguém atentou para o cúmulo do absurdo teológico: Um anjo toma o papel do Espírito Santo na vida do crente, e passa a ser o canal de segurança nos momentos difíceis da jornada cristã.

É o que tem acontecido diariamente em nossos púlpitos pelo Brasil a fora. Pregadores dos mais diversos estilos, conferencistas que se dizem internacionais, cantores cuja inspiração passa longe da verdade bíblica. Um verdadeiro show de heresias dos mais importantes assuntos da Bíblia.

Em meio a tudo isso, os crentes fiéis à sã doutrina, perguntam: O que está acontecendo com nossos pregadores? Por que insistem em cometer tamanhos erros? Como os pastores e líderes devem evitar tal constrangimento?
Por que os crentes ainda aceitam esse tipo de golpe contra a Palavra de Deus e ainda pagam por isso?

Já ouvi clamarem por: Anjo da CURA, Anjo da UNÇÃO, Anjo da GUERRA, Anjo do GOZO, Anjo do PODER E vários outros que o espaço não permite cita-los.... GOSTARIA APENAS DE LEMBRA-LOS... "SATANÁS É UM ANJO".

Cuidado com o que você vê e ouve. Teste tudo pela poderosa Palavra de Deus.

Viva vencendo somente com a Palavra de  Deus!!!

Abraços.

Seu irmão menor!!!

17 agosto 2016

O NEOPENTECOSTALISMO E AS DISTORÇÕES DOS DONS ESPIRITUAIS


Hoje em dia são muitas as pessoas que tem sido atraídas por experiências exóticas ditas provindas do Senhor. No meio neopentecostal têm sido grande a ênfase de operações miraculosas, fala-se muito de experiências e manifestações do Espírito do que da própria pessoa do Espírito Santo bem como Seu poder transformador na vida do crente. A falta de uma boa Teologia do Espírito Santo tem promovido distorções e abuso quanto ao Seu poder e ação na vida de algumas pessoas e igrejas. Alguns evangélicos até sentem-se detentores da Pessoa do Espírito Santo e agem como se Ele fosse patrimônio exclusivo Seus. Muitos líderes espirituais estimulam os seus liderados a falarem em línguas estranhas todo o tempo, como se as línguas fossem produto meramente humano.

Nos denominados cultos “do avivamento”, “busca de poder”, observa-se uma gama de manifestações e práticas estranhas que se dizem ser do Espírito Santo: o pregador levanta os braços, assopra sobre os participantes do culto, joga objetos sobre o povo (paletó, lenços, água) e também vemos pessoas caindo ao chão e muitas vezes dizem ser levados por supostos arrebatamentos e até mesmo receberem certos tipos de “unção”. Para o teólogo John Stott algumas das experiências sem dúvida são demoníacas, uma imitação horrível efetuada por Satanás das experiências espirituais genuínas. Como se não bastasse também às manifestações do Espírito estão servindo até de marketing para igrejas e pregadores. Em nome do Espírito Santo estão até mesmo iludindo e enganando as pessoas, objetando a simpatia do povo para galgar cargos e prestígio nas igrejas.
 
O apóstolo Paulo teve um ministério marcado por milagres e experiências sobrenaturais, no entanto, Ele nunca abriu mão das escrituras, preferia falar do sacrifício salvífico de Jesus e da Sua Palavra quanto relatar questões sobrenaturais. Na sua primeira carta aos Coríntios (cap. 11-14) orienta os irmãos sobre a verdadeira conduta cristã em relação as manifestações e dons espirituais que ali estavam presentes. Dentre as abordagens que os apóstolo faz podemos ter as seguintes recomendações acerca dos dons espirituais:

1. Podem ser abusados.
2. Podem ser usados erroneamente.
3. Podem ser falsificados.
4. Podem ser exercidos até por cristãos carnais.

Geralmente se supõe que os dons espirituais assinalam uma elevada espiritualidade; no entanto, os maiores perturbadores de todos, na igreja de Corinto, foram aqueles que se deixaram arrebatar pelo orgulho de sua suposta autoridade e desenvolvimento espirituais, pois esses, devido ao seu orgulho, produziram confusão naquela igreja. Precisamos entender que o apóstolo Paulo era contra as manifestação dos dons de maneira não genuína, pois o próprio apóstolo tinha grande zelo para com os dons. Entretanto, ele desejava ver os dons manifestados de tal maneira que a igreja fosse edificada espiritualmente e numericamente. I Coríntios 14.12: 'Assim também vós, já que estais desejosos de dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja'.

Atualmente temos por ai muitos agitadores de massa ao invés de pregadores. Infelizmente em muitas igrejas estes homens tem ido com a mínima ou nenhuma preocupação em expor a vontade de Deus através de Sua Palavra, pois a sua missão é movimentar as massas. Estes se valem de muitas frases e conceitos como: “Tem fogo ai, irmão?”, “Quem tem promessa de Deus nunca morre”, “transferência de unção e outros mais...”. Esses agitadores de massa alegam que foram chamados para pregar milagres e fazer muitas maravilhas. Maravilhas essas que não tem apoio na Palavra do Senhor e que entretanto servem apenas para honorificar os milagreiros diante da pessoas de que não tem conhecimento da Palavra de Deus. Quanto a essa atitude de falta de conhecimento, Jesus disse:
"Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus"Mateus 22.29.

Através do livro segundo escreveu o evangelista Mateus, o próprio Senhor advertiu os discípulos a tomarem cuidado com os falsos profeta: "Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade". Mateus 7.22-23.

Será que ainda existem milagres? De fato ainda existem milagres, pois a bíblia afirma em Hebreus13.8 que: "Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente". Deus não opera milagres para os homens se tornarem celebridades, mas opera para propósitos divinos e específicos para autenticar, confirmar e comprovar a Palavra de Deus e fazer com o que o nome de Jesus seja crido e exaltado. Em I Jo 4:1 diz: "Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo".

Sob a presente prerrogativa de existirem falsos milagres e manifestações, foi preciso elaborar alguns pontos para análise dos tais para sabermos se são genuínos ou não. Sendo assim, podemos fazer as seguintes interrogações acerca das proezas realizadas:

·Tem alguma edificação para o corpo de Cristo?
·Quem está sendo glorificado, Deus ou os homens?
·Existe embasamento da Palavra de Deus?
·Como é o relacionamento entre as fontes das proezas, Deus e homem?

Enfim, precisamos analisar e obter o discernimento de todos e qualquer tipo de milagres feito em nossos dias, para não sermos seduzidos e enganados pelo Diabo e seus ministros.
"E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz, não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras". II Co11.14-15.

Abraços.

Viva vencendo!!!

Seu irmão menor.



16 agosto 2016

CHEGA DE ENGOLIR SAPINHOS, SAPOS E SAPÕES

Despreparada, a igreja evangélica brasileira tornou-se prato cheio para líderes sagazes e megalômanos. Esses líderes têm levado o povo a engolir a seco sapinhos, sapos e sapões e, em nome da unidade, engavetaram a sã doutrina. Esses réprobos conseguiram formatar a maioria dos crentes por imagens, jogos de luzes, fumaça, gelo seco, som ensurdecedor, coreografias, batucadas e movimentos. O povo tornou-se icônico e cada vez mais menos bereianos o que os tem levado a aceitar as idiossincrasias, desvios doutrinários e modismos estrambóticos. Os sagazes e megalômanos líderes se servem do Evangelho, mas não pregam a verdade bíblica. Conseguem com sua máscara de encanto e cuidadosamente lustrada lotar a igreja de pessoas que sequer sabem o que é seguir a Cristo, mas que se julgam cristãs. Deus cobrará desses falsários o desvio que estão fazendo!

A turma gospel sempre diz: “Deixem os hereges pregarem; o que importa é que a Palavra de Deus está sendo pregada, e ela não volta vazia”. Ora, Deus não salva pecadores através da pregação de um falso evangelho. Esses líderes usam a Bíblia, mas pregam outro Cristo. Se uma pessoa ouviu um Cristo que não é o revelado nas Escrituras e confia nele, essa pessoa não será salva. Falar da Palavra de Deus não implica necessariamente que a pessoa está certa. A Bíblia foi usada para legitimar a escravidão, o machismo, o incesto, a poligamia, o divórcio, o comunismo, e agora alguns a usam para justificar o homossexualismo. Os hereges usam as Escrituras para fins pessoais. Devemos ter cuidado com interpretações que fogem claramente ao sentido escriturístico. Precisamos está atento para as novas hermenêuticas que surgem. Satanás foi o primeiro exegeta da Palavra de Deus. As tentativas de contextualizar a Bíblia aos novos tempos são exegese da serpente. Não esqueçamos que todo esse grupo herético que está manipulando a maioria dos evangélicos brasileiros está descobrindo o que nunca alguém viu em mais de 2000 anos de cristianismo. Citar a Palavra de Deus não é garantia de nada. Pode-se deturpá-la.

A indecência do mundo migrou para a igreja. Ao invés de ser modelo, ela é Xerox de um mundo medíocre, de valores fúteis. A igreja atual ao invés de querer não se conformar com o mundo quer o melhor do mundo. Quer um mundo banal. Nesse contexto, temos púlpitos anêmicos, e “ovelhas” que querem se soltar. Isso explica o “louvorismo” dos nossos cultos. Eles fornecem sentimentos e sensações, mas não substância. Cânticos inexpressivos, na letra e na música. As apostasias das letras de certos corinhos, pomposamente chamados de louvor, são tão notórias que dispensa argumentação comprobatória. O Evangelho tornou-se um amontoado de euforias, e não a fé no Senhor Jesus.  O inferno não é mais inferno; o céu não é mais céu; a graça não é mais graça, o caminho não é mais estreito; Cristo não é mais Cristo; Deus não é mais Deus e a Bíblia não é mais a eterna e inerrante Palavra de Deus! Grande parte das igrejas evangélicas brasileiras escancararam suas portas ao ponto de não conseguirem mais conter a invasão estranha dos ventos de doutrina extra-bíblica. Esses ventos fustigam as igrejas hoje, como um ciclone impetuoso.  

É urgente retornarmos às Escrituras. O púlpito precisa ser o local de proclamação da Bíblia. Não local de manipulação. A igreja precisa ser a comunidade das Escrituras. O púlpito não pode trocar o ensino bíblico por comentários de Freud, Carl Jung, Lair Ribeiro, Augusto Cury, Madre Tereza de Calcutá, Mahatma Gandhi, papa Francisco. O nome de Jesus, a cruz, a salvação, pecado, ira de Deus, volta de Jesus e céu, deverão ser o tema central da igreja. A igreja deve pregar o Evangelho e pregar o Evangelho não é fazer saraus musicais nem shows gospéis. É dizer que o homem é pecador, que necessita se arrepender de seus pecados e crer em Jesus Cristo, que Ele voltará em poder e glória e julgará mundo.

Os falsos líderes estão loteando a igreja de Jesus, erigindo impérios econômicos, à sombra de um “evangelho” manco. Dizem eles: “Somos filhos do Rei, temos direito ao melhor”. E, tome a construir mega-templos usando distorcidamente Ageu 2:9 - “A glória desta última casa será maior do que a da primeira”. Precisamos entender que não há qualquer relação da glória do segundo templo com o seu tamanho, uma vez que os anciões que tinham visto o templo de Salomão em toda a sua glória e luxo choraram ao ver a simplicidade do segundo templo. Aliás, o segundo templo cuja glória seria maior era pequeno e destituído de ornamentos em comparação com o primeiro templo. A glória do segundo templo está diretamente relacionada com a vinda de Jesus, o verdadeiro templo de Deus, o Emanuel, o Deus conosco. O messias que viria teria glória maior que toda magnificência de Salomão. Precisamos ter os olhos abertos para os que torcem a Palavra de Deus com interesses escusos. Há muito comércio da fé e muito enriquecimento pessoal com o Evangelho. Jesus não pode ser pretexto para formação de riquezas. 
Pastor não faz voto de pobreza. Pastor não é da “ordem franciscana”, mas não pode usar o ministério para enriquecer.

Segue abaixo as igrejas e ministérios em Fortaleza que estão fazendo muita gente engolir a seco sapinhos, sapos e sapões:

Assembléia de Deus Canaã – pastor Jecer Goes
Assembléia de Deus Bela vista – apóstolo José Teixeira Rego Neto
Igreja Batista Central – pastor Armando Bispo
Igreja da Paz – pastor Abe Huber
Igreja do Senhor Jesus – Santuário do Espírito Santo – Apóstolo Luiz Henrique
Igreja Nova Vida – Márcio Prado
Igreja Comunidade Cristã Logos – pastor Everaldo Silva
Igreja Verbo da Vida – pastor Mansuêto Vieira
Igreja Batista Comunidade do Amor – pastor Samuel Munguba Júnior
Igreja Comunidade das Nações – pastor Fabrício Miguel
Igreja de Cristo – pastor Evandro Soares
Igreja Batista Vale de Bênçãos – pastora Darcy Lira Andrade
JOCUM – Jovens com uma missão
ORMECE – Ordem dos ministros evangélicos do Ceará
MDA – Modelo de discipulado Apostólico
TMI – Teologia da Missão Integral
Ministério Apostólico Nova Unção

Tenho dito,


Ir. Marcos Pinheiro

15 agosto 2016

ATROCIDADES CATÓLICAS - 08 - O PAPADO - A PAPISA JOANA - FINAL

Ilustração da Papisa Joana datada de 1560

O dia 29 de junho comemora-se não só o dia de São Pedro, mas também o dia do papa, já que o apóstolo Pedro tornou-se o primeiro líder da fé católica depois da morte de Jesus, tornando-se assim o primeiro papa da história. Desde Pedro, mais de 265 papas vieram.

O que muitos não sabem, porém, é que uma mulher pode estar entre os que ocuparam o posto que hoje é de Francisco. Trata-se de Joana, uma camponesa que teria se passado por homem e sucedido o Papa Sérgio II, no século IX. A história, contudo, é considerada fantasiosa pela Igreja Católica e pela maioria dos teólogos.

A escritora inglesa Donna Woolfolk Cross passou sete anos pesquisando e reunindo todos os fatos conhecidos da vida de Joana, extraídos de documentos raros em inglês, espanhol, francês, italiano e latim. O trabalho culminou no livro Papisa Joana (Geração Editorial, 2009), que inspirou o filme de mesmo nome, dirigido por Sonke Wortmann.

Na versão cinematográfica, Joana nasceu em 814, na aldeia de Ingelheim, onde hoje seria a Alemanha. Nesse período, conhecido como Idade das Trevas, ainda não existiam os países europeus modernos nem seus idiomas e a língua culta era o latim. As mulheres eram proibidas de estudar, pois isso era visto como antinatural.
Porém, segundo a apuração, curiosa, Joana aprendia com facilidade. O irmão mais velho a ensinou a ler, escondido do pai, extremamente religioso e rígido. Joana surpreendeu os pais e o mestre de um seminário ao mostrar que sabia ler e interpretar textos. Então, o mestre passou a lecionar latim e grego à menina.
A vontade de aprender fez com que Joana fugisse de casa para estudar em um seminário, que somente aceitou ter uma menina em sua turma sob autorização de um bispo. Para que ela não dormisse junto dos rapazes, um conde chamado Gerald aceitou-a em sua casa, onde ela viveu por anos.

Já adolescente, sobreviveu a um ataque viking e, a partir de então, adotou uma identidade masculina, usando o nome de um dos irmãos, João Ânglico. Como homem, foi aceita em um mosteiro beneditino, onde se destacou como médica. Em pouco tempo, sua fama de curandeira se propagou em Roma, e ela foi chamada para atender o Papa Sérgio II. Assim, acabou se tornando sua médica e porta-voz.

Em 847, após a morte do papa, Joana, como João Ânglico, foi indicada e escolhida por votação popular para ocupar o trono papal. Mesmo pega de surpresa, aceitou. Ela não esperava, porém, se reencontrar com o conde Gerald, o único que sabia a verdade. Os dois, então, se apaixonaram.

Durante o ano de 847, “João Ânglico” teria promovido inúmeras obras sociais e mudanças na Igreja. Quando descobriu que estava grávida de Gerald, Joana decidiu continuar como papa até a Páscoa de 848. Durante a procissão, começou a sentir as dores do parto, que lhe levou à morte. O episódio teria causado grande discussão e revolta entre os fiéis.

A história da papisa Joana foi lembrada no século XIII pelo escritor Esteban de Borbón, mas sem provas concretas. Em 1886, a trama voltou a ser contada pelo grego Emmanuel Royidios e foi traduzida para o inglês por Lawrence Durrell, em 1939. As versões variam em alguns detalhes, como quem era o seu amante, a forma como morreu e qual papa ela sucedeu - em uma delas, teria sido Leão IV, em 855.

Existência improvável 

Segundo Eduardo Moesch, professor de história da igreja da Faculdade de Teologia da PUC-RS, a narrativa tende a ser tratada como lenda pela Igreja Católica. Segundo ele, a existência da papisa Joana é improvável e fantasiosa porque, por mais que uma mulher pudesse ter se passado por homem, seria difícil esconder uma gravidez.

Para o docente, uma das provas mais concretas de que o episódio é irreal é a existência de documentos de 847 assinados tanto pelo Papa Sérgio II quanto pelo Papa Leão IV, seu sucessor. Assim, não haveria espaço suficiente entre os mandatos para que Joana pudesse ter ocupado o trono papal.