21 janeiro 2016

JESUS DE FATO EXISTIU? O QUE A HISTÓRIA TEM PARA NOS DIZER? - PARTE 08

Carta de Pilatos a Tibério













Este é um reimpresso de uma carta de Pôncio Pilatos para Tibério César que descreve a aparência física de Jesus. As cópias estão na Biblioteca Congressional em Washington, D.C. É bem provável que tenha sido escrita nos dias que antecederam a crucifixação.

PARA TIBÉRIO CÉSAR:

"Um jovem homem apareceu na Galiléia que prega com humilde unção, uma nova lei no nome do Deus que o teria enviado. No princípio estava temendo que seu desígnio fosse incitar as pessoas contra os romanos, mas meus temores foram logo dispersados. Jesus de Nazaré falava mais como um amigo dos romanos do que dos judeus. Um dia observava no meio de um grupo um homem jovem que estava encostado numa árvore, para onde calmamente se dirigia a multidão. Me falaram que era Jesus. Este eu pude facilmente ter identificado tão grande era a diferença entre ele e os que estavam lhe escutando. Os seus cabelos e barba de cor dourada davam a sua aparência um aspecto celestial. Ele aparentava aproximadamente 30 anos de idade. Nunca havia visto um semblante mais doce ou mais sereno. Que contraste entre ele e seus portadores com as barbas pretas e cútis morenas! Pouco disposto a lhe interromper com a minha presença, continuei meu passeio mas fiz sinal ao meu secretário para se juntar ao grupo e escutar. Depois, meu secretário informou nunca ter visto nos trabalhos de todos os filósofos qualquer coisa comparada aos ensinos de Jesus. Ele me contou que Jesus não era nem sedicioso nem rebelde, assim nós lhe estendemos a nossa proteção. Ele era livre para agir, falar, ajuntar e enviar as pessoas. Esta liberdade ilimitada irritou os judeus, não o pobre mas o rico e poderoso". 

"...Depois, escrevi a Jesus lhe pedindo uma entrevista no Praetorium. Ele veio. Quando o Nazareno apareceu eu estava em meu passeio matutino e ao deparar com ele meus pés pareciam estar presos com uma mão de ferro no pavimento de mármore e tremi em cada membro como um réu culpado, entretanto ele estava tranqüilo. Durante algum tempo permaneci admirando este homem extraordinário. Não havia nada nele que fosse rejeitável, nem no seu caráter, contudo eu sentia temor na sua presença. Eu lhe falei que havia uma simplicidade magnética sobre si e que a sua personalidade o elevava bem acima dos filósofos e professores dos seus dias. Agora, ó nobre soberano, estes são os fatos relativos a Jesus de Nazaré e eu levei tempo para lhe escrever em detalhes estes assuntos. Eu digo que tal homem que podia converter água em vinho, transformar morte em vida, doença em saúde; tranqüilizar os mares tempestuosos, não é culpado de qualquer ofensa criminal e como outros têm dito, nós temos que concordar - verdadeiramente este é o filho de Deus

Seu criado mais obediente,
Pôncio Pilatos”

Outro importante documento encontrado diz respeito a uma cópia autêntica da Peça do Processo de Cristo, existente no Museu da Espanha:
“No ano dezenove de TIBÉRIO CÉSAR, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca invencível na Olimpíada cento e vinte e um, e Elíada vinte e quatro, da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Hebreus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete, do progênio do Romano Império, no ano setenta e três, e na libertação do cativeiro da Babilônia, no ano mil duzentos e sete, sendo governador da Judéia QUINTO SÉRGIO, sob o regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Gratíssimo, PÔNCIO PILATOS; regente na Baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; pontífice do sumo sacerdote, CAIFÁS; magnos do Templo, ALIS ALMAEL, ROBAS ACASEL, FRANCHINO CEUTAURO; cônsules romanos da cidade de Jerusalém, QUINTO CORNÉLIO SUBLIME E SIXTO RUSTO, no mês de março e dia XXV do ano presente - EU, PÔNCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arquiresidência, julgo, condeno e sentencio à morte, Jesus chamado pela plebe - CRISTO NAZARENO - e galileu de nação, homem sedicioso, contra a Lei Mosaica - contrário ao grande Imperador TIBÉRIO CÉSAR. Determino e ordeno por esta, que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres, não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo-se filho de DEUS e REI de ISRAEL, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do sacro Templo, negando o tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado de alguns espinhos, com a própria cruz aos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores , e que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas; saindo logo pela porta  sagrada, hoje ANTONIANA, e que se conduza JESUS ao monte público da Justiça, chamado CALVÁRIO, onde, crucificado e morto ficará seu corpo na cruz, como espetáculo para todos os malfeitores, e que sobre a cruz se ponha, em diversas línguas, este título: JESUS NAZARENUS, REX JUDEORUM. Mando, também, que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra  o  Imperador  Romano.  Testemunhas  da  nossa  sentença: Pelas doze tribos de Israel: RABAIM DANIEL, RABAM JOAQUIM BANICAR, BAN BASU, LARÉ PETUCULANI. Pelos fariseus: BULLIENIEL, SIMEÃO, RANOL, BABBINE, MANDOANI, BANCURFOSSI. Pelos hebreus: MATUMBERTO. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma: LUCIO SEXTILO e AMACIO CHILICIO”
Este documento é importantíssimo. Afinal, quem é que vai condenar uma pessoa que não existe? Portanto ele prova a existência de Jesus. Embora evidentemente os ateus questionem da autencidade destes documentos (o que é nada a mais do que o papel de qualquer “bom ateu”), não há inteiramente nada que nos leve a duvidar da validade destes ofícios, uma vez que já foram encontradas inúmeras cópias de documentos e processos legítimos relacionados a outros temas, os quais ninguém questiona sua validade.
Claro, quando o assunto é com Jesus Cristo, o melhor que eles fazem é duvidarem e zombarem, afinal, para gente que não tem argumentos apenas resta-lhes apelação. Vale também ressaltar aqui que o próprio Pilatos foi questionado pelos incrédulos (ateus), até que uma descoberta acabou por confirmar a sua historicidade, conforme fornecido por Michael J. Howard, que trabalhou junto com a expedição a Cesaréia, em Israel, em 1979.
“Por 1900 anos”, escreveu, “Pilatos só existia nas páginas dos Evangelhos e nas vagas lembranças dos historiadores romanos e judeus. Quase nada se sabia sobra a vida dele. Alguns afirmavam que sequer existira. Mas, em 1961, uma expedição arqueológica italiana trabalhava nas ruínas de antigo teatro romano em Cesaréia. Um operário revirou uma pedra que tinha sido usada em uma das escadarias. No reverso havia a seguinte inscrição, parcialmente obscurecida, em latim: ‘Caesariensibus Tiberium Pontius Pilatus Praefectus Iudaeae’. (Ao povo de Cesaréia, Tibério Pôncio Pilatos, Prefeito da Judéia). Foi um golpe fatal nas dúvidas sobre a existência de Pilatos ... Pela primeira vez havia evidencia epigráfica contemporânea da vida do homem que ordenara a crucificação de Cristo”, (João 19, 13-16; Atos 4,27).
Como vemos, sempre a arqueologia e a historicidade são fortes barreiras para as objeções ateístas.
O Volume Archko

Outra descrição de Jesus foi encontrada em "O Volume Archko" que contém documentos de tribunais oficiais dos dias de Jesus. Esta informação confirma que Ele veio de segmentos raciais que tiveram olhos azuis e cabelos dourados (castanhos claros). O Volume de Archko, traduzido pelos Drs. McIntosh e Twyman do Antiquário Lodge, em Genoa, Itália, a partir dos manuscritos em Constantinopla e dos registros do Sumário do Senado levado do Vaticano em Roma (1896). No capítulo intitulado "A Entrevista de Gamaliel" está declarado relativo ao aparecimento de Jesus (Yeshua):

"Eu lhe pedi que descrevesse esta pessoa para mim, de forma que pudesse reconhece-lo caso o encontrasse. Ele disse: 'Se você o encontrar [Yeshua] você o reconhecerá. Enquanto ele for nada mais que um homem, há algo sobre ele que o distingue de qualquer outro homem. Ele é a "cara da sua mãe", só não tem a face lisa e redonda. O seu cabelo é um pouco mais dourado que o seu, entretanto é mais queimado de sol do que qualquer outra coisa. Ele é alto, e os ombros são um pouco inclinados; o semblante é magro e de uma aparência morena, por causa da exposição ao sol. Os olhos são grandes e suavemente azuis, e bastante lerdos e concentrados....'. Este judeu [Nazareno] está convencido ser o messias do mundo. [...] esta é a mesma pessoa que nasceu da virgem em Belém há uns vinte e seis anos atrás..."

Note também as semelhanças marcantes com as outras descrição físicas de Jesus. Seria mera coincidência?!
  
O Ossuário do Irmão de Jesus

 Essa é a primeira descoberta arqueológica referente a Jesus e Sua família. O ossuário (urna funerária, foto ao lado) de Tiago data do século 1 e traz a inscrição em aramaico "Tiago, filho de José, irmão de Jesus" (Ya'akov bar Yosef achui d'Yeshua). Oculto por séculos, o ossuário foi comprado muitos anos atrás por um colecionador judeu que não suspeitou da importância do artefato. Só quando o renomado estudioso francês André Lemaire viu na urna, em abril de 2002, a inscrição na língua falada por Jesus, foi que se descobriu sua importância. O ossuário foi submetido a testes pelo Geological Survey of State of Israel e declarado autêntico. Segundo o jornal The New York Times, "essa descoberta pode muito bem ser o mais antigo artefato relacionado à existência de Jesus".

O livro O Irmão de Jesus(Editora Hagnos, 247 p.) trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe da Biblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. Hershel conduz a história de maneira muito interessante, revelando os bastidores da descoberta e as reações a ela, afinal, o ossuário, além de autenticar materialmente o Jesus histórico, afirma que Ele tinha um irmão chamado Tiago, filho de José e, possivelmente, também de Maria. Segundo a revista Time, trata-se de "uma história de investigação científica com alta relevância para o cristianismo", talvez por isso mesmo deixada de lado por setores da mídia secular e antirreligiosa.
O objeto data de 63 d. C. Era comum os judeus da época 20 a . C. a 70 d.C. usarem os ossuários para colocar seus despojos finais. A inscrição também diz respeito a José pai de Tiago que também é pai de Jesus. Tiago é considerado irmão de Jesus no Novo Testamento e líder da igreja em o Livro dos Atos e nas cartas de Paulo. No século primeiro o historiador judeu Josephus escreveu que “o irmão de Jesus” de nome Tiago, foi apedrejado até a morte. Portanto, trata-se do mesmo Tiago.
 Rei Abgar V

Abgar V ou Abgarus V de Edessa (reinou entre 4 AC – 7 DC e de 13 – 50 DC), foi rei do reino de Osroene, situando a sua capital em Edessa, na Mesopotâmia (atual Síria). Ele foi convertido ao cristianismo por Addai, um dos setenta e dois discípulos de Jesus, conforme registros muito antigos. Durante escavações no sul da Turquia, feitas por arqueólogos, foi encontrada uma biblioteca do início da Era Cristã e fragmentos da carta de Anan, secretário do rei Abgar:
 “No século XIX, arqueólogos ingleses e franceses descobriram uma biblioteca no sul da Turquia datada dos primeiros anos da Era Cristã. Entre muitos textos, foram encontrados fragmentos de cartas do escrivão Labubna relatando viagens de Anan, secretário do rei Abgar V, que reinou do ano 13 ao 50 d.C. na cidade de Edessa, atual Urfa, na Turquia” (PASTRO, Arte Sacra, p.182)
 Tal documento diz:
 “Abgar, toparca da cidade de Edessa, a Jesus Cristo, o excelente médico que surgiu em Jerusalém, salve! Ouvi falar de ti e das curas que realizas sem remédios. Contam efetivamente que fazes os cegos ver, os coxos andar, que purificas os leprosos, expulsas os demônios e os espíritos imundos, curas os oprimidos por longas doenças e ressuscitas os mortos. Tendo ouvido falar de ti tudo isso, veio-me a convicção de duas coisas: ou que és Filho daquele Deus que realiza estas coisas, ou que és o próprio Deus. Por isso escrevi-te pedindo que venhas a mim e me cures da doença que me aflige e venhas morar junto a mim. Com efeito, ouvi dizer que os judeus murmuram contra ti e te querem fazer mal. Minha cidade é muito pequena, é verdade, mas honrada e bastará aos dois para nela vivermos em paz” (GHARIB, Os Ícones de Cristo, p.43)

O historiador eclesiástico do século IV Eusébio (Bispo de Cesareia) também registrou em sua “História Ecclesiastica” (325 AD) a correspondência trocada entre Abgaro de Edessa e Jesus. Eusébio estava convicto que as cartas originais, escritas em síriaco, estavam arquivadas em Edessa, e inclui na sua obra o texto das duas cartas. Eusébio também afirma que, no momento devido, Addai, um dos setenta e dois discípulos conhecido por Tadeu de Edessa, foi enviado por Tomé (apóstolo) em 29 AD.
Tudo isso nos mostra, novamente, que a História e a Arqueologia corroboram juntas com os evangelhos bíblicos, em direto detrimento com as suposições ateístas.
Considerações Finais
 A luz de todas as evidências históricas e arqueológicas, apenas alguém que possui uma gritante falta de conhecimento da História para negar a existência real de Jesus Cristo por esta terra. Na verdade, a maioria dos ateus concordam com a existência legítima de Cristo, senão alguns poucos que querem por si mesmos continuar na ignorância histórica; não, porém, por terem qualquer tipo de argumento útil ou favorável a eles, mas puramente porque “o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo” (2Co.4:4).
Os livros ateístas que são feitos com o intuito de negar a existência história de Jesus são gritantemente vergonhosos, não possuem o mínimo respaldo histórico, estão repletos de achismo (na verdade, todo o conteúdo é puro achismo) e, claro, muita, muita ignorância. A verdade é que a incontestável passagem do Messias entre nós remete necessariamente a um outro ponto importante: Se tudo isto que Jesus disse e acreditou, fosse mentira, então ele seria um paranóico, um visionário, um farsante, um delirante como tantos que já houve.
Se Jesus não acreditou no que dizia, ameaçando até de perda de quem não cresse nele, então ele seria o mais refinado vigarista, embusteiro e impostor, digno de cadeia, pois o que ele ensinava e exigia era sério demais para a vida das pessoas. Das duas uma, então, ou Jesus era Deus, ou era um impostor, um louco varrido.Ademais, todos os milagres realizados por Jesus, confirmados não apenas na Bíblia como também na história por escritores não-cristãos (mas que não negavam que ele realizasse feitos extraordinários e incomuns) corroboram juntamente para o fato de que, realmente, Jesus é o Deus Eterno, o Pai da Eternidade que se fez carne a fim de habitar entre nós.
A sua vida, os seus milagres, a sua morte e consequente ressurreição dentre os mortos não nos deixa alguma dúvida, senão confessarmos que “Tú és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt.16:16).Mais ainda do que isso, podemos ver, a partir de relatos por escritores não-cristãos do primeiro e segundo século, vários aspectos importantes a respeito de Jesus e que se assemelham nitidamente com o que dele é escrito pelo Novo Testamento, a saber:
(1) Foi morto e crucificado, mas os discípulos estavam realmente certos de que ele havia ressuscitado (Josefo)
(2) Tinha um irmão chamado Tiago (Josefo)
(3) Os seguidores foram feitos objetos de esporte, foram amarrados nos esconderijos de bestas selvagens e feitos em pedaços por cães, ou cravados em cruzes, ou incendiados, e, ao fim do dia, eram queimados para servirem de luz noturna (Tácito)
(4) Os cristãos (seus seguidores) foram destinados ao suplício (Suetônio)
(5) Os judeus foram expulsos de Roma por causa de Cristo (Suetônio)
(6) Era o homem crucificado na Palestina por introduzir uma nova seita no mundo (Luciano de Samosata)
(7) Seus seguidores continuam se reunindo regularmente para lhe prestar culto como a Deus (Plínio)
(8) Seus discípulos se recusavam a prestar culto aos deuses romanos (Luciano de Samosata)
(9) Seus seguidores se recusavam a amaldiçoá-lo, mesmo sob tortura (Plínio)
(10) Eram castigados em caso de não se arrependerem e começassem a adorar os deuses pagãos (Imperador Trajano)
(11) Na sua morte ocorreu um eclipse do sol durante a lua cheia (Flêgão)
(12) É comparado a Sócrates e Pitágoras pela sua sabedoria (Mara Bar-Serapião)
(13) Morreu crucificado (Justino)
(14) Realizou muitos milagres reconhecidos pelos próprios romanos (Justino)
(15) Ressuscita os mortos e cura os enfermos (Públio Lêntulo)
(16) Foi crucificado na véspera da páscoa (Talmude)
(17) Podia converter água em vinho, transformar morte em vida, doença em saúde; tranquilizar os mares tempestuosos(Pilatos)
(18) Dizia-se “Filho de Deus” e “Rei de Israel” (Peça do Processo de Cristo – Museu da Espanha)
(19) Era alto, e os ombros são um pouco inclinados; o semblante é magro e de uma aparência morena, por causa da exposição ao sol (Volume Archko)
(20) Tinha um irmão chamado Tiago e um pai chamado José (Ossuário do Irmão de Jesus)
(21) Fazia os cegos ver, os coxos andar, purificava os leprosos, expulsava os demônios e os espíritos imundos, curava os oprimidos por longas doenças e ressuscitava os mortos (Rei Abgar V)
(22) Foi chamado de “Cristo” (Josefo)
(23) Praticou “magia”, conduzindo Israel a novos ensinamentos (Talmude da Babilônia)
(24) Afirmou ser Deus e que retornaria (Eliezer)
(25) Morreu na época da lua cheia da Páscoa (Talo)
(26)O cristianismo espalhou-se rapidamente, chegando até Roma (Tertuliano)
(27) Trevas e um terremoto aconteceram quando ele morreu (Talo)
(28) Seus discípulos estavam dispostos a morrer por sua crença (Plínio)
(29) Foi pendurado a véspera da Páscoa (Sinédrio da Babilônia)
(30) Seus discípulos o chamavam de “Filho de Deus” (Públio Lêntulo)

Concluiremos amanhã...

Viva vencendo com o Jesus da história, que a dividiu em, a.C e d.C!!!
Seu irmão menor.

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