08 dezembro 2013

Maria, Virgem Fiel(???)



Quando dizemos que os Católicos Romanos adoram á Maria, eles ficam revoltados e negam.
Alguns até dizem que a 'veneram', mas adorar, não. Ora, veneração é sinônimo de adoração. É só ler num Dicionário da Língua Portuguesa.

Mas, para que não digam que estou acusando-os, vejam o Texto abaixo e observem o grande valor que dão á Maria, como se fosse ela alguém que ainda hoje, está fazendo algo de bom para os que nela crêm.
Em vermelho, coloquei os textos que melhor apresentam essa 'veneração'.

“De todos os ensinamentos que a Virgem dá aos seus filhos (…), talvez o mais belo e importante seja esta lição de fidelidade.” (Papa João Paulo II, em 1979, sobre o ‘sim’ de Maria)
Atualmente, prega-se a visão de quer ser fiel é um comportamento passivo. O conceito mais comum é que ser fiel é concordar com tudo sem questionar; é perder, inclusive, sua própria identidade em favor daquilo a que se é fiel.
Como citou João Paulo II, e conforme sabemos pela Bíblia Sagrada, a Virgem Maria foi um exemplo de fidelidade sem igual. E ela esteve longe de ser passiva.
Maria vai além disso. Ela sempre buscou a Deus. No princípio, quando teve dúvidas, procurou esclarecê-las com o anjo. “Como se fará isso, pois não conheço homem?” (Lc 1,34) Mas aceitou e obedeceu aos desígnios de Deus para sua vida. “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1,38) Não foi uma aceitação cega do plano de Deus, mas um ‘sim’ consciente. Isto é ser fiel.
Ser fiel é a cada dia buscar a Deus e aceitá-Lo consciente de que haverá provações, mas que a graça vinda dEle é muito maior. 
Maria, sendo fiel ao plano de Deus em sua vida, não perdeu sua identidade, como pode ser pregado hoje pelo mundo. Pelo contrário, confirmou em si com sua vida ser ela a bem-aventurada escolhida por Deus. “Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações.” (Lc 1,48)
Sua simplicidade antes de saber que seria a mãe do Salvador foi a mesma depois de sabê-lo. Imediatamente, ela foi acodir sua prima Santa Isabel que também estava gestante. E nada se compara a ver o próprio filho ser torturado e morrer pregado numa cruz pelos pecados que não cometeu. Em todos os momentos ela sempre buscou a Deus e aceitou Sua Divina vontade. Sempre.
Mas a fidelidade de Maria se extende ainda mais. Acompanhou os apóstolos e ajudou-os a perseverar na Igreja nascente e, ainda hoje, até o fim dos tempos, ela faz a vontade de Deus, intercedendo por nós, seus filhos pecadores, junto a seu Filho Santo que é Infinita Misericórdia.
Maria, Virgem Fiel, mostra-nos o caminho até Jesus! Ensina-nos esta fidelidade ativa, de buscá-Lo e aceitar a cada dia a Sua vontade com coração aberto.
Comunidade Obra de Maria

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