23 outubro 2014

LIÇÃO 04 - 26/10/14 - "A PROVIDENCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA

 

TEXTO ÁUREO:“Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei”(Dn 3.1 7).

VERDADE PRATICA:Se formos fieis, a providencia divina jamais faltara

LEITURA BÍBLICADaniel 3.1-7,14

l-INTRODUÇÃO

A imagem descrita no capítulo dois, "cujo esplendor era excelente, e a sua vista terrível", representa o governo dos homens; enquanto a enorme estátua de ouro no presente capítulo simboliza a religião dos homens.

II - NABUCODONOSOR  QUER   INSTITUIR   UMA  RELIGIÃO MUNDIAL:
Ler Dn 3.1-7 - A imagem era grande, de trinta metros de altura e três metros de largura. Somente a cabeça do colosso, do capítulo 2, era de ouro; mas essa imagem inteira era desse metal.

As Escrituras não nos informam se a estátua era de Bel-merodoque, padroeiro de Babilônia, ou se do deus Nebo, do qual foi derivado o nome do rei, ou se era da própria pessoa de Nabucodonosor. De qualquer forma, o ídolo era uma imagem nova e nacional.

Todas as raças, em todas as gerações, têm a constante inclinação de inaugurar novos cultos para satisfazerem o orgulho humano. Mas a exortação para nós é: "Pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi confiada aos santos." Judas 3.
Nabucodonosor queria consolidar todas as nacionalidades do mundo em uma só nação. Para alcançar tal coisa era essencial que o governo fosse supremo em tudo, tanto no sentido religioso como no civil.

Roma pagã, séculos depois, fez o mesmo, perseguindo os crentes não somente porque faziam cultos a Cristo, mas porque não adoraram a César, o imperador, como um ser divino.

Alguns dos governos modernos estão inclinados a agir como absolutos. Se acharem que qualquer doutrina é fanática, pode ser a doutrina do batismo, a da cura divina, a da segunda vinda de Cristo, ou qualquer outra, o pastor da igreja é avisado que deve mudar a doutrina da sua igreja.

Note-se como o rei, para dar prestígio à inauguração da nova religião, ajuntou as autoridades de todas as províncias do seu vasto reino.

Vê-se, na maneira de repetir "os sátrapas, os prefeitos e presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais, e todos os governadores das províncias" (Versículos 2 e 3), a pompa e a ostentação do culto.

Observe-se, também, como se repete na história (Versículos 5, 7, 10 e 15, as palavras: "o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a sorte de música."

Nesse culto religioso de Nabucodonosor não havia coisa alguma para a alma. Consistia apenas de coisas para agradar os olhos e os ouvidos: um formalismo da melhor música e das cerimônias mais bonitas e atraentes perante a imagem grande em tamanho, mas tudo tão somente para despertar as emoções do povo.

Tudo era muito oco e vazio.   Não havia coisa alguma do verdadeiro sacrifício de  sangue,  de  perdão  do pecado,  do Espírito Santo, nem do novo nascimento com poder de livrar o pecador de seus pecados.

Era uma religião sem sangue que exaltava o homem e se opunha a Deus, que colocava o culto das imagens em lugar do culto a Deus.

III - OS TRÊS HEBREUS SÃO DENUNCIADOS:
Ler Dn 3.8-12 - Podemos imaginar a enorme multidão espalhada na planície de Dura diante da gigantesca estátua de ouro. Ao soar a música das buzinas, dos pífaros, das harpas, das sambucas, dos saltérios, das gaitas e de toda a qualidade de instrumentos, todas as pessoas se prostram em adoração ao ídolo; todas a adoram a não ser os três hebreus, cujos vultos, em pé na planície, se salientavam contra a luz do céu.

Por certo, ao povo de Deus não faltavam inimigos; consta que "no mesmo instante... acusaram os judeus" ao rei.

IV - OS TRÊS HUMILDES HEBREUS PERMANECEM FIRMES:
Ler Dn 3.13-18 - Diz-se que o temporal bate com mais força contra os montes mais altos da cordilheira. Certamente a fúria do rei bateu com toda a força nesses três vultos erguidos, tanto no espírito como no físico, na planície de Dura.

Note-se, no versículo 15, como Nabucodonosor desafiou, não somente aos homens, mas a Deus.

A atitude dos mártires - Deus ordena: "Não farás para ti imagem de escultura.... Não te encurvarás a elas." Êxodo 20.4,5.

O rei lhes mandara: "Quando ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a sorte de  música,   vos   prostrareis,   e   adorareis   a   imagem."

Antes disso, Daniel resolvera firmemente não se contaminar com as iguarias do rei.

Os três hebreus aqui resolveram firmemente a não se contaminar com a religião do rei e responderam:  "Deus...   nos pode livrar ; ele nos livrará...  se não, fica sabendo que não serviremos a teus deuses."

Essa é a atitude do espírito dos verdadeiros mártires; se Deus não nos livrar, ainda assim não serviremos a Satanás. Melhor é  sermos queimados vivos aqui do que sermos lançados no fogo eterno, "onde o fogo não se apaga." Lucas 12.4,5; Marcos 9.48.

Policarpo, queimado em praça pública, no ano 169, é um exemplo destacado de como morrem os mártires. Quando foi levado perante o tribuno, o procônsul começou a exortá-lo dizendo:   "Tem piedade da  tua velhice; jura pelo futuro de César  (o imperador); arrepende-te e diz:  "Mata os ateus"   (querendo dizer, "os crentes").

Policarpo passando um olhar calmo sobre a multidão respondeu: "Faz 86 anos que sirvo a meu Rei, e Ele jamais  me fez mal algum, e como posso blasfemar Aquele que me salvou?"

— "Vou lançar-te para seres devorado pelas feras, se não te arrependeres"; disse o procônsul.

"Chama-as", disse o mártir.

"Vou domar o teu espírito pelo fogo"; disse o romano.

"Estás ameaçando-me com o fogo que arde somente por um momento, porém, estás ignorando o fogo do castigo eterno"; disse-lhe Policarpo.

Logo depois, ligado para ser queimado vivo, exclamou: "ó Pai do Teu amado e bendito Filho, Jesus Cristo! ó Deus  de  todas   as  potestades e de toda a criação! Eu Te bendigo porque me julgaste digno desse dia, e desta hora, para receber a minha porção entre os mártires, no cálice de Cristo, eu Te  louvo por  todas  estas  coisas;   bendigo-Te;   glorifico-Te;   pelo eterno Sumo-sacerdote,  Jesus   Cristo,  Teu bem-amado Filho, por Quem e com Quem, no Espírito Santo, seja dada a  glória a Ti, agora  e para sempre. Amém."

os crentes fiéis demonstram, pela  vida, o espírito do Mestre: Ele,  ao  morrer,  deixou  a  Sua  bolsa  para Judas, Sua roupa para os soldados, Sua mãe para João, Seu perdão para o ladrão morrendo na cruz e Sua paz para os discípulos.
Pode-se acrescentar mais que a atitude de espírito do verdadeiro mártir, muitas vezes, não é a de morrer por Deus mas a de viver por Ele. Diz-se que Garibaldi, célebre patriota italiano, quando combatia a Áustria, pela unificação da Itália, clamou convidando seus patrícios para servirem no seu exército:
"Não tenho dinheiro, nem comida, nem roupa, nem provisões, nem recursos; siga-me todo o homem que está pronto a sofrer a pobreza, desprezo, fome, doença e a morte, e que ama a Itália."

É assim que Cristo nos chama para O servir - Lucas 9.57-62.

V - OS FIÉIS SERVOS DE DEUS SÃO LANÇADOS VIVOS NA FORNALHA ARDENTE:
Ler Dn 3.19-23 - Então Nabucodonosor se encheu de furor  (v. 19) - O rei irou-se a ponto de perder o juízo. É melhor que "todo  o homem  seja  pronto para   ouvir,   tardio  para falar, tardio para se irar." Tiago   1.19.

Lembremo-nos da ira  de Caim (Gn.  4.5),  de Moisés (Num. 20.10), etc. Por causa da sua ira Nabucodonosor errou:
(1) - Em chamar os "homens mais fortes" para atar os três hebreus, homens mansos e humildes que qualquer soldado sozinho podia subjugar. 

(2) - Na sua fúria, em vez de mandar os servos prepararem um fogo lento, mandou que aquecessem o mais possível o forno, o qual diminuiria os sofrimentos das vítimas, coisa   contrária ao que o rei queria. 

(3) - Ainda mais as chamas intensas consumiram os fiéis servos do rei.

VI - SÃO CONSERVADOS MILAGROSAMENTE:
Ler Dn 3.24-27 - Vejo quatro homens. . . e o aspecto do quarto é semelhante ao filho dos deuses (v. 25): Gloriosa verdade é: todas as vezes que os homens lançam fora um filho de Deus, esse filho encontra a mais doce e íntima comunhão com o seu Senhor.

Outros exemplos: O  cego de nascença. João 9.34,35; Paulo e Silas. Atos 16.19 e 27; João em Patmos. Apocalipse 1.9,10.    

Os três hebreus não foram salvos da fornalha ardente, mas salvos nela, a qual é uma salvação ainda maior.

O fogo não tinha poder algum sobre os seus corpos (v. 27) : O fogo apenas queimou os seus grilhões. O fogo, nem qualquer perseguição, não atinge a vida que é verdadeira, somente consomem os grilhões que nos prendem em um nível baixo e nos libertam para gozar de uma vida inefável.

VI - NABUCODONOSOR GLORIFICA A DEUS:
Ler Dn 3.28-30 - Os três hebreus não escolheram a saída dos crentes que acham melhor desobedecer e assim conservarem-se vivos para continuar a obra de Deus. Se eles se tivessem aproveitado de tal desculpa teriam perdido a grande influência que tinham sobre o rei, como se vê nos versículos 28 a 30.

De qualquer forma, é como Tertuliano declarou e como a história do mundo revela: "O sangue dos mártires é a semente da Igreja." Isto é, onde cai o sangue dos mártires, aí nascem muitos filhos para Deus - Lucas 21.16, 18.

Todas as vezes que um filho de Deus é vencido na tentação de agradar aos homens, ele perde a oportunidade de glorificar ao Deus verdadeiro.

Mas todas as vezes que tem uma experiência mais íntima do poder de Deus, aumenta também a esfera de seu ministério.

Lembremo-nos, cheios de gratidão, de que a liberdade de cultos e de crença, da qual gozamos, foi ganha pela fé, heroísmo e sacrifício de alguém como os três hebreus.

Fato é, e sempre sem exceção, que o melhor culto do mundo é oco e vão, enquanto que até mesmo na fornalha de fogo ardente pode-se gozar da presença de Deus.

VII - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
O primeiro império mundial, o de Nabucodonosor, iniciou-se com a inauguração de uma estátua (Daniel 3) para ser adorada por todos os habitantes da terra.
O último império gentílico, o do Anticristo no tempo do fim, erguerá outra imagem deslumbrante e serão mortos todos aqueles que não a adorarem - Apocalipse  13.14,15.

Devemos sujeitar-nos "a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei como superior, quer aos governadores." I Pedro 2.13.

Porém, tanto o exemplo dos três hebreus como várias outras Escrituras nos ensinam que devemos obedecer ao Soberano dos soberanos, antes de qualquer autoridade civil - Atos 4.18,19.

Tal fidelidade, como a dos três hebreus, é o fruto do Espírito Santo - Gálatas 5.22.  

Subsídio para o Professor

Em todos os tempos, os crentes fiéis têm mantido a decisão de não abrir mão de seu direito de fidelidade a Deus e de obediência a Ele em tudo, mesmo que esta posição irredutível custe-lhes a vida. Daniel nos legou o verdadeiro exemplo de fidelidade a Deus, e sua fidelidade obteve a aprovação e a conseqüente recompensa divina. Deus jamais deixa os seus servos desamparados (SI 9.10).



A TENTATIVA DE SE INSTITUIR UMA RELIGIÃO MUNDIAL

3: 1 - Freqüentemente consideramos as histórias da Bíblia como interessantes, porém não relevantes para nossa situação. Se pudermos imaginar que as personagens envolvidas foram pessoas como nós, com emoções e tentações semelhantes, somente então conseguiremos juntar força. Esta é uma história tão necessária em nossa geração porque a fé deles foi extremamente desafiada, contudo eles tinham uma coragem inabalável. Eles tinham seus valores corretos; eles sabiam para que estavam vivendo e pelo que morreriam. Sem esse tipo de visão não resistiremos à tentação.

O rei fez uma imagem de ouro e levantou-a na planície de Dura, que se acredita estar cerca de vinte quilômetros a sudoeste da Babilônia. Essa grande imagem mediria cerca de 2,70 x 27 metros. É incerto se a própria imagem era deste tamanho ou se estava colocada sobre um mastro dando as dimensões totais desta medida.

3:2-3 - Nabucodonosor reuniu todo o povo importante de seu reino para que viessem à consagração dessa imagem.

3:4-5 - Quem resistiria a sua ordem? O próprio Nabucodonosor era um poderoso monarca e um general tremendamente bem sucedido, que nunca tinha perdido uma batalha. Ele reinou durante quarenta anos sobre a Babilônia, e sua astúcia e sagacidade são brilhantemente registradas pela história.

Além disso, a importância dessa imagem foi mostrada pelo fato de ser feita de ouro (nada avarento quanto a esta honra ao seu deus). Agora ele buscava um reino unido para adorar este ídolo gigantesco, cada vez que se ouvisse o som da música.

A fornalha ardente, 3:6

Não somente a ordem do rei era irresistível em si, a ameaça de morte na fornalha ardente era intimidante. É, na verdade, duro argumentar com uma pessoa que pode nos por num fogo chamejante.

A pressão da multidão, 3:7

A pressão dos iguais é uma das maiores tentações. Se todos estão fazendo alguma coisa, poucas pessoas têm força para serem diferentes. A sociedade é um monstro. A !TI0da é cruelmente coercitiva. Ela ordena: "Faze o que os outros fazem" (vestir, beber, falar, etc.). E assim deve ter sido na Babilônia. Ao som da música as multidões se prostraram para adorar.

A fé deles é declarada, 3:8-15.

Certos caldeus levantaram acusação contra eles, 3.8-12.

3:8 - Os caldeus mantinham uma posição proeminente na sociedade babilônia; assim, quando acusaram os judeus isso foi feito, sem dúvida, para parecer um serviço patriótico quando, na verdade, era instigado pelo ciúme e pela inveja.

3:9-12 - Informaram o rei de que "certos judeus", aos quais tinham sido dadas posições de importância no seu reino, não queriam curvar-se diante da imagem e que sua recusa em fazer isso tinha o efeito de desrespeitar o próprio rei e os seus deuses. Não nos é dito porque Daniel não foi acusado. Aparentemente, ele não estava com os outros, nesse tempo.

O rei se enraiveceu e não pôde acreditar, 3:13-15.

3: 13-14 - "É verdade?" o rei pergunta a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Pode ter sido inacreditável para o rei que alguém ousasse rejeitá-lo. Seguramente, ele pensou que estava mal informado; ninguém ousaria discutir a palavra do rei ou desobedecer sua ordem.

3: 15 - O rei mostra sua imparcialidade dando-lhes outra oportunidade para provarem sua lealdade. Além do mais, qual deus poderia livrá-los das mãos de Nabucodonosor?

Não precisamos responder-te, 3:16-18.

3: 16 - Estes judeus fiéis não precisavam de mais consideração ou discussão: - Não precisamos dar-te resposta a respeito disto. Em outras palavras, - Não temos que pensar mais sobre isso. Não nos curvaremos!  Muitos poderiam ter raciocinado sobre sua situação e mudado de opinião. Eles poderiam ter argumentado: é inútil resistir; por que jogar fora oportunidades de subir de cargo? ídolo nada é apenas um símbolo de homenagem política; isto é somente uma vez, e não por muito tempo; poderia fazer melhor vivendo do que morrendo; ou morte numa fornalha ardente é pedir demais da minha fé.

3:17-18 - A resposta deles declarava implicitamente sua fé no Deus Todo-Poderoso que poderia livrá-los de Nabucodonosor. E mesmo se ele não os tirasse do fogo, eles ainda se recusariam a adorar os deuses de Nabucodonosor ou a imagem de ouro.

A fé deles é provada e vingada, 3: 19-27.

1. A prova da fé, 3: 19-23

3: 19-20 - Em fúria, o rei ordenou que a fornalha fosse acesa sete vezes mais quente do que o costume, e ordenou que os jovens hebreus fossem amarrados seguramente.

3:21-23 - Quando apressadamente levaram Sadraque, Mesaque e Abede-Nego para a fornalha, as chamas rugiram e queimaram mortalmente os soldados. O milagre da libertação de Deus torna-se tanto mais ressaltado pelo fato que os soldados morreram enquanto nem um fio de cabelo dos três foi chamuscado.

2. A vingança da fé, 3:24-27

3: 24-25 - O rei, ansioso para ver estes homens consumidos, ficou pasmado quando viu não somente três, mas quatro homens soltos, caminhando no meio do fogo. O quarto era como "o Filho de Deus" ou "um filho dos deuses". Literalmente, Nabucodonosor diz que vê uma personagem de divindade. No versículo 28, Nabucodonosor descreve este ser com qualidades e aparência sobrenaturais como um anjo. Reivindicar que isto é uma referência a uma aparição de Jesus Cristo pré-encarnado é dizer algo que o texto não apóia!

3: 26-27 - Nabucodonosor chamou-os para saírem da fornalha e, quando homens importantes do reino se reuniram em volta, observaram que nem um fio de cabelo fora chamuscado, nem havia cheiro de fogo ou fumaça sobre eles.

D. A fé deles é triunfante, 3:28-30.

3: 28-29 - O efeito sobre Nabucodonosor fê-lo imediatamente louvar o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego (veja 1 Pedro 2:12). De novo, como em Daniel 2:47, Nabucodonosor reconhece o Deus dos hebreus como maior do que qualquer outro deus. Nada indica que ele renunciou aos Ídolos, mas somente que ele viu a superioridade de Jeová. Pelo menos, Nabucodonosor conhece a força e o poder de Jeová, e promete castigo para quem quer que fale impropriamente do Deus destes judeus.

3: 30 - Então o rei promoveu Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na província da Babilônia. A promessa do Senhor feita através de Isaías aconteceu literalmente (Isaías43: 1-3). O Senhor é capaz de proteger seus servos mesmo contra potências mundiais!

Aplicações para os Dias de Hoje:

1. Daniel3: 15-17 - Deus defenderá seu povo durante os incêndios da tribulação (1 Pedro 1 :7-9).  Estes três hebreus estavam no meio de um conflito entre os deuses do paganismo e o verdadeiro Senhor do céu e da terra. Devemos tomar coragem por este exemplo, sabendo que Deus vingará, hoje mesmo, seu povo que defende corajosamente sua verdade (1 Pedro 4: 14-19; Lucas 9:26).

2. Daniel3: 16-18 - "É verdade?" Como você responde à pergunta se é um cristão ou não? Sua vida responderá por você (Gálatas 3:7-8). O amor do mundo e o amor de Deus não se misturam, da mesma maneira que não se misturam óleo e água. Tentar a fusão leva à confusão (Mateus 6:24).

Nabucodonosor reconhece-os como servos do Deus Altíssimo; um Deus capaz de livrá-los de sua mão. O nosso Deus é o único Fogo Consumidor (Hb 12.29). Se tão somente pudéssemos contemplar o mundo eterno, veríamos ali, a salvo da maldade de seus inimigos, o crente que é perseguido na terra; enquanto que os seus inimigos estão ali expostos à ira de Deus, e atormentados com o fogo que jamais se apaga.

Aquilo que o Senhor Deus fez por estes servos ajudou a manter os judeus em sua religião enquanto estiveram no cativeiro, e a curá-los da idolatria. Este milagre produziu uma profunda convicção em Nabucodonosor. Entretanto, não houve uma transformação permanente em sua conduta. Aquele que preservou estes judeus piedosos dentro da fornalha é capaz de sustentá-los na hora da tentação, e de impedir que caiamos em pecado.

 CONCLUSÃO

Já quase aos noventa anos de idade, ele continuava firme no desempenho de suas funções junto aos soberanos da Babilônia. E ainda depois da queda do poderoso império, continuou servindo aos monarcas da Pérsia (Dn 1.21). Muitos crentes deixam de servir na obra do Senhor alegando como motivo a idade avançada que possuem e dizem, que já trabalharam muito para o Senhor e precisam descansar.


Deus é fiel e guarda aos que lhe são fiéis e os livra do mal (Sl 34.7,8; 91.11,12). Quanto aos ímpios, receberão o castigo que merecem (Sl 91.8; Dn 6.24). Concluindo: Nunca alguém é jovem ou idoso demais para ser fiel ao Senhor. Aprendamos com Daniel.

Viva vencendo as tentações e aflições!!!

Seu irmão menor.

Abraços.

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