22 janeiro 2017

MANUAL ISLÂMICO PARA UM CASAMENTO FELIZ

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Eric Brazau mostra a sua cópia de "Um Presente para os Casais Muçulmanos" em frente a entrada do jornal Toronto Sun. (Terry Davidson/QMI Agency)


Manual islâmico para um casamento feliz: “Puxe a esposa pela orelha, bata nela com a mão ou com uma vara”
O crescimento do islamismo nos EUA e na Europa é fato inegável. E com sua crescente influência, livros com temas islâmicos começam a aparecer, revelando a realidade dos costumes islâmicos.
O livro “A Gift For Muslim Couple” (Um Presente para o Casal Muçulmano), disponível no Canadá, chocou o público canadense por trazer instruções de como maridos islâmicos podem bater nas esposas com a mão ou com uma vara, ou puxá-la pela orelha.
O livro de 160 páginas, escrito pelo acadêmico muçulmano Maulavi Ashraf Ali Thanvi, é dedicado a recém-casados muçulmanos.
O manual dá instruções de como ter um casamento feliz e evitar problemas, e avisa que o marido deveria se controlar para não bater excessivamente na esposa.
Embora o livro tenha recebido reações indignadas do público canadense, está amplamente disponível em lojas virtuais muçulmanas, sem maiores consequências.

Bater na esposa como instrução matrimonial pode parecer estranho para pessoas no Brasil, EUA e Canadá, mas é uma prática comum e generalizada no mundo islâmico. Evidentemente, os líderes muçulmanos negarão que sua religião seja violenta ou que permita que as esposas apanhem, mas a realidade…
A escalada de violência contra as mulheres muçulmanas foi revelada recentemente por um relatório que afirma que quase 1.000 mulheres e meninas foram assassinadas por “honra” no ano passado só no Paquistão. Não há dados oficiais dos outros países muçulmanos, ainda mais que casos de esposas assassinadas são acobertados pelos próprios parentes e pela polícia.
As esposas que não são assassinadas podem ser banhadas em ácido pelo marido islâmico se cometerem o “crime” de aprenderem a ler e escrever, como foi o caso da paquistanesa Fakhra Younus, que se suicidou recentemente com a idade de 33 anos, depois de viver 12 anos cega de um olho, surda e com vários outros problemas físicos ocasionados pelo banho de ácido efetuado pelo marido. Só em 2011, mais de 8.000 ataques com ácido foram praticados contra moças e mulheres, por vários motivos, no Paquistão. Se uma jovem, por exemplo, se recusa a casar com um islâmico, o próximo passo pode ser uma chuva de ácido.
Contudo, não é só nos países islâmicos que as mulheres são submetidas a certos costumes islâmicos. Na Inglaterra, mais de 1.000 meninas, algumas com 10 anos de idade, já passaram por operações de mutilação genital, onde os órgãos sexuais externos são removidos, a fim de impedir que mais tarde as moças tenham prazer sexual, mesmo depois do casamento. Tal mutilação, de acordo com os que a praticam, servirá como prova da “pureza” da mulher quando ela casar. Líderes islâmicos da Inglaterra já foram flagrados defendendo essa mutilação.
Essa mutilação, ao que se supõe, tem como alvo as filhas das famílias muçulmanas. O tratamento para as filhas das famílias não muçulmanas é totalmente diferente.
Na Inglaterra, gangues de estupradores — predominantemente muçulmanos — aliciam meninas muito novas, geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças da Inglaterra, um número elevado de 10.000 meninas brancas menores de idade podem estar sendo vítimas.
Se uma gangue muçulmana é pega e seus integrantes conseguem fugir da Inglaterra para seu país islâmico original, a polícia inglesa simplesmente cruza os braços a fim de não perturbar autoridades islâmicas de outro país.
Por causa das leis antipreconceito, as autoridades inglesas não podem lidar com o problema de forma decisiva, mostrando que homens muçulmanos estão literalmente estuprando milhares de meninas inglesas. Tal exposição colocaria a Inglaterra na mira da ONU, que os acusaria de preconceito contra a religião islâmica e contra homens de pele não branca.
Na Inglaterra, o estupro islâmico de meninas brancas já é quase normal. Agora, a epidemia está alcançando até mesmo os EUA, onde gangues muçulmanas também estão mirando meninas brancas.
Os direitos das mulheres e das meninas são pisoteados, em favor dos direitos humanos e a dignidade de homens muçulmanos, por causa de loucas leis antipreconceito. Por causa dessas leis, os ingleses pouco podem fazer para deter os estupradores islâmicos. Por causa dessas leis, os estupradores islâmicos muito fazem contra as meninas inglesas.
Contudo, o que aconteceria se 10.000 meninas islâmicas estivessem em poder de gangues evangélicas de estupradores ingleses na Arábia Saudita ou Paquistão? As autoridades muçulmanas teriam igualmente medo de lançar uma feroz campanha policial contra os estupradores ingleses por causa de leis antipreconceito? Os jornais e TVs falariam vagamente de certo problema com meninas, sem citar a origem especifica dos estupradores? Ao serem pegos, os ingleses poderiam fugir do país com a consciência tranquila de que as autoridades islâmicas nunca teriam coragem de exigir a extradição deles?
Em qualquer país islâmico, uma gangue de estupradores ingleses seria dispensada de julgamento e cadeia. A própria população, sob os olhos e consentimento das autoridades, lincharia sumariamente os criminosos.
No entanto, o que ocorre na Inglaterra é o inverso. Jornais e TVs não podem falar diretamente do grave problema de gangues de estupradores que mantém 10.000 meninas inglesas sob seu poder. Não podem falar a fim de não violar a dignidade, honra e direitos humanos dos muçulmanos envolvidos nos crimes.
A cegueira do multiculturalismo da Inglaterra não os deixa ver que as gangues de estupradores não só cometem violência física e psicológica contra as meninas, mas também contra a dignidade, a honra e os direitos humanos delas.
Meninas têm menos dignidade, honra e direitos humanos do que homens islâmicos? Ao que tudo indica, sim, pois até em países islâmicos eles fazem o que querem com suas mulheres e meninas. E agora, pelo visto, podem também fazer o que querem com mulheres e meninas de países que não são islâmicos.
Enquanto homens como Jimmy Carter dizem que há opressão contra as mulheres no Ocidente somente porque há igrejas cristãs que não ordenam mulheres, o islamismo já vai mostrando como será o futuro das mulheres nos EUA e Europa: hoje, meninas condenadas à prostituição, amanhã moças condenadas aos haréns islâmicos, marcadas pela “pureza” da mutilação genital. Se tentarem abrir a boca para reclamar de alguns dos tratamentos, o chicote — ou o ácido — descerá sobre elas. Seu destino, quer gostem ou não, será a escravidão sexual.
Com informações do Daily Mail
COMENTÁRIO DO EDITOR
Lamentável e triste esse livro dar aos homens o poder de agredir suas esposas.
Isso é a prova de que não existe amor. Mulheres precisam ser amadas e muito mais que isso, respeitadas.
Não tenho muito o que dizer, mas dá prá se perceber que o contraste do escritor com os ensinamentos do Deus verdadeiro são extremamente opostos.
Só Jesus para salvar esse povo e abrir-lhes os olhos.
Viva vencendo, procurando o Verdadeiro Deus e obedecendo ás Escrituras Sagradas.
Abraços.
Seu irmão menor.


21 janeiro 2017

JESUS É O ARCANJO MIGUEL?

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A história registra que Adventistas e as Testemunhas de Jeová viveram um período da história como uma só entidade religiosa. C.T. Russell associou-se a N. H. Barbour, um dissidente do movimento adventista, por um período de tempo ocasião em que publicaram a revista mensal Herald of The Morning (O Arauto da Aurora). Não é sem razão, pois, que tanto os adventistas como as testemunhas de Jeová tenham ponto de vista iguais sobre a pessoa de Jesus como sendo o próprio arcanjo Miguel. Dois nomes para uma só pessoa. É preciso que, antes de analisarmos declarações de ambas organizações religiosas, tenhamos presente que é de necessidade absoluta conhecermos o Jesus verdadeiro indicado na Bíblia, para não aceitarmos um ‘outro’ Jesus falso, como declara Paulo em 2 Co 11.4, “Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado... seja anátema”.

O QUE DIZEM OS ADVENTISTAS
Dizem os adventistas: “Cremos que ‘Miguel’ [original Michael] não é senão um dos muitos títulos aplicados ao Filho de Jesus...”. Noutro escrito adventista se lê: “Nas Escrituras, Miguel, cujo nome significa ‘Quem é como Deus?’, é descrito como ‘arcanjo’ (Judas 9)...”... “Uma análise detida...dentro do contexto bíblico deixa claro que Miguel é apresentado no texto sagrado como um Ser divino...”

O QUE DIZEM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
Como é conhecido dos estudiosos das seitas, as testemunhas de Jeová mudam freqüentemente suas doutrinas. Embora reconheçam que mudanças doutrinárias perturbam as pessoas honestas, elas são useiras e vezeiras nas mudanças doutrinárias. E, consequentemente, não poderiam deixar de apontar Jesus de modo diferente Bíblia no que concerne ao arcanjo Miguel.

JESUS É MIGUEL? Não! – diziam as Testemunhas de Jeová
“Sua posição é contrastada com a de homens e anjos, como Senhor de ambos, tendo “todo o poder no céu e na terra.” Desde que está escrito, “E todos os anjos de o adorem.”; [ isto inclui Miguel, o chefe dos anjos, dado que Miguel não é o Filho de Deus] e a razão é que “herdou mais excelente nome do que eles.”

MIGUEL É JESUS? Sim! – dizem as Testemunhas de Jeová
“É Jesus Cristo a mesma pessoa que o arcanjo Miguel?
“... a evidência indica que o Filho de Deus, antes de vir à terra, era conhecido como Miguel, e também é conhecido por esse nome desde que retornou ao céu, onde reside como o glorificado Filho espiritual de Deus.” 

HÁ DIFERENÇAS ENTRE MIGUEL E JESUS

NO NOME
O nome Miguel significa “Quem é Como Deus?”. Encerra uma pergunta, sem afirmar que Miguel seja Deus. Já o nome Jesus significa “Jeová é o Salvador”. É uma afirmação que enfatiza a diferença de Miguel. 
Em Is 43.11se lê: “Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há Salvador.” Essa declaração é aplicada a Jeová nas Escrituras Hebraicas, como as testemunhas de Jeová costumam referir-se ao Velho Testamento. Nas Escrituras Gregas ou Novo Testamento vamos encontrar que a salvação é obra exclusiva de Jesus: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos.”(At 4.12) Embora Jeová e Jesus sejam duas pessoas distintas (Jo 8.16-18) constituem o mesmo Deus Salvador. Miguel é pessoa distinta de Jesus no significado do próprio nome.


NATUREZA
Miguel é anjo, na hierarquia angelical de arcanjo. Embora possa ser tido como chefe dos anjos, não deixa de ser criatura. Falando dos anjos diz Hb 1.14: “Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” A função dos anjos é servir àqueles que vão ser salvos. Como tal os anjos defendem os cristãos das artimanhas do Diabo e de inimigos terrenos (Sl 34.7; 91.11). É digno de nota ainda que os anjos estão sujeitos a Cristo: “O qual está à destra de Deus, tendo subido ao céu; havendo-se-lhe sujeitado os anjos, e as autoridades e potências.”(1 Pe 3.22)
Jesus, diferentemente de Miguel, é o Criador do próprio Miguel. Em Cl 1.16, lemos: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele.” Cristo é o Criador de todas as coisas, e dentre eles, as coisas invisíveis que compreende toda a hoste celestial na categoria de anjo, arcanjo, querubim, serafim. Consequentemente, Jesus é o Criador de Miguel, não podendo ser confundidas as pessoas do Criador (Jesus) e da criatura (Miguel).
Ainda na natureza de ambos, Miguel e Jesus, se nota que Miguel é arcanjo enquanto Jesus é Deus, a segunda pessoa da Trindade. O Deus verdadeiro único é o que sendo um na essência é trino nas Pessoas. É chamado Deus Criador em Jo 1.1-3. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” Jesus em Jo 3.16 é chamado “Filho unigênito”. Ser Filho unigênito é ser filho único gerado; ser Filho gerado é ter a mesma natureza do Pai, que gerou. Esse Pai é Deus; logo Deus é também o Filho gerado.


NA ADORAÇÃO
Miguel não pode ser adorado. Dentro de toda a hierarquia angelical é terminantemente proibido prestar culto aos anjos, qualquer tipo de culto, como se lê em Cl 2.18, “ Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão.” Os próprios anjos são conhecedores que não se lhes deve prestar adoração e por isso recusam-na abertamente. Isso se pode ler em duas partes da Bíblia: Em Ap 19.10 e Ap 22.8,9 “E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus: adora a Deus.” “E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar. E disse-me: 0lha não faças tal... Adora a Deus.”

Já, com respeito à pessoa de Jesus, não há qualquer problema em adorá-lo. Sabemos que os anjos são maiores do que nós (Hb 2.6,7), entretanto prestaram adoração a Cristo sem qualquer constrangimento. É interessante notar que é o próprio Deus que ordena essa adoração, como se lê em Hb 1.6 “E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.” Se Jesus fosse um anjo, na hierarquia de um arcanjo como Miguel, então seriam os anjos tidos como idólatras, pois não é correto que um chefe de anjo seja adorado por outros anjos. Mas, na continuação da leitura de Hebreus capítulo primeiro, que visa mostrar a superioridade de Jesus sobre os anjos como se lê dos vv. 4,5, que dizem:"
.” a superioridade de Jesus sobre os anjos, o v. 8 mostra essa razão, quando o Pai declara de seu Filho: “Mas, do Filho, diz: “Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do reino.” No céu, ao nome de Jesus, se prostram todos os seres criados:” Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus...”(Fp 2.10) A adoração do único Deus é vista da seguinte forma em Ap 5.13: “ E ouvi, a toda a criatura que está no céu , e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão.” Os próprios anjos são conhecedores que não se lhes deve prestar adoração e por isso recusam-na abertamente. Isso se pode ler em duas partes da Bíblia: Em Ap 19.10 e Ap 22.8,9 “E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus: adora a Deus.” “E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar. E disse-me: 0lha não faças tal... Adora a Deus.”
Já, com respeito à pessoa de Jesus, não há qualquer problema em adorá-lo. Sabemos que os anjos são maiores do que nós (Hb 2.6,7), entretanto prestaram adoração a Cristo sem qualquer constrangimento. É interessante notar que é o próprio Deus que ordena essa adoração, como se lê em Hb 1.6 “E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.” Se Jesus fosse um anjo, na hierarquia de um arcanjo como Miguel, então seriam os anjos tidos como idólatras, pois não é correto que um chefe de anjo seja adorado por outros anjos. Mas, na continuação da leitura de Hebreus capítulo primeiro, que visa mostrar a superioridade de Jesus sobre os anjos como se lê dos vv. 4,5, que dizem:"
.” a superioridade de Jesus sobre os anjos, o v. 8 mostra essa razão, quando o Pai declara de seu Filho: “Mas, do Filho, diz: “Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do reino.” No céu, ao nome de Jesus, se prostram Miguel não pode ser adorado. Dentro de toda a hierarquia angelical é terminantemente proibido prestar culto aos anjos, qualquer tipo de culto, como se lê em Cl 2.18, “ Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão.” Os próprios anjos são conhecedores que não se lhes deve prestar adoração e por isso recusam-na abertamente. Isso se pode ler em duas partes da Bíblia: Em Ap 19.10 e Ap 22.8,9 “E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus: adora a Deus.” “E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar. E disse-me: 0lha não faças tal... Adora a Deus.”
Já, com respeito à pessoa de Jesus, não há qualquer problema em adorá-lo. Sabemos que os anjos são maiores do que nós (Hb 2.6,7), entretanto prestaram adoração a Cristo sem qualquer constrangimento. É interessante notar que é o próprio Deus que ordena essa adoração, como se lê em Hb 1.6 “E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.” Se Jesus fosse um anjo, na hierarquia de um arcanjo como Miguel, então seriam os anjos tidos como idólatras, pois não é correto que um chefe de anjo seja adorado por outros anjos. Mas, na continuação da leitura de Hebreus capítulo primeiro, que visa mostrar a superioridade de Jesus sobre os anjos como se lê dos vv. 4,5, que dizem:"
.” a superioridade de Jesus sobre os anjos, o v. 8 mostra essa razão, quando o Pai declara de seu Filho: “Mas, do Filho, diz: “Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do reino.” No céu, ao nome de Jesus, se prostram todos os seres criados:” Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus...”(Fp 2.10) A adoração do único Deus é vista da seguinte forma em Ap 5.13: “ E ouvi, a toda a criatura que está no céu , e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono todos os seres criados:” Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus...”(Fp 2.10) A adoração do único Deus é vista da seguinte forma em Ap 5.13: “ E ouvi, a toda a criatura que está no céu , e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono(Jeová Deus), e ao Cordeiro (Jesus Cristo e não Miguel, que nunca é chamado de o Cordeiro), sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.

20 janeiro 2017

LIÇÃO 04 – 22/01/17 "ALEGRIA, FRUTO DO ESPÍRITO; INVEJA, HÁBITO DA VELHA NATUREZA"

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Texto Áureo

"Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos" Fp 4.4

Verdade Prática

"A Alegria, fruto do Espírito não depende de circunstâncias"

Leitura Bíblica em Classe

João 16.20-24

Introdução
Nesta lição estudaremos sobre a alegria e a inveja. A alegria é um atributo do fruto do Espírito e esta não depende de circunstancias enquanto que a inveja faz parte da obra da carne não podendo agradar a Deus (Rm 8.8) e prejudicando ao próximo com suas consequências.

I – A Alegria

No hebraico a palavra alegria é sãmah e segundo o dicionário Vine, significa uma emoção espontânea ou felicidade extrema. No grego a palavra é euphrainõ e significa estar feliz, regozijar-se, tornar-se alegre.

A Bíblia afirma que a alegria é fruto do Espírito Santo (Gl 5.22). Jesus não quer discípulos medíocres, mas discípulos que produzam muito fruto (Jo 15.8). Paulo ensina que, quando desfrutamos da característica desse fruto, representada no grego pela palavra “χαρά” “chara”, ou seja, gozo, passamos a sentir uma maravilhosa sensação de alegria e felicidade por todas as coisas que recebemos de Deus pela Sua infinita graça (Ef 2.8-9). Logicamente viver neste mundo não é nada fácil e não somos alienados para negarmos isso. Neste dias toda sorte de notícias chega até nós de maneira inesperada. A surpresa provocada por tais notícias são, em muitos casos, a causa de um profundo sentimento de tristeza (Jo 16.33). A cada dia fica mais claro que estamos próximos da vinda de Jesus (Ap 22.20), porém sabemos que enquanto isto não ocorre teremos que ser sustentados pelo poder do Espírito Santo, que nos permite viver alegres em meio às tribulações. Esta alegria é incondicional, não depende de situações, ela é sobrenatural e incompreensível aos não regenerados. 

No contexto de Atos 13.52, eram tempos de perseguição intensa, as pessoas estavam sendo presas, Tiago já havia sido degolado por ser servo do Senhor Jesus (At 12), eles estavam perdendo tudo o que tinham, a pressão aumentando até fora das terras de Israel contra o povo de Deus e mesmo assim, os discípulos se encontravam na condição de transbordantes de alegria e do Espírito Santo. O gozo produzido pelo amadurecimento do fruto do Espírito Santo nos garantirá mais momentos de felicidade do que possa tentar nos entristecer Satanás, através de notícias e informações apelativas. Sigamos firmes, não olhando nem para a direita nem para a esquerda (Tg 1.2).

Veja, a seguir, um quadro demonstrativo, extraído da Revista Ensinador Cristão:

ALEGRIA
INVEJA
- É um estado de graça e bem-estar espiritual.
- É um estado de desgraça e mal-estar espiritual.
- Sua fonte é Deus.
- Sua fonte é o Diabo e o “ego”.
- Está interligada à nossa comunhão com Deus.
- Está interligada com a ruptura de nosso relacionamento com Deus.
- Nos estimula a ter bom ânimo.
- Nos estimula a ter um ânimo dobre.
- Nos estimula a servir a Deus e ao próximo.
- Nos estimula a servir aos nossos próprios interesses.
- Há felicidade em ver o outro bem-sucedido.
- Há ódio e amargura em ver o próximo bem-sucedido.
- É um sentido nobre.
- É um sentimento perverso.


Fonte de Alegria
É importante ressaltar que esta felicidade não é uma emoção passageira, resultado de um aumento de salário, uma premiação, a compra da casa própria, a posse de bens materiais ou do uso de alguma medicação. Essa alegria é produzida pelo Espírito Santo em nosso interior e vem diretamente de Deus, pois somente Ele é a fonte e a origem do verdadeiro contentamento.

Em Gálatas 5.22 a palavra “Gozo” (gr. Chara), é a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que creem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1 Pe 1.8; Fp 1.4).

A alegria é parte integrante da nossa salvação em Cristo. É paz e prazer interiores em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e na benção que flui de nosso relacionamento com Eles (1Co 13.14). Os ensinos bíblicos a respeito da alegria incluem:
-A alegria está associada à salvação que Deus concede em Cristo (1Pe 1.3-6) e com a Palavra de Deus (Jr 15.16).
-A alegria flui de Deus como um dos aspectos do fruto do Espírito (Sl 16.11; Rm 15.13; Gl 5.22).
-Nós a experimentos somente à medida que permanecemos em Cristo (Jo 15.1-11).
-Nossa alegria se torna maior quando o Espírito Santo nos transmite um profundo senso da presença e do contato com Deus em nossa vida (Jo 14.15-21).
-Jesus ensinou que a plenitude da alegria está intimamente ligada à nossa permanência na Sua Palavra, à obediência aso Seus mandamentos(Jo 15.7,10,11) e a separação do mundo (Jo 17.13-17).
-A alegria como deleite na presença de Deus e nas bênçãos da redenção, não pode ser destruída pela dor, pelo sofrimento, pela fraqueza nem por circunstancias difíceis (Mt 5.12; At 16.23-25; 2Co 12.9).

Jesus Consola Seus Discípulos e os Instrui
O texto utilizado na Leitura Bíblica em Classe da lição (Jo 16.20-24) é parte de um diálogo entre Jesus e Seus discípulos. Parece que a fala do Mestre nos versículos 17 e 18 deixam os discípulos confusos. Então, Jesus explica que ao presenciar a Sua morte, eles ficariam tristes e desolados enquanto o mundo (os pecadores sobre o engano de Satanás) se alegraria. Mas, a tristeza dos discípulos seria momentânea e iria durar somente até a Sua ressurreição, que ocorreu no terceiro dia.
Nos versículos 21 e 22 Jesus se utiliza de uma ilustração, bem conhecida de todos, a respeito de dor e alegria para que não houvesse mais dúvidas a respeito do que estava sendo ensinando. Continuando com o diálogo e ensino, nos versículos 23 e 24, o Mestre instrui a respeito do orar em Seu nome ao Pai. Os discípulos ainda não tinham ouvido nada a esse respeito, e nem mesmo orado a Deus em nome do Filho. Jesus esclarece que as orações em Seu nome seriam ouvidas e atendidas: “tudo o que pedirdes em meu nome”. Contudo, segundo o Comentário Bíblico Pentecostal1, ‘“tudo” não é um cheque em branco. Jesus está exortando-os a pedir o Espírito; é Ele quem trará alegria. Jesus dará o Espírito, e eles O receberão”.

19 janeiro 2017

ARQUIDIOCESE DE BH ADOTA IDEOLOGIA DE GÊNERO EM SUAS DIRETRIZES PASTORAIS


Por Jarbas Aragão
A Arquidiocese de Belo Horizonte lançou uma cartilha sobre família que está gerando polêmica e até mesmo revolta entre os católicos brasileiros. O livreto do “Projeto de Evangelização Proclamar a Palavra”, mostra como as teses sobre a ideologia de gênero deveriam ser abordadas quando se fala sobre família hoje em dia.

O material relativiza a compreensão da família como instituição, sugerindo que as pessoas podem ter “identidades sexuais” diferentes daquelas com as quais nasceram. Essas diretrizes pastorais fazem parte de um planejamento das atividades entre 2017 e 2020.

Com 31 páginas, o texto apresenta as dez “prioridades pastorais” que deveriam ser desenvolvidas dentro do trabalho da Arquidiocese. Nas duas páginas que falam sobre o compromisso da igreja com as famílias (18 e 19), dois parágrafos trazem afirmações relacionadas com os preceitos da ideologia de gênero. Ele pode ser lido na íntegra aqui.


Trecho da cartilha.
Em um dos parágrafos lê-se: “O matrimônio, no qual mulher e homem procuram, segundo a graça de Deus, corresponder ao mais profundo de sua vocação, tem valor para a Igreja e para a sociedade, e não restringe a compreensão da existência de outras configurações familiares, oriundas de situações sociais, culturais, econômicas e religiosas diversas. Então, se compreende que a família é a união das pessoas na consciência do amor, cuja força reside essencialmente em sua capacidade de amar e ensinar a amar”.

Embora o Vaticano já tenha declarado que a teoria de gênero é uma “colonização ideológica” de grupos poderosos que promove rebeldia, pois “aniquila a ideia do homem como imagem de Deus”. Mesmo assim, a Arquidiocese de Belo Horizonte resiste em definir família tradicional apenas como a união entre homem e mulher.

Em outro trecho, o livreto traz a declaração explícita: “ponha-se atenção para que, nesse mesmo horizonte, sejam acompanhadas as pessoas em suas diferentes identidades sexuais (gays, transexuais, lésbicas, travestis, transgêneros e bissexuais)”.

Apresentado pelo arcebispo de Belo Horizonte, Monsenhor Walmor Oliveira dCartilha com ações pastorais fala sobre acompanhamento de público LGBTe Azevedo, todo o material refere-se ao que seria a motivação final: “proclamar a Palavra de Deus”. Contudo, não usa em nenhum momento a palavra “arrependimento”, elemento essencial da pregação dos apóstolos no primeiro século. 

18 janeiro 2017

TUDO O QUE ELES NÃO QUEREM QUE VOCE SAIBA

Prezados leitores, encontrei alguns vídeos interessantes que abordam o assunto do Controle Total, visando uma Nova Ordem Mundial.

Veja o vídeo abaixo e tire suas idéias:




Cuidemo-nos: Jesus breve virá!

Viva vencendo!!!

Seu irmão menor.

17 janeiro 2017

A DOUTRINA DA TRINDADE



A TRINDADE - COMO COMPREENDER

O batismo cristão ordenado por Cristo na Grande Comissão(Mt. 28.19), deve ser efetuado “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Observe que o texto diz “nome” e não “nomes”. A idéia é que o nome de Deus é Pai-Filho-Espírito Santo. E verdade que o termo Trindade não se encontra no texto hebraico nem no grego, na Bíblia; e tampouco aparecem termos como “soteríologia” — no entanto, existe na teologia sistemática a doutrina da salvação, também se encontra a da “hamartologia”, a da “transcendência” e “imanência”, ou a da “preexistência” de Cristo, ou a “cristologia”.
Poucas pessoas que discutem os ensinos bíblicos levantam uma bandeira vermelha e objetam contra o uso de tais termos, quando estudam a natureza das graciosas obras de Deus. Tais designações servem como rótulos convenientes, didáticos, para conceitos ou ensinos complexos a respeito de assuntos intimamente relacionados. E impossível discutir teologia como disciplina sistemática, filosófica, sem se usar esses termos técnicos. Nenhum deles se encontra na Bíblia, disso temos certeza. No entanto, todos eles formam um complexo grandioso de conceitos coerentes, organizados, que são ensinados nas Escrituras. Portanto, devemos rejeitar como irrelevante a objeção de que a palavra precisa, “Trindade”, não se encontra na Bíblia.
No entanto, aventuramo-nos a insistir em que alguns dos ensinos básicos e fundamentais a respeito de Deus tornam-se praticamente incompreensíveis, sem que tenhamos uma boa compreensão da doutrina da Trindade.
Em primeiro lugar, vamos definir com clareza o que significa “Trindade”. Esse termo implica que o Senhor é uma unidade que subsiste em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo — sendo os três um só Deus. Que Deus é uno, tanto o Antigo, como o Novo Testamento o asseveram: Deuteronômio 6.4: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”; Marcos 12.29: “Respondeu Jesus: o principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor!”; Efésios 4:6: “Há um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos”. Vemos aqui afirmações claras, inequívocas de monoteísmo:Deus é um só!
Não há outros deuses além Dele. Isaías 45.22 menciona Deus dizendo: “Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro”. Ou ainda Salmos 96.4,5: “Porque grande é o Senhor e mui digno de ser louvado, temível mais que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos não passam de ídolos [hebr. ‘elilim tem conotação de ‘fraco, sem valor’]; o Senhor, porém, fez os céus”. Isso se torna muito explícito em l Coríntios 8.5,6: “Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as cousas, e nós também, por ele”.
Mas, a Bíblia também ensina que Deus não é uma 1-mônada estéril, mas existe eternamente em três pessoas.
Isso fica implícito no registro da criação, em Gênesis 1.1-3: “No princípio, criou [bãrã; verbo no singular, não no plural bãre’û] Deus [’elohim, plural na forma, tendo o final im; esse plural para ‘Deus’ provavelmente é um ‘plural majestático’; entretanto, compare-se Gênesis 1.26,27, que discutimos abaixo] os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia… e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas [mostrando o envolvimento da terceira Pessoa na obra da criação]. Disse Deus [’elóhîm]: Haja luz; e houve luz”. Temos aqui Deus falando como a Palavra Criativa, o Verbo(Jo 1.3), que é a segunda Pessoa da Trindade.
Ex.:  Os três estados da água: Liquido, sólido e gasoso
        O ovo - composto: Casca, clara e gema
        O homem- triúno: Espírito, alma e corpo
        Caneta esferográfica: Tubo, carregador(tinta) esfera  
      O dente: Raiz – parte do dente presa aos ossos da face (maxilas e mandíbulas);Coroa – a parte branca visível do dente; Colo – a parte localizada entre a raiz e a coroa.
        A Terra é constituída, basicamente, por  três camadas:
- Crosta Terrestre: Camada superficial sólida que circunda a Terra.
- Manto: camada logo abaixo da crosta. É formada por vários tipos de rochas que, devido às altas temperaturas, encontram-se no estado pastoso e recebem o nome de magma.
- Núcleo: Compreende a parte central do planeta e acredita-se que seja formado por metais como ferro e níquel em altíssimas temperaturas.
Diz a Bíblia que cada pessoa da Trindade tem uma função especial, tanto na obra da criação como na da redenção.
O Pai é a Fonte de todas as coisas(1 Coríntios 8.6) “… pelo qual são todas as coisas”). Ele é aquele que planejou e ordenou a redenção. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). A encarnação foi o cumprimento de Seu decreto previamente anunciado em Salmos 2.7: “Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei”. Ele também deu-nos o Messias como expiação pelos nossos pecados(Is. 53.6, 10). De maneira semelhante, Ele concedeu o Espírito Santo a Seu povo(At 2.18; Ef 1.17). Ele derramou a salvação sobre os redimidos(Ef 2.8,9), pela fé, que também é dom de Deus. E a Seu Filho entregou a Igreja(Jo 6.37).
Quanto a Deus, o Filho, foi por meio Dele que toda a obra da criação se realizou(Jo 1.3; lCo 8.6); significa que Ele era também o Senhor Deus, ao qual se refere o salmo 90, o Criador que fez as montanhas, as colinas e toda a Terra. Ele é também o Sustentador e Preservador do universo material que Ele criou(Hb 1.2,3). No entanto, Ele também é o Deus que se tornou “carne”(Jo 1.18), isto é, um verdadeiro ser humano —sem deixar de ser divino, a fim de explicar (“exegete”), Deus à humanidade.
'Ele era a Luz que veio ao mundo para salvar os homens do poder das trevas'(Jo 1.9; 8.12), por meio de Sua perfeita obediência à Lei e Sua morte expiatória na cruz(Hb 1.3).
Ele é também aquele que venceu o poder da morte, e, como o Salvador ressurreto, estabeleceu Sua Igreja e comissionou-a como Seu templo vivo, Seu corpo e Sua noiva.
O Espírito Santo é aquela pessoa da Trindade que inspirou a redação das Escrituras(lCo 2.13; 2Pe 1.21), e manifesta o Evangelho aos redimidos de Deus(Jo 16.14). Ele comunica os benefícios do Calvário a todos quantos verdadeiramente crêem e receberam Cristo como Senhor e Salvador(Jo 1. 12,13); e Ele penetra em suas almas a fim de santificar seus corpos como templos vivos de Deus(lCo 3.16; 6.19), depois de terem nascido de novo pela Sua graça transformadora(Jo 3.5,6).
A seguir, Ele ensina aos crentes as palavras de Cristo, de modo que possam entendê-las e crer nelas(Jo 14.26; lCo 2.10), e dá testemunho de Jesus tanto por sinais externos como por convicção interna(Jo 15.26; At 2.33,38,43). Ele santifica e congrega os membros de Cristo num organismo vivo, que é o verdadeiro templo do Espírito Santo(Ef 2.18-22), e concede a cada membro dons especiais da graça e do poder(charismata), mediante os quais possam enriquecer e fortalecer a Igreja como um todo(lCo 12.7-11).
O NT afirma reiterada e claramente que Jesus Cristo é Deus encarnado. Ele veio como o Verbo criador, que também é Deus(Jo 1.1-3). De fato Ele é “o Deus unigênito”(Jo 1.18; segundo os manuscritos mais antigos, os melhores, essa era a redação original), em vez de “único Filho gerado”. Em João 20.28, a afirmação de Tomé, que deixara de ser incrédulo, “Senhor meu e Deus meu", foi aceita por Cristo como Sua verdadeira identidade; assim comentou o Senhor: “Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram”. Creram em quê? Acreditaram naquilo que Tomé acabara de reconhecer, que Cristo é Senhor e Deus!
Nas cartas de Paulo e nas epístolas gerais, encontramos outras afirmações claras sobre a deidade de Cristo:
1. Falando dos israelitas, assim diz Paulo: “… deles são os patriarcas, e também deles [ón, o particípio realmente exige essa tradução; ho ón (‘ele é’) tem de ser uma construção modificadora de ho Christos, como seu antecedente], descende o Cristo, segundo a carne [i.e., do ponto de vista físico], o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém” (Rm 9.5).
2. Em Tito 2.13, Paulo diz: “aguardando a bendita esperança e a manifestação [epiphaneia noutras passagens só se refere ao surgimento de Cristo, nunca de Deus Pai], da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.
3. Hebreus 1.8 cita Salmos 45.6,7 como prova da divindade de Cristo, ensinada no AT: “mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre” [o hebraico usa ‘elóhim aqui].
4. Hebreus 1.10,11 cita Salmos 102.25,26, declarando: “Em tempos remotos, Senhor [o salmo todo dirige-se a Iavé, pelo que o autor insere o vocativo Senhor aqui, partindo de um contexto anterior], lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permaneces”. Aqui Cristo é mencionado como o Deus que sempre existiu, até mesmo antes da criação, que viverá para sempre, até mesmo depois de os céus terem cessado de existir.
5. Em l João 5.20, esse apóstolo diz: “… estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este [lit., esta pessoa], é o verdadeiro Deus e a vida eterna”.
No que concerne às passagens do AT, os seguintes fatos relacionam-se à Trindade:
1. Gênesis 1.26 cita Deus(‘elóhim), que diz: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança…”. Essa primeira pessoa dificilmente pode ser um plural editorial ou real, referente a uma única pessoa, a que fala, visto que tal uso não se verifica em parte alguma do hebraico bíblico. Portanto, precisamos enfrentar a pergunta:
Quem são as pessoas incluídas em “façamos nos” e em “nossa”. Dificilmente incluiríamos os anjos, que estariam sendo consultados, pois em parte alguma se diz que o homem foi criado à imagem deles; só de Deus. O v. 27 afirma: “Criou Deus [’elóhim], pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; o homem e a mulher os criou”, O Senhor — o mesmo Deus que falou de Si mesmo no plural— declara agora que criou o homem à Sua imagem. Em outras palavras, o plural equivale ao singular. Só podemos entender isto em termos da natureza trinitária de Deus. O verdadeiro Deus subsiste em três pessoas, as quais são capazes de discutir entre Si e executar Seus planos, pondo-os em ação, juntos — sem deixarem de ser um único Deus.
Para nós, que fomos criados à imagem de Deus, essa doutrina não deveria ser difícil de entender. Existe um sentido muito bem definido em que temos uma natureza tríplice, ou trinitária. I Tessalonicenses 5.23 indica-o com clareza: “O mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”. Com freqüência, encontramo-nos engajados em debate entre nosso espírito, alma e corpo, quando enfrentamos uma decisão moral, uma escolha entre a vontade de Deus e o desejo de nossa natureza carnal, que busca o prazer egoísta.
2. Salmos 33.6 diz: “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro [rûah, Espírito], de sua boca, o exército deles”. Aqui de novo temos o mesmo envolvimento das três pessoas da Trindade na obra da criação: o Pai decreta, o Filho, sendo o Verbo, executa o decreto do Pai, e o Espírito concede a dinâmica vital ao processo.
3. Salmos 45.6 já foi citado em conexão com Hebreus 1.8: “O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de eqüidade é o cetro do teu reino”. Mas 45.7 traz uma referência a um Deus que abençoara ao Verbo que é o perfeito Rei: “Amas a justiça e odeias a iniqüidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros”. O conceito de Deus abençoando Deus só pode ser entendido em um sentido trinitário. Um conceito de Deus unitário torna essa passagem ininteligível.
4. Isaías 48.16 mostra as três pessoas em ação, na obra da revelação redentora: “Chegai-vos a mim e ouvi isto: não falei em segredo desde o princípio; desde o tempo em que isso vem acontecendo [i.e., o livramento do povo de Deus dos grilhões e da escravidão], tenho estado lá. Agora, o Senhor Deus me enviou a mim e o seu Espírito”. Temos aqui o Deus-homem Redentor falando(o que se descreveu a Si mesmo no v. 12 dizendo: “sou o primeiro e também o último”, e no v. 13, assim: “… a minha mão fundou a terra, e a minha destra estendeu os céus…” Agora Ele diz, no v. 16: “… o Senhor Deus me enviou a mim e o Seu Espírito(que nesse caso se refere a Deus, o Filho, e a Deus, o Espírito, a terceira Pessoa da Trindade). E possível que “e o seu Espírito” possa ligar-se a “me”, como objeto direto de “enviou”, mas no contexto do original hebraico, a impressão é que “seu Espírito”(rüah, Espírito), está ligado a ‘adonay YHWH(“Senhor Iavé), como mais um sujeito, em vez de um objeto. Seja como for, a terceira Pessoa torna-se distinta da primeira e da segunda, nesses versículos. Além dos exemplos mencionados acima, de versículos do AT que não fazem sentido a não ser que se admita a natureza trinitária de Deus, do Senhor triúno, existem múltiplos exemplos da atividade do “Anjo de Iavé” que se iguala ao próprio Deus.
 Consideremos as seguintes passagens:
1. Gênesis 22.11 descreve o momento dramático da experiência de Abraão no monte Moriá, quando estava prestes a sacrificar seu filho Isaque: “Mas do céu lhe bradou o Anjo do Senhor: Abraão! Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui”. O versículo seguinte prossegue, igualando esse ser celestial ao próprio Deus: “…agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho”. Depois, nos v. 16 e 17,0 anjo declara: “Jurei, por mim mesmo, diz o Senhor, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência…”. Fica bem claro que o anjo de Iavé aqui é o próprio Deus. “Iavé” é o nome de aliança do Deus Triuno, e o seu anjo também é o próprio Deus. Em outras palavras, podemos identificar o anjo de Iavé em passagens como essa, como sendo a pré-encarnação do Redentor, Deus o Filho, já engajado na obra redentora e mediadora, antes ainda de tornar-se um homem, filho da virgem Maria.
2. Em Gênesis 31.11,13 observamos o mesmo fenômeno; o anjo de Deus na verdade é o próprio Deus: “E o Anjo de Deus me disse em sonho: Jacó! Eu respondi: Eis-me aqui […] Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna…”.
3. Êxodo 3:2 declara: “Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio duma sarça…”. Depois, no v. 4, lemos: “Vendo o Senhor que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça…”. A identificação completa nós a temos no v. 6: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus”. Outra vez verificamos que o Anjo do Senhor não é outro senão Iavé em pessoa.
4. Juízes 13.20 declara: “Sucedeu, que, subindo para o céu a chama que saiu do altar, o Anjo do Senhor subiu nela; o que vendo Manoá e sua mulher, caíram com o rosto em terra”. Os v. 22 e 23 completam a identificação do anjo como sendo o próprio Senhor: “Disse Manoá a sua mulher: Certamente, morreremos, porque vimos a Deus”. Mas sua esposa lhe disse: “Se o Senhor nos quisera matar, não aceitaria de nossas mãos o holocausto e a oferta de manjares, nem nos teria mostrado tudo isto”.
À face dessa pesquisa das evidências bíblicas, concluímos que as Escrituras verdadeiramente ensinam a doutrina da Trindade, ainda que não empregue esse termo. Além disso, devemos observar que o conceito de Deus como sendo um, em essência, mas três nos centros de consciência —a que a Igreja grega se referia como três hypostases e a latina como três personae — e concepção singular, exclusiva, na história do pensamento humano.
Nenhuma outra cultura ou movimento filosófico jamais apareceu com uma idéia semelhante a essa a respeito de Deus —pensamento que continua difícil à nossa mente finita, para que o entendamos. No entanto, a inabilidade nossa para compreender completamente a riqueza e a plenitude da natureza de Deus, como Trindade Santa, não deve constituir motivo para o ceticismo. Se só tivermos de aceitar aquilo que podemos entender totalmente, e nisso acreditar, estaremos, nesse caso, desesperançosamente além da redenção. Por quê? Pois jamais entenderemos plenamente como poderia Deus amar-nos de tal maneira que enviasse seu Filho Unigênito à terra para morrer por nós, pelos nossos pecados, e tornar-se nosso Salvador. Se não aceitarmos uma idéia que não podemos entender, como creríamos em João 3:16? Como receberíamos a certeza do evangelho e salvar-nos?
1-Monoda: Conceito-chave na filosofia de Leibniz. No sistema filosófico deste autor, significa substância simples, algo "único", "simples". Como tal, faz parte dos compostos, sendo ela própria sem partes e portanto, indissolúvel e indestrutível.
Cada mônada é, no entanto, distinguível das outras, possuindo qualidades que variam unicamente por princípio interno, visto que, enquanto substância pura, nenhuma causa exterior pode influir no seu interior.

Fonte:
Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas – Ed. Vida

16 janeiro 2017

SUS ADOTA REIKI, A DA CURA PELAS MÃOS

SUS vai passar a oferecer meditação, quiropraxia e reiki

Terapias alternativas como meditação, arteterapia e reiki agora fazem parte dos procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, estas práticas integram “ações de promoção e prevenção em saúde”, definidas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) em 2006.

Por meio Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, o Ministério da Saúde reconhece oficialmente a importância das manifestações populares em saúde e a chamada medicina não convencional, considerada como prática voltada à saúde e ao equilíbrio vital do homem. Os serviços são oferecidos por iniciativa local, mas recebem financiamento do Ministério da Saúde por meio do Piso de Atenção Básica (PAB) de cada município.
“O campo das práticas integrativas e complementares contempla sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos, os quais são também denominados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de medicina tradicional e complementar”, diz nota do ministério.

Para o diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Allan Nuno, a medida será útil para o desenvolvimento de programas para formação de trabalhares nessas áreas e investimentos na área.
“O que a gente está colocando é a possibilidade de realização e registro no sistema de informação do ministério para reconhecer formalmente esse tipo de procedimento no SUS e monitorar as ações, a partir disso, vamos conseguir inclusive desenvolver ações de formação dos trabalhadores”, disse Nuno.
De acordo com o diretor, não é necessariamente o médico que prescreve esses procedimentos. “Por exemplo, a homeopatia, para você ser habilitado a fazer você pode ser médico, enfermeiro, fisioterapeuta, professor de educação física”.
Algumas terapias já eram oferecidas na categoria “práticas integrativas”, como práticas corporais em medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular, ioga, oficina de massagem, auriculoterapia, massoterapia e tratamento termal.

De acordo com a OMS, terapia alternativa significa que ela é utilizada em substituição às práticas da medicina convencional, já a terapia complementar é utilizada em associação com a medicina convencional e não para substituí-la. O termo integrativa é usada quando há associação da terapia médica convencional aos métodos complementares ou alternativos a partir de evidências científicas.
“Historicamente, a gente focou muito no médico e na alopatia. A gente tem essa cultura, sentiu qualquer coisa procura o médico e ele passa um remédio. Mas existem outras terapias reconhecidas pela ciência, que diminuem sofrimento e melhoram as condições de saúde. A gente não privilegiava tanto essas alternativas e passamos agora a privilegiar mais”.

Agora, serão oferecidos meditação, arteterapia, reiki, musicoterapia, tratamento naturopático, tratamento osteopático e tratamento quiroprático.

Saiba mais sobre estes tipos de terapia:

Meditação
A palavra “meditação” vem do latim “meditatum”, que significa ponderar. Trata-se da prática de concentração mental com o objetivo de harmonizar o estado de saúde.

Arteterapia
Faz uso da arte como parte do processo terapêutico.

Reiki
A técnica japonesa se baseia na prática de imposição das mãos por meio de toque ou aproximação para estimular mecanismos naturais de recuperação da saúde.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Pesquisas e Difusão do Reiki, o método é um sistema natural de harmonização e reposição energética que mantém ou recupera a saúde. É um método de redução de estresse, captando, modificando e potencializando energia.
Reiki é uma palavra japonesa que identifica o Sistema Usui de Terapia Natural (Usui Reiki Ryoho), nome dado em homenagem ao seu descobridor, Mikao Usui. Rei significa universal e refere-se ao aspecto espiritual, à Essência Energética Cósmica que permeia todas as coisas e circunda tudo quanto existe. Ki é a energia vital individual que flui em todos os organismos vivos e os mantém.

Musicoterapia
Usa a música e seus elementos como terapia, o som, ritmo, melodia e harmonia.

Tratamento naturopático
É o uso de recursos naturais para recuperação da saúde. A naturopatia encara a doença como um processo: a prevenção, o combate das causas das doenças e a estimulação da inerente capacidade de cura do organismo. O método valoriza a integração das áreas da saúde, as terapias naturais, como também a inata "sabedoria" do corpo humano, determinada pelos genes e a evolução da espécie, para auxiliar no restabelecimento da saúde.

Tratamento osteopático
É uma terapia manual para problemas articulares e de tecidos. A Osteopatia é fundamentada no exame clínico, através da anatomia, fisiologia e semiologia. Essa técnica é indicada para alterações dolorosas no sistema musculoesquelético, como é o caso das lombalgias, cervicalgias, hérnias de disco, dores de cabeça e nas articulações, alterações de sensibilidade e limitações articulares.

Tratamento quiroprático
É a prática de diagnóstico e terapia manipulativa contra problemas do sistema neuro-músculo-esquelético. O objetivo do método é avaliar, identificar e corrigir as subluxações vertebrais e os maus funcionamentos articulares, que podem causar irregularidades no mecanismo da coluna e na função neurológica. Em vez de prescrever medicação, o profissional de quiroprática busca o funcionamento correto da mecânica do corpo e a nutrição adequada. O objetivo é corrigir a causa do problema e não os sintomas.

Outros procedimentos semelhantes já estavam disponíveis no SUS e deverão continuar beneficiando os usuários. É o caso de práticas como a Medicina Tradicional Chinesa, Terapia Comunitária, Dança Circular, Yoga, Oficina de Massagem, Auriculoterapia, Massoterapia e Tratamento Termal.

http://reikiuniversal.com.br/category/reki-no-sus/

Comentário do Editor

Mas, o que é o Reiki? A palavra Reiki origina das palavras Raku Kei e "é a arte e a ciência do auto-aperfeiçoamento espiritual”.

O Reiki seriá uma “arte curativa” ancestral, praticada desde sempre em certas partes da Ásia, sobretudo na China e Japão. A sua redescoberta dever-se-á ao japonês Mikao Usui que, sendo professor na Universidade Cristã de Kyoto, foi um dia instado por um aluno a pronunciar-se sobre a cura que Jesus operava pelas imposição de mãos. Na busca pela resposta Mikao Usui retirou-se para o Monte Kurama (sagrado para budistas e taoistas), onde esteve em meditação, jejum e cânticos, procurando a purificação, durante 21 dias. Ao fim desse tempo terá caído sobre ele uma luz branca que produziu no seu cérebro um estalido provocando-lhe imediato desmaio. Quando acordou tinha alcançado a iluminação. 

Usui teve sorte, outros monges já teriam sido fulminado por esse “fogo sagrado”. O próprio Usui teve de ir, aos poucos, testando essa força “electromagnética” em si e noutros antes de avançar com a sua ação.

Os peritos reikianos dizem que todo o ser humano possuía, no princípio, essa capacidade mas com o tempo ela foi-se perdendo. Agora os “mestres” podem re-sintonizar-nos com o nosso EU DIVINO. Após a iluminação (como a que Mikao Usui obteve), cada reikiano passa a ter acesso aos bancos de dados cósmicos.

Viva vencendo as 'politicas' do governo, que nesse caso, faz uso de uma 'feitiçaria' para atrair mais adeptos!!!

Abraços.

Seu irmão menor