19 março 2014

SOB A "BENÇÃO" DA ONU, ESCOLAS DE SP COMEÇAM “DIVERSIDADE SEXUAL” ENTRE MENINOS E MENINAS


Por que os chamados educadores e pedagogos estão tão interessados em que crianças de 3 e 4 anos estejam longe dos pais e perto deles nas escolas? Por que o governo está tão ansioso de obrigar crianças de 4 anos a ir para a escola?

Essa e outras perguntas são respondidas por uma matéria do jornal Estado de S. Paulo, que teve todo o cuidado de não criticar o intervencionismo abusivo de professores infantis que se julgam deuses. A matéria diz:


No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de quatro anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de cinco anos, que há pouco brincava de casinha.


Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil — com idade entre três e cinco anos — transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.


A coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero, explica: “Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem.”


Essa atividade curricular da educação infantil é adotada por um grupo de escolas que acredita que a escola é o espaço apropriado para quebrar os papéis tradicionais de homem e mulher. Eles promovem uma infância sem o que eles chamam de “estereótipos de gênero” — masculino e feminino —, a fim de construir uma nova sociedade onde é fundamental a total desconstrução do papel tradicional do homem.
A diretora pedagógica do Colégio Sidarta, Claudia Cristina Siqueira Silva, afirma:


—Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde. Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena, reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta de azul.


No Colégio Santa Maria, num jogo de futebol, os meninos estavam brincando apenas entre eles. Nesse momento, os pedagogos interviram, para introduzir as meninas no jogo. Orientadora da pré-escola da instituição, Cássia Aparecida José Oliveira, conta: “Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras.”


Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis cor-de-rosa — convite recusado por alguns.
A pedagoga afirmou que nesse ponto muitos meninos dizem: “Eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino.”


A medida da pedagoga é convocar os pais para mostrar que eles não devem ficar chocados, mas aceitar meninos no balé e meninas no futebol. Se eles não aceitam, a pedagoga explica que se todos não combatemos os preconceitos, “criamos uma sociedade machista e homofóbica.”


O Estado de S. Paulo, sem criticar em nenhum momento o abuso psicológico contra as crianças, diz que essas escolas enfrentam um embate árduo e precisam de “perseverança.” Sua matéria termina mencionando o Colégio Equipe, onde meninos e meninas brincam todos de cabeleireiro e o escritório — tudo para desconstruir um mundo chamado pelos pedagogos de “machista” e “homofóbico.”


Anos atrás, vi fotos de um menino vestido de menina e brincando de boneca. A mãe, provavelmente ansiando muito ter uma menina, colocou o garoto contra a natureza. Ele acabou se tornando o principal ativista gay do Brasil e se gaba de ter dormido com mais de 500 homens.


É isso o que os pedagogos e novas escolas querem para os meninos do Brasil?


*Com informações do Estado de S. Paulo.


*Veja essa Matéria cujo link está acima:

Bonecas são para meninos?


João, de 4 anos, em seu salão de cabeleireiro - Epitacio Pessoa/Estadão

No salão de cabeleireiro de mentirinha, João Pontes, de 4 anos, penteia a professora, usa o secador no cabelo de uma coleguinha e maquia a outra, concentradíssimo na função. Menos de cinco minutos depois, João está do outro lado da sala, em um round de luta com o colega Artur Bomfim, de 5 anos, que há pouco brincava de casinha.

Nos cantos da brincadeira do Colégio Equipe, na zona oeste de São Paulo, não há brinquedo de menino ou de menina. Todos os alunos da educação infantil - com idade entre 3 e 5 anos - transitam da boneca ao carrinho sem nenhuma cerimônia.


"O objetivo é deixar todas as opções à disposição e não estimular nenhum tipo de escolha sexista. Acreditamos que, ao não fazer essa distinção de gênero, ajudamos a derrubar essa dicotomia entre o que é tarefa de mulher e o que é atividade de homem", explica a coordenadora pedagógica de Educação Infantil do Equipe, Luciana Gamero.
Trata-se de um "jogo simbólico", atividade curricular da educação infantil adotado por um grupo de escolas que acredita que ali é o espaço apropriado para quebrar alguns paradigmas. A livre forma de brincar visa a promover uma infância sem os estereótipos de gênero - masculino e feminino -, um dos desafios para construir uma sociedade menos machista.
"Temos uma civilização ainda muito firmada na questão do gênero e isso se manifesta de forma sutil. Quando uma mulher está grávida, se ela não sabe o sexo da criança, compra tudo amarelinho ou verde", afirma Claudia Cristina Siqueira Silva, diretora pedagógica do Colégio Sidarta. "Nesse contexto, a tendência é de que a criança, desde pequena, reproduza a visão de que menino não usa cor-de-rosa e menina não gosta de azul."
Por isso, no colégio em que dirige, na Granja Viana, o foco são as chamadas brincadeiras não estruturadas, em que objetos se transformam em qualquer coisa, a depender da criatividade da criança. Um toco de madeira, por exemplo, pode ser uma boneca, um cavalo ou um carrinho. "Quanto menos referência ao literal o brinquedo tiver, menos espaço haverá para o reforço social", diz Claudia.
A reprodução dos estereótipos acontece até nas famílias que se enxergam mais liberais. Ela conta que recentemente, em uma brincadeira sobre hábitos indígenas, um menino passou batom nos lábios. Quando a mãe chegou para buscá-lo, falou de pronto: "Não quero nem ver quando seu pai vir isso".
"Podia ser o fim da experimentação sem preconceitos, que não tem qualquer relação com orientação sexual. Os adultos, ao não entenderem, tolhem essa liberdade de brincar por uma ‘precaução’ sem fundamento", afirma Claudia.
Visão de gênero. Se durante a primeira infância esses estímulos são introjetados sem que a criança se dê conta, ao crescerem um pouquinho - a partir dos 5 anos -, elas já expressam conscientemente a visão estereotipada que têm de gênero.
No Colégio Santa Maria, no momento de jogar futebol, os meninos tentavam brincar apenas entre eles, não permitindo que as meninas participassem. Foi a hora de intervir. "Explicamos que não deveria ser assim e começamos a propor, por exemplo, que os meninos fossem os cozinheiros de uma das brincadeiras", diz Cássia Aparecida José Oliveira, orientadora da pré-escola da instituição.
Na oficina de pintura, todos foram convidados a usar só lápis cor-de-rosa - convite recusado por alguns. "Muitos falam ‘eu não vou brincar disso porque meu pai diz que não é coisa de menino’. Nesses casos, a gente conversa com a família. Entre os convocados, os pais de meninos são a maioria. "Um menino gostar de balé é sempre pior do que uma menina querer jogar futebol. E, se não combatemos isso, criamos uma sociedade machista e homofóbica."
O embate é árduo e é preciso perseverança. Mesmo no Colégio Equipe, aquele em que as crianças se alternam entre o cabeleireiro e o escritório, alguns comentários demonstram que a simulação da casinha é um primeiro passo na construção de um mundo menos machista. O pequeno Artur, de 5 anos, se anima ao participar da brincadeira. Mas, em um dado momento do faz de conta, olha bem para a coleguinha e avisa: "Eu sou o marido. Vou sair para trabalhar. Você fica em casa".
Comentário de Wáldson: Como essas pessoas estão afastadas de Deus!!! Somente pessoas que não tem mais temor da Palavra de Deus, para ensinar, ou, para bagunçar a identidade sexual da criança desta forma. Querem criar um exercito de ativistas. (Satanás tentando acabar com a criação de Deus... Realmente o fim não esta mais tão longe). 

O diabo não brinca em serviço: ele está fazendo de tudo para matar essa geração, e se não puder fazer isso ele vai fazer de tudo para tirar-los do proposito de Deus.

Por que crianças? porque ele sabe que a criança até os 7 ou 8 anos está em faze de formação, ou seja , até essa idade a criança observa tudo ao seu redor e tudo o que ela aprende influencia no seu caráter. O que essa pessoa vai se tornar no futuro começa a ser formado desde pequeno.

Já viu o quanto crianças pequenas gostam de fazer perguntas? Ás vezes as perguntas deixam os pais irritados, com perguntas como : "por que a água é molhada?" ou, "por que a roda é redonda?" Essa é uma fase muito importante para a criança e ela quer entender o mundo ao seu redor.

O papel de orientar e formar a criança é dos pais e nenhum professor pode substituir isso, mas o que temos visto acontecer é que os pedagogos estão assumindo essa 'frente'.



Eu digo sem medo: a escola dita "oficial", nas atuais circunstâncias, ao invés de formar futuros cidadãos de bem, está fazendo com que estes sejam deformados moral e intelectualmente (está destruindo ao invés de construir). Falando num tom bem direto: a escola está corrompendo a formação moral que os nossos filhos aprendem em casa.

Recentemente, foi criada uma lei (Lei 12.796, de 04/04/2013) que aumenta o tempo de permanência na escola (dos 4 aos 17 anos). Com que intuito? Simplesmente para doutrinar, desde cedo, nossos filhos no pensamento esquerdista e imoral do governo.


O que vemos nas escolas hoje? Uma verdadeira depravação: meninas são obrigadas a tolerar travestis no banheiro feminino; cartilhas pornográficas estão sendo divulgadas livremente em salas de aula do ensino fundamental; camisinhas são distribuídas abertamente às nossas crianças; aulas de sexo explícito e homossexualismo são dadas sem nenhuma restrição (e que são ministradas sob o rótulo de "diversidade sexual", "tolerância", "respeito às diferenças", etc); enfim, nossos filhos estão sendo bombardeados por essa devassidão demoníaca que o governo ensina nas escolas. E essa é uma triste e cruel realidade que a mídia corrupta nunca mostra!



Para o governo, não importa o que os pais pensam (ou melhor, não importa a educação caseira). A única educação considerada "válida" é essa podridão que o mesmo governo quer impor aos nossos filhos (e que somos obrigados a aceitar). É como se o governo dissesse: "Olha aqui (pais e mães de família): ou vocês colocam seus filhos na escola para aprenderem o que eu (governo) ensino, ou vocês serão considerados culpados pelo crime de abandono intelectual (e perderão a guarda de seus filhos).

Veja esse vídeo com atenção:


Não devemos esquecer que na realidade estão querendo fazer é uma lavagem no inocente cérebro dessas crianças, pois o que eles impregnarem agora na mente de uma criança de até 6, por mais que essa criança futuramente venha desejar outro caminho isso ficara latejando em sua mente, ou seja, estão querendo formar uma sociedade gay, mesmo que a força.

Viva vencendo o império das trevas que está em ascensão no Brasil!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

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