08 agosto 2013

Irmão Rubens do "Verdade Oculta", desmerece a bíblia



Mais uma vez o Rubens, apresentador dos vídeos verdade oculta, comete uma nova queda na sua caminhada (ver heresia, obra de carne: Gl.5.20). Desta vez ataca a Bíblia Sagrada. Francamente, com essa mancada, posso ver que Rubens e o ministério verdade oculta na suposta luta contra os illuminatis se colocaram foi a serviço deles, ao levantar uma velha e conhecida heresia da teologia liberal: a Bíblia não é a Palavra de Deus, mas contém. Isso põe em dúvida todo o material que a Verdade Oculta produziu até o momento. Veja o alerta que o Instituto Cristão de Pesquisas (ICP) dá sobre a teologia liberal: http://www.icp.com.br/69materia2.asp

É um absurdo o que Rubens diz neste vídeo. Se quiser conferir assista clicando neste link: http://www.youtube.com/watch?v=JzlNLNZeL70

Ao citar uma sequência de trechos da Bíblia (Js.2.4; Jz.16.11; 17.11), Rubens se coloca acima da verdade. Suas colocações são contraditórias, pois ele, para se afirmar cita a mesma. Ora, onde é ou não é a Palavra de Deus? Obviamente aquilo que lhe agradar ou o que lhe convier.

Os textos citados por Rubens na verdade é um equívoco tão infantil, que nem pessoas recém chegadas, que estão no começo da fé na igreja, não chegariam a tal conclusão. Vejamos que o argumento de Rubens é simplório, raciocine comigo:

Eu e você podemos narrar histórias de pessoas mentindo, roubando, adulterando ou fazendo qualquer tipo de iniquidade, isso não significa que eu ou você estejamos cometendo tal erro. Pois estamos apenas “narrando”. Com a narrativa bíblica não é diferente. Deus falou pela boca dos seus servos e profetas, narrando-lhes o que aconteceu e o que acontecerá, transmitindo-lhes os seus mandamentos, suas doutrinas e revelando seu Filho. O fato é que, seja mentira ou verdade, o que as pessoas da narrativa inspirada disseram, não é Deus que está mentindo, mas os personagens bíblicos. Assim, o uso dos versos bíblicos por Rubens no início do vídeo é uma falácia para sofismar ao argumento de que a Bíblia apenas contém a Palavra de Deus. Contudo, a narrativa é divina. O que foi narrado é Palavra de Deus.

RUBENS DESCONHECE O ASSUNTO

De tanto se preocupar com a “verdade oculta”, Rubens se esqueceu de conhecer a “verdade revelada”. Pois se ele abrisse em 1Timótero 3.16 ele veria: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. Se “toda” a “Escritura” foi “inspirada” por “Deus”, então toda a Bíblia, ou seja, a coletânea de livros escritos somava e era para o apóstolo a Palavra de Deus. Cada frase, cada palavra e cada pergaminho. Assim, os versos citados por Rubens (Js.2.4; Jz.16.11; 17.11) podem não ser “Palavra de Deus” para ele, mas para o Apóstolo Paulo era.

Não precisamos de muito estudo acadêmico para percebermos que a Bíblia não narra somente a história do relacionamento de Deus com a humanidade, mas também desta com Deus. E assim, é muito comum vermos na Bíblia o homem cometendo pecados, agindo de maneira vergonhosa. Deus não quis esconder as mazelas do homem. Se assim o fizesse poderíamos duvidar de que esta fosse a Palavra de Deus. Pois assim como Adão e Davi iríamos esconder na narrativa bíblica os erros cometidos.

RUBENS USOU UM ARGUMENTO FRÁGIL 

O fato da Bíblia registrar as pessoas mentindo não confirma o argumento dela apenas “conter” a Palavra de Deus. Se assim fora, existem verdades ditas pela boca de demônios e Satanás (Mt.4.5,6; Lc.18.27,28). Ora, não é fato de se dizer uma verdade que faz alguém pertencer a Deus ou ser de Deus, assim como o fato de alguém dizer uma mentira não o faz pertencer ao diabo ou não ser de Deus. O apóstolo Tiago faz a mesma argumentação quanto ao ter a fé em um único Deus, nem por isso faz os demônios serem de Deus (Tg.2.19). Assim, a Bíblia é a Palavra de Deus em qualquer trecho das Escrituras. Não importa se em sua narrativa relata pessoas falando verdades ou mentiras.

O NOVO TESTAMENTO NÃO É A PALAVRA DE DEUS?

Ao ver o vídeo de Rubens você logo perceberá que ele duvida do Novo Testamento ser a Palavra de Deus. O argumento dele é muito simples: os apóstolos não andavam com a Bíblia nas mãos e nem muito menos o Novo Testamento existia. Veja como é sem noção tal argumentação. Em primeiro lugar temos que ver que a comunidade judaica já tinha em suas sinagogas uma cópia das Escrituras. Jesus usou destas cópias, ele não trouxe de casa (ver Lc.4.17). Isso porque não havia imprensa e nem formato compacto dos livros atuais. Não dava para alguém carregar todo o Antigo Testamento nas mãos facilmente como fazemos hoje. Em segundo lugar, o Novo Testamento já circulava entre as igrejas contemporâneas de Pedro e Paulo. Podemos perceber isso em alguns textos do próprio Novo Testamento: “E tende por salvação a longanimidade do nosso Senhor, como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada”. (II Pe.3.15). Podemos perceber aqui que o apóstolo Pedro leu e lia as cartas de Paulo e outros livros do Novo Testamento, pois ele diz ainda: “Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição”. (Idem v.16). 

O nosso Senhor Jesus também confirma a inspiração do Novo Testamento como “Palavra de Deus”. Ele disse: “Mas, aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”. (Jo.14.26). Disse mais: “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há-de vir”. (Jo.16.13). Observe os grifos. Em terceiro lugar, a existência dos papiros que datam século II d.C. Nesta época nem existia igreja institucionalizada. São 26 manuscritos do Novo Testamento só em papiro. Em terceiro lugar, cinco pais da igreja, de Irineu a Eusébio, fizeram quase 36.000 citações do Novo Testamento. Entre estas citações, muitas datavam século II. Os pais primitivos da igreja não só citaram os 27 livros do Novo Testamento, mas citaram quase todos os versículos de todos os 27 livros.

A BÍBLIA FOI ALTERADA PELOS ILLUMINATIS?

O problema do pessoal da verdade oculta é que si esquecem que o Eterno é soberano sobre a Terra! Parece que o Diabo, os seus demônios e os illumanits é que são os soberanos. Pode ser para o Rubens, mas para o cristão verdadeiro quem manda aqui é o Eterno! Pode o Diabo fazer ou planejar o que quiser, o Eterno triunfará sobre todo mal. Esse pessoal está assistindo muito filme de terror. Pois é isso que os autores desse gênero fazem. O diabo fica “onipotente” e os servos de Deus uns “coitadinhos”, bem como o próprio Deus torna-se “micro-potente”. Que absurdo em? Mas é isso que o pessoal da verdade oculta faz. A Bíblia diz que o mistério da iniquidade está impedido de agir até o momento em que o que detêm seja tirado (2Ts.2.7). Diz que o maligno não toca os filhos de Deus (1Jo.5.18).

A integridade de todo o Antigo Testamento foi confirmada pelos rolos do mar morto encontrado em Qumran em março de 1947. Que datam entre 168 a.C. - 233 d.C. Os rolos fornecem espantosa confirmação do antigo texto massorético. Que antes da descoberta era o que se tinha como documento do Antigo Testamento. Na descoberta de Qrumran só veio ratificar a preservação e integridade do Antigo Testamento. Jesus fez várias citações do Antigo Testamento nos evangelhos (eu poderia citar várias aqui). Em Lucas 24.44 ele ratificou todo o Antigo Testamento: “E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse, estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos salmos”. Jesus fez a classificação de todo o Antigo Testamento: Lei, Profetas e Escritos Sagrados. Revelando a existência da Bíblia e sua familiaridade com o texto. Só a expressão “não lestes o que está escrito?” usada várias vezes por Jesus, prova que ele era leitor assíduo da Bíblia. E obviamente, frequentador assíduo das sinagogas.

Não é diferente com o Novo Testamento, além do que já disse anteriormente, temos mais de 5.000 manuscritos gregos. Como poderia um grupo de pessoas alterar propositalmente tantos documentos? Nem a história de Roma tem tanto manuscritos assim. Da história de Tito Lívio restaram apenas 20 exemplares. A obra de César “Guerra Gálicas” só existem 9 ou 10 manuscritos. Obras de Tácito só há dois manuscritos.
Fontes:
Introdução Bíblica – Norman Geisler / William Nix, editora Vida;
Bíblia Online versão 3.0/ICP

Um comentário:

  1. Primeiro ponto irmão, o Salvador não lia a bíblia, lia as escrituras sagradas que foram escondidas, queimadas e blasfemadas após o Concílio de Niceia sob a regência do Imperador Constantino dando respaldo ao império Romano que se estabelece até os dias de hoje como Igreja Católica, Apostólica Romana da qual saíram os evangélicos e os padres jogam na cara do povo que se diz cristão, que o que levam debaixo do braço foi escrito por eles e endossado por João Ferreira de Almeida ( padre). O Salvador lia o que se encontra em parte nos rolos encontrados no Mar Morto e outra parte adulterada, por isso se deve cavar para achar no livro bíblia o que os profetas deixaram e os apóstolos, nunca baseou suas palavras em manuscritos pagãos gregos e nem nunca pisou, num templo, numa sinagoga, apenas ensinou nos pátios, onde pisava na terra como se vê na passagem da prostituta que não foi apedrejada, pois chamava os religiosos, fariseus de raças de víboras, os mesmos que o colocaram no madeiro, avisando que destruiria o templo e no terceiro dia seria reconstruído, Ele, o próprio Salvador que adverte a todo aquele que almeja salvação: "Sai dela povo meu". Sai de onde irmão? Do templo onde é pregado um falso Jesus Cristo, um mitra!

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