09 março 2013

Catolicismo e Jesuítas



Grandes nomes do cenário mundial, a partir do século 19, têm opinado a respeito do Catolicismo Romano e de sua SS, a Ordem Jesuíta. Vamos dar a palavra a esses eruditos da política e da Igreja.

LORD MACAULEY
"Durante os últimos trezentos anos, tem sido o real objetivo da Igreja Católica Romana deter o crescimento da mente humana. Qualquer avanço feito pelo Cristianismo no conhecimento, na liberdade, na riqueza e nas artes da vida, tem sido na inversa proporção ao poder de Roma".

CHARLES DICKENS
"A prática do Catolicismo Romano tem sido o mais terrível de todos os meios de degradação política e social deixados no mundo".

JOHN MILTON
"O papismo é algo de duas caras com que se tem de lidar, pois afirma possuir um duplo poder - o eclesiástico e o político, os quais usurpam e se apóiam entre si".

BISPO BURNET
"Aprendam a enxergar o papismo pela verdadeira luz, como uma conspiração no sentido de exaltar o poder clerical, embora sujeitando as mais sagradas verdades da religião à contravenção, a fim de aumentar a sua autoridade. E por oferecer ao mundo outro método de salvação contrário ao que é pregado no Evangelho. O papismo é uma massa de imposturas apoiadas por homens que agem por grande vantagem, usando de grande severidade sobre os que se atrevem a levantar qualquer questionamento sobre as coisas por eles ordenadas".

BISPO BUTLER
"Quem porventura quiser considerar as afirmações papistas de que o papa é o dono de toda a terra, por direito divino; que ele é o despenseiro dos mais sagrados compromissos; que ele tem autoridade absoluta sobre a religião; em resumo, que ele detém as funções gerais a ele atribuídas pelos cronistas, como a plenitude do poder... quem acredita no papismo conforme ele declara ser em Roma, deve ficar sabendo que tudo isso é apenas uma usurpação claramente manifesta de toda autoridade divina e humana".

BISPO SHERLOCK
"É verdade conhecida e aceita que quando a consciência de um homem o conduz ao papismo, ele se torna inimigo da Constituição e do governo do seu país. Não existe coisa que um Inglês deva temer mais do que o poder do papa. Facilitar o avanço do papismo é promover a ruína do Estado e a destruição da Igreja. É sacrificar a nação a uma dupla escravidão, preparando depressa as algemas para o corpo e para a alma".

CÂNON MELVILLE
"Se quiser, faça as pazes com o papismo, receba-o no Senado, entronize-o em suas câmaras, plante-o no coração. Contudo, é certo, como tudo que existe lá em cima no céu e um Deus que nos governa, que o papismo, uma vez honrado, é o mesmo que foi condenado e degradado pelos nossos mais santos antepassados... com a mesma arrogância e a mesma intolerância que se levantou contra os reis, assumindo a prerrogativa da divindade, esmagando a liberdade humana e assassinando os santos do Senhor."

WILLIAM GLADSTONE
(Primeiro Ministro Inglês falando da educação católica romana) - "Nenhuma conspiração mais enganosa jamais foi vista pelo homem contra a liberdade, a felicidade e a virtude da humanidade."

ARCEBISPO WHATHLEY
(Sobre a educação católica romana) - "Nada poderia superar a descarada audácia de suas falsidades, exceto a atrocidade dos seus princípios, sendo a perversão de sua moral maior do que a perversão dos fatos".

ADAM SMITH
Em sua famosa obra "Wealth of Nations": "A Igreja de Roma é a mais descomunal combinação já formada contra a autoridade e a segurança do governo civil, bem com da liberdade, da razão e da felicidade humana".

SAMUEL TAYLOR COLERIDGE
Vamos ler o que este filósofo, metafísico e poeta sintetizou sobre as características dessa "combinação descomunal", com a lucidez e a força que lhe eram peculiares - "Quando contemplo todo o sistema romano e como ele afeta os princípios fundamentais da moralidade, fico a imaginar como seria a nossa humanidade. Em seguida traço as suas operações sobre as fontes e condições da força nacional e do bem estar dos cidadãos. Depois considero suas maléficas influências sobre a inocência e a santidade da mente feminina. Vejo o seu malefício sobre a fé e a felicidade, sobre a adorável fragrância e o discreto e sempre presente verdor da vida doméstica. Então, sem dificuldade, posso aplicar a ele o que as fábulas dos rabinos falam sobre a maldição de Caim: "A terra firme treme, onde quer que ele pise, e a grama enegrece sob os seus pés".
Até aqui, segundo artigo do Dr. Ian Paisley - "Can We Afford To Ignore These Warning Signals?" (07/07/2004) - falaram grandes homens sobre os malefícios do Catolicismo Romano, quando este sistema político e religioso "evangeliza" uma nação. Não é de admirar que os líderes do Anglicanismo atual tenham se rendido aos pés do papa e traído o Evangelho do Senhor Jesus Cristo e o seu país? Até a hiperdulia mariana esses líderes já estão promovendo!!!

CHARLES SPURGEON
(O grande pregador inglês), 1873 fala a respeito do papado, inteiramente controlado pela Ordem Jesuíta:
"É o inerente dever de todo cristão pregar contra o Anticristo. E quanto a quem ele é, nenhum homem, em sã consciência, poderia levantar a questão. Se ele não é o papado da Igreja de Roma, nada existe no mundo que possa assim ser chamado... O papado é contra o Evangelho de Cristo, é o Anticristo e devemos orar contra ele'".
Escritor americano e pesquisador de Catolicismo, em seu livro de 600 páginas, "A Woman Rides the Beast", por mim traduzido para o Português, 1998, já editado no Brasil, pela "Chamada da Meia Noite", fala do fantástico poder do Vaticano: "Os papas afirmam que podem abrir e fechar os portões do céu – ou do inferno. Para tanto, eles carregam consigo as pesadas chaves de S. Pedro. Mas, vez por outra, eles podem também abrir os portões aqui em baixo. E, sendo o mundo como é, isso é ainda mais importante. Particularmente, em ocasiões em que os portões da diplomacia internacional devem permanecer fechados".

Vamos ler agora ao que pensam grandes personalidades mundiais sobre a Ordem Jesuíta, conforme a obra "Vatican Assassins" de Eric Jon Phelps, na qual colhemos algumas opiniões de personalidades mundiais a respeito dos Filhos de Loyola:


THOMAS CRAMMER
(Arcebispo Anglicano de Canterbury, executado por ordem de "Bloody Mary") disse, em 1556: "Recuso o papa, que é inimigo de Cristo, pois é o Anticristo, com toda a sua falsa doutrina".

MELCHIOR CANO
Padre dominicano, 1560: "Os Jesuítas são os pioneiros do Anticristo... Se os membros da Sociedade continuarem a agir do modo como começaram, Deus permita que não chegue o tempo em que os reis desejarão resistir-lhes, porém não mais terão possibilidade de fazê-lo".

WILLIAM SHAKESPEARE
(ou Edward de Vere, décimo sétimo Conde de Oxford), assim se expressou a respeito das terríveis conspirações para o fracassado assassinato da Rainha Elizabeth I, de quem, dizem alguns cronistas da época, ele era filho: "Durante o ano de 1570 ... Oxford havia permanecido insuspeita, embora sua intimidade com os primos católicos e o seu círculo de amigos intelectuais tivessem aumentado. Finalmente, ... estes, por um descuido, lhe confidenciaram, em dezembro de 1580, os seus planos de destronar Elizabeth e substituí-la por Mary Stuart, Rainha da Escócia, no trono da Inglaterra. Para sua honra... foi depressa até a Rainha - a soberana à qual, como um cavaleiro feudal, ele havia jurado irrestrita fidelidade..."
EWARD COKE
(jurista inglês), em 1605: "A traição era algo de propriedade dos Jesuítas, desde que colocaram os pés nesta terra e jamais passaram quatro anos sem cometer a mais pestilenta e perniciosa traição, tentando subverter todo o Estado".
M. DE CANAYE
(Embaixador Francês do Rei Henrique IV, em Veneza), 1606: "Os Jesuítas fazem uso da confissão para obter informações sobre a capacidade, disposição e modo de viver de seus penitentes e dos principais assuntos das cidades onde estes vivem. Isso eles fazem para conseguir familiarizar-se exatamente com todos os detalhes, a fim de se tornar a par da força, dos meios e das circunstâncias de cada Estado e de cada família".
SAMUEL RUTHERFORD
(pregador presbiteriano inglês), 1644:"Os bons conselheiros de grandes estadistas, que os parlamentos de ambos os reinos tirariam da majestade do Rei, são agora uma facção de perjúrios papistas, prelados, Jesuítas... subvertedores de todas as leis divinas e humanas, de Deus, da Igreja e do Estado".
FREDERICK SCHILLER

Poeta e dramaturgo alemão (1790): "...Uma desoladora Guerra dos Trinta Anos, a qual, do interior da Boêmia até a entrada de Sheldt, e dos bancos do Po, até as costas do Báltico, devastou países inteiros, destruindo colheitas e reduzindo a cinzas cidades e vilas. Que abriu sepultura para muitos milhares de combatentes, e por quase metade de um século sufocou as tremulantes chamas da civilização alemã, e jogou para trás o progresso do país nas antigas barbárie e selvageria".
GENERAL LAFYETTE
Disse em 1799: "Em minha opinião, se as liberdades deste país - os Estados Unidos da América - forem destruídas, isso acontecerá através da sutileza dos padres jesuítas católicos, pois eles são os mais astutos e perigosos inimigos da liberdade civil e religiosa. Foram eles que instigaram a maior parte das guerras na Europa". [Agora os USA já são uma colônia jesuíta, indo de mal a pior...]
JOHN ADAMS
6o. Presidente dos USA, escrevendo ao seu 3o. Presidente, Thomas Jefferson, em 1816:"Minha "História dos Jesuítas" está no quarto volume dos doze, publicados em Amsterdã. A obra é anônima, porque, como suponho, o autor estava com medo, como todos os monarcas da Europa estavam, nesse tempo, de ser assassinado pelos Jesuítas".
WILLIAM HOWITT
Historiador inglês ("A Popular History of Priestcraft), 1833:"Cada leitor inglês já se tornou familiarizado com a contínua tentativa dessas teimosas e miseráveis criaturas (os Jesuítas) contra as liberdades da Inglaterra, e as vidas de Elizabeth e Tiago I. Os nomes de Crichton, Garnett, Parry, Cullen, Gerard e Tesmond, sucessivamente comprometidos no propósito de assassinar a rainha protestante, ou na tentativa de explodir nossa rica Inglaterra e todo o seu Parlamento, servirá para perpetuar na Inglaterra o ódio contra eles..." [O que, infelizmente, não acontece e por isso a Inglaterra se tornou presa do papa.]

PR. ROBERT J. BRECKINRIDGE

(Pastor presbiteriano), 1841: "Os Jesuítas dirigem todos os assuntos e delineiam os princípios da Igreja do Papa, nos Estados Unidos. Estes fatos são aterradores. Embora os tenhamos há muito conhecido - ficamos chocados com as suas obras malignas, que esta nova prova apresenta às nossas mentes. Sim, repetimos: a nação não pode evitar as mais horrendas calamidades provindas dessa fatal e corrupta Sociedade, a não ser que medidas rápidas e vigorosas possam ser tomadas para impedir que a Ordem se propague. A Sociedade de Jesus é inimiga do homem. Toda a raça humana deveria se unir para destruí-la. Céus e terra deveriam regozijar-se juntos sobre a sua tumba. Desse modo, não existe outra alternativa entre a sua total extirpação e a absoluta corrupção e degradação da humanidade". [Os presidentes e a Igreja Protestante dos Estados Unidos não seguiram esse conselho e o resultado é que hoje o país mais rico e influente do Ocidente é apenas um satélite da Ordem de Loyola.]

ENGENE SUE

(historiador e médico francês), 1844:"Ai de todos aqueles que a eles [os Jesuítas] se opunham. Mais cedo ou mais tarde, direta ou indiretamente, eram cruelmente atacados, sempre irremediavelmente - alguns em suas relações mais caras, outros em seu crédito. Alguns em sua honra, outros em suas funções oficiais. E tudo isso em ações secretas, silenciosas, contínuas e latentes, trazendo, na hora, um dissolvente terrível e misterioso, o qual minava visivelmente as reputações, fortunas e posições, mesmo quando solidamente estabelecidas, até o momento em que estas afundavam, para sempre, no abismo, em meio à surpresa e ao terror dos seus executores."
LORD MACAULEY
(historiador inglês), 1848:"Apesar dos oceanos e desertos, da fome e da pestilência, dos espiões e das leis que penalizam, dos cárceres e das detenções, das galés e das masmorras, os Jesuítas podiam ser encontrados sob qualquer disfarce, em qualquer país. Como eruditos, físicos, comerciantes, servidores... para conspirar contra os tronos e as vidas dos reis apóstatas, para espalhar malignos rumores, promover tumultos, inflamar guerras civis, para armar o braço dos assassinos, para dar aos maus governantes o direito de governar o povo, de qualquer pessoa enfiar a faca no coração de um mau governante, foram inculcados pelo mesmo homem, conforme este mesmo se dirigiu ao súdito de Filipe ou ao súdito de Elizabeth..."
ANDRÉ DAUPIN
(estadista francês), 1848: "Os Jesuítas são uma espada desembainhada, cujo manejo está em Roma, porém sua lâmina está em toda parte, invisível, até que seja sentido o seu toque".
G. B. NICOLINI DE ROMA
(1854, patriota italiano católico, convertido e exilado na Inglaterra), em sua "History of the Jesuits":"O governo da Companhia de Jesus é puramente monárquico e o seu General é o seu absoluto e incontrolável rei... Inácio de Loyola foi, acima de tudo, ansioso para controlar o espírito dos seus discípulos. A seu ver, eles deveriam ser humildes e submissos ao máximo. O Jesuíta deveria valorizar-se, individualmente, como um nada - e valorizar a Sociedade, como um tudo. Nessa obediência absolutamente submissa, o Jesuíta, para obedecer ao seu General, não deve ter escrúpulo algum em desobedecer a Deus. Sua consciência deve ser suprimida como uma fraqueza culposa; o temor da punição eterna, banida de seus pensamentos como fantasia supersticiosa; e os crimes mais hediondos, quando cometidos por ordem do General, devem ser considerados para a maior glória de Deus... Através de toda a Alemanha, os Jesuítas espalharam, através da força material superior do despotismo e da intolerância, desolação e miséria, sempre que a causa da verdade e da liberdade se sobressaia. ´Eles eram os hábeis auxiliares de Ferdinando na destruição dos Protestantes. Estavam no gabinete imperial, em seus exércitos, entre os sectários derrotados, e até se atreviam a penetrar no campo dos Luteranos´(claro que, como espiões). Os Jesuítas haviam formado Tilly, Wallenstein e Piccolomini, os três campeões da causa católica, na Guerra dos Trinta Anos... pregando o extermínio dos Protestantes e dizendo que nenhuma obra era mais meritória aos olhos de Deus do que matar esses malditos hereges... Considerar um Jesuíta segundo a aparência é a maior asneira. Observe o comportamento de um Jesuíta em Londres e não poderá reconhecê-lo em Roma. O Jesuíta é o homem das circunstâncias. Na Espanha, é um déspota. Na Inglaterra, é um constitucional. No Paraguai, é um republicano. Em Roma, é um fanático. Na Índia, é um idólatra. Ele sempre assumirá e agirá, independente de sua personalidade, com admirável flexibilidade, naquelas diferentes características, através das quais os homens geralmente se distinguem uns dos outros. Ele acompanhará a alegre mulher mundana ao teatro e até compartilhará de seus rompantes deboches. Com solene continência, ele se sentará ao lado do homem religioso na igreja, do mesmo modo como se divertirá na taverna, ao lado do glutão e do bêbado. Ele se veste com quaisquer trajes, fala todas as línguas, conhece todos os costumes, está presente em toda parte, embora jamais seja identificado e tudo isso (Ó monstruosa blasfêmia!) para a maior glória de Deus".
THEODOR GRIESINGER

(historiador alemão), 1873: "...Seu objetivo (dos Jesuítas) principal era a guerra... deveria, de fato, tornar-se uma guerra de aniquilação. Além disso, seria possível que eles permitissem que fosse concluída a paz com países, cujos governos rebeldes haviam promulgado uma lei declarando que nenhum Jesuíta deveria se atrever a mostrar o rosto, sob pena de morte, dentro de suas fronteiras? Isso foi o que, em verdade, fez a Boêmia, bem como a Hungria, a Morávia, a Silésia e a Áustria. E não apenas haviam assim agido, como, ao mesmo tempo e publicamente, revelaram ao mundo todas as nefandas peculiaridades e obras da Ordem de Jesus, de tal maneira a amargurar os sentimentos dos Jesuítas ao mais alto grau...Toda a temível responsabilidade por esses terríveis trinta anos tem de ficar sobre o Imperador Ferdinando II, e seus mestres, dirigentes e amigos íntimos, os filhos de Loyola."
J. A. WYLLIE
(historiador inglês, que escreveu a grande obra "História do Protestantismo"), 1878:"Jamais houve um disfarce que eles (os Jesuítas) não pudessem assumir e, portanto, jamais houve um lugar onde não pudessem penetrar. Podiam entrar despercebidos nas câmaras dos monarcas ou nos gabinetes dos estadistas. Podiam sentar-se despercebidos na convocação da Assembléia Geral e se intrometer, sem serem notados, na deliberação dos debates. Jamais houve uma língua que eles não pudessem aprender e um credo que não pudessem professar e, assim, não houve povo algum ao qual não pudessem se agrupar e igreja alguma da qual não pudessem tornar-se membros, entrar e aí desempenhar qualquer função. Podiam execrar o papa com os Luteranos e jurar a Liga Solene com o contratante".
THOMAS CARLYLE
(historiador inglês), 1880:"Inácio de Loyola... é a fonte de onde procedem todos os rios da amargura que agora submerge o mundo".
EDWIN SHERMAN
(em seu livro "The Engineer Corps of Hell", 1883):"Seguindo tão notória Sociedade, suas pegadas são inconfundíveis - uma vala cheia de cadáveres de reis... Quem são eles [os Jesuítas] ? Os agentes da espionagem, da intriga e das acusações. Os principais fabricadores das ligas, das guerras civis e das perseguições armadas, dos cismas, dos assassinatos - é isso que são. Inimigos encarnados da liberdade legítima, parceiros do despotismo. É isso que são. Perturbadores de todos os Estados e de todas as famílias, sedutores e conspiradores. Instrutores de assassinos dos reis. Autores da escravidão e do furto contra os povos. Vassalos e opressores dos reis, dos povos e dos homens santos e ilustres, em nome de Deus, a favor dos papas. Essa é a sua história."

R. W. THOMPSON
(historiador americano, em seu livro "The Footprints of the Jesuits", p. 29:"[O General Jesuíta] ocupa o lugar de Deus e deve ser obedecido, ainda que a paz e o bem estar das multidões sejam ameaçados, ou que as nações sejam convulsionadas, a partir de dentro. A Sociedade Jesuíta deve conseguir o domínio, mesmo que prevaleça a anarquia generalizada ou que o mundo seja coberto com os fragmentos de uma demolição universal."

M. F. CUSSAK
ex-freira convertida (Kenmore) em 1896, escreveu em seu livro, "The Black Pope":"Os Jesuítas oferecem ao mundo um amplo sistema de teologia, através do qual qualquer lei divina ou humana pode ser quebrada impunemente, e pelo qual até mesmo as bulas papais podem ser desafiadas. É uma religião tenebrosa, que deve ser abominada por todos os homens honestos e honoráveis. ...O Jesuíta consegue o seu objetivo, mesmo que precise chapinhar no sangue do seu próprio povo, a fim de atingi-lo... Mesmo que muitos católicos também devam sofrer, bem como os hereges que eles devem destruir... Enquanto eles divertem o público com jogos, passam o tempo planejando o assassinato de seus súditos indefesos, cujo único crime é ter amado a Deus mais do que ao papa e ter adorado e olhado somente para Cristo, como autor da salvação, em vez de olhar para a Igreja e para a Virgem."

MARIANUSDE LUCE
(padre jesuíta e professor laureado (por Leão XIII) de Lei Canônica, 1901): "A Igreja Católica tem o direito e o dever de matar os hereges porque é pelo fogo e pela espada que a heresia precisa ser extirpada ... pois o alto bem da Igreja é a unidade da fé e esta não pode ser preservada, a não ser que os hereges sejam levados à morte. [Esta e nenhuma lei do Concílio de Trento foi, até hoje, revogada". Portanto, não se iludam: nós, os ´hereges protestantes´, ainda estamos condenados à morte como "irmãos separados... para morrer".]


CONDE VON HOENSBROECH
(ex-padre jesuíta alemão, no livro - "Fourteen Years a Jesuit", 1911): "Os Jesuítas, portanto, permanecem diante de nós como a encarnação de um sistema que objetiva o domínio político, através de meios políticos disfarçados sob a capa da religião, a qual confere ao líder da religião católica - o papa de Roma - o papel de senhor absoluto... e, usando a Ordem como instrumento, ele deseja obter para si mesmo o domínio do mundo inteiro".
BURKE MCCARTY
(ex-romanista americana, na obra "The Suppressed Truth About the Assassination of Abraham Lincoln", 1924) :"O próximo passo no grande esquema do Vaticano é fazer guerra entre este país e o Japão, depois que este último país foi colocado sob o total domínio dos Jesuítas... O político católico romano Tiago Phelan... enviado ao Senado dos Estados Unidos, em 1913... tendo sido um movimento inicial na agitação anti-Japão..."
BOYD BARRET
(ex-padre jesuíta irlandês, 1927, no livro "The Jesuit Enigma"): "Na Ordem, o ódio aos Judeus é uma tradição. É proibido admitir qualquer descendente de Judeus na Ordem. Japoneses, chineses, índios, negros, podem ser admitidos na Ordem, mas nunca um Judeu... O enigma jesuíta aparece em forma de diplomacia astuta e enganosa... que a estratégia deve ser usada... e a vitória deve ser alcançada... com astúcia e traição."
LEO H. LEHMANN
(historiador americano, 1942: "Um hábil disfarce tem sido a característica das atividades políticas do Catolicismo Jesuíta. O vocábulo jesuíta tem sido definido, em todos os dicionários, como sinônimo de sutil duplicidade... A história tem testemunhado o inegável fato de que a Ordem Jesuíta, fundada em 1540, com o expresso objetivo de fazer a Contra-Reforma, tem ultrapassado a arte da duplicidade maquiavélica. É uma organização fundada sob bases militares, com o objetivo de restaurar a política do papado romano, sendo a única Ordem da Igreja Católica que escraviza os seus membros num pacto especial para esse fim... As atividades da Contra-Reforma do Catolicismo Jesuíta levaram à ascensão do nazi-fascismo contra os efeitos da liberdade da Reforma Protestante. O próprio Hitler admite ter sido ajudado pelos métodos jesuítas da Contra-Reforma, a fim de executar a sua guerra ideológica... [O livro "Mein Kampf', assinado por Hitler, foi escrito pelo padre jesuíta, Staempfle]. Já testemunhamos o público apoio do Catolicismo, em cada passo do Nazi-fascismo, no sentido de impor regimes totalitários aos povos. O regime fascista da Itália, o Nacional Socialismo de Hitler... A conquista da Etiópia por Mussolini... A invasão da China pelo Japão... A aliança (do Vaticano) com Franco... Depois de Pearl Harbor, o Vaticano aceitou o General Ken Harada como Embaixador de Tóquio, na Santa Sé..."

DIETRICH BONHOEFFER
(pastor luterano, enforcado a mando do padre jesuíta da SS de Hitler, em 1945, poucos dias antes do final da II Guerra Mundial, em seu livro "Ética"): "Sou culpado por ter silenciado, covardemente, no tempo em que deveria ter falado. Sou culpado de hipocrisia e de infidelidade diante da força. Falhei na compaixão, tendo negado os mais humildes dos meus irmãos... Nós, a Igreja, devemos confessar que não temos proclamado, como era o nosso dever, constante e claramente, a mensagem de um Deus que se revelou de uma vez por todas na pessoa de Jesus Cristo, o qual não tolera outros deuses além Dele. Ela (Igreja) deve confessar sua covardia, sua evasão e suas perigosas concessões. Ela tem sido muitas vezes infiel no ofício de guardiã, em favor do seu desejo de conforto. Ela se calou, quando devia ter gritado, pois o sangue dos inocentes estava clamando ao céu. Deixou de falar a palavra certa, da maneira certa e no tempo certo. Não resistiu ao ápice da apostasia da fé, tendo atraído sobre si a culpa da impiedade das massas... A Igreja precisa confessar que tem testemunhado a aplicação da força bruta, o sofrimento espiritual e físico de incontáveis pessoas inocentes, a opressão, o ódio e o assassinato, sem ter levantado a voz em favor das vítimas e sem se apressar a ajudá-las. Ela é culpada do assassinato dos mais fracos e indefesos irmãos de Jesus Cristo... A Igreja deve confessar que tem desejado segurança, paz, tranqüilidade, possessões e honrarias, às quais não tem direito algum... Ela não tem dado testemunho da verdade de Deus... Pelo seu próprio silêncio, tornou-se culpada, por causa de sua má vontade de sofrer, como seria o certo".
JOHNF. KENNEDY
(35o. Presidente americano, vítima dos Jesuítas, em 1961, dois anos antes de ser assassinado, em 1963):"Creio numa América, onde a separação da Igreja e do Estado seja absoluta."
EDMOND PARIS
(historiador francês, em seus dois livros "The Secret History of the Jesuits" e "The Vatican Against Europe"), fala claramente das características da Sociedade e não mede palavras para descrever suas más obras. Vejamos algumas de suas afirmações:"O papa e os seus agentes jesuítas têm sido e continuam sendo os instigadores das guerras e, enquanto o mundo chora em grande dor, Roma está bebendo champanhe... Pode-se afirmar, especificamente, que em 1914 a Igreja de Roma iniciou sua série de guerras infernais. Foi então que o tributo de sangue, que ela sempre tem exigido dos povos, começou a jorrar em caudalosa torrente... O Fuehrer atingira o poder graças aos votos do Partido de Centro (Católico), apenas cinco anos antes. Porém, a maior parte dos planos revelados no livro "Mein Kampf" já havia sido verificada. Este livro... foi escrito pelo padre jesuíta Staempfle e assinado por Hitler. Ora, foi a Sociedade de Jesus que aperfeiçoou o famoso programa Pan-Germânico descrito neste livro, o qual foi endossado pelo Fuehrer... A derrota de Hitler não foi para acabar com a insidiosa obra do Vaticano na América livre. Não existem ainda 30 milhões cegamente devotados à Santa Sé? É mais do que os Jesuítas exigem para desenvolver uma operação em larga escala, do tipo necessário para garantir o domínio oculto do Estado, que é o objetivo principal da Sociedade. De fato, a política do Departamento de Estado está sob a influência do Cardeal Spellman. Pelo menos 50% do pessoal desse Departamento representa o ponto de vista ensinado na Universidade Georgetown, a escola diplomática dos Jesuítas. Esta escola é dirigia pelo famoso Jesuíta Pe. Walsh, um geopolítico do General Haushoffer, antigo autor da teoria hitlerista... O clero (jesuíta), no sentido de aumentar, ou conservar suas riquezas, tem sempre interferido na vida política e econômica da nação. As indústrias bélicas lhe renderam um investimento proveitoso. A ajuda anterior dada pelo Banco Morgan, o maior do mundo, tornou-se o maior impulso ao poder da Santa Sé, na América".
EMANUEL M. JOSPHSON
1968: "...Em qualquer lugar onde irromper um movimento totalitário - comunista ou nazista (fascista) - pode-se encontrar um Jesuíta desempenhando o papel de conselheiro ou de líder. Em Cuba, o [conselheiro] de Castro foi o Pe. Armando Llhorente..."
AVRO MANHATTAN
(pesquisador e historiador britânico, em seu livro "The Dollar and the Vatican", 1985), escreveu: "Seu pontificado tem sido classificado como um enigma sempre imerso em denso mistério... Nenhum evento ou circunstância pode ser avaliado sem o conhecimento do Vaticano neles participando. E nenhuma situação importante existe, na qual o Vaticano não desempenhe um papel explícito e importante". (The Vatican in World Politics, 1949.)

J. E. C. SHEPHERD
(historiador canadense, 1987): "É impossível ler a história elisabetana, a não ser no contexto de um exército jesuíta, os mestres do engodo, da traição, da conspiração, da infiltração, da subversão, do assassinato, da insurreição, da guerra civil e da coerção, tudo engendrado para benefício do papado e derrota dos inimigos do papa, em qualquer parte do mundo". Em outra obra (The Babington Plot), Shepherd comenta: "Entre 1535 e 1931, a Sociedade de Jesus foi expulsa de pelo menos 83 países, cidades-estados e cidades, por se intrometer na intriga política e em complôs subversivos contra o bem estar do Estado (conforme registro do padre jesuíta Campbell, na obra "The Jesuits", 1931)... praticamente cada exemplo de expulsão foi por causa de intriga, infiltração política, subversão política e incitamento à insurreição política".
J. WAYNE LAURENS
(em seu livro "The Crisis: or the Enemies of America Unmasked", assim se expressa, na pessoa de um Jesuíta falando a um americano): "Ouça-me, por alguns momentos, e vou dizer-lhe o que sei. Seu presidente é eleito num conclave em Roma, o mesmo que elege o papa. Seu povo nomeia os candidatos. Nossos agentes secretos [os Jesuítas] selecionam entre eles aquele que imaginam venha a ser o mais favorável aos interesses da Igreja... Ele, é claro, sempre é eleito". [Tudo indica que o show do resultado das eleições entre Al Gore e George Bush Jr. não passou de encenação, a fim de desmoralizar a democracia americana].

ALBERTO RIVERA
(ex-padre jesuíta, falecido em 1997): "À medida em que eu avançava na Ordem Jesuíta, mais ia vendo a corrupção grassando lá dentro. Até que me convidaram para uma missa negra celebrada pelos Jesuítas, num mosteiro, ao norte da Espanha. Quando me ajoelhei para beijar o anel do Papa Negro, vi nesse anel um símbolo que me congelou o sangue. Era o símbolo maçônico, que eu odiava, segundo o ensinamento recebido no próprio Seminário, e contra o qual fora ensinado a lutar. Era um absurdo tal, que eu quase desmaiei e fiquei sabendo, então, que o Papa Negro, que controlava todas as coisas no Vaticano, por trás dos bastidores, também era um maçom do mais alto grau e, ainda por cima, era membro do Partido Comunista Espanhol. Era contradição demais para a Organização fundada por Inácio de Loyola, da qual saíra, também, o fundador dos Illuminati".

J. T. CHICK
editor americano, fundador e presidente da Chick Publications, Califórnia, USA, explica: "Por causa de sua experiência em espionagem, a Ordem havia forçado o Dr. Rivera a juntar-se às forças ecumênicas, sob a direção do Papa João XXIII. Já não podiam chamar os Protestantes de hereges, mas de irmãos separados. E os comunistas já não eram seus inimigos. E assim ficaria constituída a Igreja Mundial: protestantes de todas as denominações, todas as demais igrejas ortodoxas, os muçulmanos, os budistas, os mórmons, as igrejas ocultistas, as igrejas do leste, a meditação transcendental, as testemunhas de Jeová, a ciência da mente, o judaísmo, etc. E assim ficaria constituído o Governo Mundial: Comunistas, todas as Lojas Maçônicas, Socialistas, Ateus, Anarquistas, Uniões Trabalhistas, Nova Era, enfim, gente de todo tipo, até que o Papa Negro desse o seu bote definitivo e exigisse conversão forçada de todos os membros da Igreja Mundial ao Catolicismo Romano, cujo nome já significa "Universal". Sua maior força tem sido o Movimento Carismático, a ponte de união entre protestantes e católicos. Graças aos seus agentes secretos, a Igreja de Roma tem entrado, sorrateiramente, na televisão e na literatura cristãs e tem sido recebida como portadora de mestres evangelistas. Enfatiza sempre que é o amor que deve unir protestantes e católicos e este é o seu grande avivamento espiritual. Os primeiros grupos a cair nas malhas desse objetivo foram os adventistas, seguidos pelos membros da ADHONEP (Associação dos Homens de Negócio do Evangelho Pleno). Em seguida os Batistas, Metodistas, Luteranos, etc. Até que todos já estavam laçados, inclusive os Mórmons, Testemunhas de Jeová e muitos outros. Todos os Seminários e Colégios modernistas aderiram ao Ecumenismo. Os jesuítas passaram a dirigir as ações da Juventude Católica, Legião de Maria e Cavaleiros de Colombo, para destruir essas resistências. Agora, todos eles se calam diante de Roma, certos de que a Igreja Romana é cristã e a maioria dos pastores protestantes tem medo de falar mal de Roma. Mesmo porque se fizerem isso os espiões infiltrados em suas igrejas irão atacá-los sob as ordens de Roma. Isso é o que se chama de a Grande Apostasia, conforme diz a Palavra de Deus, na 2 Tessalonicenses 2:3, a qual acontecerá antes da Segunda Vinda de Jesus. Parece que estamos nos aproximando dos últimos dias. O Sistema Católico Romano está bem descrito no capítulo 17 de Apocalipse. Ele é a superigreja e a besta [União Européia?] fará com que ela suba ao poder, durante a grande tribulação. Depois, ela será destruída com fogo. Então, o Senhor Jesus voltará para destruir todo o sistema podre deste mundo, trazendo, afinal, justiça e paz para todos os que nele crêem e lhe são fiéis.
Com se pode ver, os filhos de Loyola são muito perigosos e, com a sua astúcia de quase cinco séculos, conseguiram subverter todos os grandes bastiões da Reforma (Alemanha, Inglaterra, USA, Canadá), transformando, através do enganoso Movimento Ecumênico, o Protestantismo numa caricatura religiosa.
www.ianpaisley org e "Vatican Assassins" (Eric Jon Phelps)
Para ganhar as almas dos Católicos para Jesus precisamos falar, com muita coragem, que a Bíblia é a única verdade que liberta da mentira e do fanatismo religioso, que os católicos romanos não são cristãos e que a Igreja Católica Romana não é uma Igreja cristã. Temos de levar esta mensagem pura e verdadeira a mais de um bilhão de católicos, que estão sendo ludibriados no mundo inteiro!"

DAVE HUNT

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