16 junho 2015

205 PROVAS CONTRA O PRIMADO DE PEDRO - PARTE 3


101. Paulo fez uso da autoridade do nome de Jesus Cristo para expulsar um espírito maligno, que saiu imediatamente (At.16:18).
 
102. Os sete filhos do chefe da sinagoga judaica repreendiam os espíritos malignos com base em “Jesus a quem Paulo prega” (At.19:13). Em nenhum momento Pedro é indicado por eles ou por qualquer outro como autoridade suficiente para repelir demônios.
 
103. Existiam duas pessoas na fé cristã que, de tão importantes que eram, se fizeram “conhecidos” de nome até pelo demônio, que fez questão de ressaltá-los. São eles: (1) Jesus; (2) Paulo (At.19:15).
 
104. Deus intervém a favor de Paulo com terremotos violentos ao ponto de abalar os alicerces de uma prisão (At.16:22-26). Em nenhuma outro momento no Novo Testamento Deus intervém na natureza de tal maneira a favor de um servo seu.
 
105. Paulo esteve a frente do batismo do carcereiro e de toda a sua família (At.16:33).
 
106. Paulo é o apóstolo que mais batizou pessoas registradas na Bíblia (At.16:33; 1Co.1:16; At.19:5; At.18:8, etc).
 
107. Paulo era oficialmente um cidadão romano, que tinha inúmeros privilégios naquele tempo (At.16:38).
 
108. Paulo estava a frente do encorajamento aos discípulos na fé. Foi ele quem se encontrou com os irmãos em Tiatira, e os encorajou a prosseguirem na caminhada da fé (At.16:40).
 
109. Paulo é o apóstolo que mais entrava nas sinagogas judaicas para debater com os judeus (registrado na Bíblia). Por três sábados consecutivos ele foi à sinagoga discutir com eles com base nas Escrituras (At.17:2).
 
110. Paulo foi o único apóstolo a defender a fé cristã no famoso Areópago em Atenas, de que se tenha registro bíblico (At.17:22).
 
111. Enquanto alguns apóstolos como Pedro eram casados (1Co.9:5), “Paulo se dedicava exclusivamente à pregação”(At.18:5).
 
112. Paulo é o único apóstolo de que se tenha registro de ter fortalecido todos os discípulos por toda a região da Galácia e da Frígia (At.18:23).
 
113. Paulo “argumentava convincentemente acerca do Reino de Deus” (At.19:8), convencendo os judeus de que Jesus era o Cristo.
 
114. Não se tem registro de um apóstolo mais perseguido do que Paulo. Nas palavras dele: “...eu tenho trabalhado mais do que eles e tenho estado mais vezes na cadeia. Tenho sido chicoteado muito mais do que eles e muitas vezes estive em perigo de morte” (2Co.11:23). A partir da leitura de 2Coríntios 11:23-29 vemos o testemunho dele mesmo de que era ele o apóstolo mais perseguido na história da Igreja cristã primitiva (em seus primeiros anos).
 
115. Paulo foi o único apóstolo da história da Igreja que pregou para “todos os judeus que viviam na província da Ásia” (At.19:10). Por dois anos, todos eles chegaram a ouvir a palavra do Senhor, através da pregação deste abençoado apóstolo. Não se tem registro histórico de algum apóstolo na história da Igreja que tenha conseguido um alcance tão grande em termos de propagação da fé aos não-salvos.
 
116. Paulo ressuscita o jovem Êutico (At.20:10-12), em mais uma grande demonstração do poder de Deus através da vida dele.
 
117. Paulo instrui os pastores, bispos e presbíteros da Igreja, durante três anos jamais deixando de advertir cada um deles em sua caminhada cristã (At.20:31).
 
118. Todos os bispos, pastores e presbíteros fizeram “grande pranto” por Paulo, lançando-se ao pescoço dele e o beijando (At.20:37). É provavelmente a maior demonstração de carinho e consideração de que se tenha notícia em favor de um apóstolo.
 
119. Deus escolheu Paulo dentre todos os antepassados para fazer conhecer a verdade por meio dele (At.22:14,15), para ver o justo e ouvir as palavras de sua boca (At.22:14,15).
 
120. Ele é um dos únicos a receber diretamente de Deus a garantia de “ser testemunha a todos os homens, daquilo que viu e ouviu” (At.22:15).
 
121. Paulo é o único apóstolo que afirma ter cumprido plenamente a vontade de Deus, “tendo cumprido meu dever para com Deus com toda a boa consciência, até o dia de hoje” (At.23:1).
 
122. Paulo começa defender a autoridade do seu ministério em sua epístola aos Gálatas. Ele escreve dizendo que foi para a Judéia com a finalidade de falar com os que “pareciam mais influentes” (Gl.2:6). De acordo com o catolicismo, isso certamente deve incluir Pedro. Porém, ele afirma que “o que eram então não faz diferença para mim”(Gl.2.6)! Dificilmente ele teria sido tão “insubordinado” a um cargo acima do dele, tão especial de “infalível” como é o de “papa” (caso isso existisse, é claro!).
 
123. Paulo afirma que tais homens mais influentes “não me acrescentaram nada” (Gl.2.6). Eles nada tinham para acrescentar na vida de Paulo, além daquilo que ele já sabia ou já era!
 
124. Paulo, ao afirmar mais claramente quem eram esses “homens influentes”, não diferencia Pedro dos demais, como sendo o mais importante. Ao contrário, ele generaliza junta a Tiago e João. Nem tampouco faz questão de citar Pedro como sendo o primeiro dentre eles, mas coloca Tiago como a primeira coluna da Igreja, na frente inclusive do próprio Pedro (Gl.2:9).
 
125. Paulo afirma que “a mim havia sido confiada a pregação do evangelho aos incircuncisos, assim como a Pedro, aos circuncisos. Pois Deus, que operou por meio de Pedro como apóstolo aos circuncisos, também operou por meu intermédio para com os gentios” (Gl.2:7,8). Nota-se claramente o tom de igualdade entre Paulo e Pedro. Ele não coloca Pedro acima dele, mas sim em posição de igualdade, ao afirmar que Deus operou da mesma forma entre eles, igualmente, e não desproporcionalmente a um em detrimento de outro.
 
126. Paulo foi o escolhido de Deus para “abrir os olhos do seu próprio povo e dos gentios, para convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus” (At.26:17,18). Embora essa seja uma função de todos os cristãos, para foi escolhido de Deus para receber esse chamado diretamente Dele, dentre tantos outros.
 
127. Paulo foi considerado “o principal cabeça da seita dos nazarenos -και ειναι πρωτοστατης της αιρεσεως των Ναζωραι” (At.24:5). A presença do artigo definido e do πρωτοστατην no singular nos mostra claramente que Paulo era factualmente o líder dos cristãos apontado pelo famoso advogado Tértulo (At.24:2), com o consentimento dos judeus e de Lucas, o evangelista que confirmou e registrou isso nos Atos dos Apóstolos. Mais uma vez vemos que é Paulo – e não Pedro – o mais indicado para ser “líder da seita dos nazarenos”!
 
128. Paulo exaltava o seu próprio ministério (Rm.11:13).
 
129. Cristo realizou por intermédio de Paulo em palavra e em ação (Rm.15:18). Ele foi o único apóstolo de que se tenha registro de ter “proclamado plenamente o evangelho de Cristo” (v.19) desde “Jerusalém e arredores, até o Ilírico” (v.19).
 
130. Paulo é o único apóstolo que escreve que estava vivendo “na plenitude da bênção de Cristo” (Rm.15:19).
 
131. Paulo usava a autoridade do nome de Jesus Cristo para suplicar a todos os romanos, passando-lhes ordens para que obedecessem “em um só pensamento e num só parecer” (Rm.1:10).
 
132. O nome de Paulo aparece primeiro em relação a Pedro em Romanos 1:12. Paulo aparece em primeiro lugar, Apolo em segundo, enquanto Pedro é só o terceiro (o último listado). Se os católicos querem mesmo convencer que o fato do nome de alguém ser mencionado primeiro quer dizer que este tem primazia sobre os outros que vem depois (como eles constantemente fazem com a lista dos discípulos), então aí está uma baita dor de cabeça que coloca Pedro atrás de Paulo e Apolo!
 
133. Paulo afirma que eles eram apenas servos por meio dos quais os coríntios vieram a crer (1Co.3:5), de modo que “nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus”(1Co.3:7). De fato, tal quadro não ocorre no catolicismo, onde o papa “possui na Igreja poder pleno, supremo e universal. E ele pode exercer sempre livremente este seu poder” (Catecismo Católico, §882).
 
134. Paulo afirma que foi ele (e não Pedro) quem lançou o alicerce na igreja (1Co.3:10).
 
135. Ao invés de aduzir ao papa, Paulo aduz a si mesmo quando fala acerca dos “pais” (espirituais) que os coríntios tinham (1Co.4:15). Se Pedro fosse o [único] papa, obviamente seria ele o indicado para isso, e não Paulo (lembre-se de que a própria palavra“papa” advém da palavra “pai”).
 
136. Foi Paulo – e não Pedro – quem havia gerado os coríntios na fé, por meio do evangelho (1Co.4:15).
 
137. Paulo é o único apóstolo que constantemente suplicava para que fôssemos seus imitadores (1Co.4:16; 1Co.11:1; Fp.3:17).
 
138. Paulo é o único apóstolo que passava mandamentos (1Co.7:10; 1Co.14:37,38)!
 
139. Paulo é o único apóstolo com caráter “universal”, que passava ordens para “todas as igrejas” (1Co.7:17).
 
140. Paulo reconhece que escrevia sob a inspiração do Espírito Santo (1Co.7:40).
 
141. Paulo defende a validade do seu apostolado com os seguintes argumentos (1Co.9:1):
 
a. Era livre.
 
b. Viu o Senhor Jesus.
 
c. Os coríntios era obra de Paulo no Senhor.
 
142. Note que nenhum dos argumentos de Paulo a favor da validade e veracidade de seu verdadeiro apostolado (seja em 1Co.9:1, seja em qualquer outro capítulo) se baseia em cima do fato de ser“aceito ou ordenado pelo papa”. De duas, uma: Ou Paulo ignorava a liderança e autoridade de Pedro, ou então Pedro não era tudo isso como prega os católicos. O apostolado e autoridade de Paulo era completamente independente de qualquer reconhecimento de Pedro!
 
143. Paulo mostrava que tinha os mesmos direitos para si que os outros apóstolos tinham, e ele inclui Pedro (1Co.9:5).
 
144. Paulo se fazia fraco para ganhar os fracos, e forte para ganhar os fortes. Ele se fazia tudo para todos, para de alguma forma salvar o máximo de pessoas o possível. Em suas próprias palavras, “faço tudo por causa do evangelho, para ser co-participante dele”(1Co.9:22,23). Paulo definitivamente era o apóstolo que mais se empenhava na defesa da fé, ao ponto de se tornar tudo para com todos, para que estes possam receber a Cristo e ver nele um exemplo a ser seguido.
 
145. As palavras de Paulo não eram meramente instruções, mas “mandamentos do Senhor” (1Co.14:37). Ele afirma categoricamente que se alguém ignorasse as suas palavras, “ele mesmo será ignorado” (1Co.14:38). Em nenhum outro lugar do Novo Testamento vemos um apóstolo escrevendo com tanta autoridade, ou escrevendo na autoridade de“mandamentos do Senhor”.
 
146. Paulo afirma que trabalhou muito mais do que todos os apóstolos trabalharam. Ele afirma: “...e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles” (1Co.15:10). Como o apóstolo que muito mais trabalha em relação aos outros, ele pode certamente ser considerado o da“linha-de-frente” dentre os apóstolos, o primeiro e que mais levava a mensagem do evangelho.
 
147. Paulo era “embaixador de Cristo” (1Co.5:20), e afirma que Deus fazia o seu apelo por intermédio dele (1Co.5:20).
 
148. O único apóstolo que a Bíblia afirma ser “recomendável em tudo” (2Co.6:4) é Paulo.
 
149. Paulo claramente não defendia a autoridade superior do apóstolo Pedro acima dele mesmo. Prova disso é que ele afirma: “em nada fui inferior aos mais excelentes apóstolos” (2Co.11:5). Como ele poderia ter falado uma coisa dessas, uma vez sendo Pedro o maior líder terreno da Igreja na face da terra, o “bispo universal”? Sendo que Paulo não era em NADA inferior aos mais excelentes apóstolos, fica óbvio e patente que ele não era inferior a Pedro ou as demais, tampouco em termos de autoridade eclesiástica.
 
150. Paulo novamente defende a sua autoridade apostólica, não se julgando inferior aos demais, através dos fatos de que (2Co.11:22-30)
 
a. Ele também era hebreu (v.22).
 
b. Ele também era israelita (v.22).
 
c. Ele também era descendente de Abraão (v.22).
 
d. Ele era muito mais servo de Cristo (v.23).
 
e. Ele trabalhou muito mais (v.23).
 
f. Ele foi encarcerado mais vezes (v.23).
 
g. Ele foi açoitado mais severamente (v.23).
 
f. Foi exposto muito mais vezes à morte (v.23).
 
g. Passou por muito mais tribulações do que qualquer outro (vs.25-27).
 
h. Por estas coisas é que ele se orgulha (v.30).

Continuaremos amanhã...

Viva vencendo as deturpações bíblicas que se fazem a fim de promover uma entidade, ao invés de promoverem a pessoa do Senhor Jesus Cristo!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

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