22 janeiro 2016

JESUS DE FATO EXISTIU? O QUE A HISTÓRIA TEM PARA NOS DIZER? - CONCLUSÃO

Como vemos, não apenas podemos com grande facilidade confirmar a existência histórica de Jesus fora dos Evangelhos e das demais fontes cristãs, como também podemos reproduzir vários fatos de sua vida ou de seus seguidores que também corroboram com os escritos cristãos bíblicos. A história secular sempre apoiou a existência de Jesus, e não apenas isso, como também atesta para a sua grande sabedoria e em especial seus feitos miraculosos. Portanto, não há absolutamente nenhuma razão lógica para questionarmos a validade dos escritos neotestamentários sobre a pessoa de Jesus Cristo.
Para alguém negar a existência de Jesus como pessoa real, teria necessariamente também que negar em completo a existência histórica de Sócrates, Pitágoras, Platão, Aristóteles, Alexandre o Grande, Tibério César e de praticamente toda a história antiga, porque temos muitíssimas mais provas históricas de Jesus do que todos estes juntos! Qualquer um que tenha um mínimo de ceticismo percebe claramente como é gritante a ignorância ateísta em negar a existência de Jesus.
Poucos fatos da história antiga, por exemplo, são mais "extraordinários" do que os feitos de Alexandre, o Grande (356-323 a.C.). Apesar de ter vivido apenas 33 anos, Alexandre alcançou um sucesso sem paralelo. Ele conquistou grande parte do mundo civilizado de sua época, desde a Grécia, indo ao leste da Índia e ao sul do Egito. Contudo, como sabemos tudo isso sobre Alexandre? Não temos fontes da época de sua vida ou de pouco tempo depois de sua morte. Temos apenas fragmentos de duas obras escritas cerca de cem anos depois de sua morte. A verdade é: baseamos quase tudo o que sabemos sobre a vida "extra-ordinária" de Alexandre, o Grande, daquilo que historiadores escreveram cerca de 300 a 500 anos depois de sua morte!
Tome também, por exemplo, o imperador romano da época de Cristo: Tibério César.Quantas fontes não-cristãs fazem menção a Jesus? Temos, no mínimo, outros 15 escritores não-cristãos conhecidos que mencionam Jesus num período de até 150 anos depois de sua morte. Por outro lado, nesses mesmos 150 anos, existem nove fontes não-cristãs que mencionam Tibério César, o imperadorromano dos tempos de Jesus! Assim, descontando todas as fontes cristãs, em relação ao imperador romano existe uma fonte a mais que menciona Jesus. Se você incluir as fontes cristãs, os autores que mencionam Jesus superam aqueles que mencionam Tibério numa proporção de 43 para 10!
À luz das robustas evidências favoráveis à vida de Cristo, qualquer um que questione da historicidade de Cristo deveria necessariamente duvidar da historicidade de Alexandre, o Grande, do imperador romano Tibério César e da grandíssima maioria dos personagens históricos que aparecem nos livros de História. Tal “cético” seria alguém com um conhecimento histórico zero e uma mentalidade completamente fechada. De fato, para ser coerente, tal cético deveria duvidar de toda a história antiga, e, por fim, da sua própria existência.
Os escritos cristãos são antigos?

I-Evidências Históricas
Em uma tentativa desesperada de negar todas as evidências dos escritores cristãos acerca da historicidade de Cristo, os ateus lançam os evangelhos para o terceiro ou quarto século (varia dependendo do tamanho do desespero do amigo “cético”) e, assim, acham eles que o “problema” relacionado aos evangelhos é resolvido. Em primeiro lugar, cabe aqui relatar novamente que isso não tem qualquer base histórica (como também o resto de todas as suas argumentações) e, mais uma vez, são argumentos sustentados sobre achismos e falácias de acordo com aquilo que eles querem.
Na verdade, tudo o que eles querem é mudar a História Antiga, porque ela é assustadoramente contra as suas pretensões. O resultado não poderia ser um desastre ainda maior. Veremos a seguir várias provas históricas e arqueológicas que nos mostram claramente que os evangelhos bíblicos foram, de fato, feitos já no primeiro século (como também corriam nas primeiras comunidades cristãs já existentes na época). Os pais da igreja primitiva — homens dos séculos I e II como Justino Mártir, Ireneu, Clemente de Alexandria, Orígenes, Tertuliano e outros — fizeram tantas citações do NT (36.289 vezes, para ser mais exato) que todos os versículos do NT, com exceção de apenas 11, poderiam ser reconstituídos simplesmente de suas citações.
Em outras palavras, você poderia ir até a biblioteca pública, analisar as obras dos pais da igreja primitiva e ler praticamente todo o NT simplesmente com base nas citações que eles fizeram! Desse modo, nós não apenas temos milhares de manuscritos, mas milhares de citações desses manuscritos. Isso torna a reconstrução do texto original praticamente precisa, e nos faz ter idéia de que o NT fatualmente foi escrito antes destes homens. Afinal, como é que você vai fazer uma citação de algum documento que só vai ser criado vários séculos depois? Essa pergunta atormenta os ateus, que não tem como escaparem de todasas evidências.
Todos os livros do NT foram escritos antes do ano 100 d.C. (cerca de 70 anos depois da morte de Jesus). Como mostra a tabela 9.1, em cartas escritas entre os anos 95 e 110 d.C, três pais da igreja primitiva — Clemente, Inácio e Policarpo — citaram passagens de 25 dos 27 livros do NT. Somente os pequenos livros de Judas e 2João não foram citados, mas certamente já tinham sido escritos (Judas teria escrito sua pequena carta nessa época porque, sendo o meio irmão de Jesus, muito provavelmente já estava morto no ano 100; 2João fora escrita porque ela é anterior a 3João, que é um dos 25 livros citados). 
DOCUMENTOS DO NOVO TESTAMENTO CITADOS POR:
Clemente, escrevendo
de Roma (c. 95 d.C.)
Inácio, escrevendo de
Esmirna, na Ásia
Menor (c. 107)
Policarpo, escrevendo
de Esmirna, na Ásia
Menor (c. 110)
Mateus
Mateus
Mateus
Marcos
Marcos
Marcos
Lucas
Lucas
Lucas
Romanos
João
João
l Coríntios
Atos
Atos
Efésios
Romanos
Romanos
1 Timóteo
l Coríntios
l Coríntios
Tito
2 Coríntios
2 Coríntios
Hebreus
Gálatas
Gálatas
Tiago
Efésios
Efésios
l Pedro
Filipenses
Filipenses

Colossenses
Colossenses

1 Tessalonicenses
2 Tessalonicenses

l Timóteo
l Timóteo

2Timóteo
2 Timóteo

Tito
Hebreus

Filemom
l Pedro

Hebreus
l João

Tiago


l Pedro


2 Pedro


l João


3 João


Apocalipse


Uma vez que Clemente estava em Roma e Inácio e Policarpo estavam a centenas de quilômetros de distância, em Esmirna, os documentos originais do NT precisariam ter sido escritos muito tempo antes, caso contrário não poderiam ter circulado por todo o mundo antigo daquela época. Portanto, é seguro dizer que todo o NT já havia sido escrito por volta do ano 100 e pelo menos todos os livros que constam na primeira coluna da esquerda foram escritos vários anos antes de 95. Portanto, fica mais do que evedente que, mais uma vez, os ateístas dão “bola fora” em questão de História.
 II-Evidências Arqueológicas
Os Evangelhos dizem-nos imensas coisas sobre Jesus. Mesmo se o seu objetivo, propriamente dito, não é contar a história dia a dia nem fazer a descrição jornalística como gostaríamos hoje de fazer. Contudo, eles são muito mais precisos do que se pensou durante muito tempo. Acontece que estão cheios de pormenores acerca das cidades e aldeias do tempo, das maneiras de viver, de falar, acerca das personagens oficiais. A história e a arqueologia confirmam que todos estes elementos são exatos, verídicos.
Aliás, certos pormenores não podiam ter sido inventados ou escritos mais tarde porque certas instituições, certas práticas tinham mudado pouco tempo depois da morte de Jesus, particularmente no ano 70 AD, ano da destruição de Jerusalém. 1900 anos depois dos acontecimentos, descobre-se que os Evangelhos é que tinham razão ao contrário do que, durante muito tempo, os historiadores julgaram que estava errado, precisamente em algumas das suas passagens. Segue-se abaixo algumas das muitas provas que poderiam ser mencionadas como provas arqueológicas e/ou lógicas favoráveis ao evangelhos serem datados já do primeiro século:
(1) No Evangelho segundo S. João, considerado o mais espiritual e, portanto, o menos concreto, menos preciso, mais afastado dos tempos e dos locais, encontramos o nome de mais vinte localidades concretas do que nos outros três evangelistas. Um certo número destas localidades desapareceram completamente e puderam ser identificadas. Só recentemente os historiadores puderam provar a sua existência.
(2) Também em dada altura se perguntou se a localidade de Nazaré não tinha sido inventada pelos Evangelhos. Por quê? Porque o Antigo Testamento e os antigos comentários hebraicos não falam dela. Críticos e jornalistas fizeram disto um romance completo. Mas, na realidade, já em 1962, uma equipa de arqueólogos israelitas, dirigida pelo prof. Avi Jonah tinha encontrado nas ruinas de Cesareia Marítima uma placa gravada em hebreu, datando do século III antes de Cristo e com o nome da aldeia de Nazaré. Fodas as teorias montadas para provar que os evangelistas teriam inventado a localidade de Nazaré, porque esta palavra tinha um alcance simbólico, caíram à água.
(3) Encontrou-se em Jerusalém, a "piscina dos cinco pórticos", a piscina de Bethesda, perto da porta das Ovelhas, que os críticos pensaram ser uma realidade mítica.
(4) Em 1927, o arqueólogo francês Vincent encontrou o lithostrotos ou Gabbatha. Esse espaço lajeado do pretório em que Jesus esteve quando compareceu diante de Pilatos (Evangelho segundo S. João, capítulo 19, versículo 13). Quanto ao próprio Pilatos, o prefeito romano que condenou Jesus à morte e do qual não se encontrava rasto concreto ao longo de dezoito séculos, arqueólogos italianos encontraram em 1961, também nas ruinas de Cesaréia Marítima, o seu nome gravado numa pedra com o seu título exato: praefectus.
(5)São João cita detalhes do Templo: a piscina de Betesda (Jo 5,2), o Lithóstrotos ou Gábala (Jo 19, 13), e muitas outras coisas reais que somente nos nossos dias que a arqueologia foi comprová-la.
(6)São Lucas, que não era apóstolo e nem judeu, fala dos imperadores Cesar Augusto, Tibério; cita os governadores da Palestina: Pôncio Pilatos, Herodes, Filipe, Lisânias, Anás e Caifás; todos corretamente e confirmados historicamente (Lc 2,1;3,1).
(7)A arqueologia confirmou o uso de jarros de água feitos de pedra nos tempos do NT (Jo 2.6)
(8) arqueologia confirma o lugar correto do poço de Jacó (Jo 4:6)
(9) A arqueologia confirma a correta localização e a descrição de cinco entradas no tanque de Betesda (Jo 5.2). Escavações realizadas entre 1914 e 1938 revelaram o tanque, e ele era exatamente como João o havia descrito. Uma vez que essa estrutura não mais existia depois de os romanos terem destruído a cidade no ano 70 d.e, é improvável que qualquer outra testemunha não ocular pudesse tê-lo descrito com tal nível de detalhes. Além do mais, João diz que essa estrutura "está" ou "existe" em Jerusalém, implicando que está escrevendo antes do ano 70.
(10)A arqueologia confirmou a existência e a localização do tanque de Siloé (Jo 9.7)
Como vemos, os evangelistas narram corretamente detalhes históricos, geográficos, políticos e religiosos da Palestina. Esta verificação a partir dos dados arqueológicos, geográficos e políticos podiam ser muito mais desenvolvidos. Não temos grande espaço para fazê-lo aqui, mas cada um poderá compreender até que ponto, com os dados que expusemos acima, este trabalho é sólido. A descrição dos locais, dos monumentos, dos responsáveis políticos e religiosos é muito importante: na verdade, depois do ano 70 e do esmagamento da revolta dos judeus por Tito, muitas destas coisas desapareceram ou foram definitivamente modificadas.
Aqueles que foram capazes de descrevê-las tais como foram antes são boas testemunhas: contam-nos a vida da Palestina como eles próprios a viveram antes do ano 70 AD. Portanto, em termos de manuscritos antigos que sirvam como provas, esta forte é extraordinária prova da existência de um homem chamado Jesus em Israel no começo do primeiro século d.C.
Conclusão Final
 Aqui fiz questão de ressaltar essencialmente o caráter dos escritos não-cristãos como provas da existência histórica de Cristo, fato este inegável e incontestável a luz de todas as evidências, como mostramos ao longo de todo este estudo. Presisamos manter em mente que a maioria dessas fontes não eram apenas seculares, mas também anti-cristãs. Esses autores seculares, inclusive os escritores judeus, não desejavam ou intencionavam promover o Cristianismo. Eles não tinham motivação alguma para distorcer seus registros em favor do Cristianismo. Plínio realmente punia os cristãos pela sua fé. Se Jesus fosse um simples mito ou sua execução uma mentira, Tácito teria relatado tal fato; certamente, ele não teria ligado a execução de Jesus com líderes romanos.
Esses escritos, portanto, apresentam Jesus como um personagem real e histórico. Negar a confiabilidade dessas fontes que citam Jesus seria negar todo o resto da história antiga.Além disso, conforme observa Peter Kreeft, “por que os apóstolos mentiriam? ... se eles mentiram, qual foi sua motivação, o que eles obtiveram com isso? O que eles ganharam com tudo isso foi incompreensão, rejeição, perseguição, tortura e martírio. Que bela lista de prêmios!” Embora muitas pessoas venham a morrer por uma mentira que considerem verdade, nenhuma pessoa sã morrerá por aquilo que sabeque é uma mentira.
O maior fato histórico, o que pra mim é mais persuasivo, é o esforço missionário da Igreja de Cristo logo no primeiro século. Ser um missionário religioso naquela época era uma aventura, não era algo fácil muito menos seguro. Ser missionário era desafiar o perigo e enfrentar a própria morte, pregando a mensagem "maluca" que um homem havia ressuscitado. Admitiu-se que, se aqueles homens estavam dispostos a enfrentar o perigo e arriscar as próprias vidas, é porque a ressurreição do mestre a quem pregavam de fato ocorreu. Geralmente pretende-se refutar este raciocínio com a citação de episódios considerados de extremo fanatismo.
Dependendo do episódio citado, pode-se dizer que a comparação é inadequada por mais de uma razão, mas existe um motivo fundamental que distingue o proselitismo dos apóstolos primitivos dos demais. É muito pouco provável que uma pessoa que arrisque sua própria vida não acredite na causa em que está engajada. As pessoas em questão que arriscavam a própria vida alegavam ser testemunhas oculares da ressurreição do Salvador. Elas não só acreditavam na causa como acreditavam em suas próprias alegações de terem visto o Senhor Ressurreto, terem conversado com Ele e terem tocado em seu corpo.
Se a vida e os milagres de Jesus Cristo foram tudo farsa, ou mentirosos, então os seus discípulos – que foram testemunhas oculares de tudo isso – iriam aceitar serem martirizados, perseguidos, ou  crucificados? (de fato a história mostra que Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, porque não se achava no mérito de morrer da mesma maneira de seu mestre!). Temos que lembrar que naquela época não existiam “truques de mágica” para enganar ao ponto de fingir andar sobre as águas, multiplicar pães e peixes, curar o leproso ou ressuscitar! Se os discípulos que andaram junto com ele sabiam que era tudo uma história mentirosa, eles dariam a própria vida por isso?
Aceitariam serem perseguidos, açoitados, martirizados, crucificados de cabeça para baixo por uma mentira? Qualquer leitor que é realmente aberto à verdade, não irá negar o fato de que Jesus Cristo, o Nazareno, era e é o Messias descrito na Bíblia, o Salvador do mundo e consumador da nossa fé! E esse mesmo Jesus oferece a salvação a todos. A salvação está à disposição de todos, mas nem todos aceitam a salvação que vem pela graça. “Eis que estou a porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”(Ap.3:20). E esse mesmo Jesus disse: “Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus. Mas todo aquele que me negar diante dos homens, eu negarei também diante de meu pai que está nos Céus"(Mt.10:32,33)
Os apóstolos e evangelistas nunca teriam inventado um Messias do tipo de Jesus: Deus-homem, crucificado (escândalo para os judeus e loucura para os gregos - (1Co.1:23). Os relatos dos Evangelhos mostram um Jesus bem diferente do modelo do Messias “libertador político” que os judeus aguardavam, e homens rudes da Galiléia não teriam condições de forjar um Jesus tão sábio, santo, inteligente, desconcertante. Será que um mito poderia sustentar os cristãos diante de 250 anos de martírios e perseguições? Tertuliano (†220), de Cartago: “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”. Será que um mito poderia provocar tantas conversões?
Encerramos esta série de documentos com a carta do Imperador Maximino Daia, dirigida a Sabino, no início do IV século d.C., e reproduzida por Eusébio de Cesaréia em sua clássica e famosíssima História Eclesiástica, mostrando o quanto o Evangelho havia penetrado no mundo daquela época: “...Os nossos senhores e pais Diocleciano e Maximiniano deram-se conta que quase todos os homens, abandonando o culto dos deuses imortais, entregaram-se à seita dos cristãos”. Os lábios dos que já provaram o gosto da salvação têm a responsabilidade de apresentar, em circunstâncias as mais diversas, as provas da grandiosidade, propagação e autenticidade do cristianismo.
A própria Enciclopédia britânica emprega 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Tal descrição ocupa mais espaço do que o que foi dado a Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte. Acerca do testemunho de muitos relatos seculares independentes sobre Jesus de Nazaré, essa enciclopédia registra:“Esses relatos independentes comprovam que nos tempos antigos até mesmo os adversários do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus, a qual, pela primeira vez e em bases inadequadas, veio a ser questionada por vários autores do fim do século dezoito, do século dezenove e do início do século vinte"
Mateus 16:15Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? 
16-E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.
Por: Lucas Banzoli

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