21 fevereiro 2014

CUIDADO COM A VACINA 'CONTRA' O HPV

Cuidado com a agulha: Governo vai tratar meninas como prostitutas

vacina_hpv (Foto: shutterstock)
Comentário de Julio Severo: Vai começar a campanha da vacina HPV para meninas. HPV é uma doença que afeta principalmente moças e mulheres envolvidas em comportamentos de prostituição. Como o governo não sabe quais meninas escolherão a prostituição no futuro, TODAS serão obrigadas a tomar a vacina, isto é, TODAS serão tratadas como potenciais prostitutas.
 Mas o escândalo não para aí. Por trás de campanhas de vacinação, há muito mais do que preocupação pelo bem-estar das crianças. Há interesses bilionários das empresas farmacêuticas, que, em troca dos elevados investimentos de países-trouxas como o Brasil, chegam a abrir portas internacionais de condecoração para os presidentes responsáveis pelas compras, como era o caso de Lula, que gastava nas empresas farmacêuticas como bêbado gasta em boteco, e foi condecorado e prestigiado em eventos internacionais, com o patrocínio das empresas farmacêuticas. 
Mais informações estão neste artigo: http://bit.ly/14XgLMU
Leia agora o seguinte artigo:

Nas nossas crianças, não!

Robson Oliveira
Se eu pudesse dar algum conselho aos homens de bem do judiciário brasileiro, especialmente aqueles que pensam por si mesmos e não pela ditadura do “politicamente correto”, diria-lhes: vão atrás do dinheiro. Pois para um simples cidadão brasileiro, que paga pesados impostos no Brasil, soa muito estranho a relação entre farmácia, aborto e vacina
O Ministério da Saúde está aprontando mais uma contra a família brasileira. Vem aí, na surdina, sem que a população tenha tomado conhecimento e sem que se consultassem as famílias, a vacinação contra HPV (um tipo de DST) de todas as meninas do país, com idade entre 10 e 11 anos, nas escolas particulares e públicas – além de postos de saúde – à revelia dos pais. Segundo a reportagem, o governo brasileiro dedicará todo o ano de 2014 a superar o tabu das famílias contra o tema, já que o HPV é doença transmitida exclusivamente por contato sexual. Parece que o Ministério da Saúde do Brasil acha um absurdo que os pais não desejem alegremente que suas filhas e filhos tenham relações sexuais aos 10 anos. Por isso, pretendem superar esse tabu…
O governo federal quer agir à revelia das famílias e impor compulsoriamente a vacinação de pré-adolescentes contra a doença sexualmente transmissível HPV. Segundo a reportagem, a vacinação seguirá também da indicação de uso de camisinhas pelas crianças (de 10 e 11 anos!), quando tiverem relações sexuais. Agindo assim, o Ministério da Saúde do Brasil age como o governo nazista em seus piores dias, quando ignorava o direito das famílias sobre o modo de educação e desenvolvimento de seus próprios filhos, obrigando-os a fazer parte de brigadas e – aos considerados incapazes – servindo de cobaia para experiências médicas. Quem nunca ouviu falar de Josef Mengele? Para aqueles que não creem em Deus, ou na natureza humana, ou na regra moral da ação humana, como é o caso de Molière, qualquer meio é permitido para alcançar o fim desejado. Para os comprometidos com a causa ateísta ou imoralista, os fins justificam os meios! Mas para a maioria das pessoas, felizmente, não é assim!
Não, em nome de fins pretensamente bons, não se deve utilizar de quaisquer meios. Não, em nome da saúde nossas crianças não serão parte de experimentos de empresas multinacionais, com não sei quais interesses. E principalmente: não, nossas crianças não ver ser incitadas a apressar precocemente o ato conjugal por meio de propagandas e palestras de deseducação sexual. Nas nossas crianças, essa vacina não vai tocar! Nem esse veneno ideológico. Expor nossas filhas e filhos a perigos desnecessários ou a informações falsamente manipuladas não pode ser jamais uma opção moralmente lícita, não se pode ser aceito pelos pais. Com efeito, a Declaração Universal dos Direitos Humanos já adverte que a família não pode ser assim atacada:
Artigo XII: Ninguém será sujeito à interferência em sua vida privada, em sua família, em seu lar ou em sua correspondência, nem a ataque à sua honra e reputação. Todo ser humano tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
As vacinas vão ser fabricadas no Brasil, mas terão como parceira a multinacional Merck Sharp & Dohm, que nos EUA é só Merck and Co. Essa empresa deu dinheiro para a maior empresa de abortos do mundo, a Planned Parenthood, em 2012. Em relatório da própria empresa, ela confirma a doação para a instituição norte-americana, responsável por ações eugênicasabortivo por encomenda e genocídioA mesma empresa está sendo investigada nos EUA por utilizar células de bebês abortados em seus produtos, inclusive vacinas. No dia 28 de maio último, a Merck & Co. foi citada em um site de divulgação da Planned Parenthood como participante em evento da organização. Enfim, já há inclusive decisão de uma corte americana ligando as duas instituições. Sinceramente, pode haver algo tão assustador quanto reconhecer a ligação mercantil entre uma empresa de remédios e uma indústria de abortos e esterilizações compulsórias em nível mundial?
Por outro lado, a decisão de o Ministério da Saúde atacar francamente a família e as crianças tornou claro um ponto importante na luta contra a ideologia comunista: no fundo, é sempre dinheiro! Por que empresas que dão dinheiro para ONG’s abortistas, como a Planned Parenthood, conseguem contratos lucrativos com nações inteiras, como o Brasil? Terá sido apenas coincidência? A Merck & Co. é reconhecida pelo seu produto contra HPV? Quem foi o nome, o cpf, responsável por colocar a Merck & Co. na lista das empresas capazes de vender a tal vacina de HPV para todo um país? Quem fez o contato? A partir de quais dados técnicos?
Se eu pudesse dar algum conselho aos homens de bem do judiciário brasileiro, especialmente aqueles que pensam por si mesmos e não pela ditadura do “politicamente correto”, diria-lhes: vão atrás do dinheiro. Pois para um simples cidadão brasileiro, que paga pesados impostos no Brasil, soa muito estranho a relação entre farmácia, aborto e vacina.
juliosevero

Confira a Matéria da  www.aleteia.org 
O Ministério da Saúde pretende iniciar em março de 2014 a maior ação de vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) do país. Pretende-se imunizar mais de 5 milhões de meninas até o final do ano com a vacina Gardasil, da fabricante multinacional Merck Sharp & Dohm. Para alcançar tal penetração, pretende-se estender os postos de vacinação até escolas privadas e públicas do país. O objetivo principal é atingir meninas entre 11 e 13 anos, diminuindo a faixa etária para meninas de 9 anos, em 2015. Contudo, apesar do elogio necessário à iniciativa do governo, algumas questões precisariam ser esclarecidas pelo ministério, antes do início da vacinação em março.

O maior problema é que não há resultados científicos suficientes para garantir a eficácia da vacina Gardasil no combate ao HPV. De acordo com pesquisas de diversos institutos no mundo, inclusive no INCA, “o câncer é um desfecho raro, mesmo na presença da infecção pelo HPV”, pois o vírusnão é suficiente para produção do tumor. As informações divulgadas pelo INCA indicam que, quando há condições clínicas necessárias em conjunto com o vírus HPV, em apenas 5% dos casos desenvolve-se o câncer cervical; e nos casos em que as mulheres são infectadas mas possuem idade inferior a 30 anos (justamente a faixa etária atingida pela vacinação), a doença regride espontaneamente.

Além disso, a vacina produzida pela multinacional perde sua eficácia depois de 4 anos. Não, não se trata de questões metodológicas ou epidemiológicas intrincadas, não é uma questão disputada. É a própria bula do medicamento (que qualquer um pode achar com uma busca simples na internet) que adverte que, após a terceira dose da vacina, a paciente estará novamente vulnerável ao vírus HPV após esse período. Isso quer dizer que a menina que terminou a vacinação com 15 anos, aos 19 estará novamente vulnerável ao vírus; e aquela que começou a ser vacina aos 9, aos 15 poderá ser vítima do HPV. Por que impor uma campanha de vacinação tão agressiva se o produto raramente produz o que promete, e mesmo quando atinge seu objetivo, seus efeitos cessam ordinariamente 4 anos depois da última dose, deixando as pacientes desprotegidas?

O preço das vacinas também exige uma reflexão. Segundo as informações divulgadas pelo ministério nos meios de comunicação, cada dose da vacina custará R$ 31,02 aos cofres brasileiros e, nas clínicas particulares, cada uma não seria vendida por menos de R$ 330,00. Contudo, em 2013, o NY Times divulgou notícia em que a presidente da divisão de vacinas da Merck, Dra. Julie Gerberding, afirmou que o custo da vacina é de US$ 4,50 (cerca de R$ 10,80). Conhecendo esses dados, não parece que o governo fez um bom negócio, como tem alardeado. Pelo contrário, fez um negócio muito lucrativo para a multinacional, não é?

Também há rumores de que a vacina está relacionada com diversos malefícios, como paralisias, falência uterina, má formação congênita dentre outros. De fato, em 2008, nos EUA, houve 32 mortes de adolescentes relacionadas à vacinação. Em 2010, a CDC - Centers for Disease Control and Prevention (cuja presidente era a Dra. Gerberding) disse que não houve provas incontestáveis de que as mortes estariam ligadas à vacina Gardasil. Tudo isso fica ainda mais preocupante quando uma das cientistas responsáveis pelo estágio 2 e 3 da vacina Gardasil, a Dra. Diane Harper, declarou em reportagem à americana CBS que “os pais e mulheres devem saber que houve mortes” antes de submeterem-se e aos seus ao tratamento.

Em meio a tanta querela, outros fatos podem ajudar a entender o que está em jogo:

1. Em maio de 2013 um departamento da justiça americana – Department of Health and Human Services (HHS) – anunciou mais de 5 milhões de dólares como indenização para 49 vítimas de danos supostamente provocados pela vacina contra HPV. Por essa razão e pelos inúmeros casos obscuros com a administração da vacina, poucas pessoas se submetem ao produto naquele país.

2. Em 2011, alguns médicos franceses sugeriram que fosse suspensa a vacinação com Gardasil, em razão de suspeita de envenenamento por alumínio, componente da vacina.

3. Em 2010, a Índia suspendeu seu programa de vacinação contra HPV utilizando Gardasil. Há notícias de que a decisão, depois de muita controvérsia, ocorreu por causa da morte de 4 meninas decorrentes de complicações ocorridas após a exposição ao produto.

4. Em 2013 o Japão suspendeu a vacinação em suas crianças, alegando que são necessários maiores estudos acerca da eficácia da vacina contra o vírus HPV. Fala-se de efeitos adversos em algumas pacientes, como infertilidade e paralisia parcial.

Bem, a história da ciência recente registra não poucos problemas relacionados à indústria farmacêutica e a sociedade. Com efeito, se há uma característica na nova filosofia da ciência, inaugurada na década de 1960, é a inextrincável unidade entre a sociedade, mantenedora e termo final da ciência, e a prática científica e seus interesses.

A sociedade brasileira está descrente dos órgãos públicos e de seus representantes. A decisão do Ministério da Saúde de fazer uma campanha de vacinação tão agressiva, atingindo crianças e adolescentes, não minora essas suspeitas. O fato de o governo escolher para essa ação um produto tão cercado de controvérsias só aumenta a insatisfação. Pagar 300% do preço de custo da vacina também não ajuda nada. Seria muito bom que o Ministério da Saúde explicasse para as famílias brasileiras alguns desses pontos, antes de expor a população a esse produto farmacêutico. Não se trata de fazer campanha contra a vacinação. Antes, trata-se de agir em favor das famílias brasileiras, dando-lhes informações plurais para que decida o melhor para suas filhas.
Veja essa Matéria do Jornal Folha de S. Paulo:

A vacina realmente funciona?

Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

O primeiro problema desta hipótese está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetração para que a passagem do vírus aconteça. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico neste tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino).
Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.

Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.


Comentário de Wáldson: É revoltante saber que nosso Governo esteja metido nisso. Estão preparando nossas meninas, filhas, sobrinhas, primas e irmãs para uma vida de prostituição. Esse negócio de vacinar crianças nessa idade, nos Postos e Escolas e SEM o consentimento dos pais, é totalmente autoritário e chega ser ditatorial.

Num país onde o cidadão nunca é lembrado para o bem, não é de se estranhar que isso venha a acontecer. Será possível que ninguém, além de Júlio Severo, tenha coragem de vir a público e denunciar essa 'medida' revoltante?

Ora, se a intenção do Governo é 'imunizar' as meninas contra a tal doença, não seria o mais prático, inteligente e de bom senso, fazer uma campanha no rádio e na TV, contra o sexo irresponsável e contra a pedofilia?

Se nossas crianças receberem essa vacina, o Brasil vai estar legitimando a pedofilia. E aí, queridos leitores, será o caos.

Oremos para que Deus levante autoridades que façam oposição ao Governo contra essa atitude leviana, imoral e contrária á vida de futuras mulheres de bem.

Deus tenha misericórdia de nossa nação.

Vivam vencendo todas as mazelas morais!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

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