06 maio 2015

LIÇÃO 06 - 10/05/15 - "MULHERES QUE AJUDARAM JESUS"

Texto Áureo:

 “E também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades [...] e muitas outras que o serviam com suas fazendas.” (Lc  8.2,3).

Verdade Prática:

 A mulher sempre teve um papel importante na expansão do Reino de Deus.

PRIMEIRA VISÃO DO ASSUNTO

De que forma as mulheres eram tratadas na sociedade judaica? E qual foi a atitude de Jesus para com elas durante o seu ministério?

Israel era uma sociedade definitivamente patriarcal. Em geral, os homens eram os chefes da família e do governo. Embora aos olhos de Deus as mulheres fossem de importância igual à dos homens, estes não as viam assim. Haviam algumas leis que impunham sérias restrições à mulher. No primeiro século, havia uma célebre oração que os judeus recitavam, na qual agradeciam a Deus por não terem nascido mulher. Porém, com o advento do Messias essas barreiras foram quebradas. Jesus reservou para as mulheres um grande privilégio: elas foram as primeiras a gozar da enorme alegria de ver as evidências da Sua ressurreição.
  
  
INTRODUÇÃO

 Do primeiro ao último livro da Bíblia, vemos a presença da mulher, direta ou indiretamente, como parte importante do plano de Deus para a humanidade. No princípio, criada à imagem de Deus (Gn 1.27), a mulher foi protagonista inicial da Queda. Recebeu, no entanto, a promessa de que, de sua semente, nasceria o Salvador. E Jesus, desde o seu nascimento, até à sua morte, teve participação feminina no cumprimento de sua missão.

A MULHER 

1. Uma mensagem do céu (Lc 1.28,30,31). Nazaré, na Galileia, era uma cidade sem grande importância política ou econômica. Certamente, nunca recebia a visita de pessoas de destaque. Entretanto, num dia especial, uma de suas filhas, a jovem Maria, recebeu nada menos que a visita de um mensageiro, enviado diretamente do céu, para lhe anunciar a maior notícia que o mundo jamais ouvira: O anjo Gabriel lhe saudou, dizendo: “Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres... Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus... eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus”. Era o início do cumprimento da promessa que Deus fizera à mulher, em Gn 3.15.

2. O milagre da encarnação. Pela ação sobrenatural do Espírito Santo, Maria concebeu Jesus (Lc 1.34,35). Cumpria-se a profecia de Is 7.14, que previra sua concepção virginal. No ventre de Maria, Deus se fez presente entre os homens (Mt 1.23), redimindo a mulher da tremenda mancha que lhe atingiu, no Éden, quando se tornou culpada, ao lado do homem, pela entrada do pecado no mundo (Rm 5.12).

3. Nascido de mulher. A promessa feita a Eva, no Paraíso, teve seu cumprimento pleno, quando Maria “deu à luz seu filho primogênito, a quem pôs-lhe o nome de JESUS” (Mt 1.15). Jesus não nasceu antes nem depois da hora, “mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Gl 4.4).

MULHERES NO MINISTÉRIO DE JESUS

1. Jesus valorizou a mulher. Entre os judeus, de modo geral, as mulheres eram vistas como inferiores aos homens. O historiador Josefo relata que as mulheres podiam dar graças, desde que houvesse um homem presente, e que cem mulheres não valeriam mais do que dois homens. 

A mulher não podia ler as Escrituras na sinagoga, mas um escravo, homem, podia. Certos rabinos desconfiavam até que a mulher tivesse alma. No entanto, Jesus valorizou a mulher em seu ministério. Dialogava com elas, em diversas ocasiões (Mt 15.21-28; Jo 4);
Enquanto o Talmude dizia que era preferível destruir a Torá (Lei) do que transmiti-la às mulheres, Jesus lhes ministrava o ensino (Lc 10.38-42). Certo rabino escreveu a Deus: “Eu te agradeço porque não nasci escravo, nem gentio, nem mulher”. 

Enquanto isso, Jesus ouvia as mulheres, curava suas enfermidades (Lc 13.11), e usava-as como exemplo em suas parábolas (cf. Lc 15.8-10; 18.1-8). Sem dúvida, ao nascer de uma mulher, Jesus dignificou a maternidade (Lc 1.28; Gl 4.4).

2. Jesus valorizou o trabalho da mulher. Ele as admitiu como suas cooperadoras em seu ministério, até a sua morte (Mt 27.55b; Mc 15.41). Quando andava pelas cidades e aldeias, pregando o evangelho, além de seus discípulos, Jesus tinha a inestimável cooperação de mulheres, de diversas classes sociais, incluindo Joana, esposa de um procurador do rei Herodes, além de Maria Madalena, a quem libertou, Suzana e outras, cujos nomes a Bíblia omite (Lc 8.1-3).

MULHERES NA MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS

1. Diligência e coragem. Enquanto os homens, como discípulos, estavam “com medo dos judeus” (Jo 20.19,26), as mulheres estavam observando o triste espetáculo da crucificação. Diz Marcos: “E também ali estavam algumas mulheres, olhando de longe, entre as quais também Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé” (Mc 15.40), as quais serviam a Deus. Depois, diligentemente, foram ver o local, no qual Jesus fora sepultado por Jose de Arimatéia (Lc 23.50,55,56). 

Passado o Sábado, “Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, compraram aromas para irem ungi-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol” (Mc 16.1,2). De certo, aí, vemos o cuidado e o desvelo feminino, por parte daquelas mulheres, que foram beneficiadas por Jesus, o seu Salvador. Ao vê-lo sepultado, quiseram demonstrar o carinho por Ele, levando aromas para ungir seu corpo.

2. Espanto e privilégio. Quando se aproximaram do sepulcro, estavam preocupadas com a pedra que fora posta à sua entrada (Mc 16.3). No entanto, não havia mais razão para tal, pois a pedra já estava removida por um anjo por que Deus ressuscitara Jesus, (Mt 28.2; At 2.32; 3.15; 4.10). A experiência vivida pelas mulheres, ali, no Horto do Sepulcro, talvez não tenha sido observada por outra pessoa. À direita do túmulo, estava um anjo, que a Bíblia chama de “jovem”, “vestido de roupa comprida e branca, e ficaram espantadas”. Elas foram as primeiras e únicas pessoas a ouvirem a palavra tranquilizadora do anjo, dizendo: “Não vos assusteis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou”.

3. Testemunhas especiais. Parece-nos significativo o fato de Jesus, após sua ressurreição, ter aparecido, “primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios” (Mc 16.9). Ele não apareceu a Pedro, a Tiago ou a qualquer dos seus discípulos, não obstante ter compartilhado mais o seu ministério com eles. Após ouvirem a mensagem do anjo, Maria Madalena correu a anunciar o auspicioso fato aos discípulos, que estavam entristecidos e chorando. Lamentavelmente, quando aqueles ouviram a notícia da ressurreição, da boca de uma mulher, não o creram (Mc 16.11). Será que eles teriam perdido a fé? Ou será que descreram porque as boas novas foram transmitidas por uma mulher? O fato é que as primeiras testemunhas do grande milagre da ressurreição de Jesus foram as mulheres que o serviram em seu ministério.

 CONCLUSÃO

 Os judeus, acostumados numa sociedade oriental e patriarcal em que o homem tinha todos os privilégios, enquanto a mulher era considerada como cidadã de segunda classe, Jesus demonstrou interesse e atenção às mulheres, não só curando-as, libertando-as, mas admitindo-as como cooperadoras em seu profícuo ministério. Certamente, isso chocou a muitos, sendo, inclusive, considerado um desrespeitador das leis do país em que vivia. Que o Senhor nos ajude a entender os ensinos sábios do Mestre da Galileia.

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES

“Uma leitura mais atenta dos versículos que registram a atuação da mulher nos tempos do Novo Testamento revela o destaque que elas tiveram no trabalho de expansão da Igreja. Destacamos a seguir o comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD) a respeito de duas referências bíblicas - Lc 8.3 e Rm 16.1:

Lc 8.3. Essas mulheres, que tinham recebido cura e atendimento especial da parte de Jesus, honravam-no, contribuindo fielmente para o seu sustento e dos seus discípulos. O serviço e a devoção delas continuam sendo um exemplo para toda mulher que nEle crê. As palavras de Jesus em Mt 25.34-40 aplicam-se a nós na proporção em que lhe servimos.

Rm 16.1. Provavelmente, foi Febe a portadora desta epístola. Ela era uma servidora (ou, que fazia o trabalho de diaconisa) na igreja em Cencréia, próximo a Corinto. A construção linguística do versículo em apreço, no original, indica que ela desempenhava a função de diácono, talvez porque no momento havia falta, ali, de elementos masculinos para o diaconato. Febe ministrava aos pobres, aos enfermos e aos necessitados, além de prestar assistência a missionários tais como Paulo. As saudações de Paulo a nada menos de oito mulheres neste capítulo, indicam que as mulheres prestavam serviços relevantes às igrejas.

SUBSÍDIO PARA O PROFESSOR

Jesus Ministra a Algumas Mulheres (Lucas 7:36—8:3)

7:36-50 / O episódio da mulher pecadora que unge os pés de Jesus apresenta algumas semelhanças com os registros da unção do Senhor um pouco antes de ele ser preso e crucificado (v. Mateus 26:6-13; Marcos 14:3- 9; João 12:1-8). Visto que Lucas não apresenta outro episódio que teria ocorrido mais tarde, e visto que há vários paralelismos específicos entre o relato de Lucas e os dos outros evangelhos (v. Fitzmyer 684-5), alguns comentaristas crêem que Lucas 7:36-50 nada mais é do que uma variante da unção de Jesus durante a semana da paixão.

Entretanto, há numerosas diferenças (na Galiléia, em vez de na Judéia; os pés são ungidos, em vez de a cabeça; na presença de um fariseu em vez de discípulos). Isso indica que, para Lucas, esse episódio era distinto daquele que teria visto em Marcos 14:3-9. É possível também que Lucas teria sido influenciado por alguns detalhes de Marcos; mas a tendência de Lucas para evitar repetições pode explicar a inexistência do episódio de unção mais tarde, durante a semana da paixão (quanto a uma discussão mais profunda, v. Marshall, p. 306-7).

Há certos aspectos curiosos a respeito da visita de Jesus à casa de Simão, o fariseu. Parece-nos estranho que Jesus fosse convidado para um jantar e lhe fossem negadas as cortesias costumeiras. Que a mulher pecadora conseguisse invadir a sala de jantar da casa de um fariseu também nos parece mais estranho ainda. Entretanto, essas e outras perguntas que possam surgir não podem deter-nos.


Na seção anterior, Jesus referiu-se a si mesmo como alguém que “comia e bebia com pecadores” e como “amigo dos pecadores” (v. 34). Pode ser, então, que Lucas entendeu ser esse episódio uma ilustração dessa declaração, visto que nesse episódio Jesus é visto comendo e bebendo na companhia de um pecador (Talbert, p. 85). Para Lucas a questão mais importante surge nu comentário do fariseu, no v. 39: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora. O fariseu presume (que Jesus, sendo homem santo, e não desejando tornar-se imundo, deveria te peitar todo contato com a mulher e talvez ordenar a ela que se retirasse.

Pode ser, assim raciocina o fariseu, que Jesus não esteja ciente do verdadeiro caráter dessa mulher (v. a nota abaixo). Então ele conclui que esse pregador It Galiléia talvez não seja profeta. Mas a reação de Jesus dá evidência de sua função profética, porque percebe os pensamentos de seu hospedeiro. O título que Simão usa para dirigir-se a Jesus, mestre, pode indicar um respeito recentemente adquirido pela pessoa de Jesus (v. a nota abaixo). A seguir, Jesus lhe conta a parábola de certo credor que perdoou as dívidas de dois devedores porque nenhum dos dois podia pagar (vv. 4 1-42).

E a seguir Jesus aplica a parábola ao amor que aquela mulher demonstrara pelo Senhor. Essa aplicação faz um contraste com o respeito mínimo que Simão demonstrara por Jesus. Visto que essa mulher recebera pleno perdão de seus muitos pecados (é provável que a mulher houvesse recebido o perdão antes de entrar na casa de Simão), ela demonstra grande amor e gratidão. Todavia, pessoas cheias de auto-retidão como Simão, que acham que seus pecados são poucos e, portanto, precisam de pouco perdão (a quem pouco se perdoa), demonstram pouco amor (vv. 44-47).

Uma segunda questão se levanta nos vv. 48-50, quando Jesus assegura à mulher: Perdoados são os teus pecados. Mas os que estavam com ele à mesa reagiram, imaginando quem poderia ser Jesus que até perdoa pecados. As outras palavras de Jesus à mulher no v. 50 demonstram que sua fé tornou possível o perdão e a salvação. Nesses últimos três versículos, Lucas leva os leitores até sua maior preocupação, qual seja, que Jesus tem autoridade para perdoar pecados, e sua autoridade deve ser aceita pela fé (v. Lucas 5:20-26).

8:1-3 / Uma das características espantosas do ministério de Jesus foi a presença de mulheres como discípulas, como companheiras no meio de seus seguidores. Mulheres que acompanhassem a Jesus e seus discípulos era algo que contrariava de modo total os costumes judaicos (v. Tannehill, p. 137- 39). Nessa breve seção, Lucas identifica por nome três das mulheres que viajavam pela Galiléia ao lado dos Doze (v. a nota abaixo). Ele nota ainda que havia muitas outras que lhe prestavam assistência com os seus bens (v. 3). 

É provável que Lucas tivesse três razões para mencionar essas mulheres:

(1) mostrar que as mulheres que haviam testemunhado a crucificação (Lucas 23:49) e a sepultura vazia (24:10,22,24) haviam estado com Jesus desde o tempo de seu ministério galileu (o que com efeito satisfaz as qualificações exigidas para o apostolado em Atos 1:21,22);

(2) mostrar que as mulheres podem ter e exercer, e de fato exercem papéis de influência na igreja (v. Atos 1:14; 8:12; 16:13-15; 17:4,12; 18:24-26); e

(3) demonstrar que a liberalidade em questões de dinheiro e bens é marca do discipulado real, sendo essencial para a continuidade do ministério.

Notas Adicionais

7:36-50/ Brodie (p. 176-89) sustenta que a versão de Lucas dessa história recebeu a influência da história da mulher sunamita e do ministério de Eliseu a ela, em 2 Reis 4:8-37. Ele crê que o tema comum a ambas as passagens é esse: o recebimento de nova vida da parte do profeta de Deus (como Jesus é chamado em Lucas 7:39).

7:37 / uma mulher da cidade, pecadora: Lit., “uma mulher que era pecadora”. E provável que essa mulher tenha sido uma prostituta, mas o adultério é outra possibilidade. Matthew Black (Ao Aramaic Approach to the Gospeis and Acts [Estudo do Ponto de Vista do Aramaico dos Evangelhos e de Atos], 3a. cd. [Oxford: Clarendon, 1967], p. 181-83), entretanto, sugere que o texto grego é resultante de confusão com o texto original aramaico, segundo o qual a mulher era uma “devedora”. Se ele tiver razão, a parábola dos dois devedores (7:41,42) enquadra-se melhor no contexto. Leaney (p. 147) tem razão em observar que não existe evidência dc que a mulher pecadora seria Maria Madalena (v. também Tiede, p. 164-5).

7:40 / mestre: Ser chamado “mestre” (usualmente entendido como equivalente a “rabi”, v. João 1:38) era marca de reverência e respeito.

7:41 / denários: A forma singular latina é “denarius”. O denário era uma moeda romana equivalente a um dia de trabalho. A soma equivalente ao débito menor, nessa parábola, é significativa, mas o débito maior representa uma soma inimaginável para o camponês palestino do primeiro século.

8:2 / Maria, chamada Madalena: E assim chamada por ser da cidade de Magdala (que possivelmente significa “cidade da torre”). Ela aparece de modo preeminente na tradição dos evangelhos, de modo particular na crucificação e ressurreição de Jesus (Mateus 27:56, 61; 28:1; Marcos 15:40, 47; 16:1, [9]; Lucas 24:10; João 19:25; 20:1, 11, 16, 18).
Só Lucas menciona que saíram sete demônios dessa mulher (a segunda finalização do evangelho de Marcos repete a declaração de Lucas [Marcos 16:9]. O número de demônios indica a severidade da possessão demoníaca (Ellis, p.128; Fitzmyer, p. 698). De acordo com uma tradição rabínica, o anjo da morte “disse a seu mensageiro: ‘Vá buscar Miriã [Maria], a cabeleireira de mulheres!’ Ele foi e lhe trouxe Miriã” (b. Hagiga 4b). “Cabeleireira” é megaddela, que poderia ser um trocadilho com Madalena, O contexto mais amplo dessa tradição rabínica revela que Madalena foi confundida com Maria, a mãe de Jesus.

8:3 / Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes: E referência a Herodes Antipas. Fitzmyer (p. 698) entende que o marido de Joana poderia ter sido administrador dos bens de Herodes. O fato de a esposa de tal personagem ser seguidora de Jesus indica que nem todos os seguidores de Jesus eram de origem humilde e de pequenas posses. Além desse versículo e de Lucas 24:10, não existem menções a essa mulher em outras passagens.

Suzana: Além dessa referência de Lucas, nada se conhece a respeito dessa mulher. E o nome da bela heroína de uma parte das adições apócrifas de Daniel.

Com os seus bens: Lit, “de suas próprias posses”, A palavra traduzida por “bens” ocorre com freqüência em Lucas 11:21; 12:15,33,44; 14:33; 16:1;19 Atos 4:32) e reflete a preocupação de Lucas com as riquezas e nossa atitude adequada para com elas.

Tenham todos um bom aprendizado e aproveitem esse Dia das Mães para lhes homenagear, abraçar e agradecer por tudo que eles representam em suas vidas.

Meu abraço.

Vivam vencendo, ajudando o Evangelho de Jesus chegar onde ainda não O conhecem!!!

Seu irmão menor.


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