29 novembro 2015

A VERDADE SOBRE MARIA - 07


Tentativas  posteriores  para  glorificar  Maria  podem  ser  vistas  na  doutrina  católica  romana  da virgindade  perpétua.  Este  é  o  ensinamento  que Maria  permaneceu  virgem  por  toda  a  sua  vida.

Mas,  como  o  explica  a  The  Encyclopedia  Britannica,  a  doutrina  da  virgindade  perpétua  de Maria  não  foi  ensinada  até  uns  trezentos  anos  após  a  ascensão  de  Cristo.  Não  foi  antes  do Concílio  de  Calcedônia  em  451  que  esta  fabulosa  qualidade  ganhou  o  reconhecimento  oficial de Roma”.

“De  acordo  com  as  Escrituras,  o  nascimento  de  Jesus  foi  o  resultado  de  concepção sobrenatural    (Mt  1.23),  sem  um  pai  terrenal.  Mas,  após  Jesus  ter  nascido,  Maria  deu  à  luz  outros  filhos    os  rebentos  naturais  de  sua  união  com  José,  seu  marido.Jesus  foi  “primogênito” filho  de  Maria  (Mt  1.25);  não  diz  que  ele foi  seu  único filho. Je                                                                                                                                                              sus  sendo  seu filho primogênito  pode  inferir  que  mais  tarde  ela  teve  um  segundo  filho,  possivelmente  um  terceiro, etc.  Que  tal  foi  o  caso  parece  aparente,  pois  os  nomes  dos  quatro  irmãos  são  mencionados:
"Tiago,  José,  Simão  e  Judas  (Mt  13.55).  Irmãs  também  são  mencionadas".  As  pessoas  de Nazaré disseram: “...e suas irmãs, não estão todas entre nós?”(versículo  56). A palavra “irmãs” é  plural,pelo  que  ficamos  sabendo  que  Jesus  teve  pelo  menos  duas  irmãs  e  provavelmente mais, pois este versículo fala de “todas” as suas irmãs. Usualmente se estamos nos referindo a somente duas pessoas, diríamos “ambas”, não todas elas” .“As  Escrituras  dizem:  “José  não  a  conheceu  até  que  ela  deu  a  luz  ao  seu  filho  primogênito:  ele  chamou  seu  nome  JESUS  (Mt  1.25).  José  “não  a  conheceu”  até  que    Jesus  nasceu,  mas depois  disto,Maria  e  José  uniram-se  como  marido  e  mulher  e  filhos  foram,  nascidos  deles.    

idéia  de  que  José  conservou  Maria  como  uma  virgem  toda  a  sua  vida  é  claramente  não escriturística”.
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“Durante  os  tempos  da  apostasia,  como  se  para  mais  intimamente  identificar  Maria  com  a deusa-mãe,  alguns  ensinaram  que  o  corpo  de  Maria  jamais  viu  corrupção,  que  ela  ascendeu corporalmente  aos  céus,  e  é  agora  a  “rainha  dos  céus”.  Não  foi  até  este  presente século,contudo,  que  a  doutrina  da  “assunção  de  Maria  foi  oficialmente  proclamada  como doutrina  romana.  Foi  em  1951  que  o  papa  Pio  XII  proclamou  que  o  corpo  de  Maria  não  viu corrupção, mas foi tomado para os céus”. 

“As  palavras  de  São  Bernardo  resumem  a  posição  católica  romana:  “Ao  terceiro  dia  após  a morte de Maria, quando os apóstolos se reuniram ao redor da sua tumba, eles a encontraram  vazia. O corpo sagrado tinha sido levado para o Paraíso Celestial... o túmulo não teve qualquer poder  sobre  aquela  que  fora  imaculada...Mas  não  foi  o  bastante  que  Maria  fosse  recebida  nos céus.  Ela  não  era  para  ser  qualquer  cidadã  comum...  ela  teve  uma  dignidade  além  da alcançada  até  pelo  mais  alto  dos  arcanjos.  Maria  teve  que  ser  coroada  Rainha  dos  Céus  pelo Pai eterno: ela teve que ter um trono à mão direita do seu Filho... Agora, dia a dia, hora a hora, ela  está  rogando  por  nós,  obtendo  graças  por  nós,  preservando-nos  do perigo,  escudando-nos contra a tentação, derramando bênçãos sobre nós”.
“Todas  estas  idéias  a  respeito  de  Maria  estão  ligadas  à  crença  que  ela  ascendeu corporalmente  aos  céus.  Mas,  a  Bíblia  não  diz  absolutamente  nada  a  respeito  da  assunção  de Maria. Ao contrário, João 3.13 diz: ”Ninguém subiu aos céus, a não ser aquele que desceu dos céus,  o  Filho  do  homem  que  está  nos  céus”    o  próprio  Jesus  Cristo.  ELE  é  aquele  que  está  à mão  direita  de  Deus;  ELE  é  único  que  é  nosso  Mediador;  ELE  é  único  que  derrama  bênçãos sobre nós – não sua mãe!”.

“Intimamente  ligado  à  idéia  de  rezar  para  Maria,  está  um  instrumento  chamado  rosário.  
Ele                                                     
consiste de uma cadeia com quinze conjuntos de pequenas contas, cada conjunto marcado por uma  conta  maior,  nas  extremidades  da  qual  está  um  crucifixo.  As  contas  no  rosário  são  para contar  as  rezas    rezas  que  são  repetidas  sempre  e  sempre.    Embora  este  instrumento  seja largamente utilizado dentro da igreja católica romana, está claro que ele não é de origem cristã. 

Ele tem sido conhecido em muitos países”.

“A The Catholic Encyclopedia diz: “Em quase todos os países, então, encontramo-nos com algo na  natureza  de  contas  de  oração  ou  contas  de  rosário”.  Continua  até  citar  um  número  de exemplos,incluindo  uma  escultura  da  antiga  Nínive,mencionada  por  Layard,  de  duas  mulheres
com  asas,  rezando  diante  de  uma  árvore  sagrada,  cada  uma  segurando  um  rosário.  Por séculos,  entre  os  maometanos,  uma  corrente  de  contas  consistindo  de  33,  66,  ou  99  contas tem  sido  usada  para  contar  os  nomes  de  Alá.  Marco  Pólo,  no  século  treze,  ficou  surpreso  de encontrar  o  rei  de  Malabar  usando  um  rosário  de  pedras  preciosas  para  contar  suas  orações.

São Francisco Xavier e seus companheiros ficaram igualmente atônitos em ver que os rosários eram universalmente familiares aos budistas do Japão”.
“Entre  os  fenícios  um  círculo  de  contas  parecendo  um  rosário  era  usado  no  culto  a  Astarte,  a deusa-mãe,  em  torno  de  800  a.C.  Este  rosário  é  visto  em  algumas  moedas  fenícias  mais recentes.  Os  brâmanes  desde  tempos  primitivos  têm  usado  rosários  com  dezenas  e  centenas de  contas.  Os  adoradores  de  Vishnu  dão  aos  seus  filhos  rosários  de  108  contas.    Um  rosário semelhante é usado por milhões de budistas na Índia e no Tibete. O adorador de Shiva usa um rosário sobre o qual repete, se possível, todos os 1.008 nomes do seu deus”.
“Contas para contagem de orações eram conhecidas na Grécia Asiática. Tal era o propósito,de acordo com Hislop, do colar visto na estátua de Diana. Ele também indica que em Roma certos colares  usados  por  mulheres  eram  para  contagem  de  orações  memorizadas,  a  monila, significando  “recordação”. A oração mais freqüentemente repetida, que é a principal do rosário, é  a  “Ave  Maria”,  que  é  assim:  “Ave  Maria,  cheia  de  graça,  o  Senhor  é  convosco.  Bendita sois vós entre todas as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre,Jesus. Santa Maria,  mãe  de  Deus,  rogai  por  nós  pecadores,  agora  e  na  hora  der  nossa  morte,  Amém”.    A  The Catholic  Encyclopedia  diz:  “Não  existe  qualquer    traço  da  Ave  Maria  como  uma  fórmula devocional  aceita  antes  de  1050”.    O  rosário  completo  envolve  a  repetição  da  Ave  Maria  53 vezes,  a  oração  do  Senhor  6  vezes,  5  mistérios,  5  meditações  sobre  os  mistérios,  5  glórias  ao     Pai,e o Credo Apostólico”.

“Observe  que  a  oração  para  Maria,  a  Ave  Maria,  é  repetida  quase  NOVE  vezes  mais  do  que  a oração do Senhor.  É uma oração composta pelos homens e dirigida a Maria, nove  vezes mais importante  ou  eficiente  do  que    a  oração  ensinada  por  Jesus  e  dirigida  a  Deus?    Aqueles  que
adoram  a  deusa  Diana  repetem  uma  frase  religiosa  várias levantaram  a  voz,  clamando  por  espaço  de  quase  duas  horas:  Grande  é  a  Diana  dos  efésios” (Atos  19.34).  Jesus  falou  a  respeito  de  orações  repetidas  como  sendo  uma  práticas  dos pagãos.    “Quando  orares”  disse  Ele,  “não  useis  de  vãs  repetições  como  o  fazemos gentios  (ou pagãos); pois eles pensam que por muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis pois a eles;
porque  vosso  Pai  sabe  o  que  vos  é  necessário,  antes  de  vós  lho  pedirdes”  (Mt  6.7-13).  Nesta´passagem  Jesus  claramente  disse  aos  seus  seguidores  para  NÃO  ficar  repetindo  várias  vezes uma  pequenina  oração.  É  significativo  observar  que  foi  logo  após  dar  esta  advertência,  no  próprio próximo versículo, que Ele disse: “Vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus...”e todos deu  aos  discípulos  a  que  nos  referimos  como    ä  Oração  do  Senhor”.    Jesus  deu  esta  oração como  um  oposto  ao  tipo  de  oração  dos  pagãos.  Ainda  assim  os  católicos  romanos  são   ensinados  a  repetir  várias  vezes  esta  oração.    Se  esta  oração  não  era  para  ser  repetida  várias vezes,  quão  menos  uma  pequenina  oração  feita  por  homens  para  Maria!    Parece-nos  que memorizar  orações,  em  seguida  repeti-las  várias  vezes  enquanto  conta  as  contas  de  um
rosário,  poderia  facilmente  tornar-se  mais  um    “teste  de  memória”  do  que  uma  espontânea expressão de oração vinda do coração”. 

Como  a  verdade  é  uma  só,  o  que  vimos  acima  ratifica  com  riqueza  de  detalhes    os  termos  do presente trabalho, relativamente  à  refutação    aos  vários  títulos  atribuídos  pela  Igreja  Católica  à humilde  mãe  de  Jesus;  esclarece  a  origem  da  adoração  à  “deusa-mãe”  e  abre-nos  o
entendimento  para  compreendermos  o  porquê  de  tantos  descaminhos;  enfim,  oferece subsídios  a  quantos  desejem  examinar  os  dois  lados  –  a  palavra  da  Bíblia  e  a  palavra  da Tradição – para tirar  suas próprias conclusões.

O final, amanhã...

Abraços.

Viva vencendo com a verdade!!!

Abraços. 

Seu irmão menor.

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