24 julho 2013


N. Y. legaliza que rabinos chupem o pênis de bêbes


Os rabinos estadunidenses ganharam a batalha legal e agora poderão succionar o pênis dos meninos que realizaram a circuncisão como parte do ritual judeu.
Estados Unidos – Os judeus realizam um pacto com Deus cortando o prepúcio de seus bebês aos 8 días de nascidos, embora para outras culturas isto seja algo muito estranho, o ritual em algumas ocasiões é terminado lambendo a glande dos meninos.
Não parece ser um costume muito higiênico, pois aumenta o risco de contrair herpes, entre outras infecções. De fato foi relatada a morte de dois bebês desde 2010 provocados por este costume.
Em Nova York, os rabinos ganharam a batalha legal e agora lhes permitirão sem temor a nenhuma sanção, succionar o pênis dos bebês após o corte do prepúcio.
Não obstante os riscos que representa este ritual; há pouco uma circuncisão foi mal sucedida no norte de Israel, quando o mohel responsável pelo corte do prepúcio, cortou acidentalmente um terço do pênis do menor de idade que atendia.
O menino teve que ser carregado à emergência de um hospital pois sua vida correu grave perigo. No momento não se sabe se os danos no pênis do menor serão irreversíveis.

Fonte: sdpnoticias, visto em: Rafapal
  Comentário do blog de origem:
Esses rituais de mutilação absurdos e tribais também são praticados em outras culturas, na África por exemplo o clitóris das meninas são cortados para que ao se transformarem em mulheres não sintam prazer. É prática totalmente condenável, mas como o lobby judaico controla bancos, corporações, governos e tribunais, o assunto é tratado como “ritual” ou “costume” e não como crime.
E esse negócio de um homem colocar sua boca no pênis de um bebê é coisa de homossexual e pedófilo, além de cometer atentado violento ao pudor contra um recém nascido, sem falar no risco que a criança corre conforme publicado no artigo . Não vejo nada que justifique a mutilação e muito menos a sucção do órgão mutilado.
Alías, seria esta a origem do lobby gay e agora “movimento pró-pedofilia” que está crescendo pelas sombras com a complacência de tribunais? É algo para se pensar.


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