15 agosto 2013

As Heresias das Seitas(IV)


A PRIMAZIA PAPAL, LINHAGEM APOSTÓLICA E O EXCLUSIVISMO DE ROMA (heresias exclusivamente Católicas).

Todos os católicos são orientados de pai para filho acerca desde assunto. No Catecismo reza-se: “Esta é a única Igreja de Cristo que no Símbolo confessamos una, santa, católica e apostólica.” pág.232 §811. Cita-se sempre o texto de Mt.16.18,19 e Jo.21.15-17 onde sofismam que Pedro era o líder supremo de uma única igreja suprema. Dividiremos nossa refutação em três partes:

PARTE A – Explicando o texto de Mateus 16.18,19

Quanto ao verso 18: “Pedro” (traduzida do grego) ou “Cefas” (palavra aramaica) foi um nome dado por Jesus ao apóstolo, que antes chamava-se “Simão” (Jo.1.42). O N.T. foi escrito em grego, e a palavra grega traduzida por “Pedro” em Mateus 16.18 é "petros" (uma rocha ou uma pedra), diferente da palavra grega traduzida por “pedra” no mesmo texto que é "petra" (rocha, penhasco, grande pedra). Observe a diferença: quando Jesus diz “tu és Pedro” Ele não está dizendo que ele é a “pedra fundamental” da igreja cristã, mas possivelmente uma “pedra bruta” que poderá ser uma “pedra de construção” (do grego “lithos” não usada no presente texto). E quando Jesus diz “sobre esta pedra edificarei minha igreja” Ele referiu-se a si mesmo e não a Pedro. Pois Pedro ainda nem era uma “pedra de construção”. Esta palavra grega “petra” (traduzida por “pedra” no texto) é associada pelo apóstolo Paulo em 1Co.10.4  a Cristo: "e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo." Isso ocorre porque a palavra “pedra” foi um título dado a Jesus em profecias messiânicas (Is.28.16; Zc.10.4 e Sl.118.22). Por isso, quando Pedro responde “tu és o Cristo” (Mt.16.16), ficou para Jesus fazer a confirmação se a resposta de Pedro era correta e reitera-la com suas palavras. Concluindo-se em: “Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus” (confirmação da resposta de Pedro, v.17) e “sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (reiteração de Cristo, v.18). O próprio Pedro anos mais tarde reiterou também: "Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo".(1Pe.2.4,5). Pedro faz uma sinédoque da palavra grega “lithos” (pedra) para Jesus e para todos os cristãos. Onde ele revela Cristo como a “pedra fundamental” e os demais cristãos, inclusive ele sem nenhuma exclusividade ou pretensão, todos são igualados como “pedras de construção”.

Parafraseando o diálogo entre Cristo e Pedro “dentro do contexto” ficaria mais ou menos assim:

JESUS pergunta: “quem dizeis que eu sou?” (Mt.16.15).

PEDRO responde: “tu és o Cristo [a pedra fundamental]” (idem v.16).

JESUS aprova a resposta de Pedro: “Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus”. (idem v.17).

E JESUS reitera com suas palavras: “também Eu te digo que tu és Pedro [uma pedra] e sobre esta pedra [pedra fundamental] edificarei a minha igreja...”. (idem v.18).

Portanto, a “pedra” que a igreja cristã fundamenta-se não é Pedro, obviamente não é o Papa. Pois dentro do contexto: do diálogo entre Jesus e Pedro, do Novo Testamento na palavra grega “petra” traduzida por “pedra” e da “pedra angular” do Antigo Testamento, tudo aponta para Cristo. Inclusive, essa minha contestação é confirmada nas palavras do próprio Santo Agostinho: “Sobre essa rocha, portanto, disse Ele, a qual tu confessaste, edificarei a minha igreja. Porque a rocha (petra) é Cristo; e neste fundamento o próprio Pedro foi edificado”. (Agostinho , On the gospel of John, Tratado 12435, The Nicene and Post-Nicene Fathers Series I, 7.450).

Quanto ao verso 19: “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus”. Esse texto não prova que Pedro viesse a ser o supremo pastor da igreja cristã, ele próprio dizia que o supremo pastor era Cristo (1Pe.5.4). Jesus estava apenas profetizando que Pedro daria início ao plano de salvação, o que realmente veio a acontecer em At.2.14-41. E se diga de passagem que Jesus deu a todos os apóstolos essa mesma autoridade (Mt.18.18).

Quanto ao texto de Jo.21.15-17: Não há base alguma para a alegação dos católicos de que Jesus confiou a Pedro o cargo de pastor universal de seu rebanho. Ora, se o triplo mandamento de Jesus a Pedro para que apascentasse os seus cordeiros e ovelhas, significa-se que Pedro deveria ser o único Pastor do rebanho ou igreja, então a tríplice resposta de Pedro à pergunta: “Tu me amas?”, significaria que Pedro era o único que amava o Senhor. No entanto, as Escrituras claramente nos provam que apascentar o rebanho de Cristo não foi tarefa exclusiva de Pedro, mas de todos os apóstolos, pois a igreja se alimentava da “doutrina dos apóstolos” e não da doutrina de Pedro (At.2.42), era pastoreada por todos os bispos (At.20.28) e presbíteros (1Pe.5.2).

PARTE B – Há uma linhagem “Apostólica” e de “Pedro” até os dias atuais?

Não podemos esquecer de que todos os dogmas acrescentados ao longo da história foram aceitos pela a Igreja, baseados no pressuposto de que os Papas foram sucessores de Pedro e eles juntamente com os bispos continuaram com autoridade apostólica e pertencente ao colégio apostólico, daí porque chamam Igreja Católica Apostólica Romana. Ensina-se que o Papa é o sucessor de Pedro e substituto do próprio Cristo: “O Papa, Bispo de Roma e sucessor de S. Pedro... em virtude do seu múnus de Vigário de Cristo e de Pastor de toda a Igreja, possui poder pleno, supremo e universal...”. (Catecismo, p.253, §882). Mais acima diz: “... o Romano Pontífice, sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos, estão unidos entre si”. (Idem, §880). Porém quatro questões devem ser levantadas perante essas declarações:

Em At.1.15-26 apresenta dois critérios para o apostolado: 1o era necessário ter convivido com Jesus no tempo em que Ele esteve na terra; 2o era necessário ser testemunha da ressurreição de Cristo (ver também 1Co.15.3-11; 9.1-3; Gl.1.1). Que eu saiba, deste o Papa Leão I, e os bispos da época, até os dias de hoje, nenhum desses, encaixam-se nos critérios aqui mencionados.

Em Jo.14.26; 16.13; 14.16; 1Co.2.12,13 vemos nitidamente que o vigário (substituto) de Cristo não é o Papa, mas sim o Espírito Santo de Deus. Jesus é a “cabeça” da igreja e na sua ausência temos o Espírito Santo!

Em Lc.22.25,26; 1Co.3.10,11; Mt.16.18; 1Pe.2.4-8 são unânimes em concordar que Jesus é o líder geral da Igreja e que ela não precisa de outra cabeça pois Ele mesmo já é (ver Ef.5.23). Todos os dons ministeriais existem para a edificação do corpo de Cristo, a cabeça (Ef.4.11-13). Observe que esses “dons” não foram dados só á Pedro, mas aos outros: “E ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres.” (idem v.11).

Não há um texto da Bíblia que prove Pedro ter primazia sobre os demais. Quando este sentimento fermentava o coração de algum Jesus ensinava: “Mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva” (Mc.10.43). Jesus disse isto porque Tiago e João queriam a primazia (idem v.35-42). O Papa tem autoridade sobre o seu ministério, assim como o líder de cada ministério tem. Porém sob o ministério de Cristo é tomar o lugar do Espírito Santo e monopolizar o Cristianismo. Pedro foi chamado por Jesus para pastorear: “... Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas.” (Jo.21.17), mas não para lhe tomar o lugar no trono!

Vejamos alguns questionamentos bíblicos a despeito deste suposto papado de Pedro ou que Pedro viera a ser o primeiro papa ou sucessor de Pedro:

1.Onde está a passagem nas Escrituras que atribui a Pedro a posição de papa, ou cabeça visível da igreja?

2.Se Pedro tivesse sido ordenado soberano sobre os demais apóstolos porque não há uma passagem bíblica chamando-o de “cabeça”, “sumo sacerdote”, “sumo pontífice” ou “Sua santidade”?

3.Se Pedro tivesse a primazia sobre os demais apóstolos, porque não fez ele sozinho a escolha dos diáconos em At.6.1-6?

4.Se Pedro fosse supremo, um papa, não parece estranho que os apóstolos em At.8.14 o tivessem mandado a Samaria?

5.No concílio de Jerusalém (At.15.1-29) os apóstolos e presbíteros se reúnem para examinar a questão (v.6), Pedro dar sua parcela de participação no concílio (v.7-11), Paulo e Barnabé participam também (v.12), Tiago pronuncia as últimas palavras (v.13-21) e finalmente todos juntos decidem aquela questão e enviam uma carta aos gentios (v.22-31). Se Pedro fosse papa, reconhecido pelos apóstolos e presbíteros, ele poderia decidir a questão exclusivamente por seu voto. E mais, ele não deveria presidir toda a reunião?

6.Se Pedro fosse papa, porque Paulo não menciona o ofício dele em Ef.4.11-16 ?

PARTE C – A igreja Católica Romana é a única igreja cristã?

Não existe uma única igreja cristã, para que isso ocorresse deveria ter um único líder cristão. E esse cargo já é ocupado por Jesus Cristo. Ele é a cabeça da igreja cristã: “antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef.4.15). A igreja cristã é representada por várias igrejas locais com seus respectivos pastores, bispos ou presbíteros: “Cuidai pois de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue.” At.20.28, veja também 1Pe.5.1-4.

A verdade deve ser dita. Igreja nenhuma salva, somente Jesus Cristo pode fazer esse papel (At.4.12; Is.43.11). Ele é que é o único caminho e a única verdade (Jo.14.6; 17.3; 1Jo.5.20). A igreja de Cristo verdadeira não é definida por um rótulo denominacional ou por seu tempo de existência, mas pela sua proclamação fiel da Palavra e de seu testemunho perante os homens (Jo.8.31; 13.35; 15.8; Mt.5.13-16; Tg.1.22-25). Se fracassar nisso não passará de uma aglomeração de fariseus (Mt.5.20).

Com esse flagrante exclusivismo, a Igreja Católica Apostólica Romana se coloca como uma genuína SEITA CRISTÃ.

A IMACULABILIDADE E A INTERCESSÃO DOS SANTOS CATÓLICOS (heresia exclusivamente Católica).

a) Os santos Católicos são imaculados ou só Maria é imaculada?

Há um mito muito grande colocado nos “santos” da Igreja Católica pelo Catolicismo popular. O católico não compreende que “santo”, sem pecado, só há um, que é Deus (Ap.15.4; Jó 15.15,16). Seus santos tornam-se imaculados como o Deus trino. Porém, a Palavra de Deus é clara, toda a raça humana nasce de baixo de pecado (Rm.3.23; 5.12; Sl.51.5). A morte é a prova de que toda humanidade é pecadora (Rm.6.23; 1Jo.1.10).

Os santos da Igreja Católica não são mais santos do que qualquer cristão da Igreja. A santidade humana é diferente da divina. Deus é santo “imaculado”, nós somos “santos”, “separados” do mal para servi-lo, “santificados” por Deus e não por conta própria (1Ts.5.23; 1Co.1.2; 6.11; Hb.2.11; 10.10).

Na Bíblia a expressão “santo” é um adjetivo atribuído a Deus, aos anjos e aos homens. Contudo, não precisamos de uma análise meticulosa para perceber que quando se atribui a Deus tem uma diferença gigantesca quanto aos demais seres, inclusive a Maria. O texto de Ap.15.4, por exemplo, diz: “Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor? Pois só tu és santo...”. O próprio ser angelical que fala faz distinção do adjetivo “santo” quando atribuído a Deus. Maria e os demais santos e anjos, todos foram atingidos pelo pecado (Rm.3.22,23; Jó 15.15,16). E são santos pela graça divina. Enquanto que Deus é santo por qualidade divina. Por isso, o termo “imaculado” é um termo exclusivo de Deus.

Na verdade, nesta questão, há uma desarmonia entre o Catolicismo popular e o Catolicismo tradicional. O Catecismo (que é a fonte doutrinária do catolicismo tradicional) não apresenta os santos como “imaculados”, mas como “modelos de santidade” (conforme o Catecismo, p.238, §828). Segundo o catolicismo tradicional, esse termo é usado exclusivamente para Maria (conforme o Catecismo, p.138, §490-492 e p.143, §508). O que também não deixa de ser um equívoco. Pois Maria foi gerada por meio natural de reprodução humana (o ato conjugal de marido e mulher), assim ela nasceu com pecado original. Do contrário a Igreja Católica teria que atribuir a imaculabilidade a toda origem dela. Ao afirmar que Maria “foi preservada imune de toda mancha do pecado original” os autores do Catecismo não percebem que, para isso, a mãe de Maria deveria nascer sem pecado também; a mãe da mãe de Maria também; a mãe, da mãe, da mãe, de Maria igualmente e assim sucessivamente até chegar em “Eva”, que deveria estar sem pecado, mas ela pecou e seu marido também (Gn.3.1-6). Por isso, toda humanidade nasce com o pecado original, bem como Maria (Rm.5.12). Do contrário, se Deus pôde tornar Maria sem pecado sem precisar fazer isso com toda a sua genealogia, porque Ele não fez isso com toda humanidade que o buscasse? Pouparia assim a crucificação de seu Filho.

Para justificar essa imaculabilidade exclusiva de Maria o Catecismo prossegue afirmando que ela, “para ser a Mãe do Salvador”, “foi redimida desde a concepção”. Ora, Deus não precisava tornar Maria sem pecado para gerar Jesus. Ele só precisava de uma virgem santa e temente a Ele para que o Espírito Santo fizesse a obra. Cristo nasceu “imaculado” por mérito do Espírito Santo e não de Maria. A passagem de Jo.3.6, embora dentro de outro contexto, faz distinção entre geração da “carne” e do “Espírito Santo”.

José não teve relações com Maria para gerar Jesus. Nisso o catolicismo concordará comigo. Sendo assim, como a concepção de Jesus foi “sobrenatural”, conforme Mt.1.20, aquilo que o catolicismo tenta justificar sobre a imaculabilidade de Maria no seu Catecismo não justifica e nem encontra sustentação na Bíblia Sagrada.

b) Podem os santos interceder entre Deus e os homens?

Quanto a intercessão dos “santos”, o Catecismo reza: “... A sua intercessão é o mais alto serviço que prestam ao plano de Deus. Podemos e devemos pedir-lhes que intercedam por nós e pelo mundo inteiro.” (p.689, §2683).

Refutação bíblica – Este múnus é exclusivamente de Jesus Cristo: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2.5). Devemos tomar cuidado com o eufemismo aqui. Tanto “mediador” quanto “intercessor” vão levar ao mesmo raciocínio. Mediador pode significar “medianeiro”, que por sua vez significa “intercessor”. O termo grego usado no texto é “mesites”, que tem o significado de: “alguém que fica entre dois”, “mediador de comunicação” e “arbitrador”. E para irmos a Deus só precisamos de Cristo, não precisamos de ninguém! Observe que Jesus está “entre Deus e os homens”. E não entre Deus e os santos ou Maria. O presente texto anula toda e qualquer oportunidade de se pedir aos santos ou Maria para que estes peçam a Jesus para ele pedir ao Pai. Tornando-se um preceito absoluto.

Entre Deus e os homens há um grande abismo intransponível! Ninguém pode ir diretamente ao Pai senão por Cristo (Jo.14.6). Jesus é a “ponte” que liga o homem a Deus. Cristo já é o intercessor (Hb.7.25). Devemos ir diretamente a Ele: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mt.11.28). E mais, só Jesus é chamado de Sumo sacerdote e mediador (Hb.9.11,12,15). Não há uma referência bíblica tratando outra pessoa na Nova Aliança como Sumo sacerdote e Mediador dessa aliança.

Jesus recebeu todo o poder para ouvir nossas preces (Mt.28.18; 1Jo.2.1; Hb.7.23-28). A expressão “em meu nome” usada por Cristo, aparece 18 vezes no Novo Testamento (versão Almeida Atualizada. Exemplo: Mt.18.20). Usar o nome de outras pessoas para preces serem ouvidas é negar tudo o Cristo oferece. É dizer que a intercessão dele precisa de um reforço ou complemento dos santos que já morreram e nem ressuscitaram. E onde se encontram não podem fazer nada por ninguém (Jó 7.9,10; Ec.9.5,6; Sl.115.17; Lc.16.27-29). Para que um “santo” católico fosse mediador ou intercessor da Nova Aliança, teria que ter duas naturezas: uma divina e humana. Ser Deus como Jesus (Jo.1.1) e homem como Ele foi (idem 1.14). Nisso, todos os santos estão incompletos, inclusive Maria.

A intercessão de Cristo é suficiente. Isso significa dizer que não precisamos de outros intercessores ou medianeiras para complementar. Por isso que os reformadores declararam: “Solus Christus” (Somente Cristo).

Continuaremos amanhã.
Vivam vencendo os 'acréscimos' bíblicos!!!
Seu irmão menor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário