23 janeiro 2013

Lição 4 - 27/01/13 "Elias e os Profetas de Baal"

TEXTO ÁUREO

“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada” (1 Rs 18.21).. - O clássico desafio de Elias, até quando coxeareis, revela o coração dividido do povo. Eles deviam seguir ao Senhor de todo o coração ou não segui-lo em absoluto
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VERDADE PRÁTICA

O confronto entre Elias e os profetas de Baal marcou definitivamente a separação entre a verdadeira e a falsa adoração em Israel.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Reis 18.36-40.


INTRODUÇÃO
Nesta lição, estudaremos as implicações do desafio proposto por Elias aos profetas de Baal e de Asera. Veremos que não há outro Deus além do Deus de Israel, e não há verdadeiros profetas senão os profetas do Senhor. Tal verdade protesta contra o sincretismo religioso, ou seja, mistura de crenças que estava imperando nos corações dos israelitas nos dias de Elias. Tal sincretismo se estendeu ao longo dos séculos, chegando até os nossos dias, o que significa dizer que Deus levantará novos “Elias” para serem usados por Ele a fim de demonstrar que só o Senhor é Deus.
I - CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES
No desafio enfrentado por Elias, ele precisou enfrentar os representantes de pelo menos duas divindades daquela época, a saber: Baal e Aserá, as quais descreveremos agora.
1.1 Baal. O vocabulário hebraico significa “senhor”, “possuidor” ou “marido”. Quando os israelitas entraram em Canaã, notaram que cada trecho da terra tinha sua própria divindade. Dessa forma, constatamos o relato de vários Baais, cuja forma plural foi traduzido por Baalins (I Rs 18.18). Na maioria das vezes, o sobrenome da divindade variava de acordo com a localidade. Um exemplo disso é Baal-Peor, divindade de uma área correspondente a uma montanha na região ao norte do Mar Morto e defronte de Jericó (Nm 25.3). Vejamos algumas outras variações para o termo Baal:
1.1.1 Baal-Berite. Essa expressão significa “senhor das alianças”. Aparece somente em Jz 8.33. Quando do falecimento de Gideão, os filhos de Israel tornaram a se corromper e se envolveram com esta divindade. El Berite era um deus cananeu que tinha o seu santuário em Siquém (Jz 9.46).
1.1.2 Baal-Gade. Diz respeito à fronteira norte mais afastada da conquista israelita, no sopé do Monte Hermon. Essa localidade é descrita quando das conquistas na época de Josué (Js 11.17).
1.1.3 Baal-Hazor. Trata-se de um monte de 1000 m de altura, a 15 Km a noroeste de Betel. Essa localidade é descrita em II Sm 13.23.
1.1.4 Baal-Meom. Também conhecida como Bete-Baal-Meom (Js 13.17), Bete-Meom (Jr 48.23) e Beom (Nm 32.3). Era uma das diversas aldeias edificadas pelos rubenitas no território de Seom, o amorreu (Nm 32.38).
1.1.5 Baal-Zebube ou Belzebu. No Antigo Testamento, Baal-Zebube era o “senhor das moscas”, o deus de Ecrom, ao qual Acazias desejou consultar, mas foi impedido pela interferência justamente de Elias (II Rs 1.1-6,16). Alguns entendem que a expressão Baal-Zebube é uma forma irreverente dada pelos judeus ao título Baal-Zebul cananeu, “senhor dos lugares altos”. Mas ainda no Novo Testamento, os fariseus acusaram Jesus de expulsar os demônios por Belzebu, “maioral dos demônios” (Mt 12.24-29; Mt 10.25).
1.1.6 Baal-Zefom. Essa expressão significa “senhor do norte”. Nome de um lugar no leste do delta egípcio, perto do qual os israelitas se acamparam durante seu êxodo (Êx 14.2,9; Nm 33.7).
1.2 Asera, Astarte ou Astarote. São três termos correlatos que tratam da deusa mãe com aspectos de deusa da fertilidade, do amor e da guerra, conhecida dos israelitas por meio dos cananeus (I Rs 11.5). Os israelitas adotaram a adoração a Astarote juntamente com a adoração a Baal logo após chegarem à terra prometida (Jz 2.13). Era uma adoração comum no tempo de Samuel (I Sm 7.3,4; 12.10), tendo recebido sanção real por parte de Salomão (I Rs 11.5). Outra expressão correspondente a Asera é “poste-ídolo”. O Antigo Testamento se refere algumas vezes ao poste-ídolo como uma deusa (II Rs 23.4 - Almeida Revista e Atualizada), interessante que a NVI (Nova Versão Internacional) traduz essa mesma expressão por “Aserá”, o poste-ídolo também é usado acerca de uma imagem feita para essa deusa (I Rs 15.13 - Almeida Revista e Atualizada).
II - CONFRONTANDO OS FALSOS PROFETAS
A Bíblia diz que os profetas de Baal eram 450, e os profetas de Aserá eram 400 (I Rs 18.19), ou seja, eles eram maioria. Apesar dessa maioria numérica, estes oitocentos e cinquenta profetas ficaram confundidos e envergonhados, pois somente o Deus de Elias respondeu com fogo e dissipou toda dúvida do coração do povo (I Rs 18.38,39). Ao longo de toda a Bíblia constatamos a triste realidade de que os falsos profetas são maioria:
  • No Egito, os magos e encantadores de Faraó eram a maioria. Somente Moisés era o verdadeiro profeta (Ex 7.8-13). Apesar da maioria egípcia, Moisés prevaleceu, pois o Senhor estava com ele;
  • Nos dias de Josafá e Acabe, havia quatrocentos profetas alugados por Acabe para profetizarem somente o bem para ele, mas apenas Micaías era o verdadeiro profeta (I Rs 22.1-28). O servo do Senhor fora humilhado e rejeitado, mas as palavras que saíram da sua boca se cumpriram integralmente;
  • Nos dias do rei Zedequias, o profeta Jeremias se levantou contra a esmagadora maioria dos profetas, dos sacerdotes e de todo o povo (Jr 27-28);
  • Jesus nos preveniu quanto ao advento dos falsos profetas, e que eles seriam muitos (Mt 24.11);
  • O apóstolo Paulo combateu durante todo o seu ministério os falsos ensinos, que se levantavam constantemente contra a ortodoxia bíblica (I Tm 4.1,2; 6.3-5; II Tm 3.1-9).
A forma mais eficaz de confrontar os falsos profetas é ensinando incansavelmente a sã doutrina. Fazer o que o apóstolo Paulo recomendou a Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (I Tm 4.16; II Tm 1.13; 2.15). O apóstolo dos gentios tinha um zelo doutrinário incansável, a fim de preservar a saúde espiritual do rebanho do Senhor. Por isso, ele dizia a Timóteo: “que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina” (II Tm 4.2; cf. 4.3-5). Quando se ensina a sã doutrina, a boca dos falsos profetas fica tapada (Tt 1.10-14).


III - DEUS REQUER EXCLUSIVIDADE
Por ser Deus o único Senhor do universo (Is 44.8) e único Redentor do homem (Is 43.11,25), Ele exige exclusividade no que diz respeito à adoração e ao reconhecimento humano quanto a isso: Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor, às imagens de escultura” (Is 42.8).
Os falsos profetas de Baal conseguiram dividir o coração dos filhos de Israel. Eis a razão porque Elias se indignou tanto contra os israelitas: Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal,segui-o. Porém o povo lhe não respondeu nada” (I Rs 18.21).
3.1 Coxeareis. O termo coxear, vem do hebraico pasahe significa “ficar coxo, manco, passar por cima, vacilar”. Essa mesma palavra é utilizada para o neto de Saul, Mefibosete, que ficou manco (II Sm 4.4). Aplicado à situação no Monte Carmelo, coxear aponta para a vacilação ou oscilação no coração do povo em relação ao Senhor e à Baal.
3.2 O silêncio do povo. Diante da pergunta do profeta, o povo demonstra incrível indiferença e oferece o silêncio como resposta, o que evidencia claramente que, de fato, os israelitas estavam em dúvida quanto à exclusividade de Deus como o Senhor. Mas Deus fez questão de dissipar toda e qualquer dúvida, derramando fogo do céu e consumindo todo o holocausto (I Rs 18.38,39). Com tal demonstração, ficou claro que só o Senhor é Deus. Ainda há outros exemplos bíblicos de momentos em que o coração dos israelitas coxeou, oscilou, vacilou entre Deus e outra divindade:
  • Quando da peregrinação no deserto, os filhos de Israel construíram um bezerro de ouro e o adoraram, mas Deus logo demonstrou que somente Ele era o Senhor a ser temido e adorado por seu povo. Naquele dia, quase três mil homens morreram (Ex 32.1-29);
  • Nos seus dias, Josué relembra ao povo toda a grandeza e obras magníficas do Senhor e protesta contra a idolatria reinante entre eles. Ele convoca os israelitas a se desfazerem de todos os demais deuses e, à semelhança dele e de sua casa, servirem exclusivamente a Deus (Js 24.1-25).
  • Nos dias de Samuel, o coração do povo também estava dividido entre Deus e os baalins e astarotes. O Senhor permitiu que a calamidade visitasse os israelitas e só lhes enviou a vitória sobre os filisteus depois que eles se despojaram de todo resquício de idolatria, e serviram somente ao Senhor (I Sm 2.1-7.4).
  • Nos dias anteriores ao cativeiro da Assíria, Deus protestou contra o seu povo categoricamente: “O seu coração está dividido…” (Os 10.2). O resultado foi que a ira de Deus se acendeu contra o seu povo e lhe enviou o cativeiro. Deus requer a sua exclusividade, demonstrando o seu poder, seja abençoando ou permitindo a maldição;
  • Com a nação de Judá não foi diferente. Somente com o envio do cativeiro babilônico foi que o povo se deixou curar de seu sincretismo, de sua idolatria e entendeu que a adoração deve ser tributada única e exclusivamente a Deus, pois só Ele é o Senhor (II Cr 36.11-16; Ed 9-10).
IV - A SINGULARIDADE DE CRISTO
Já vimos que nas páginas do Antigo Testamento, o Senhor se coloca totalmente contrário ao sincretismo religioso, pois requer exclusividade no que diz respeito à adoração e serviço. Como Ele não muda, tal exclusivismo e repúdio ao sincretismo permanecem em o Novo Testamento. Somente Jesus é o Senhor e toda e qualquer religião que não creia nEle conforme às Escrituras devem ser rejeitadas, pois, Ele é:
  • Singular na concepção (Is 7.14; Lc 1.26-38);
  • Singular nos milagres. Sua vida foi marcada pela realização de milagres até então jamais vistos (Mt 14.25; Jo 6.11; 9.7; Mc 2.3; Lc 7.11-15);
  • Singular na morte. Todos os eventos que rodearam a sua morte na cruz são maravilhosos, desde a escuridão até as suas atitudes durante o martírio revelam isso. Sem contar que somente a Sua morte trouxe redenção a toda humanidade (Jo 3.16; Rm 5.15-21; Cl 2.14). Pelos méritos de sua morte, Ele é o único que pode salvar (At 4.12) e o único mediador entre Deus e o homem (Jo 14.6; I Tm 2.5);
  • Singular na ressurreição e ascensão. Ela havia sido predita no Antigo Testamento (Sl 2; 16) e concretizou-se no Novo Testamento (Mt 28). Diferente das demais ressurreições narradas na Bíblia até então, Jesus ressuscitou para nunca mais morrer, pois subiu aos céus e assentou-se à destra do Pai e está vivo para sempre;
  • Singular na santidade. Ele é santo em si mesmo. Até mesmo quando assumiu a condição humana, Cristo não pecou em momento algum (Hb 4.15). Isso foi reconhecido pelo povo, por Pilatos (Lc 23.4), por um soldado romano (Lc 23.47) e até mesmo por um dos ladrões na cruz (Lc 23.41).
CONCLUSÃO
O nosso Deus requer exclusividade e ainda demonstra porque somente Ele deve ser adorado e reconhecido como verdadeiro Deus. Não há espaços para a aceitação do sincretismo nas páginas da Bíblia, nem no Antigo e muito menos no Novo Testamento. O nosso Deus é singular e com Ele não há outro: Olhai para mim e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro” (Is 45.22). 


Subsídio para o Professor


INTRODUÇÃO
A apostasia em Israel era manifestada no sincretismo religioso, isto é, a mistura de crenças. Nestes dias esse tipo de pensamento predomina, principalmente no contexto da pós-modernidade. Veremos, na lição de hoje, que os profetas de Baal precisavam ser confrontados por Elias. E que, atualmente, devemos assumir uma posição profética confrontando posicionamentos contrários à Palavra de Deus.
1. O SINCRETISMO BAALISTA EM ISRAEL

Baal, cujo nome significa “senhor ou marido” em hebraico, era uma divindade cananéia (I Cr. 5.5; 8.30; 9.36) adorada por alguns israelitas, inclusive nos tempos do rei Acabe. Esse deus era cultuado conjuntamente com a natureza, associado à fertilidade, por isso tinha a ver com o raio e a chuva. O povo de Israel desenvolveu uma espécie de sincretismo, uma confluência de crenças. Algumas pessoas queriam, simultaneamente, adorarem a Yahweh e a Baal. O confronto profético se fez necessário a fim de distanciar o povo da apostasia. O povo está confuso, dividido entre dois pensamentos. A assimilação do baalismo pelos israelitas resultou de uma série de fatores, dentre eles: o casamento misto com os cananeus, em sua expressão mais grave do rei Acabe com Jezabel; a participação em festas pagãs, e que fomentavam pecados sexuais; e as flexibilizações das religiões cananeias, em oposição às exigências da fé judaica. O sincretismo religioso entre baalismo e judaísmo pode ser identificado nas seguintes passagens: Jz. 2.1-5; 2.11-13,17,19; 3.5-7; 6.25). A própria combinação de palavras revela a combinação entre o Deus de Israel e o deus dos cananeus: Jeeubaal (Jz. 7.1); Beeliada (I Cr. 14.7); Es-Baal e Meribe-Baal (I Cr. 8.33,34). Em I Rs. 18, identificamos o cúmulo do sincretismo religioso em Israel. Deus levantou um profeta fiel e corajoso para confrontar os profetas de Baal, a fim de evitar que o povo fosse tomado pela idolatria.
2. O CONFRONTO DE ELIAS CONTRA OS PROFETAS DE BAAL

Diante dos descalabros do rei Acabe e da rainha Jezabel, fomentando a idolatria em Israel, Elias propôs um confronto com os profetas daquela divindade cananéia. Ele convida todos a se apresentarem no monte Carmelo, também os quatrocentos e cinquentas profetas de Baal e os quatrocentos profetas do poste-ídolo (I Rs. 18.19). O objetivo do profeta do Senhor era revelar que de fato era o verdadeiro Deus, já que o povo se encontrava dividido entre dois pensamentos. Por isso indagou Elias: “Se o SENHOR é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (I Rs. 18.21). Isso mostra que a apostasia já estava generalizada, e falta de compromisso com Deus. Elias orientou para que novilhos fossem postos sobre a lenha, sem que fosse colocado fogo, Yahweh e Baal deveriam ser invocados, o que respondesse com fogo seria o verdadeiro Deus (I Rs. 18.22-26). O povo gostou da ideia, aprovou o confronto, e os profetas de Baal clamaram à divindade, que não respondeu, eles manquejavam ao redor do altar, sem êxito. Diante da falta de resposta de Baal, os profetas se flagelaram, o profeta de Deus os tratou com sarcasmo: “Clamai em altas vozes, porque ele é deus; pode ser que esteja meditando, ou atendendo a necessidades, ou de viagem, ou a dormir e despertará” (I Rs. 18.27). Em seguida Elias provoca os profetas, restaura o altar do Senhor, arma a lenha, pede para que derramem água sobre esta e ora ao Deus de Israel (I Rs. 18.36-37). A resposta foi que “caiu fogo do SENHOR, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego. O que vendo todo o povo, caiu de rosto em terra e disse: O SENHOR é Deus! O SENHOR é Deus!” (I Rs. 18.38,39).
3. CONFRONTANDO OS ÍDOLOS MODERNOS

Como Elias, estamos diante de um confronto com a sociedade moderna, mas somente aqueles que estão no centro da vontade de Deus reconhecem seu ministério profético. A maioria que conta é a do Senhor, não a dos homens, de nada adianta serem 850 contra 1, se Deus estiver do lado desse 1. Como o povo de Israel, não podemos ficar coxeando entre dois pensamentos, divididos, a fim de sermos politicamente corretos. Precisamos tomar partido, e o partido de Deus, não o dos homens, para não sermos vomitados da boca de Cristo (Ap. 3.15,16). A maior carência nos dias atuais é a de profetas comprometidos com a verdade de Deus. Homens e mulheres de princípios, que não se vendam por dinheiro ou posição. O instrumento dos profetas do Senhor é a Sua palavra, eles sabem que precisam prestar contas Àquele que é O Senhor, não um senhor. Além da Palavra, os profetas de Deus não se apartam da oração, sabem que é por meio desta que o Senhor intervém. A oração foi o recurso que Elias usou para revelar ao povo quem era o verdadeiro Deus. Os profetas do Senhor não temem os falsos profetas, e muito menos aos deuses porque suas vidas são consagradas inteiramente a Deus. É bastante comum hoje os evangélicos ajustarem a Bíblia aos seus interesses. Ao invés de se ajustarem ao evangelho de Jesus, em toda sua radicalidade, servem mais aos seus interesses pessoais do que a pessoa de Cristo. Nestes dias de apostasia, não carecemos de mais evangélicos, mas de verdadeiros discípulos, que estejam dispostos a carregarem a cruz (Mt. 16.34-28).
CONCLUSÃO

O sincretismo religioso está comprometendo a fé de vários cristãos, igrejas inteiras estão abrindo mão da palavra, e do Senhor, e se prostrando perante outros deuses. Mas ninguém pode servir a Deus e a Mamom (Mt. 6.24), só existe um Deus Verdadeiro, que enviou Jesus Cristo (Jo. 17.3). Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai se não for por Ele (Jo. 14.6). Em nenhum outro há salvação, somente em Jesus está a vida eterna (At. 4.12). Não podemos fazer concessões em relação a essa verdade, que não admite qualquer tipo de sincretismo e confrontar o erro pela Palavra de Deus.

Bibliografia:

Lições Biblicas - 1986
GETZ, G. Elias: um modelo de coragem e fé. São Paulo: Mundo Cristão, 2003.
SWINDOLL, C. R. Elias: um homem de heroísmo e humildade. São Paulo: Mundo Cristão, 2001.


Tenham todos um domingo bendito.
Aproveite bastante o tempo que tiver e não deixe para estudar a Lição somente no sábado. Prepare-se melhor estudando durante a semana.
Reserve o domingo exclusivamente para o Senhor: EBD, ensaios e oração  de Grupos e/ou Conjuntos, visitar o irmão enfermo e/ou 'desaparecido' da igreja, Evangelismo nas ruas de seu bairro, Culto ao ar-livre e etc.
Grande abraço.
Com carinho e gratidão, seu irmão menor. 


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