08 janeiro 2013


Bebês abortados para fazer cosméticos


A polícia russa encontrou 248 fetos humanos, provavelmente resultantes de abortos, em um bosque de Sverdlovsk, nos Urais, informaram à AFP fontes judiciais locais. 

Elena Mizulina, presidente da Comissão pela Família, Mulheres e Infância da Duma (Câmara russa), denunciou a existência de uma rede que negocia fetos de abortos tardios para produzir cosméticos.

Os bebês assassinados estavam em quatro tonéis de plástico, perto da cidade de Anik, a 75 km de Ekaterimburgo, capital da região, destacou uma fonte do Ministério do Interior.

Elena Mizulina
Elena Mizulina
Os policiais também encontraram no local etiquetas com números que denunciariam os hospitais que forneceram os corpos das crianças abortadas. “Pelo menos quatro hospitais poderiam ter alguma relação" com esse caso, disse o porta-voz Valéri Gorelyj.

“Temos pistas de um comércio criminoso” de corpos de bebês, disse Mizulina. Segundo ela, trata-se de corpos abortados para além do limite de semanas previsto na lei.

“Todos os anos são praticados entre 5 e 6 milhões de abortos na Rússia, além do prazo autorizado pela lei” (de 12 semanas de gestação), disse.

As estatísticas oficiais falam de “apenas” 1,2 milhão de abortos anuais. Em contrapartida, nascem anualmente 1,7 milhão de crianças, número insuficiente para repor a população, pelo que a Rússia vem se despovoando assustadoramente.

O aborto foi autorizado pouco depois da Revolução Bolchevique de 1917 e está em plena concordância com a visão materialista marxista da vida.

A Revolução Cultural, procurando ocultar essa visão anticristã da vida, encarregou-se de implantar idêntico massacre dos inocentes nos países oficialmente não-comunistas.
Luis Dufaur

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