17 agosto 2013

As Heresias das Seitas(VI)


ALGUMAS HERESIAS DE SEITAS ORIENTAIS, OCULTAS E SECRETAS

REENCARNAÇÃO (seitas orientais e ocultas) – Prega-se em resumo das seitas orientais e ocultas que reencarnação é a volta da alma à vida corporal, mas em outro corpo novamente formado para ele que nada tem de comum com o antigo. Ensina-se que a morte é apenas um meio de ir ao mundo espiritual e a reencarnação um meio de retornar ao mundo físico. A vida terrena torna-se uma expiação. Tudo o que um indivíduo sofre é justo; foi merecido nesta ou noutras encarnações. Seitas que se destacam com esse ensino: “Nova Era”, “Espiritismo” [em todas as sua versões], “Hare Krishna”, “LBV”, “Cultos Afro-brasileiros”, “Seicho-no-iê”, “Meditação Transcendental”,  “Igreja Messiânica Mundial”, “Arte Mahikaru”, “Perfect Liberty”, “Rosa Cruz”.

Refutação Bíblica – Este ensino de justiça de “matar, roubar e destruir” é muito parecido com as obras do Diabo (Jo.10.10a). Como fica este tipo de comportamento perante o ensino de Jesus Cristo? (Mt.5.21,22,38,39,44). Quando nos arremetemos contra alguém, expomo-nos a fazer sofrer um inocente. A doutrina espírita, por sua vez, defende que só fazemos sofrer quem merece. Porém o verdadeiro problema, o mal em todas as suas formas, o pecado, a verdadeira causa do sofrimento e da injustiça permanece sem tratamento; não é resolvido em absoluto, apenas é perpetuado indefinidamente. Uma maldade exige outra em compensação, e a outra mais outra, e assim sucessivamente.

Pela Bíblia, só existe um meio de expiação ou reparação do pecado: O sacrifício de Jesus Cristo. Sim, quando ele estava nas ânsias de sua crucificação e morte, pediu ao Pai que se houvesse outro meio de expiação do pecado, falha, erro do homem, que ele o livra-se da morte (Mt.26.39). No entanto Deus deu a seu filho a morte de cruz, provando que não havia outro meio de purificação do homem a não ser pelo derramamento de sangue, o sangue de um inocente, Jesus Cristo (Rm.5.8,9; 1Jo.2.2; 1Pe.1.18,19; Hb.9.14,22,24-26). Se existisse reencarnação Deus não teria entregado seu filho ao mundo (Jo.3.16).

O sacrifício de Jesus feito uma só vez apaga os nossos pecados quando confessados a Ele (1Jo.1.9,10). Para isso é necessário o arrependimento (At.3.18,19) e com o arrependimento vem a reparação, ou como nós chamamos “santificação”. Causando assim no homem um “novo nascimento”. (1Pe.1.23; 2Co.5.17; Gl.6.15; Jo.3.3). Não existe uma pluralidade de existência (em corpos) com um só espírito, pois a Palavra de Deus é clara em dizer que está determinado por Deus o homem morrer uma só vez, depois se segue o juízo sobre o espírito humano, essa é a regra (Hb.9.27). Se existe exceções é para os casos de ressurreição por intervenção do milagre, para a glória de Deus. A Bíblia registra casos de ressurreição tais como: a do filho de viúva de Serepta (1Rs.17.19-22), o filho da Sunamita (2Rs.4.32-37), o defunto que foi lançado na cova de Eliseu (2Rs.13.21), a filha de Jairo (Mc.5.21-23, 35-43), o filho da viúva de Naim (Lc.7.11-15), Lázaro (Jo.11.39-44), Dorcas (At.9.36-42).

O espírito vai para Deus quando acontece a morte (como “separação” do espírito/alma do corpo) e assim segue-se o juízo sobre a sua vida (Hb.9.27; Lc.16.22,23; Jo.5.24 na versão Almeida Revista e Atualizada, Jerusalém ou King James). Por isso, com esperteza, os espíritas não acreditam na expiação de Jesus, nem na queda do homem, nem na deidade de Jesus, nem no céu e nem no inferno, a fim de manter viva a crença nesta doutrina absurda e falível. Pois a existência destas doutrinas ameaça a teoria da reencarnação?

HÁ DIFERENÇA DE RESSURREIÇÃO PARA REENCARNAÇÃO

A Bíblia jamais faz qualquer referência à palavra “reencarnação”, tampouco a confunde com a palavra “ressurreição”. Segundo o dicionário Escolar de Língua Portuguesa, de Francisco da Silveira Bueno, “reencarnação” é o ato ou efeito de reencarnar pluralidade de existências com um só espírito; enquanto que a palavra “ressurreição”, no grego, é “anástasis” e “égersis”, ou seja: levantar, erguer, surgir, sair de um local ou de uma situação para outra. No latim, “ressurreição” é o ato de ressurgir, voltar à vida, reanimar-se. Biblicamente, entende-se o termo “ressurreição” como o mesmo que ressurgir dos mortos, em outras palavras, é o retorno da alma e do espírito ao mesmo corpo. Que pode acontecer por um milagre (1Rs.17.22) e que vai acontecer por ocasião da vinda de Cristo (1Ts.4.16). A diferença é que o primeiro caso o espírito-alma volta para um corpo “mortal”, já o segundo para um corpo imortal (1Co.15.53).

Os espíritas não acreditam na ressurreição dos mortos porque o corpo é absorvido e disperso pela natureza, e é impossível materialmente recompor os elementos desse corpo. Entretanto, acreditam em vidas em outros planetas e também em espíritos. Ou seja, quando um ensinamento bíblico põe em contradição seus ensinos julgam-no cientificamente. Mas quanto aos seus ensinos julgam pela fé. A ressurreição na Bíblia é figurada como uma semente, toda semente lançada em terra, pela lei da vida deve ressurgir? (ver 1Co.15.42-44).
Aproveitando o ensejo vamos citar apenas dois casos de mortos que foram levantados dentre os mortos após quatro e três dias de sepultados:

Nome da pessoa morta: Lázaro, Jo.11 :
a) Estava morto (v.14);
b) Estava sepultado já havia quatro dias (v.17);
c) Já cheirava mal (v.39);
d) Ressuscitou ainda envolvido em mortalha (v.44);
e) Ressuscitou com o mesmo corpo e mesma aparência que possuía antes de morrer (v.44).

Nome da pessoa morta: Jesus Cristo
a) Os soldados romanos testemunharam que Cristo estava morto (Jo.19.33);
b) José de Arimatéia e Nicodemos sepultaram-no (Jo.19.38-42);
c) Ele ressuscitou no primeiro dia da semana (Lc.24.1-7);
d) Mesmo depois de ressuscitado, Ele ainda portava as marcas dos cravos nas mãos, para mostrar que seu corpo, agora vivo, era o mesmo no qual sofrera a crucificação, porém, glorificado (Lc.24.39; Jo.20.27).

JOÃO BATISTA ERA ELIAS REENCARNADO?

Ele mesmo respondeu: “Não sou” (Jo.1.21), e logo, se reencarnação é o ato ou efeito de reencarnar, pluralidade de existências com um só espírito, é evidente que um vivo não pode ser reencarnação de alguém que nunca morreu. Ora, João Batista não era a reencarnação de Elias, pois ele não morreu. Foi arrebatado vivo ao Céu (2Rs.2.11). E se João Batista fosse Elias reencarnado, no momento da transfiguração de Cristo, teriam aparecido Moisés e João Batista, e não Moisés e Elias (Mt.17.3). A citação de Cristo em Mt.11.14 é apenas uma alusão a uma profecia registrada em Ml.4.5.

NASCER DE NOVO É REENCARNAR? (Jo.3.3,5)

Não, a expressão “nascer de novo” (do grego anothen) significa nascer do alto, nascer de cima, por obra e graça do Espírito Santo, mediante a Palavra (Jo.15.3; Ef.5.26). De acordo com Bíblia, novo nascimento é o mesmo que regeneração (Tt.3.5) e não reencarnação. Jesus estava falando da regeneração, uma mudança interior que diz respeito conversão do pecador, nunca se referiu a mudança de corpo ou passagem da alma de um corpo para um novo. Ora, daí o equívoco de Nicodemos, ele pensava que o homem depois de velho viesse a renascer fisicamente, no que foi logo dissuadido pelo Senhor (ver ainda 1Co.6.11; Ef.4.23,24; Cl.3.9,10; Tt.3.3-6).

Não existe a palavra “reencarnação” no grego neotestamentário. Os seguidores desta heresia tentam encontrar desesperadamente similaridades em algumas palavras para fugirem do vazio bíblico sobre o assunto. O que é um paradoxo, pois se negam a inspiração divina da Bíblia, pra quê provar algo nela? Entretanto, sugerem, por exemplo, a palavra “paliggenesia” presente em Tito 3.5 que significa “novo nascimento”, “reprodução”, “renovação”, “regeneração”. Uma colocação simplória totalmente fora do contexto e do significado da palavra. Onde nem se encontra presente a palavra “alma” (do N.T. grego “psuche”) na estrutura da palavra. Por exemplo, a palavra “transmigração” (metempsychosis), que é uma heresia muito parecida com a reencarnação, pois acredita que a alma dos mortos reencarna, a diferença básica é que em animais. Observe que a formação desta palavra nasce do seu conceito: “metem” (transporte) + “psychosis (alma). Isso não ocorre com nenhuma palavra grega surrupiada do N.T. grego pelos defensores da heresia reencarnacionista.

Interpretando a citação de Tito 3.5:

não por obras de justiça praticada por nós....”. Em primeiro lugar, temos aqui uma clara refutação bíblica a heresia reencarnacionista que se baseia em obras.



... ele nos salvou mediante o lavar regenerador [paliggenesia] e renovador [anakainosis] do Espírito Santo”. Em segundo lugar, as atribuições deste fenômeno espiritual são dadas ao Espírito Santo, um ser pessoal (Efésios 4.30) e divino (Atos 5.3,4), citado por Jesus como consolador (parakletos: alguém que pleiteia a causa de outro, intercessor). Ele “renova” (paliggenesia) e “restaura” (anakainosis) os pecadores e não “reencarna”. O papel do Espírito Santo é transformar a vida dos pecadores (João 16.8). Paulo estava dizendo que o Espírito Santo mudara tanto a sua vida como a de Tito. E que eles eram salvos por essa causa.

Veja o contexto: “que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador”. Ou seja, que o Espírito Santo (ele) fez (derramou sobre) com eles (Paulo e Tito) por intermédio de Jesus. (Tito 3.6).

QUEM PECOU, ESTE OU SEUS PAIS, PARA QUE NASCESSE CEGO? (Jo.9.2)

Os espíritas usam versículos da Bíblia para apoiarem suas idéias absurdas e heréticas. A argumentação espírita diz: “Essa pergunta (de Jo.9.2) prova que os apóstolos acreditavam na reencarnação”. Porém na tradição judaica acreditava-se que a criança no ventre da mãe já poderia cometer o pecado de idolatria, quando esta adorava deuses pagãos, daí o porquê dos discípulos perguntarem quem teria pecado. É certo que longe estava Cristo de partilhar tais idéias (nem a suposição espírita e nem a teoria judaica de maldição hereditária). Ele respondeu: “Nem ele pecou nem seus pais; mais isto aconteceu para que se manifestem nele as obras de Deus.” (v.3).

A resposta de Jesus arrasa os alicerces de toda a construção reencarnacionista, baseada na opinião de que toda a infelicidade, todo sofrimento, decorre do pecado pessoal. Há contrariedades e sofrimentos que Deus envia simplesmente para que sejam manifestas suas obras e que suas criaturas sejam preparadas para eternidade.

CONSULTA AOS MORTOS (seitas ocultas) – Os sectários defensores desta heresia acreditam que as pessoas que já morreram podem ser invocadas e comunicar-se com os vivos e vice-versa. Aderem a este pensamento todas as seitas que pregam a reencarnação.

Refutação bíblica – Essa prática, embora enfatizada modernamente por alguns falsos profetas, é muito antiga. Já nos tempos do A.T. encontramos os judeus envolvidos com a consulta àquilo que entendiam serem os mortos. Deus, na sua Palavra, proíbe explicitamente tal prática. Não por ser ela verdadeira, mas por ser enganosa e perigosa, uma vez que engoda o praticante nas teias venenosas da feitiçaria (ver Dt.18.10-12). A consulta aos mortos propõe para os seus seguidores que os vivos podem se aconselhar com os que já viveram (os mortos). Porém o povo de Deus possui a inigualável revelação de Deus pela qual disciplina a sua vida (Is.8.19,20; Hb.4.12; 2Tm.3.16,17). E por esta revelação entendemos que os mortos, devido ao estado em que se encontram, não têm parte em nada do que se faz e acontece na Terra (ver Ec.7.2; 9.5,6; Sl.88.10-12; Is.38.18,19; Jó 7.9,10). Quanto ao caso da feiticeira de En-Dor, que fez trazer um pseudo Samuel, não seria possível tal façanha, haja vista algumas observações: Ela não disse que viu Samuel (1Sm.28.13), ela profetizou falsamente que Saul cairia nas mãos dos filisteus (1Sm.28.19), porém Saul cometeu suicídio e veio parar nas mãos dos homens de Jabes-Gileade (1Sm.31.4,11-13), profetizou que todos os filhos de Saul morreriam (1Sm.28.19), porém ficaram vivos pelo menos três: Isbosete (2Sm.2.8-10); Armoni e Mefibosete (2Sm.21.8). Apenas outros três morreram (1Sm.31.6; 1Cr.10.2-6). Se Samuel estivesse ali de verdade teria profetizado para feiticeira corretamente (ver 1Sm.3.19). Saul cometeu pecado perante o Senhor, pois desobedeceu a sua Lei que reprovava tal prática (Êx.22.18; Lv.20.27; Is.47.11-15). Por isso Saul morreu (1Cr.10.13).

SALVAÇÃO PELAS OBRAS (seitas orientais, ocultas e secretas) – Este falso ensino tem perdurado deste os tempos antigos e até hoje o homem tenta se justificar dos seus pecados através de boas atitudes. Através de seus esforços e sofrimentos. Por si mesmo. Podemos dizer que em todas as religiões pagãs se prega isso e seitas como “Kardecismo”, “Nova Era”, “Maçonaria”, etc. Até o catolicismo é simpatizante de tal heresia.

Refutação bíblica – A salvação se restringe na fé em Jesus (Rm.5.1) por meio da graça de Deus (Ef.2.8,9). Todos os méritos da salvação estão em Jesus, assim como todos os méritos da pecaminosidade humana estão em Adão. Nós nascemos pecadores por causa de Adão e somos salvos por causa de Cristo (ver Rm.5.15-21). Assim, o homem não pode fazer nada para se redimir do pecado. As boas obras são importantes, mas não são redentoras.

POLITEÍSMO (seitas orientais, ocultas e secretas) – É a crença de que há vários deuses. Seitas como “Maçonaria”, “Mormonismo” (uma seita pseudocristã), “Espiritismo” e algumas religiões pagãs, são seguidores desta heresia.

Refutação bíblica – Abraão foi chamado a separar-se do paganismo e torna-se testemunha do único Deus Verdadeiro (Gn.12.1-4; Sl.147.19,20). Não existem outros deuses além do Senhor Deus que se revelou a Abraão (Is.43.10,11). Tudo não passava da mente fantasiosa dos homens pagãos que não conheciam o Deus Criador do céu e da Terra (Gl.4.8; Dt.6.4). Confundiam os fenômenos da natureza com deuses e os astros também, por isso o Senhor Deus orientava o seu povo acerca disso (Êx.20.1-5; Sl.115.4-8). Jesus pregou contra o politeísmo (Jo.17.3). Também seus seguidores (1Tm.2.5). Toda a Igreja também (Ef.4.6a). Tal ensino já foi refutado no passado (Is.44.6; 45.5). A predominância em todo o nosso planeta é de concepção monoteísta.

PANTEÍSMO (seitas orientais e ocultas) – Este sistema de pensamento que confunde Deus com universo é uma heresia que ressuscita do hinduísmo por influência de seitas como “Nova Era”, “Teosofismo”, “Seicho-no-iê”, “Hare Krishna”, “Perfect Liberty”, “Rosa Cruz”. O panteísmo ensina que tudo é Deus e que Deus é tudo.

Refutação bíblica – Esta teoria confunde as coisas. Deus é o criador e a natureza é a criação, não podem ser confundidas. Assim como uma obra de um pintor não pode ser confundida com ele. Deus não é a sua obra e nem vice-versa. O apóstolo Paulo, fez críticas a esse tipo de pensamento (Rm.1.20-23). O profeta Jeremias também (Jr.2.26-29). O panteísmo não passa de um “improviso” do homem. Pois havendo Deus se retirado do mundo, porque não fazer do mundo um deus ou da Terra uma deusa? Deus é onipresente, por está em toda parte, no entanto ele existe à parte de suas obras. Haja vista que Ele é pessoal e também transcendente, isto é, sua existência vai além das coisas criadas. A Bíblia diz que Deus criou o homem (Gn.1.26), por isso o homem não faz parte do divino (Is.43.10), como pregam as seitas seguidoras desta heresia (ver Sl.19.1; 102.25; Is.44.24). Tal ensino é oposto às Escrituras, que apresenta um Deus pessoal (Êx.3.13-15), que tem sentimentos (1Jo.4.8), se distingue da criação (Is.55.8,9), se manifestou em carne (Jo.1.1,14; 1Tm.3.16) e que julgará este mundo com justiça (Ap.20.11,12). Por isso Deus é chamado de “Santo” (Sl.22.3; Ap.15.4). Essa palavra empregada a Deus tem um sentido mais amplo do que atribuído aos anjos ou seres humanos. Uma vez que ele é antes de tudo ser criado (Cl.1.17; Jo.17.5). Deus é separado de sua criação!

CONCLUSÃO

Quanto escrevi este texto não tive a intenção de exaurir o assunto. Pois são muitas heresias no mundo. O meu objetivo é de fornecer ao leitor uma informação geral sobre as seitas. E a apresentação de algumas heresias com as devidas refutações bíblicas. Para que você possa exercitar a apologia cristã evangélica.

Notas:

1 – Reunião de elementos doutrinários de origens diversas que não chegam a se articular em uma unidade sistemática consistente
2 – Ato de suavizar a expressão duma idéia substituindo a palavra ou expressão própria por outra mais agradável, mais polida.
3 – Que se pode tomar em mais de um sentido; equívoco.
4 – São todas as denominações cristãs que se comprometem somente com a Bíblia Sagrada, em seus livros canonizados pela comunidade judaica no século IV a.C. (V.T.) e pela comunidade cristã no século II d.C. (N.T.), prezam pela hermenêutica bíblica, pelos credos primitivos e sustentam uma teologia clássica.
5 – São todas as denominações cristãs que se envolvem com doutrinas pseudocristãs ou flertam com o liberalismo teológico.
6 – Argumento que parte de premissas verdadeiras, ou tidas como verdadeiras, e chega a uma conclusão inadmissível, que não pode enganar ninguém, mas que se apresenta como resultante das regras formais do raciocínio; falácia.
7 – Interpretação superficial vinda de fora para dentro do texto bíblico.

Bibliografia:

Bíblia Apologética (edição Almeida Fiel) do ICP Instituto Cristão de Pesquisas
Bíblia Shedd (edição Almeida Revista e Atualizada)
Bíblia em Cd Rom Shammah II da Bertolini Informática Ltda.
Discipulado Básico por Daniel A. Durand
Bezerro de Ouro da Atualidade por Daniel A. Durand
Revista Defesa da Fé do ICP Instituto Cristão de Pesquisas
Série Apologética Volume I do ICP Instituto Cristão de Pesquisas
Desmascarando as Seitas por Natanael Rinaldi e Paulo Romeiro
Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo por George A. M. & Larry A. Nichols
Os Profetas das Grandes Religiões por R.R. Soares
Resposta as Seitas por Norman L. Geisler e Ron Rhodes
Seitas e Heresias por Raimundo F. de Oliveira
Por Amor aos Católicos Romanos por Rick Jones
Porque devo Crer na Trindade por Robert M. Bowman
Novo Dicionário da Bíblia por J.D. Douglas
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia por Myer Pearlman
Quem São as Testemunhas de Jeová? Por Alcides Jucksch
Bíblia Online versão 3.0 da SBB com léxico grego e hebraico Strongs
Série Apologética – volume I, editora ICP
Catecismo da Igreja Católica – Edição Típica Vaticana / Edições Loyola
Postado por Daniel D. às 16:12  
ICP

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