29 março 2013

Em um dos países menos evangelizados do mundo, os cidadãos não podem mudar de religião. Os que se convertem ao cristianismo enfrentam oposição e possível pena de morte
iemem
Situado na Península Arábica, a paisagem do Iêmen consiste, basicamente, em um deserto. A principal fonte de renda do país vem de sua indústria de petróleo. No entanto, a pobreza é um grande problema: um em cada três iemenitas está desempregado.

Quando os ventos da Primavera Árabe chegaram ao Iêmen, o governo utilizou-se de violência excessiva para reprimir os manifestantes. Como resultado de toda essa agitação, muitos estrangeiros, incluindo os cristãos, deixaram o país.

Nesta nação do Oriente Médio, a família e o governo são as principais fontes de opressão e perseguição aos cristãos. A Constituição declara que o islamismo é a religião do Estado, e que a Sharia (lei islâmica), é a fonte de toda a legislação. O governo proíbe a pregação da Palavra de Deus aos muçulmanos.

Há um ano, o cristão Joel, professor de língua inglesa, foi morto a tiros por pistoleiros, em Taiz, a segunda maior cidade do Iêmen. Joel dirigia-se ao trabalho em uma manhã de domingo quando foi atacado por homens armados. O Ansar al-Sharia, grupo militante ligado a Al-Qaeda, assumiu a responsabilidade do ataque “em resposta a um projeto ocidental para pregar o cristianismo aos muçulmanos”.

O número de cristãos ex-muçulmanos é estimado entre 500 e 1000. Eles não são autorizados a ter seus próprios encontros, por isso, são obrigados a reunirem-se em locais secretos.
Anualmente, cerca de cinco ou seis cristãos são presos por um período que varia de alguns dias até seis meses. Muitas vezes, eles não são oficialmente acusados, o que torna mais difícil comprovar que eles estiveram detidos devido à sua fé cristã.

Ore pelos cristãos, principalmente por muçulmanos que aceitaram a Jesus. Peça para que Deus os proteja de todo mal e que eles possam firmar, cada dia mais, a sua fé no Senhor.
Fonte: Portas Abertas USA

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