17 abril 2013

Marcha contra o casamento gay em Brasília vai reunir 30 mil evangélicos em frente ao Congresso, diz pastor Silas Malafaia

Uma marcha de protesto organizada pelo pastor Silas Malafaia em Brasília pretende reunir 30 mil evangélicos para se posicionar contra questões ligadas à sociedade e que estão em discussão nos últimos meses.

Um dos principais destaques da marcha são os protestos contra o casamento gay e manifestação de apoio ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

A concentração do evento foi definida pelos organizadores e será feita em frente ao Congresso Nacional, segundo informações da Veja.

“Já que estão forçando a barra sobre o casamento gay, vamos a Brasília para dizer que estamos do outro lado. Não é um ato exclusivo para apoiar Marco Feliciano, mas para marcarmos nossa posição. Vamos dar a nossa resposta. Todas as lideranças evangélicas estarão presentes, assim como a bancada evangélica. Vai ter gente de todos os lados do Brasil”, diz o pastor Silas Malafaia.

Um texto atribuído à organização dessa marcha em protesto foi publicado por Reinaldo Azevedo, da revista Veja. No trecho destacado pelo jornalista, há a menção também que durante o evento, os evangélicos pretendem se posicionar contra propostas de censura e controle da mídia, por serem contrárias à liberdade de expressão.

“Vamos nos manifestar a favor da liberdade de expressão e contra o controle da mídia, que vem sendo reivindicado por pessoas que odeiam a liberdade. Não aceitamos o controle da mídia nem pelo estado nem por grupos militantes. Querem nos transformar, aos evangélicos, em antediluvianos, em reacionários. Errado! Nós somos a modernidade democrática. Nós é que somos por uma sociedade radicalmente democrática, sem um estado censor e sem a censura de grupos organizados”, diz o texto, que lista as causas a serem defendidas pela marcha em Brasília, no dia 05 de junho.
VerdadeGospel/Veja
Para Reinaldo Azevedo, que é católico, a postura adotada pelos evangélicos está “corretíssima”. O jornalista diz ainda que não há nada nenhum excesso que se possa apontar nas motivações do protesto: “Desafio qualquer defensor da democracia a encontrar nela algo que agrida a democracia, o estado de direito e o artigo 5º da Constituição, entre outros que garantem os direitos fundamentais dos brasileiros”, pontuou.

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