03 julho 2015

O PARAÍSO ISLÂMICO


Maomé adaptou todas as recompensas e sanções de sua religião para a gratificação da paixão sexual.

Origens do ódio contra os judeus
  Maomé tentou converter para o islamismo os (30 mil) judeus de Medina.
  Os judeus recusaram: as histórias bíblicas contadas por Maomé estavam erradas.
  Por terem recusado o convite para o Islã, Maomé exterminou os judeus:
  Eles foram imediatamente mortos, ou jogados no deserto para morrerem, ou vendidos como escravos.  E, claro, ele roubou os judeus no processo.
  Lembrem-se, Maomé é o modelo de conduta.

Maomé e os judeus
  Além disso, Maomé deixou uma séries de “revelações” que definem o tom do comportamento do islamismo frente ao Judaismo (por exempo):
  Alá fez os judeus deixarem as suas casas aterrorizando-os de modo que vocês mataram uma parte deles e escravizaram os demais. E ele (Alá) fez vocês herdarem as suas terras, suas casas e suas riquezas. [Alcorão 33:26].
  Judeus são porcos, macacos [Alcorão 2:62-65; 5:59-60; 7:166]
  Os nossos maiores inimigos são os judeus e os pagãos [Alcorão 5:82]
(Lembre-se, tudo isso aconteceu 1.400 anos antes da criação do Estado de Israel.)

O Alcorão não permite o reconhecimento de Israel
  Autoridade Palestina, ministro do exterior Mahmoud A-Zahar do Hamas, disse na sexta-feira (Abril de 2007) que …
  Reconhecer Israel contradiz o Alcorão.

Maomé e os cristãos
  Ao final da sua vida, Maomé iniciou a Jihad contra os cristãos, atacando a (não tão) próxima cidade bizantina de Tabuk (500 anos antes das crusadas; 12 séculos antes da independência dos EUA).
  Ele precisava de ‘revelações’ para justificar o seu ataque (por exemplo):
  Quão perversos são os cristãos [Alcorão 9:30]
  Muçulmanos, não tomem os cristãos e nem os judeus como seus amigos [Alcorão 5:51]
  Cristãos e judeus tem uma doença nos seus corações [Alcorão 74:31]
  O propósito de Alá é o de aniquilá-los por seu crime [Alcorão 5:49]
  Os cristãos espalham falsidades contra Alá e o seu profeta:
  É uma blasfêmia dizer que Jesus Cristo é Deus [Alcorão 5:72] ou Filho de Deus [Alcorão 23:91]
  Jesus era (nada mais do que) um mensageiro de Alá [Alcorão 4:171]
  Jesus não foi crucificado e nem morreu [Alcorão 4:157]
  Cristãos adoram 3 deuses (a trindade): Pai, Filho e Maria [Alcorão 5:73]

Isa: o Jesus islâmico
  Isa era um muçulmano que chamou a humanidade para obedecer a leis de Alá (Sharia).
  Ele teria sido um terrorista islâmico, pronto para derrubar os governos ‘feitos pelo homem’ e estabelecer zelosamente cortes islâmicas ao redor do mundo.
  O Jesus dos evangelhos nunca existiu:
  Dê a César o que é de César [mundo físico] e a Deus o que é de Deus [mundo espiritual], e vire a sua outra face são mentiras.

  São distorções que os cristãos introduziram na bíblia para negar Alá – diz a tradição islâmica.
  Por isso, a necessidade do Alcorão, “a palavra de Alá, sem corrupção.”

  O Alcorão ensina que Alá levou Jesus (Isa) para o paraíso até o dia do julgamento.
  Jesus (Isa) irá retornar à Terra para liderar os muçulmanos numa guerra contra os judeus e os cristãos, quando a terra será limpada dos infiéis.
  O filho de Maria irá em breve descer para o vosso meio. Ele irá quebrar a cruz [acabar com o cristianismo] e matar os porcos [os judeus][Hadith escrito por Al-Bukhari]

Supremacismo islâmico
N  O islamismo é a única “religião” com uma doutrina prescrevendo:
  A conquista militar dos não-muçulmanos
  A subjugação contínua dos não-muçulmanos como inferiores dentro da lei islâmica (Sharia)
  Alá enviou Maomé para fazer o Islã superior sobre todas as religiões [Alcorão 9:33]
  Então lute contra os não-muçulmanos até que toda a oposição termine e o Islã seja a única religião [Alcorão 8:39] (através da  Sharia)
  … até que os não-muçulmanos paguem a Jizya de modo subserviente, e sintam-se subjugados [Alcorão 9:29]

Supremacismo islâmico
  Irmandade Islâmica “Um Memorando Explanativo sobre o Objetivo Estratégico Geral da Irmandade na América do Norte”:
   o trabalho na América é como uma grande Jihad
   para eliminar e destruir a Civilização Ocidental por dentro
  E ‘sabotar’ esta casa miserável por suas mãos e pelas mãos dos fiéis
  De modo que a religião de Alá seja feita vitoriosa sobre todas as outras religiões.

Maududi (Islamic Scholar) escreveu:
  O Islã deseja destruir todos os estados e governos em qualquer lugar na face da Terra que se oponha à ideologia e programa do Islã independente do país ou nação que a governe.
  O propósito do Islã é o de estabelecer um estado baseado em sua própria ideologia e programa, independente de que país assuma o papel de líder, ou que governo seja derrubado no processo de estabelecimento da ideologia.
  O Islã não pretende confinar esta revolução a apenas um estado ou alguns países; o propósito final é o de promover uma revolução universal.

Paz - Quando não existe mais resistência ao Islã. Paz apenas existe quando o Islã governa, tanto políticamente quanto religiosamente, e todos os princípios islâmicos regem a lei.

Liberdade – Liberdade existem apenas quando o Islã e seus princípios obtém dominio completo, contitutindo a totalidade da crença religiosa e das regras políticas.

Justica – O estado no qual a Lei Islâmica Sharia é a única lei da terra, e todas as decisões judiciais são baseadas apenas sobre ela. Justiça existe quando os não-muçulmanos não têm direitos perante um tribunal, e quando o testemuno de duas muçulmanas é igual ao de um muçulmano.

Igualdade – Igualdade é alcançada quando os muçulmanos forem os únicos líderes da sociedade, e ocuparem os seus lugares como os “melhores dos homens”, liderando todas as instituições políticas e religiosas. O mesmo não se extende aos não-muçulmanos e nem aos apóstatas.

Tolerância – O estado no qual os não-muçulmanos são devidamente subservientes ao governo muçulmano, concordam com seu estado de segunda-classe (Dhimmi), e pagam a taxa Jizya para os seus senhores muçulmanos.

Verdade – Consiste em aceitar a versão islâmica dos eventos, como estabelecido no Alcorão e na Sunna. Tudo além disso é boato ou blasfêmia (veja Mentira).

Democracia – O estado no qual o Islã é a lei e religião absoluta, e todas as pessoas se conformam com as leis e costumes islâmicos (veja Liberdade).

Liberdade de Expressão – É alcançada quando os muçulmanos, e apenas eles, são livres para expalhar as suas crenças, e os não-muçulmanos são proibidos de comentar ou criticar qualquer preceito islâmico.

Justiça Social – Uma sociedade governada por muçulmanos sob a lei islâmica.

Alcorão – A palavra final de Alá, perfeito e inalterado, superior a todos os outros “livros” e o único e verdadeiro guia para a humanidade no tocante a religião, lei e política.

Opressão – Quando um país não é governado pela lei islâmica, ou quando existem  ações de resitência à implementação da lei islâmica.

Racismo – Quando qualquer preceito islâmico, ou quando algum muçulmano, é criticado ou rejeitado.

Infiél – Todo e qualquer não-muçulmano. Segundo a lei islâmica eles são sujeitos a conversão, subjugação ou condenados à morte.

Escravidão – O estado legal de qualquer infiél capturado em uma batalha contra o Islã.

Tratado – Acordo temporário entre muçulmanos e não-muçulmanos, válido apenas até quando os muçulmanos recuperarem o poder para alcançar por outros meios, violentos ou não, aquilo que eles momentaneamente não conseguiram.

Mentira – Ato de esconder a verdade. Permitido pela lei islâmica para um muçulmano para se proteger ou para avançar a causa do Islã.


Fonte: averdade

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