06 setembro 2013

Ex-pastor líder de seita conhecido como “Jesus Negro” foi morto na Nova Guiné

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Após estudar em escola evangélica, o ex-pastor Tari se auto-proclamou o “Messias” e ficou conhecido como o “Jesus Negro”, foi viver nas montanhas e conseguiu milhares de seguidores para seita montada.  Acusado de canibalismo, estupro nos rituais dele foi preso e fugiu durante rebelião, em liberdade ao tentar seduzir jovem foi morto por populares.

Um violento líder de seita conhecido como “Jesus Negro”, foi cortado até a morte em um vilarejo de Papua Nova Guiné, informa a agência AFP. Steven Tari, que foi condenado por estupros e era suspeito de canibalismo, estava foragido desde quando conseguiu escapar de uma prisão na localidade de Madang durante uma rebelião em março.

De acordo com o chefe de polícia de Madang, Sylvester Kalaut, Tari e um de seus seguidores foram mortos por moradores de um vilarejo que se revoltaram quando a dupla atacava uma jovem que tinham convencido a se unir à seita. “Ele agora está morto e esse pode ser o destino de outros que também estão foragidos. Eu aconselho a todos a se entregarem”, disse Kalaut ao jornal local Post-Courier.
 
Tari, um ex-pastor luterano conhecido como “Jesus Negro”, era líder de uma seita cristã com milhares de seguidores em vilarejos de Papua Nova Guiné. Ele foi condenado em 2010 por estuprar meninas que pertenciam ao culto e sentenciado a 10 anos de prisão. Entre as suas pregações, ele dizia que jovens meninas deveriam se casar com ele como parte da profecia divina.

Segundo a AFP, ao ser capturado em 2007, Tari era suspeito de praticar canibalismo e rituais de sacrifício, mas foi apenas acusado formalmente pelos estupros que cometeu. Suspeita-se que ele seja o responsável pela morte de uma estudante de Ensino Médio na semana passada.
Com informação AFP -via Terra/Oceania

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