29 novembro 2012


Menos Religião, Mais Jesus

É lendo e relendo os Evangelhos que somos chocados pela Graça de Deus. Sendo assim, somos constrangidos à praticidade cristã, que suprime a religiosidade vã, ou a sistemática do mais apurado estudo teológico, coloca em cheque tudo aquilo que aprendemos dos nossos líderes sobre alguns assuntos, como: DEUS, IGREJA, CULTO e SALVAÇÃO.

Neste circulo de buscas e tentativas volta-se ao tema da religiosidade cristã, que não salva e pouco pedagogiza sobre Cristo.
Portanto, se você quer saber qual a maneira certa de servir a Deus é simples: observe bem àquele que cumpriu toda Lei e traduziu a Graça. Observe também que cada movimento dEle em ações e palavras eram, de fato, a interpretação perfeita de uma vida piedosa e de adoração. Estou falando obviamente do Nazareno.
Pois bem, mas enquanto historiadores e filósofos buscam diagnosticar o sentido da existência e mapear a causa de todo fracasso do homem, as escrituras apontavam e ainda apontam para o real problema: a queda da humanidade em pecado.
Neste sentido, nada mudou. Somos os mesmos de antes, enquanto humanos. Continuamos matando, furtando, adulterando, roubando,mentindo, desobedecendo… O pregador já dizia, “Não há nada de novo debaixo do Sol”.
Diante desta reflexão, fico a imaginar perante todo cenário existencial vivido por Cristo em seu tempo, e por crermos que nada há de novo, quem seriam nos dias de hoje os: fariseus, publicanos, os comerciantes do templo, os interesseiros, o “Judas”, o jovem rico… Do contrário, quem se assemelharia a mulher samaritana, a excluída que sofria por hemorragia, ao cego que a beira do caminho clamava por Deus, ao aleijado que há tanto aguardava que alguém o levasse ao tanque de betesda, aos da lista do Sermão do Monte (pobres, pacificadores, famintos, desejosos de justiça).
Penso que o contexto vivido por Cristo em seus dias, em termos de essência são significativamente semelhantes aos de hoje. Certamente ao olharmos para esse mundo envangeliquês, para os grandiosos templos, para as técnicas de enchimento de igrejas, para o mercado pastoral, gospel, e musical, de fato, nos perguntamos: “o que isso tem a ver com o Reino de Deus”?
Pensando assim eu digo pra mim mesmo: quero menos religião e mais Jesus!

JESUS VERSUS RELIGIÃO

Ele é obra de Deus, mas ela uma invenção de homens.

Ele é a cura, mas ela a infecção.

A religião diz o que você deve fazer,
Jesus diz o que Ele já fez.
A religião diz “escravos”, Jesus diz “filho”.

A religião coloca você em uma prisão,
enquanto Jesus liberta você.
A religião te deixa cego, mas Jesus faz você ver.

E é por isso que a religião e Jesus são coisas tão diferentes

Religião é o homem procurando Deus,
Salvação é Deus procurando o homem
É por isso que a salvação é de graça e o perdão também.

Recebi o perdão de Deus não por causa dos meus méritos, mas apenas pela obediência de Jesus.

Porque Ele recebeu uma coroa de espinhos e o sangue escorreu do seu rosto

Ele sofreu o que todos nós merecíamos, acho que é isso que chamamos de “graça”.

Ao ser assassinado, Ele gritou: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem!”

Porque quando estava pendurado na cruz Ele estava pensando em você.

Ele pagou por todos os nossos pecados e os levou com Ele para o túmulo

É por isso que para quem se ajoelha diante da cruz, Ele diz: “Vem, tem espaço pra mais um”.

E a religião? Não, eu odeio isso.

Na verdade, eu literalmente não suporto mais isso porque quando Jesus disse “está consumado!”

Eu acredito que estava mesmo!
 PauloCésarLima

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