16 maio 2013


Cai o número de supostas vítimas de estupro do pastor Marcos Pereira



Desde que foi preso, na Rodovia Presidente Dutra, em São João de Meriti, Baixada  fluminense, na noite do dia 07/05/2013, o pastor Marcos Pereira da Assembleia de Deus dos Últimos Dias no Rio de Janeiro, vem sendo acusado de ter estuprado seis mulheres. Alguns órgãos de imprensa chegaram a falar em 20 mulheres estupradas pelo pastor.

Surpreendentemente, o Jornal Extra (das Organizações Globo) que diariamente  e exaustivamente  tem explorado o assunto,  agora passou a publicar que o número de mulheres violentadas são duas e não mais seis, conforme ‘print’ da matéria, abaixo.
Geralmente, o número de crimes cometidos por um estuprador aumenta à medida que o meliante é apresentado em público. No caso do pastor Marcos Pereira, porém, está ocorrendo o contrário, as acusações estão diminuindo (de 6 para 2).
Muito estranho!
Marcos Pereira também já foi acusado de ter orientado um traficante a explodir o Estádio do Engenhão no Rio, assim como o assassinato de um Secretário de Estado.
Veículos de comunicação ligados à Globo já divulgaram que o pastor Marcos Pereira estuprou a sua ex-mulher, sendo que a suposta ex-mulher é a própria mulher do pastor, Ana Madureira, que, talvez por, estranhamente, não ter espaço na mídia, declarou em vídeo no Youtube que é esposa do pastor e nunca ter sido estuprada por ele.
Seria então o esforço sobrenatural para denegrir, mais uma vez, a imagem do pastor e do Evangelho que fez com que a Rede Globo publicasse qualquer coisa, sem o menor crivo investigativo?
Essas acusações, se confirmadas falsas, podem render, pelas repercussão nacional e internacional causada, certamente, alguns milhões ao pastor Marcos Pereira, isso se a Justiça brasileira realmente estiver disposta a fazer o que a americana faz, com cidadãos e com órgãos de comunicação deste quilate global.

Deputado diz que Ministério Público deve investigar “linchamento público” do pastor Marcos Pereira e também o delegado do caso


O deputado estadual Paulo Ramos (PDT) fez novo discurso na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro abordando o caso Marcos Pereira, preso sob acusações de estupro de fiéis da Assembléia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), e afirmou que está ocorrendo um “linchamento público” do pastor, motivado por “perseguição religiosa”.
Em sua fala, Ramos voltou a criticar a postura da TV Globo e acusar a emissora de envolvimento no que chamou de “orquestração” contra Marcos Pereira.
Segundo ele, as mulheres que fizeram denúncia trabalham para o AfroReggae e são “amigas, sócias, cúmplices do senhor José Júnior”, desafeto público do pastor.
Ramos disse ainda que as acusações de “associação ao tráfico são porque o pastor Marcos Pereira desenvolve um trabalho para a recuperação de drogados e de ex-reclusos”.
O deputado disse que atualmente, com o uso de um simples aparelho de celular é possível gravar, filmar e fotografar situações, que poderiam ser usadas como prova de que Marcos Pereira organizava orgias.
“Por quê, nesse caso específico, só há testemunhas? Não há nenhuma outra prova?”, questiona o deputado, que ainda critica o delegado responsável pela condução do inquérito, dizendo que ele nunca esteve na ADUD para averiguar se o local poderia servir de cativeiro, como algumas das supostas vítimas afirmam em seus depoimentos.
O deputado ainda menciona que espera uma posição mais clara dos procuradores do Ministério Público, que segundo o deputado, é parte decisiva no processo, e que pedirá uma reunião para que o caso seja melhor investigado.
“O Ministério público tem uma responsabilidade grande nisso. Quando alguém pede prisão, o Ministério público opina. Mas opina com receio do clamor imposto pela mídia? Opina com independência? Faz parte dessa orquestração?”, disse, levantando suspeitas sobre a condução do caso.
“Nós estamos diante de um linchamento. O que acontece com o pastor Marcos Pereira pode acontecer, tem acontecido, com qualquer cidadão e com qualquer parlamentar”, disse, antes de solicitar que o MP investigue também o delegado Márcio Mendonça.
Veja o vídeo:
PauloTeixeira





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