26 maio 2013

A ditadura do “casamento” gay chegou ao Brasil 

Flávio Sincero trabalha num cartório. Ele sempre se empenhou pela honestidade, dentro e fora do trabalho. Se o supermercado lhe dava troco a mais, ele não pensava duas vezes: devolvia o dinheiro que não lhe pertencia.

Sua integridade passará por uma prova de fogo.
No cartório, chegam dois homens, o sr. Estrebaldo Oportunista e o sr. Anúbio Vigarista, que sem demora dizem: “Queremos nos casar!”
“Para quando, senhores?” pergunta Flávio.
Ao receber a resposta, o homem do cartório indaga: “E qual é o nome de suas esposas?”
“Você está olhando para ela,” diz Anúbio, apontando para o barbudo Estrebaldo. “Queremo nos casar aqui.”
Flávio sua frio. Quando criança, ele escutava sua professora de escola dominical ensinar sobre a coragem de Daniel, que não se prostrava diante das leis erradas do rei babilônico Nabucodonosor. Mas ele nunca imaginou que tais provações pudessem também ocorrer nos dias de hoje.
Ele leu nesta semana reportagens de vários jornais dizendo que, sob iniciativa do ministro Joaquim Barbosa, todos os cartórios do Brasil serão obrigados a “casar” homossexuais.
Antes, ele ouvia de jornalistas que o movimento homossexual não queria impor nada sobre ninguém.
Agora, Flávio se sente traído por Joaquim Barbosa e pelos meios de comunicação.
Flávio se casou no ano passado e tem uma filhinha de poucos meses. Se ele não fizer o que Joaquim manda, o que será do seu emprego? Como ele conseguirá sustentar sua família?
E agora, o que fazer diante de Estrebaldo e Anúbio?
“Não posso casá-los…” diz ele.
“Como assim?” diz Estrebaldo.
“Casamento é apenas entre homem e mulher. Não existe casamento entre dois homens. Isso é artificial. Não é natural,” tenta argumentar Flávio.
“Seus pensamentos não interessam. A lei agora diz que você deve nos casar. Por isso, não há o que discutir aqui. Apenas faça o que a lei manda você fazer,” Anúbio afirma.
“Sou seguidor de Jesus Cristo. Tenho compromisso com a Lei maior, que é a favor da família. Só poderei casar vocês quando cada um de vocês trouxer uma mulher para ser esposa…” responde Flávio, sabendo, tristemente, qual será a próxima reação.
“Neste caso, seu cristão de meia tigela, vou imediatamente à polícia abrir um boletim de ocorrência contra você e seu preconceito e ódio contra nosso direito de casamento! Você não pode impor seus valores sobre nós!” grita Anúbio.
Anúbio e Estrebaldo estão certos. Os cristãos não podiam “impor” seus valores na Alemanha nazista e na União Soviética, que impunham seus valores anticristãos sobre todos, inclusive sobre os cristãos.
Novamente, os cristãos se deparam com uma ditadura que quer forçá-los a violar sua consciência.
Outros já trilharam esse caminho, inclusive Daniel na Babilônia.
Quem diria que um dia — mais precisamente, em nossos dias — teríamos a oportunidade de colocar em prática o testemunho de Daniel em nossas vidas e empregos?
 

O STF, a Constituição e a sodomia

 
Na recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que decretou a equiparação das uniões homossexuais às uniões sexuais homem/mulher, dando aos pederastas e outros anormais acesso às crianças por meio de adoção, ficou patente a falta de princípios éticos e morais.
Se semelhante caso fosse levado ao STF décadas atrás, o resultado viria em sintonia com a dignidade, valor e importância da família natural. Mas quando a sodomia é elevada ao pedestal da idolatria, tudo é sacrificado.
Tenho certeza de que ao descobrirem o Brasil, os portugueses não estavam pensando na dignidade da sodomia. Com todas as suas falhas, entre uma dignidade fajuta para a sodomia e uma dignidade legítima para a família, a maioria dos portugueses, mesmo os mais depravados, escolheria a família.
Tenho certeza também de que a maioria dos que elaboraram as constituições do Brasil não tinha em mente colocar acima da família a valorização da sodomia, conferindo-lhe uma dignidade politicamente correta que desvaloriza a importância do verdadeiro casamento e família.
O Brasil tem uma Constituição que explicitamente reconhece a relação entre homem e mulher. Nada ali, nem de longe, indica que a sodomia ou outras orientações sexuais devam ser reconhecidas no mesmo nível da sexualidade homem/mulher.
Contudo, como disse John Adams, segundo presidente dos Estados Unidos: “Nossa Constituição foi feita para um povo cristão e com valores morais. Ela é totalmente inútil para o governo de um povo sem esses princípios”.
Adams deixou claro que até mesmo a Constituição dos EUA, que é um símbolo internacional de excelência, pode ser totalmente distorcida em sua interpretação por um povo sem valores cristãos e morais.
E quando um povo tem autoridades, juízes e legisladores que têm princípios cristãos e morais distorcidos? Nada escapará do toque distorcido deles: Constituição, leis, normas, etc.
E quando um povo tem autoridades, juízes e legisladores que não têm princípios cristãos e morais? Nada escapará da influência imoral corrosiva deles: Constituição, leis, normas, etc.
E a Bíblia deixa claro que quando homens destituídos de moral governam um país, a influência da decadência moral reverbera até mesmo entre os que têm princípios morais.
“Quando os ímpios governam sobre os justos por muito tempo, até os justos começam a praticar a injustiça” (cf. Salmo 125:3).
JulioSevero 
Comentários que devem ser considerados:  Interessante como esta postagem faz contraste com a postagem anterior, sobre a nova constituição da Hungria. Lá, as autoridades escolheram não se dobrar à pressão de uma minoria barulhenta e aprovaram uma lei "polêmica", se é que proteger a vida humana desde o seu início se tornou polêmico. Aqui, as autoridades judiciais máximas da nação, se rendendo a uma minoria também barulhenta e escandalosa, preferiram passar por cima da Constituição e inventar, não só um novo tipo de união civil, mas também e na realidade um novo tipo de gênero humano: os homoafetivos, para os quais o que conta e o que é normal é a sexualidade que o individuo escolheu, ainda que em completo conflito com orientação sexual escrita em seu dna e manifesta pela sua anatomia. Na Hungria, ao que parece, a dignidade da pessoa humana ainda se sobrepõe a interesses obscuros de grupos, enquanto que por aqui mesmo os fetos estão em constante risco de perderem a vida para agradar ao aborteiros de plantão. Na Hungria, a minoria teve que se retirar para não assistir sua própria derrota. Aqui, os que defendem as crianças e a família estão sempre na iminência de serem denunciados e processados por uma tal legislação anti-homofóbica que nem sequer existe oficialmente. Parabens aos parlamentares húngaros pela coragem de fazer o que é certo: proteger a vida e a dignidade humanas; pêsames para a nossa suprema corte, que em um único dia conseguiu acabar com toda uma cultura cristã de família. A Hungria com certeza colhera futuramente os frutos de sua decisão, como o Brasil também irá colher os seus próprios frutos. Que O Eterno tenha misericórdia de nossa nação. 
São duas posições totalmente diferentes e antagônicas, pelo lado húngaro houve uma atitude nobre ,justa, boa, no lado brasileiro uma atitude fútil, injusta e perversa.

Podemos acompanhar o bom exemplo húngaro e eles(Húngaros) podem acompanhar o mal exemplo brasileiro.

A verdade está clara demais. MUITO IMPORTANTE. Os evangélicos brasileiros agora não podem dar a resposta simplista: """" de que o MUNDO está cada vez mais corrumpido e depravado". Pois temos um exemplo bom vindo de outro lado deste mesmo mundo corrupto. Não ponham a culpa no Mundo, mas em nós mesmo evangélicos e cristãos brasileiros por nossa omissão, covardia, indôlencia, indiferença, fraqueza. Pela igreja corrompida que não enfrenta o ESQUERDISMO,a ideologia socialista. 
 

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