27 novembro 2015

A VERDADE SOBRE MARIA - 06


RAINHA DOS CÉUS

“Maria  é  freqüentemente  chamada  “rainha  dos  céus”.  Mas  Maria,  a  mãe  de  Jesus,  não  é  a rainha dos céus. “A rainha dos céus” foi um título da deusa-mãe que foi adorada séculos antes de  Maria  ter  ao  menos  nascido.    Bem  antes,  nos  dias  de  Jeremias,  o  povo  estava  adorando  a  “rainha  dos  céus”  e  praticando  rituais  que  eram  sagrados  para  ela.  Como  lemos  em  Jeremias 7.18-20:    “Os  filhos  apanham  a  lenha,  os  pais  acendem  o  fogo,  e  as  mulheres  amassam  a farinha, para se fazerem bolos à rainha dos céus”.

“Um  dos  títulos  pelos  quais  Ísis  era  conhecida  era  a  “mãe  de  Deus”.  Mais  tarde  este  mesmo título foi aplicado a Maria pelos teólogos de Alexandria.Maria era, é claro, a mãe de Jesus, mas somente  no  sentido  de  sua  natureza  humana,  sua  humanidade.  O  significado  original  de  “mãe de  Deus”  ia  além  disto;  acrescentava  uma  posição  glorificada  à  MÃE  e  a  igreja  católica  da mesma maneira foi muito ensinada a pensar assim a respeito de Maria”.

“A  imagem  da  deusa-mãe  com  o  filho  nos  braços  estava  tão  firmemente  gravada  na  mente pagã quando vieram os dias da apostasia que, de acordo com um escritor, a antiga imagem de Ísis  e  do  filho  Horus  foi  finalmente  aceita,  não  somente  na  opinião  popular,  mas,  por  sanção episcopal formal, foi aceita como a imagem da Virgem e do seu filho. Representações de Ísis e do  seu  filho  foram  freqüentemente  colocadas  em  uma  moldura  de  flores.  Esta  prática  também foi aplicada a Maria, como aqueles que tem estudado arte medieval bem o sabem”.

“Astarte,  a  deusa fenícia  da fertilidade,  era  associada  com  a  lua  crescente.  A  deusa  egípcia  da fertilidade,  Ísis,  era  representada  como  estando  de  pé  sobre  a  lua  crescente  com  estrelas rodeando  sua  cabeça.  Nas  igrejas  católicas  romanas  por  toda  a  Europa  podem  ser  vistas pinturas de Maria exatamente da mesma maneira!”


“De  numerosas  maneiras,  líderes  da  apostasia  tentaram  fazer  Maria  parecer  semelhante  às deusas  do  paganismo  e  exaltá-la  a  um  plano  divino.  Uma  vez  que  os  pagãos  tinham  estátuas da  deusa,  assim  também  estátuas  eram  feitas  de  “Maria”.  Diz-se  que  em  alguns  casos  as mesmas estátuas que tinham sido adoradas como Ísis (com seu filho) simplesmente ganharam outro  nome,  como  de  Maria  e  Cristo  menino.  “Quando  o  cristianismo  triunfou”,  diz  um  escritor, “estas  pinturas  e  figuras  tornaram-se  as  figuras  da  madona  e  do  filho  sem  qualquer  quebra  de continuidade:  nenhum  arqueólogo,  de  fato,  pode  agora  dizer  se  alguns  desses  objetos representam uma ou outra”.

‘Muitas  dessas  figuras  renomeadas  foram  coroadas  e  adornadas  com  jóias  –  exatamente  da mesma  maneira  das  imagens  das  virgens  hindus  e  egípcias.  Mas  Maria,  a  mãe  de  Jesus,não era  rica  (Lucas  2.24;Levíticos  12.87).  De  onde,  então,  vieram  essas  jóias  e  coroas  que  são vistas nestas estátuas que supostamente são dela?”


“Através  de  compromissos  –  alguns  muito  óbvios,  outros  mais  ocultos  –  a  adoração  da  antiga mãe  continuou  dentro  da  “igreja”  da  apostasia,  misturada,  com  o  nome  de  Maria  sendo substituto dos antigos nomes”.
Continuamos  destacando  alguns  pontos  contidos  no  livro  “Babilônia:  a  Religião  dos  Mistérios”, de Ralph  Woodrow.

ADORAÇÃO A MARIA

“Talvez  a  prova  mais  destacada  que  a  adoração  a  Maria  foi  decorrente  do  velho  culto  da deusa-mãe pagã, possa ser vista no fato que na religião pagã  a mãe era tão (ou mais) adorada  do  que  seu  filho.  Isto  fornece  uma  chave  importante  para  ajudar-nos  a  resolver  o  mistério  da Babilônia  hoje.  O  verdadeiro  cristianismo  ensina  que  o  Senhor  Jesus  –  e  somente  ELE  –  é  o caminho,  a  verdade,  e  a  vida;  que  somente  ELE  pode  perdoar  pecados;  que  somente  ELE  de todas as criaturas da terra,  viveu uma vida sem qualquer mancha de pecado; e ELE é que tem que  ser  adorado  –  nunca  sua  mãe.  Mas,  o  catolicismo  romano  –  mostrando  a  influência  que  o paganismo tem tido em seu desenvolvimento – de muitas maneiras também exalta a MÃE”.

“Alguém  pode  viajar  o  mundo  inteiro,  e  seja  numa  imponente  catedral  seja  na  capela  de  um vilarejo,  a  estátua  de  Maria  sempre  ocupará  posição  de  destaque.    Recitando-se  o  Rosário,  a “Ave-Maria”  é  repetida  nove  vezes  mais  do  que  a  “Oração  do  Senhor”.    Os  católicos  são ensinados  que  a  razão  para  rezarem  para  Maria  é  que  ela  pode  levar  a  petição  para  seu  filho, Jesus;  e  desde  que  ela  é  sua  mãe,  ele  responderá  ao  pedido  por  causa  dela.  A  inferência  é que  Maria  é  mais  compassiva,  compreensiva  e  misericordiosa  do  que  seu  filho  Jesus.

Certamente  isto  é  contrário  às  Escrituras.  Ainda  assim,  esta  idéia  tem  sido  freqüentemente repetida nos escritos católicos”.

“Um  notável  escritor,  Alfonso  de  Liguori,  católico,  escreveu  extensamente,  dizendo  quão  mais eficiente  são  as  orações  dirigidas  a  Maria  do  que  as  que  são  dirigidas  a  Jesus  Cristo.  Liguori, incidentalmente,  foi  canonizado  como  um  “santo”  pelo  papa  Gregório  XIV  em  1839    e  foi declarado  “doutor”  da  igreja  católica  pelo  papa  Pio  IV.  Em  uma  porção  dos    seus  escritos,  ele descreveu  uma  cena  imaginária  na  qual  um  homem  pecador  viu  duas  escadas  suspensas  do céu.  Maria  estava  no  topo  de  uma;Jesus  no  topo  da  outra.  Quando  o  pecador  tentou  subir  por uma  das  escadas,  viu  o  rosto  irado  de  Cristo  e  caiu  vencido..  Mas,  quando  subiu  a  escada  de Maria,  subiu  com  facilidade  e  foi  abertamente  recebido  por  Maria  que  o  levou  ao  céu  e apresentou-o  a  Cristo.    Daí  em  diante  tudo  estava  bem.  A  história  tinha  a  intenção  de  mostrar quão mais fácil e mais eficiente é ir a Cristo através de Maria”.

Interrompo  aqui  a  transcrição  referida  para  lembrar  que  ainda  hoje  é  ensinado  que  através  de Maria  as  coisas  são  mais  fáceis.  Tenho  lido  e  ouvido,  inclusive  em  programas  televisivos,  a frase:  “TUDO COM JESUS. NADA SEM MARIA”.  Esse extravagante ditado declara que Maria é tudo, e que sem ela não teremos Jesus. Isto confirma que o catolicismo na sua essência não mudou  em  nada.  Os  terços  continuam  sendo rezados  da  mesma forma, dando  maior  destaque à figura de Maria e deixando em segundo plano o Filho, aquele que derramou seu sangue para remissão  de  pecados.  Entretanto,  e  graças  a  Deus,  as  pessoas  estão  despertando  para  as verdades  bíblicas.  Todos  os  dias  neste  Brasil  um  grande  número  de  religiosos  dá  um  passo  à frente, aceita Jesus como único Senhor, Salvador, e Mediador, e passa a declarar: “Tudo posso naquele que me fortalece”.

 “O  mesmo  escritor  disse  que  o  pecador  que  se  aventurar  a  ir  diretamente  a  Cristo  poderá enfrentar  o  terror  de  sua  ira.  Mas,  se  ele  rezar  para  a  Virgem,  ela  terá  apenas  de  “mostrar”  ao filho  “os  peitos  que  o  amamentaram”  e  sua  ira  será  imediatamente  amenizada.  Tal  raciocínio está em conflito direto com um exemplo escriturístico.”Bem-aventurado o ventre que te trouxe”, disse  uma  mulher  a  Jesus,  “e  os  peitos  em  que  mamaste!”    Mas  Jesus  respondeu,    “Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11.27-28).
“Tentativas posteriores de exaltar Maria a uma posição glorificada dentro do catolicismo podem ser  observadas  na  doutrina  da  “imaculada  conceição”.  Esta  doutrina  foi  pronunciada  e  definida por Pio IX em 1854 – que a Bendita Virgem Maria  “no primeiro instante de sua concepção...foi   preservada  isenta  de  toda  mancha  do  pecado  original”.    Este  ensinamento  pode  parecer que  é apenas  um  esforço  posterior  de  fazer  Maria  parecer  ainda  mais  com  a  deusa  do  paganismo, pois  nos  antigos  mitos,  a  deusa  foi  criada  como  tendo  uma  concepção  sobrenatural.  As histórias  variam,  mas  todas  falam  de  acontecimentos  sobrenaturais  em  conexão  com  sua entrada no mundo,  que ela era superior aos demais mortais, que era divina Pouco a pouco, de modo que  os  ensinamentos  a  respeito  de  Maria  não  parecessem  inferiores  aos  da  deusa-mãe, foi  necessário  ensinar  que  a  entrada  de  Maria  neste  mundo  envolveu  também  um  elemento   sobrenatural”.

“A  doutrina  de  que  Maria  nasceu  sem  a  mancha  do  pecado  original  é  escriturística?

Respondemos isto nas palavras da própria The Catholic Encyclopedia:  “Nenhuma prova direta,ou  categórica  e  estrita  do  dogma  pode  ser  encontrada  nas  Escrituras”.    É  indicado,  antes,  que estas idéias foram um desenvolvimento gradual dentro da igreja”.

“Bem  aqui  deveria  ser  explicado  que  esta  é  uma  talvez  a  única  diferença  básica  entre  entendimento  que  a  Igreja  Católica  tem  do  cristianismo  e  o  que  revela  a  posição  geral  do protestantismo. A Igreja Católica Romana, como ela mesma afirma, tem há muito crescido e se desenvolvido  ao  redor  de  um  grande  número  de  tradições  e  idéias  manipuladas  por  padres  da igreja  através  dos  séculos,  até  mesmo  crenças  trazidas  do  paganismo,  se  elas  pudessem  ser “cristianizadas” e também das Escrituras.  Conceitos de todas estas fontes tem sido misturados e  desenvolvidos,  para  finalmente  tornarem-se  dogmas  em  vários  concílios  da  igreja.  Por  outro lado,  o  ponto  de  vista  que  a  Reforma  Protestante  procurou  reviver,  foi  um  retorno  às verdadeiras  escrituras  como  uma  base  mais  sólida  para  a  doutrina,  com  pouca  ou  nenhuma ênfase sobre as idéias que se desenvolveram nos séculos seguintes”.

“Indo  diretamente  às  Escrituras,  não  somente  não  existe  qualquer  prova  para  a  idéia  da imaculada conceição de Maria, como existe evidência do contrário.  Apesar de ter sido um vaso escolhido  do  Senhor,  uma  mulher  virtuosa  e  piedosa  –  uma  virgem  –  ela  foi  tão  humana  como qualquer  outro  membro  da  família  de  Adão.    “Todos  pecaram  e  destituídos  estão  da  glória  de Deus” (Rm 3.23), sendo a única exceção o próprio Jesus Cristo.  Como qualquer outra pessoa, Maria  precisou  de  um  salvador  e  admitiu  isto  plenamente  quando  disse:  Ë  o  meu  espírito  se  alegra em Deus meu SALVADOR” (Lc 1.47)”.

“Se Maria necessitou de um salvador, ela não era em si mesma uma salvadora.  Se necessitou de um salvador, então precisou ser salva, perdoada, e redimida – assim como os outros. O fato  é  que  a  divindade  de  nosso  Senhor  não  dependia  de  sua  mãe  ser  algum  tipo  de  pessoa exaltada  ou  divina.  Em  lugar  disto,  Ele  foi  divino  porque  foi  o  unigênito  filho  de  Deus.  Sua divindade veio de Seu Pai celestial”.

“A  idéia  que  Maria  era  superior  aos  outros  seres  humanos  não  foi  o  ensinamento  de  Jesus.

Certa  vez  alguém  mencionou  sua  mãe  e  seus  irmãos.  Jesus  perguntou:  “Quem  é  minha  mãe? E  quem  são  meus  irmãos?”Em  seguida,  estendendo  sua  mão  na  direção  dos  seus  discípulos, disse:    “Eis  minha  mãe  e  meus  irmãos!    Pois  QUALQUER  UM  que  fizer  a  vontade  do  meu  Pai que  está  nos  céus,  o  mesmo  é  meu  irmão,  e  irmã,  e  MÃE”  (Mt  12.46-50).  Plenamente  o bastante,  qualquer  um  que  fizer  a  vontade  de  Deus  está,  em  um  sentido  definido,  no  mesmo nível de Maria”.

“Cada  dia  católicos  no mundo  inteiro  recitam  a  Ave  Maria,  o  Rosário,  o  Ângelus,  as  Litanias  da    Bendita  Virgem,  e  outras  rezas  semelhantes.  Multiplicando  o  número  dessas  orações,  vezes  o número  de  católicos  que  as  recitam  a  cada  dia,  alguém  tem  calculado  que  Maria  teria  que  escutar  46.296  petições  por  segundo!    Obviamente  ninguém  a  não  ser  Deus  mesmo  poderia fazer isto. Não obstante, os católicos acreditam que Maria escuta todas essas orações; e assim sendo,  por  uma  questão  de  necessidade,  tiveram  que  exaltá-la  ao  nível  divino  –  seja escriturístico ou não!”

“Tentando justificar a maneira pela qual Maria tem sido exaltada, alguns tem citado as palavras de Gabriel a Maria, “Bendita sois entre as mulheres” (Lucas 1.28). Porém Maria sendo “bendita entre  as  mulheres”  não  podem  fazer  dela  uma  pessoa  divina,  pois  muitos  séculos  antes  disto,uma  bênção  semelhante  foi  pronunciada  sobre  Jael,  de  quem  foi  dito:  “Bendita  acima  das mulheres será Jael, esposa de Heber, o Quenita...” (Juízes 5.24)”.

“Antes  do  Pentecostes, Maria  reuniu-se  com  os  outros  discípulos  esperando  pela  promessa  do Espírito  Santo.Lemos  que  os  apóstolos    “todos  continuaram  de  um    acordo  em  oração  e súplicas,  com  mulheres,  e  Maria,  a  mãe  de  Jesus,  e  seus  irmãos”  (Atos  1.14).  Os  discípulos não  estavam  olhando  para  Maria  naquela  ocasião.  Eles  estavam  olhando  para  seu  CRISTO ressuscitado  e  elevado  aos  céus,  esperando  que  ele  derramasse  sobre  eles  o  dom  do  Espírito Santo”.

Continuará amanhã...

Viva vencendo sem esquecer de que é Deus o Senhor e Salvadorl!!!

Abraços.

Seu irmão menor.l

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