31 agosto 2014

"BIBLIA FRACASSA EM DAR RESPOSTAS", DIZ EX-PASTOR


Bart D. Ehrman, ex-pastor e chefe do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, considera que a Bíblia fracassa em dar respostas para uma questão fundamental: o sofrimento.
A existência do sofrimento no mundo passou a ser um pensamento obsessivo enquanto ele ainda era pastor e comprometido com o cristianismo e com o seu rebanho. Essa obsessão o fez vasculhar a Bíblia.
“Para mim, o problema do sofrimento se tornou o problema da fé”, escreve Ehrman em “O Problema com Deus”. “Algumas pessoas acham que conhecem as respostas. Ou não se incomodam com as perguntas”.
Ehrman aprendeu nas mensagens bíblicas que Deus, por amor, interfere para socorrer seus fiéis em momentos difíceis. Assim, Ele ajudou o povo escolhido a escapar da escravidão no Egito, curou os doentes e alimentou os famintos.
“Onde está esse Deus agora?”, questiona. “Se Deus interferiu para livrar os exércitos de Israel de seus inimigos, por que não interfere agora quando exércitos de tiranos sádicos atacam de forma selvagem e destroem aldeias, cidades e mesmo países inteiros?”
“Por que uma criança –uma simples criança!– morre de fome a cada cinco segundos? A cada cinco segundos.”
No livro, ele analisa as Escrituras e apresenta uma série ensinamentos conflitantes, principalmente na questão do sofrimento, algo que o autor considera uma dos temas mais fascinantes da humanidade e o que o levou a perder a fé.
Abandonar o cristianismo não foi uma tarefa fácil para Ehrman. “Eu fui embora esperneando, querendo desesperadamente me aferrar à fé que conhecia desde a infância e da qual me tornara íntimo a partir da adolescência. Mas eu tinha chegado a um ponto em que não podia mais acreditar”, conta.
“Eu finalmente reconheci a derrota, me dei conta de que já não podia acreditar no Deus da minha tradição e reconheci que era um agnóstico: eu não ‘sei’ se existe um Deus; mas acho que se houver um, ele certamente não é aquele proclamado pela tradição judaico-cristã”.
da Livraria da Folha
Comentário de Wáldson: Foi me passado essa Matéria por uma querida sobrinha que mora no estado de Goiás. Ela, ao ler, ficou assustada com a conclusão a que chegou o ex-pastor.
Lendo a Matéria, percebí que não seria sem motivo que ela e sei, tantos outros ficaram assustados e admirados. O ex-pastor, tenta a todo custo tirar todo o crédito de Deus, pondo-O numa situação de um carrasco e não de um Deus bondoso e amoroso.
Faltou ao ex-pastor entender que as crianças que morrem de fome, os paises que estão em guerra, as milhares de pessoas que padecem por falta de alimento e tantas outras desgraças que ocorrem a cada minuto em nossa vida, não pode ser atribuídos ao 'descaso de Deus'. Não. O mundo vive, desde o principio com as consequencias que o proprio homem lhe causou.
Haja vista, por exemplo a questão da saude no Brasil: temos recursos, temos ciência e temos tecnologia para oferecer um serviço de saúde de primeiro mundo. Mas isso tem sido feito? Não! De quem é a culpa? Seria de Deus? Claro que não. A culpa é de nossos legisladores e governantes que não têm a minima preocupação em atender ás necessidades mais básicas do ser humano.
Vimos todos os dias nos jornais que pessoas morrem em portas de hospitais, clínicas e ambulatorios por falta de atendimento ou por falta de medicação e em muitos casos por falta de profissionais da área par aos atender.
Deus deixou os recursos, a inteligência e a liberdade para que os nossos governantes façam como queiram. Então, querer tirar a culpa do proprio homem e transferi-la para Deus é no mínimo, covardia.
Me lembro de um texto biblico que diz: "De que se queixa o homem? Queixa-se de seus proprios pecados"

Viva vencendo os apostatas!!!

Seu irmão menor.

Abraços.



EXPONDO OS ERROS DA BÍBLIA NVI / NIV - 02

Em tempos difíceis como os que vivemos, não podemos nos dar ao luxo de perder de vista o que seja a verdadeira palavra de Deus, preservada pelos séculos em uso pelos Cristãos, sendo alimento saudável e vivo a todos quantos a ela recorrerem. Deus prometeu, e tem cumprido, a perfeita preservação de sua palavra através dos tempos:

(ACF1) "Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás." (Dt.12:32)

(ACF) "Os meus dias são como a sombra que declina, e como a erva me vou secando. (12) Mas tu, SENHOR, permanecerás para sempre, a tua memória de geração em geração." (Sl.102:11-12)

(ACF) "As obras das suas mãos são verdade e juízo, seguros todos os seus mandamentos. (8) Permanecem firmes para todo o sempre; e são feitos em verdade e retidão." (Sl.111:7-8)

(ACF) "O conselho do SENHOR permanece para sempre; os intentos do seu coração de geração em geração. (12) Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança." (Sl.33:11-12)

(ACF) "Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o SENHOR: o meu espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua descendência, nem da boca da descendência da tua descendência, diz o SENHOR, desde agora e para todo o sempre." (Is.59:21)

A lista de passagens que tratam deste assunto poderia se estender por páginas. E em todas temos sempre a mesma promessa: - Que a palavra de Deus estará conosco para sempre e que o evangelho de Jesus é eterno:
(ACF) "Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão." (Mc.13:31)
(ACF) "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo." (Ap.14:6)

Com base neste argumento e com a plena convicção na inerrância, infalibilidade e inspiração divina da palavra de Deus, vem este servo do Senhor responder com mansidão às alegações encontradas no texto do Prof. Carlos Oswaldo Pinto, intitulado "NVI - O difícil caminho em busca de uma melhor tradução":
(ACF) "Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes." (Tt.1:9)

O texto do Prof. Carlos Oswaldo Pinto pode ser lido na íntegra no seguinte endereço na Internet:
http://www.uol.com.br/bibliaworld/nvi/artigo01.htm

História resumida do texto grego recebido (Textus Receptus):
Por muitos séculos antes da "Reforma Protestante", o estudo do idioma grego foi virtualmente inexistente na Europa ocidental, mas em 1453 com a tomada de Bizâncio, capital da parte oriental do antigo Império Romano, por invasores muçulmanos, houve uma debandada de eruditos cristãos do oriente para o ocidente, trazendo consigo cópias de manuscritos das sagradas escrituras em sua língua original, o grego. Este fato reavivou o estudo do grego no ocidente, onde até este ponto circulavam apenas traduções antigas da palavra de Deus feitas a partir de 150 d.C. em Siríaco, Copta, e Latim. A versão em latim da palavra de Deus, conhecida como Vulgata, foi por ordem do Papa Damaso I "corrigida" por Jerônimo, passando a revisão a ser conhecida como a Vulgata de Jerônimo e a ser imposta pelo romanismo em contrapartida à antiga Vulgata latina, contudo destarte os esforços dos romanistas, ainda hoje restam cópias desta antiga versão.

Na geração seguinte de eruditos em grego estava Erasmo de Roterdã, o qual preparou uma edição do Novo Testamento tendo como base vários dos melhores manuscritos gregos trazidos pelos que fugiram de Bizâncio, alguns dos quais estavam disponíveis no momento da tradução, outros que foram copiados durante a preparação para o lançamento de sua Bíblia em Latim, também vários textos dos pais da igreja, os quais faziam referência a textos bíblicos em seus escritos, além da tradução da Bíblia para o Latim (a Antiga Vulgata) e para o Copta. Sua primeira edição impressa surgiu em 1516 e foi seguida por outras quatro edições. Neste meio tempo, tendo início em 1502, foi ordenada pelo Cardeal Francisco Ximenes de Cisneros a compilação uma Bíblia poliglota, o que foi levado a cabo por um grupo de eruditos da Universidade de Complutum em Alcala (Espanha), com base em um outro conjunto de manuscritos bizantinos. O trabalho resultante foi publicado com o título de "Poliglota Complutensiana" em 1522. Mesmo tendo sido realizado por católicos, este foi um trabalho que teve grande valor e qualidade por ter-se atido aos manuscritos gregos que formaram sua base.

Neste ponto entra em cena Robert Estienne (Stephens). Sendo simpatizante da causa de Calvino e homem de grande engenhosidade e habilidade lingüística, não passou despercebido pelo então Rei da França, Francisco I2, que o fez impressor oficial do rei, tendo a incumbência de imprimir várias obras em latim, hebraico e grego.

Na função de impressor do rei, Robert Estienne criou algumas das obras-primas da tipografia francesa, assim consideradas até nossos dias. Em 1539, ele começou a produzir a primeira e considerada a melhor Bíblia hebraica completa já impressa na França. Em 1540, Estienne introduziu ilustrações em sua Bíblia latina. Contudo, ao contrário das ilustrações fantasiosas de eventos bíblicos, ele utilizou gravuras instrutivas, baseadas em evidências arqueológicas, ou em medidas e descrições encontradas na própria Bíblia. Estas ilustrações eram xilogravuras retratando assuntos como a arca da aliança, as vestes sacerdotais, o tabernáculo e o templo de Salomão.

À esta época, Robert Estienne encomendou a Claude Garamond, o maior fundidor de tipos para impressão de então, um tipo grego especial, em três corpos, para que pudesse realizar uma impressão crítica do Novo Testamento em grego, utilizando-se também da coleção de manuscritos pertencentes ao rei Francisco I, e assim, baseando-se principalmente no trabalho de Erasmo e na Poliglota Complutensiana, bem como nos quinze manuscritos pertencentes ao rei, compilou várias edições do texto grego em 1546, 1549, 1550 e 1551. Em 1552 ele retirou-se de Paris para Genebra onde juntou-se definitivamente à causa protestante (vitória da verdadeira palavra de Deus!). 

Embora as primeiras duas impressões do texto grego feitas por Estienne fossem pouco melhores que a obra de Desidério Erasmo, Estienne acrescentou na terceira edição os cotejos e as remissões dos 15 manuscritos do rei, inclusive do Códice Bezae Cantabrigiensis, do quinto século. Esta edição teve aceitação tão ampla, que se tornou mais tarde a base do Textus Receptus, ou Texto Recebido, em que se basearam muitas das traduções posteriores, inclusive a tradução para o português realizada por João Ferreira de Almeida. Sua quarta edição de 1551, é basicamente a terceira edição, mas com a separação do texto em capítulos e versículos, separação esta adotada até hoje em nossas Bíblias.

Baseando-se na edição de Estienne 1551, Theodore Beza, um proeminente teólogo e erudito de Genebra, produziu nove outras edições do Novo Testamento em grego entre 1565 e 1604. Beza teve acesso a vários manuscritos antigos, incluindo cópias da Peshitta, da versão siríaca e de sua tradução para o latim feita por Tremellius, textos estes que não estavam disponíveis a Estienne. A edição de 1598 de Beza ficou famosa por ter sido utilizada como uma das bases principais para a tradução do Novo Testamento da King James Authorized Version em 1611.
Os textos dos Elzevirs de 1624 e 1633 são praticamente uma reimpressão do texto de Beza 1565 com não mais que 50 pequenas diferenças ao todo. Os Elzevirs eram impressores notáveis, e suas edições do Novo Testamento em grego foram precisas e elegantes. Através da Europa as edições dos Elzevirs vieram a ocupar lugar de honra, e foram utilizadas como padrão para comentários e comparações. A edição dos Elzevirs de 1633 se proclamava como sendo o "Textus Receptus", e desde então a edição de Estienne de 1550 (a terceira) ficou sendo conhecida como o "Textus Receptus" na Inglaterra e a edição dos Elzevirs de 1633 ficou com esta titulação no restante de Europa.

Importante se faz dizer que entre a primeira edição de Erasmo e o Texto Recebido (Textus Receptus), existem apenas 335 diferenças em 140.000 palavras, sendo que a esmagadora maioria das diferenças entre os textos dizem respeito a pequenos erros tipográficos, a sinônimos, ou a diferenças menores, como em Mt.8:23 onde lê-se "no barco" lia-se "o barco", originando um erro de concordância. O mesmo pode ser observado em Mt.13:2 e 14:22. 

Em outras passagens temos diferenças como em Mt.9:18 onde lia-se "um certo chefe", passou-se a ler "um chefe". E ainda outras como em Mc.5:38 em que passou a ser omitido o "e" após "alvoroço", ou como a inversão de ordem dos versículos 13 e 14 de Mateus 23.

Diferenças estas que podem ser consideradas como realmente mínimas, mas que mereceram a devida atenção por parte daqueles que estavam tratando com o texto sagrado, de modo a que o resultado fosse o que "homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo".(II Pe.1:21)

Postura espiritual

Quando estamos tratando de questões referentes à Palavra de Deus, não podemos deixar de levar em conta que Satanás está desde o início dos tempos lutando contra a pura Palavra de Deus. Foi Satanás quem levantou dúvidas a Eva sobre a palavra de Deus, perguntando:
(ACF) "...É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?" (Gn.3:1)

Portanto, não há como tratar deste assunto sem que estejamos, sob oração, nos colocando à disposição do Espírito de Deus para que nos use como instrumentos de sua vontade, levando sempre em conta as próprias escrituras, comparando as coisas espirituais com as espirituais, e não nos deixando levar em nenhum momento por paixões humanas. Sejamos então cuidadosos e sábios, seguindo os padrões bereanos, examinando tudo e retendo o bem.

(ACF) "Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." (At.17:11).

(ACF) "Examinai tudo. Retende o bem." (I Ts.5:21)
Após esta introdução e debaixo desta postura, passaremos então a analisar o texto do Prof. Carlos Oswaldo Pinto:

Novas traduções

"...Sua visão frutificou em um vasto número de Sociedades Bíblicas espalhadas por três continentes que tomaram sobre si a tarefa de traduzir e distribuir as Escrituras por todo o planeta. A tarefa continua, não apenas porque ainda há línguas que nada possuem da Palavra de Deus, mas porque aquelas que já a possuíam passam por constantes modificações, léxicas, sintáticas e semânticas, exigindo que hoje seja satisfeito o mesmo anseio presente na Praça das Águas em Jerusalém, 430 anos a ntes de Cristo -- ouvir e compreender claramente a santa Palavra de Deus."

Sim, é fundamental que sejam feitas traduções e distribuições da Palavra de Deus para todo o planeta. Contudo, a tradução exige que se tome como base a verdadeira palavra de Deus, e não o que alguns homens por sua própria vontade ou com base em sua erudição pensem ser a palavra de Deus:
(ACF) "Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. (20) Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?" (I Co.1:19-20).

MARINA ALTERA CAPÍTULO SOBRE CASAMENTO GAY DE SEU PROGRAMA DE GOVERNO

Marina Silva e Beto Albuquerque lançam programa de governo em SP

   Marina e Beto Albuquerque

A coordenação da campanha da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, fez uma modificação substancial no capítulo "LGBT" (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) do programa de governo divulgado na sexta-feira. Na página 216, constava que a candidata defendia "apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário" e a "aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil". A campanha, entretanto, decidiu recuar e optou por uma redação mais genérica: "Garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo".

versão inicial surpreendeu até mesmo a comunidade LGBT, já que Marina é evangélica e nunca defendeu o casamento gay. Em nota, a campanha afirmou que o documento anunciado ontem contém "falha processual na editoração" e "incorporou uma redação do referido capítulo que não contempla a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT". Segue a nota: "Convém ressaltar que, apesar desse contratempo indesejável, tanto no texto com alguns equívocos como no correto, permanece irretocável o compromisso irrestrito com a defesa dos direitos civis dos grupos LGBT e com a promoção de ações que eduquem a população para o convívio respeitoso com a diferença e a capacidade de reconhecer os direitos civis de todos".

Trechos – Na página 215 do programa,  o texto dizia: "Ainda que tenhamos dificuldade para admitir, vivemos em uma sociedade sexista, heteronormativa e excludente em relação às diferenças". E ressaltava que "uma sociedade em que somente a maioria – seus valores, tabus e interesses – é atendida pelo poder político, enquanto minorias sociais e sexuais silenciam, não pode ser considerada democrática".
A nova redação do tema ficou assim: "Ainda que tenhamos dificuldade para admitir, vivemos em uma sociedade que tem muita dificuldade de lidar com as diferenças de visão de mundo, de forma de viver e de escolhas feitas em cada área da vida. Essa dificuldade chega a assumir formas agressivas e sem amparo em qualquer princípio que remeta a relações pacíficas, democráticas e fraternas entre as pessoas".
A versão modificada aponta ainda que "a democracia só avança se superar a forma tradicional de supremacia da maioria sobre a minoria e passar a buscar que todos tenham formas dignas de se expressar e ter atendidos seus interesses. Os grupos LGBT estão entre essas minorias que têm direitos civis que precisam ser respeitados, defendidos e reconhecidos, pois a Constituição Federal diz que todos são iguais perante a lei".
PRESSÃO DE MALAFAIA?

A mudança de posição em relação ao casamento gay veio após o pastor Silas Malafaia fazer pressão através das redes sociais. Malafaia postou no Twitter uma série de frases reclamando e prometendo reagir duramente se a candidata não se manifestasse em contrário: "O pgm  de governo de Marina apoia a causa gay. Nem o pgm do gov do PT e do PSDB é tão descarado como o dela. Contra fatos não existem argumentos (sic)", disse, antes de reforçar: " Se Marina não se posicionar até segunda, na terça será a mais dura e contundente fala que já dei até hoje sobre um candidato a presidente", ameaçou o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Nuclear – A segunda correção foi a exclusão da energia nuclear como fonte importante de geração de energia para o país. Na página 144, o programa de energia nuclear foi apontado como um dos que merecem atenção para aperfeiçoamento e aumento de sua participação na matriz energética brasileira.
Contudo, a campanha informou que, sobre o tema, o que deve ser seguido está na página 65, no item 3: "Realinhamento da política energética para focar nas fontes renováveis e sustentáveis, tanto no setor elétrico como na política de combustíveis, com especial ênfase nas fontes renováveis modernas (solar, eólica, de biomassa, geotermal, das marés, dos biocombustíveis de segunda geração".

 material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,marina-diz-que-texto-sobre-politica-lgbt-nao-era-o-acordado,1552211
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Veja - 30/08/14

Se quiser ver a Materia em sua origem, clique AQUI

Comentário de Wáldson: Fica evidente que Marina está 'em cima do muro'. Pressionada, ela muda sua posição sobre o que já tinha anunciado. Numa visita hoje na favela da Rocinha, Marina disse que "houve um 'equívoco da coordenação de campanha no momento da revisão do Texto". Segundo Marina, "o conteúdo que havia sido publicado nessa sexta-feira,29, foi o texto tal como foi apresentado pela demanda dos movimentos sociais e o que foi feito, foi apenas retomar o texto da mediação, porque havia sido cometido um engano, da mesma forma como aconteceu em relação á energia nuclear".
http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,marina-diz-que-texto-sobre-politica-lgbt-nao-era-o-acordado,1552211

Na verdade, vejo que um candidato que anuncia seu Programa de Governo num dia(tendo muito tempo para o discutir, elaborar, registrar e apresentar ao povo),e menos de 24h depois já o muda, é porque não está pronto para o exercício a que se pretende. 

E mesmo com essa alteração, pouca coisa muda. Pois o que vale na verdade é o Plano que foi apresentado. Ou seja, o fato de usar 'um tom mais tranquilo', não muda a intenção. E como gosto sempre de dizer, aqui repito: Só mudou a coleira, porque o cachorro ainda é o mesmo.

Viva vencendo com percepção e discernimento!!!

Abraços.

Seu irmão menor.


30 agosto 2014

A ÚLTIMA FRONTEIRA DO AMOR E RESPEITO(ENTRE MARIDO E MULHER) E DO TEMOR A DEUS

Será o fim do tabu da monogamia?

O crescimento do número de casas de swing, de adeptos do poliamor e de casais que optam pelo relacionamento aberto coloca em xeque a exclusividade afetiva e sexual, o último dogma das relações conjugais

Camila Brandalise e Paula Rocha



Foram quase 15 anos de casamento até que a funcionária pública E., de 36 anos, e o marido M., 35, de Curitiba (PR), passassem pela primeira crise conjugal. Após traições mútuas virem à tona, o casal resolveu se separar. No entanto, infelizes com a distância, eles reataram, mas começaram a pensar em possibilidades para continuarem juntos e mais satisfeitos. “Foi quando decidimos tentar o swing. Faz cerca de dez meses que saímos com outros casais e vamos a casas especializadas”, diz E., que é mãe de dois adolescentes. Embora ainda seja difícil assumi-la abertamente, a solução encontrada pelos curitibanos de trocar de forma consensual os parceiros sexuais tem se tornado cada vez mais comum. Em janeiro de 2015, um cruzeiro temático promete reunir cerca de 400 casais adeptos do swing e já está com todos os pacotes vendidos. O número de casas noturnas especializadas nessa prática também aumentou muito nos últimos anos, assim como cresceu o debate sobre relacionamentos abertos e a multiplicidade de parceiros, colocando em xeque o último tabu das relações conjugais: a monogamia.
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POLIAMOR
Sharlenn (centro) namora Mário (à esq.) e Rafael (à dir.). Para poliamoristas, 
é natural se envolver com mais de uma pessoa ao mesmo tempo
A exclusividade afetiva e sexual é o único dos três pilares ainda inabaláveis do casamento. Os outros dois, o caráter indissolúvel do matrimônio e a heterossexualidade, já caíram por terra, derrubados pela possibilidade do divórcio e o reconhecimento legal das uniões homoafetivas. A monogamia, no entanto, continua sendo considerada a única opção possível para grande parte dos casais. “Vivemos esse padrão há milênios, mas sabemos que, na prática, ele pode não funcionar”, afirma a antropóloga e jornalista Maria Silvério, autora do livro “Swing – Eu, Tu... Eles” (Chiado Editora). Apesar de ainda serem vistas com receio, as relações não monogâmicas vêm se tornando uma alternativa para aqueles insatisfeitos em seguir o modelo vigente. Segundo uma pesquisa publicada neste ano no periódico “Journal of Social and Personal Relationships”, 4% a 5% dos americanos se consideram em um relacionamento não monogâmico consensual, embora a maioria prefira esconder a opção. “Essas outras formas de amar não significam que a família vai acabar, tampouco o casamento entre dois indivíduos, mas é importante notar que há uma crise no modelo padrão e que há alternativas”, diz Maria.
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Se para alguns o desejo extraconjugal se limita ao sexo, para outros a necessidade é também emocional. Entre as alternativas à monogamia, a menos difundida é o poliamor. Essa forma de se relacionar admite a possibilidade de se ter duas ou mais relações afetivas e sexuais ao mesmo tempo. Não há dados que contabilizem o número de brasileiros em relacionamentos desse tipo, mas o interesse pelo tema tem crescido e já há até grupos que se encontram regularmente para discutir esse estilo de vida. Um desses, o Pratique Poliamor Rio de Janeiro, foi criado pelo professor de história Rafael Machado, 27 anos. Filho de pai militar, ele cresceu acreditando que a monogamia era a única alternativa. “Até os 17 anos eu tinha uma postura bem moralista, resultado da minha criação. Mas, quando conheci o poliamor, entendi que é natural amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo”, diz. Em um dos poliencontros, Machado conheceu a também professora Sharlenn de Carvalho, 31 anos. Depois de viver um casamento monogâmico por nove anos, ela buscava alternativas. O namoro com Machado começou com a concordância do ex-marido de Sharlenn, na época casada. “A princípio ele achou a ideia interessante, mas depois pediu prioridade e, então, eu resolvi terminar”, diz a carioca. Hoje, ela tem outros dois namorados: o autônomo Mário Silva, 31 anos, amigo do casal, e um rapaz de Belo Horizonte que pediu para não ser identificado. Foi Machado, inclusive, quem apresentou Silva à parceira. “Ter de podar o seu desejo e o desejo do outro é uma violência”, afirma Sharlenn.
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PRAZER
Casados há 15 anos, E. e M. são praticantes de swing
e frequentam casas do ramo há quase um ano
Diferentemente do poliamor, em que todas as uniões têm a mesma importância, o relacionamento aberto é outra opção no leque das relações não monogâmicas e se caracteriza por ter o núcleo de um casal em que ambos saem com outras pessoas. O professor Victor Zellmeister, 27 anos, e a estudante de publicidade Débora Nisenbaum, 22 anos, concordaram em abrir o relacionamento um ano após começarem a namorar e estão juntos há três. “Passamos por várias regras. Em um determinado momento percebemos que as relações humanas não seguem cartilhas, então abolimos tudo. Nossa política passou a ser conversar sempre e encontrar as linhas de conforto de cada um”, diz Débora. Tanto para o relacionamento aberto quanto para swing e poliamor, quem está do lado de fora normalmente se pergunta: e o ciúme? Adeptos desses tipos de relacionamento dizem que o sentimento é superestimado e ligado apenas à insegurança. Por isso, é possível superá-lo. Mas depende de cada um. Para a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro “Por que Homens e Mulheres Traem?” (editora BestBolso), as relações não exclusivistas continuarão sendo um desafio. “Conciliar liberdade e segurança é o mundo ideal, mas quem consegue fazer isso? A maioria sofre”, diz.
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Assim como uma infinidade de temas ligados à liberdade sexual, o swing gera ao mesmo tempo curiosidade e preconceito. Se por um lado o casal de “swingers” não topou revelar suas identidades, por outro eles contaram suas histórias com a animação de quem sabe que vai ter uma audiência interessada em conhecer suas experiências. A visita a uma casa de swing, por si só, é suficiente para atrair a atenção. A reportagem conheceu duas delas na cidade de São Paulo e constatou que é um negócio muito bem organizado. Na pista de dança, o clima é de paquera, com um pouco mais de sensualidade e ímpeto do que em uma casa noturna tradicional, visto que o propósito de todos ali está bem claro. Dali, os casais vão para o labirinto, outro espaço onde há ambientes para cada tipo de aventura. Há salas totalmente fechadas, outras equipadas com estratégicos buracos, por onde se pode espiar e inclusive tocar outros casais, bisbilhotar por treliças de madeira, puxar cortinas ou então ficar em volta de uma das camas no meio dos corredores. Salas de cinema, cadeiras, poltronas... Tudo é lugar para tentar uma investida. Se alguém forçar, é expulso. “O lema geral é: ‘onde tudo é permitido e nada é obrigatório’”, diz Maria Silvério.
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EXPONDO OS ERROS DA BÍBLIA NVI / NIV - 01

Expondo os Erros da NVI / NIV
Autor: Pr. Emídio Viana

A Bíblia é a Palavra de Deus, inspirada, inerrante e infalível. É a base de toda a nossa fé e prática (II Tm 3:16). Por isso o diabo tem investido na tentativa de danificá-la. Todo esforço tem sido feito para corroer a fé na sua inspiração, infalibilidade e autoridade, e na divindade de Cristo. Se olharmos a História, veremos tentativas até de extirpar a Palavra de Deus. Não podendo destruí-la, o diabo tem investido na tentativa de enfraquecer as doutrinas cardeais dela, através das diversas versões, tendo como base fontes não fidedignas. Cabem algumas perguntas: "Por que tantas versões? Qual a origem das novas versões? Por que a Almeida Revista e Atualizada traz textos em colchetes? Por que a NIV suprime versículos inteiros?"

Quando se procura a respeito da origem das novas traduções, descobre-se que são grandemente baseadas na edição de um texto grego feita em 1881 por Westcott e Hort. Estes tomaram como base um grupo de manuscritos que representam uma pequena percentagem dos cerca de 4255 manuscritos existentes. Tal pequeno grupo de manuscritos havia sido rejeitado pela maioria dos crentes através dos séculos, porque não os consideravam dignos de confiança. A edição de Westcott e Hort tornou-se predominante nos modernos meios teológicos, trazendo grande prejuízo para as igrejas fieis. Aquela edição geralmente é chamada de "Texto Crítico" (T.C.) ou (W.H.).

Antes do surgimento do T.C., as traduções tinham como base o "Textus Receptus" (T.R.). Em inglês a versão Rei Tiago e em português a Almeida Corrigida. (Sendo que, em 1994, foi lançada a Corrigida Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana, que é mais fiel aos originais). O T.R. foi organizado por Erasmo em 1516, representando a maioria esmagadora dos manuscritos, sendo usado pelas igrejas Batistas, evangélicas fiéis a Deus.

Nosso propósito é mostrar que as versões que têm por base o T.C. procuram enfraquecer diversas doutrinas como: divindade de Cristo, expiação por Cristo, Sua morte vicária, etc. Temos como exemplo os diversos textos em colchetes na versão Atualizada, querendo insinuar que podem ou não ser inspirados por Deus, Jo 7:53-8:11. Isto é um acinte à doutrina da preservação, Sl 119:89,152,160; Is 40:8; Mt 24:35; I Pe 1:23-25; Ap 22:18-19.

Agora, em 2000, foi lançada em nosso Brasil a NVI (Nova Versão Internacional). Veja o que está no prefácio da New International Version, na sua 5a impressão (setembro.86), na página vi: "O texto em grego usado na tradução do NT foi um texto eclético... Onde os manuscritos existentes diferem, os tradutores escolheram uma entre as leituras, de acordo com os consagrados princípios da crítica textual do Novo Testamento. Notas de rodapé chamam atenção para aqueles locais onde havia incerteza sobre em que consistia o texto original". Isto é um ataque frontal à doutrina da preservação. Além disso, como fundamentalistas não podemos aceitar versões e/ou traduções que seguem a filosofia de equivalência dinâmica (que violenta o sentido original do texto). Vejam e pasmem com o que está escrito na contra capa do Novo Testamento da NVI, em português, que foi lançado em nosso país em 1994. "Em 1991 deparei-me a primeira vez com a NVI ... Logo verifiquei tratar-se de uma versão altamente precisa ... tendo por princípio na sua tradução, a equivalência dinâmica. ... Considero-a a mais fiel ...". Isto é um diatribe contra a Palavra de Deus.

Vejamos os ataques dessas versões:

Ataques à DIVINDADE DE CRISTO:

(Choque-se comparando a NVI ante a Fiel também em Mc 9:24; Lc 23:42; At 8:37; 1 Co 15:47; Ap 1:11. Ademais, T.C. e NVI extirpam centenas dos títulos divinos: Senhor, Jesus, Cristo, Jesus Cristo, Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, etc.!):
João 3:13 Fiel = "Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, QUE ESTÁ NO CÉU." T.C. e NVI sacam do texto que Cristo "está no céu." Assim, anulam aqui (mesmo que não em toda a Bíblia), que Cristo é onipresente, é Deus! NVI: "Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele que veio do céu: o Filho do homem."

At 9:5,6 "E ele disse: Quem és, Senhor? E disse O SENHOR: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. DURO É PARA TI RECALCITRAR CONTRA OS AGUILHÕES. (6) E ELE, TREMENDO E ATÔNITO, DISSE: SENHOR, QUE QUERES QUE EU FAÇA? E DISSE-LHE O SENHOR: Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer." T.C. e NVI omitem aqui que Cristo é "o Senhor", é Deus, devemos-lhe imediata e total obediência! NVI ="Saulo perguntou: 'Quem és tu, Senhor?' Ele respondeu: 'Eu sou Jesus, a quem você persegue. (6) Levante-se, entre na cidade; alguém lhe dirá o que deve fazer'."

Rm 14:10, 12 "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de CRISTO. (12) De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" T.C. e NVI, no v. 10, adulteram "Cristo" para "Deus". Ora, como o juiz de v. 10 é o de v.12, T.C. e NVI aqui2 anulam uma fortíssima prova da divindade de Cristo, e que é a Ele que os crentes darão conta (para fins de galardoamento)! NVI ="Portanto, você, por que julga seu irmão? Ou por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de DEUS. (12) Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus."

1Tm 3:16 "E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: DEUS se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória." T.C. e NVI (em nota de rodapé) põem em dúvida "Deus", trocando-o por "Aquele que", portanto destruindo aqui2 uma das maiores provas da divindade de Cristo! "Note que a NIV americana já trocou "Deus" por "aquele que", no corpo do texto!... NVI = "Não há dúvida de que é grande o mistério da piedade: aquele que foi manifestado em corpo, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre as nações, crido no mundo, recebido na glória."

1 João 4:3 "E todo o espírito que não confessa que Jesus CRISTO VEIO EM CARNE não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo." T.C. e NVI aqui2 agradam as falsas religiões, pois anulam que Cristo veio em carne, extirpam que Jesus Cristo (mesmo sempre sendo 100% Deus) encarnou literalmente, teve e sempre terá corpo literal e será 100% homem! NVI: "mas todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus. Este é o espírito do anticristo, a cerca do qual vocês ouviram que está vindo, e agora já está no mundo."

Ataques à EXPIAÇÃO POR CRISTO (E SÓ PELO SEU SANGUE):

Cl 1:14 "Em quem temos a redenção PELO SEU SANGUE, a saber, a remissão dos pecados;" T.C. e NVI tiram aqui2 que foi pelo derramamento do sangue de Cristo que nossos pecados foram expiados, Deus foi propiciado, nossa salvação foi comprada!1 NVI: "em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados." Nunca esqueçamos: He 9:22 "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão."!

Ataques à MORTE VICÁRIA DE CRISTO (em nosso lugar!):

1 Co 5:7 "Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado POR NÓS." T.C. e NVI tiram aqui2 que Cristo morreu "por nós", recebendo em nosso lugar o castigo que merecemos Is 53:5! NVI: "Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado."

1Pd 4:1 "Ora, pois, já que Cristo padeceu POR NÓS na carne, armai-vos também vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado;" Novamente, é pisado e tirado aqui2 que Cristo morreu "por nós", recebendo em nosso lugar o castigo que merecemos Is 53:5! NVI: "Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo rompeu com o pecado."

Ataques à doutrina da TRINDADE:

1 João 5:7-8 "Porque três são os que testificam NO CÉU: O PAI, A PALAVRA, E O ESPÍRITO SANTO; E ESTES TRÊS SÃO UM. E TRÊS SÃO OS QUE TESTIFICAM NA TERRA: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num." T.C. e NVI arrancam aqui2 a mais explícita e uma das mais fortes provas da doutrina da Trindade!1 "Há três que dão testemunho: (8) o Espírito, a água e o sangue; e os três são unânimes." Será que isto não equivale à Bíblia dos Testemunhas de Jeová:? "Porque são três os..."

O rodapé da NVI visa levar a mortal engano, pois a passagem é estabelecida por fortes provas teológicas, gramaticais, lógicas, históricas, de contradição da crítica textual e de consistência com o estilo bíblico. E por pelo menos: várias traduções antiqüíssimas (Siríaca/Pershitta de 150DC, Waldenses de 150 DC, etc.); 22 manuscritos gregos (o 635, de 10** DC; etc.), entre aqueles relativamente poucos que contêm o capítulo e sobreviveram; praticamente todos os códices que também contêm o capítulo e sobreviveram (alguns anteriores ao século IV); e citações de 12 "pais da Igreja" (Tertuliano em 200 DC; etc.). Há um excelente livro exclusivamente em defesa destes 2 versos: "The History of the Debate Over 1 John 5:7-8", Michael Maynard, Comma Publications, 444 págs., 1995.

Ataques à inspiração da BÍBLIA:

Lc 4:4 "E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, MAS DE TODA A PALAVRA DE DEUS." T.C. e NVI extirpam aqui2 que viveremos de cada uma de todas as palavras da Bíblia, e que todas e cada uma delas são inspiradas por Deus! NVI: "Jesus respondeu: Está escrito: 'Nem só de pão viverá o homem'."


LIDERES DA IGREJA CRISTÃ MARANATA COMEÇAM A SER JULGADOS POR SEUS CRIMES


Começou às 12h desta quinta-feira (28) o  julgamento de líderes da Igreja Cristã Maranata denunciados à Justiça pelo Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) por crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada. Segundo a denúncia, 19 pessoas teriam praticado desvio de dízimo doado pelos fieis, que movimentou uma quantia de de R$ 24,8 milhões. Entre os acusados, está o fundador da instituição e seu presidente Gedelti Victalino Gueiros.
Em maio de 2013, a ação penal pública, assinada por nove promotores integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), foi apresentada. Antes, em março do mesmo ano, Gedelti e outros três membros da ICM haviam sido presos por coagir testemunhas do inquérito que investiga a igreja.
Os denunciados, segundo os promotores, “obtiveram vantagem indevida valendo-se de artifícios fraudulentos – ora utilizando-se de empresas já constituídas, ora mediante constituição de empresas simuladas – visando a justificar emissão de notas fiscais superfaturadas para possibilitar a saída de dinheiro do Presbitério”.
Dos 19 denunciados pela suposta corrupção, cinco também foram alvo de uma outra ação movida na Justiça pelos promotores. Nela, eles foram denunciados por ameaçar e coagir testemunhas. Gedelti Gueiros foi absolvido dessas acusações, mas os outros ainda respondem ao processo.
O caso ocorreu durante as investigações que apuravam o desvio de recursos do dízimo. Entre os ameaçados, estavam uma juíza e um promotor. As investigações foram conduzidas pelo Gaeco, com o apoio de interceptações telefônicas. Foram elas que ajudaram a revelar as negociações feitas entre líderes da igreja, incluindo os denunciados, para viabilizar as ameaças.
Obs.: Ouça aqui a Rádio CBN que trata longamente sobre o assunto:

29 agosto 2014

JUSTIÇA BRASIELEIRA DECIDE: RISCO IMINENTE DE MORTE OBRIGA MÉDICO A FAZER TRANSFUSÃO DE SANGUE EM TJ, MESMO CONTRA VONTADE DA FAMILIA

Embora correta, tem gravíssimas consequências potenciais a decisão desta semana da 6.ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que isentou de responsabilidade pela morte da menina Juliana Bonfim da Silva, de apenas 13 anos, os pais dela, que alegaram motivos religiosos para se opor à realização de uma transfusão sanguínea salvadora. Para o STJ, a responsabilidade pelo trágico desfecho foi exclusivamente dos médicos.
Testemunhas de Jeová, os pais de Juliana, o militar aposentado Hélio Vitória dos Santos e a dona de casa Ildelir Bonfim de Souza, moradores em São Vicente, litoral de São Paulo, internaram-na no Hospital São José em julho de 1993, durante uma crise causada pela anemia falciforme, doença genética, incurável e com altos índices de mortalidade, que afeta afrodescendentes. A menina tinha os vasos sanguíneos obstruídos e só poderia ser salva mediante a realização de uma transfusão de emergência.
Os médicos que atenderam Juliana explicaram a gravidade da situação e a necessidade da transfusão sanguínea, mas os pais foram irredutíveis. A mãe chegou a dizer que preferia ter a filha morta a vê-la receber a transfusão. A transfusão não foi feita. Fez-se a sua vontade.
As Testemunhas de Jeová baseiam-se na “Bíblia” para recusar o uso e consumo de sangue (humano ou animal). Entendem que esta proibição aparece em muitas passagens bíblicas, das quais as seguintes são apenas exemplos:
Gênesis 9:3-5
Todo animal movente que está vivo pode servir-vos de alimento. Como no caso da vegetação verde, deveras vos dou tudo. Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.
Levítico 7:26, 27
E não deveis comer nenhum sangue em qualquer dos lugares em que morardes, quer seja de ave quer de animal. Toda alma que comer qualquer sangue, esta alma terá de ser decepada do seu povo.
Levítico 17:10, 11
Quanto a qualquer homem da casa de Israel ou algum residente forasteiro que reside no vosso meio, que comer qualquer espécie de sangue, eu certamente porei minha face contra a alma que comer o sangue, e deveras o deceparei dentre seu povo. Pois a alma da carne está no sangue, e eu mesmo o pus para vós sobre o altar para fazer expiação pelas vossas almas, porque é o sangue que faz expiação pela alma [nele].
Atos dos Apóstolos 15:19, 20
Por isso, a minha decisão é não afligir a esses das nações, que se voltam para Deus, mas escrever-lhes que se abstenham das coisas poluídas por ídolos, e da fornicação, e do estrangulado, e do sangue.
Para o ministro Sebastião Reis Júnior, que votou na terça-feira (12/08), a oposição dos pais à transfusão não deveria ser levada em consideração pelos médicos, que deveriam ter feito o procedimento –mesmo que contra a vontade da família. Assim, a conduta dos pais não constituiu assassinato, já que não causou a morte da menina.
A decisão no STJ foi comemorada pelo advogado Alberto Zacharias Toron, que defendeu os pais da menina morta: “É um julgamento histórico porque reafirma a liberdade religiosa e a obrigação que os médicos têm com a vida. Os ministros entenderam que a vida é um bem maior, independente da questão religiosa”.
Então, quem é culpado pela morte da menina que poderia ter sido salva mediante a realização da transfusão? Resposta: os médicos, que ao respeitar a vontade dos pais, desrespeitaram o Código de Ética Médica (2009), claríssimo sobre o assunto:
“É vedado ao médico:
“Art. 31. Desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte.
“Art. 32. Deixar de usar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente”.
Isso posto, está claro que a decisão do STJ tem menos a ver com a afirmação do direito à liberdade de crença e muito mais a ver com a primazia do direito à vida sobre todos os demais. Assim, a mãe poderia até preferir ter a filha morta a vê-la passando por um processo de transfusão. Mas a Justiça brasileira, não! E o médico também não!
Agora, vamos aos problemas e aos perigos de uma tão incontrastável decisão, e que já aparecem nos fóruns de debates da internet, reunindo ex e atuais membros da religião das Testemunhas de Jeová.
– Como em todas as religiões, há os sinceros e os “espertinhos”. Os “espertinhos” ficarão tranquilos por saberem que não serão excluídos do grupo religioso se passarem por uma transfusão. Bastará dizer que manifestaram a não-aceitação do procedimento, mas que os médicos fizeram-no contra a sua vontade. “A decisão salvaguarda a hipocrisia”, comentou um debatedor. “Os pais proíbem a transfusão para se eximirem da culpa; os médicos fazem o procedimento para se livrarem de processos e, assim, se condenam diante de Deus no lugar dos pais.”
– Acontece que, para uso interno no grupo das Testemunhas de Jeová, a proibição da transfusão de sangue prosseguirá. Imagine uma mãe que, tendo preferido ver a filha morta caso a transfusão fosse feita, depois de alguns dias, a menina curada, possa levá-la para casa. Que tipo de tratamento essa mãe dará à filha “decepada de seu povo”? Como lidar com as consequências psicológicas adversas, que certamente acometerão as famílias testemunhas de Jeovás que, levando a sério a proibição, tiverem um de seus membros proscritos pela transfusão contra a vontade?

28 agosto 2014

GOOGLE A SERVIÇO DA NOVA ORDEM MUNDIAL? ELE TEM UM RELATÓRIO DE TODOS OS LUGARES ONDE VOCÊ ESTEVE. MESMO COM O GPS DESLIGADO


Se você usa um celular Android, o Google monitora a sua localização. Talvez você já soubesse disso. Mas ao ver a lista compilada pelo Google, você provavelmente vai levar um susto. Ela mapeia todos os seus passos, 24 horas por dia, dia após dia, mês após mês, ano após ano – e organiza numa espécie de calendário. Clique aqui para conferir. Inclui absolutamente tudo.
O Google vigia a sua localização para fornecer “serviços relevantes”, como resultados de busca relacionados ao lugar onde você está. É legítimo, e não é exclusividade do Android (desde 2011, sabe-se que o iPhone faz algo similar). Mas também é meio perturbador – pois o celular transmite a sua localização mesmo se você estiver com o Google Maps fechado e o GPS desligado.
Um prato cheio para os robôs do Google (que já têm acesso aos seus emails, chats, buscas e até navegação na internet), e um banquete tentador para os espiões da NSA. Há quem diga que quem não deve não teme. Mas se você acha que isso tem um pouco de “1984″, em tese é possível desligar o monitoramento.
 Entre nas configurações do Android, abra o item Serviços de local e desmarque as opções “Serviços de localização do Google” e “Localização e pesquisa do Google”. Isso irá deixar o Google Maps mais lento, pois ele passará a depender exclusivamente do GPS (no iOS 7, as configurações relevantes ficam em “Serviços de localização”).
Dois pesquisadores acabam de revelar uma descoberta preocupante: o iPhone registra todos os lugares onde esteve. O monitoramento é realizado de forma silenciosa, invisível para o usuário, e acontece mesmo se o GPS estiver desligado (o iPhone usa a localização das torres de telefonia celular). A informação não é transmitida para a Apple, mas fica gravada na memória do aparelho – de onde pode ser facilmente extraída com um software especial, criado pelos pesquisadores. Segundo eles, o monitoramento teria começado a ocorrer com o lançamento do sistema operacional iOS 4, no ano passado.

LIÇÃO 09 - 31/0814 - "A VERDADEIRA SABEDORIA SE MANIFESTA NA PRÁTICA"

TEXTO ÁUREO

“Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria" (Tg 3.13)


VERDADE PRÁTICA


A verdadeira sabedoria não se manifesta na vida do crente através do discurso, mas das obras

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Tiago 3.13-18

13 - Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria.
14 - Mas, se tendes amarga inveja e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
15 - Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.
16 - Porque, onde há inveja e espírito faccioso, aí há perturbação e toda obra perversa.
17 - Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.
18 - Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.

INTRODUÇÃO

O saber humano é limitado, falho, e mutável a cada ano que passa. Entretanto, a sabedoria que vem da parte de Deus, é ilimitada, perfeita e imutável, consubstanciada na Sua Palavra, que permanece para sempre, capacitando o crente fiel a saber conduzir-se ante as mais difíceis situações, de modo surpreendente, diante de Deus e dos homens.

Na sua discussão quanto à sabedoria no seu aspecto global, Tiago afirma existirem dois tipos de sabedoria: a sabedoria proveniente de Deus, “a sabedoria que vem do alto” (v.17), e a sabedoria “terrena”, a sabedoria “animal”, própria do homem natural. Ao estabelecer a diferença entre ambas, o apóstolo desafia os seus leitores, bem como a todos os crentes, hoje, a se empenharem na conquista da verdadeira sabedoria, a divina, que procede do alto.

CONCEITOS DE SABEDORIA

1. Sob o ponto de vista humano. Sabedoria significa “grande conhecimento, erudição, saber, ciência, conhecimento justo das coisas, razão”. Esse é o aspecto positivo da concepção humana de sabedoria. Há, também, o sentido negativo, segundo o qual, sabedoria é “esperteza, astúcia, manha”. Daí, alguém dizer:
“Fulano é muito sabido...”.

2. Sob o ponto de vista bíblico.

a) É guardar os mandamentos do Senhor. Moisés, exortando o povo de Israel, sobre o cumprir os mandamentos do Senhor, disse: “Guardai-os, pois, e fazei-os, porque esta será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que ouvirão todos estes estatutos e dirão: Só este grande povo é gente sábia e entendida” (ver Dt 4.1-6). Para Deus, sábio é quem Lhe obedece.


b) É saber calar (Jó 13.5). O patriarca disse aos seus amigos, que se eles tivessem ficado calados, isso seria a sua sabedoria. “Até o tolo, quando se cala, será reputado por sábio; e o que cerrar os seus lábios, por sábio” (Pv 17.28). Tiago considera impossível domar a língua (Tg 3.8). Entretanto o sábio segundo Deus cala-se, quando for tempo de calar (Ec 3.7b).

c) É temer a Deus. No livro de Jó está escrito: “Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal a inteligência” (Jó 28.28). Para Deus, o sábio é aquele que teme ao Senhor, ou seja, que tem respeito profundo ao Criador. Salomão disse: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e a ciência do Santo, a prudência” (Pv 9.10).

d) É dom do Espírito Santo. Deus dá dons aos crentes, como “manifestação do Espírito”, “a cada um para o que for útil”. “Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria” (1 Co 12.7,8a). O dom da palavra da sabedoria é “parte da sabedoria de Deus dada ao homem; opera no saber, na pregação, no aconselhamento, nas emergências, na separação de obreiros e na administração”. Quantos problemas e desastres têm ocorrido em muitas igrejas, que se esfacelam ou sobrevivem a duras penas, por falta desse dom.

A SABEDORIA DO MUNDO

A “sabedoria” enfocada neste ensino de Tiago, nada tem a ver com o conhecimento que resulta da formação acadêmica ou com a que decorre da experiência de vida ao alcance de todos os homens. Tiago está falando aqui da “sabedoria” que ensina ao homem viver para si mesmo e não para Deus. É a que traz em seu bojo a inveja, a contenda, a divisão, a perturbação da paz. Tal “sabedoria” é própria do homem sem Deus. Deste modo, a sabedoria segundo o mundo “é terrena, animal e diabólica” (v.15). As suas conseqüências são:

1. Amarga inveja (v.14). Quanto desse fruto nocivo é encontrado em nossas igrejas! A inveja do progresso material de um irmão ou do seu crescimento espiritual ou posicional dentro da igreja, por exemplo. A inveja por parte de alguns daqueles que exercem cargos de liderança na igreja tem perturbado bastante o desenvolvimento da obra de Deus.

Na vida do rei Saul encontramos a manifestação devastadora do ciúme e da inveja.
Para Saul era inconcebível que as mulheres em Jerusalém cantassem: “Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares. Então Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares: na verdade, que lhe falta, senão só o reino?” (1 Sm 18.7,8). O que Saul não sabia era que ele mesmo, e não Davi seria a vítima da sua atitude de inveja e ciúmes.

O que começou com uma aparente “inocente” atitude de ciúme desdobrou-se em raiva e conseqüente tentativa de assassinato, e com tudo isso, o temor: “E temia Saul a Davi, porque o Senhor era com ele e se tinha retirado de Saul” (I Sm 18.12).

2. Sentimento faccioso (v.14). O espírito de facção no seio da comunidade cristã é de inspiração diabólica. O Espírito de Deus nada tem a ver com as divisões e partidarismos eventualmente surgidos na Igreja de Jesus Cristo. Para muitos crentes, hoje, a glória é pertencer a esta ou àquela igreja, a este ou àquele ministério, enquanto que para eles os demais crentes são cristãos de segunda categoria.

Isto é um desserviço ao reino de Deus e uma forma de rompimento dos sagrados laços do amor fraternal. Esta tendência de criar facções e partidos dentro da Igreja de Jesus Cristo não é tão recente como alguns possam imaginar. Já nos primórdios da Igreja havia aqueles que estufavam o peito e arrogantemente diziam: “Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo...” (I Co 3.4).

A esses o apóstolo Paulo censurou veementemente: “Ainda sois carnais. Pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?... Porventura não sois carnais?” (I Co 3.3,4).

O resultado quando damos corda a estes dois aspectos da sabedoria “terrena, animal e diabólica” (v.15), é a “perturbação e toda a obra perversa” (v.16).

CARACTERÍSTICAS DA SABEDORIA CARNAL (vv.14-16)

1. Tem amarga inveja. O sábio carnal é dominado pela inveja. Ele fica perturbado e revoltado com o sucesso alheio. Sua sabedoria só abrange as coisas carnais e humanistas, é de natureza baixa (v.15). 2. Sentimento faccioso. É sentimento de divisão, de grupos e grupelhos, de “panelinhas”. Essa sabedoria só faz mal à obra do Senhor.

3. É terrena. Já vimos que a sabedoria excelente é a que vem do alto. A sabedoria carnal é terrena e só serve para as coisas desta vida.

4. Animal. É sabedoria dominada pela natureza carnal, não-convertida, que não tem a virtude do Espírito Santo.

5. Diabólica. Na sabedoria que não é de Deus, o Diabo procura ocasião, para causar inveja, espírito faccioso e “perturbação e toda obra perversa” (v.16).