19 fevereiro 2016

PASTOR(?) AFIRMA QUE NÃO FALARÁ SOBRE O PECADO EM SUA IGREJA - APÓSTATA

De acordo com o pastor Joel Osteen, “frequentemente as pessoas são pessimistas quando pensão de si mesmas, e ao fazer, sem querer, permitem que a negatividade entre em suas vidas. Um dos exemplos é falar sobre pecados que alguns comete. Por exemplo, um pastor prega sobre o pecado o tempo todo, a negatividade entrará na vida de sua congregação“, disse o pastor afirmando que prefere falar coisas “positivas“.
Em seu novo livro, Joel Osteen, recorda os leitores que as palavras têm poder, e que seu objetivo é ajudar as pessoas a abandonar o habito de falar negativamente e convidar as coisas boas através do poder da língua.
Temos que convidar em nossas vidas as coisas certas, não o negativo”, Osteen declarou em um programa de televisão americano chamado “The Late Show com Stephen Colbert”, na última terça-feira.
Em sua biografia de autoajuda intitulada “O poder do Eu Sou”, Osteen(foto), ensina os leitores como criar uma narrativa de positividade em sua vida usando as duas palavras “eu sou”, seguidas de afirmações positivas.


Em seu livro Osteen, diz que “as mensagens que são pregadas sobre o pecado são muitas vezes o motivo pela qual muitas pessoas não vão à Igreja. Falar sobre isso é negativo!”.
Sua mensagem consiste basicamente em “Deus é para você… você não tem que viver com a culpa do pecado”.
Osteen encoraja os crentes e não-crentes, a “não viver contra si mesmo.” E diz, “Você foi feito à imagem de Deus. Ele fez cada pessoa como uma obra-prima. Pare de ser contra si mesmo. ”
O que podemos ver, que muitos pastores em todo o mundo deixaram de falar as verdades bíblicas, para atrair pessoas para o seu rebanho e consequentemente faturar mais dinheiro.

Sobre a Teologia da Prosperidade

Em setembro de 2006, a revista Times publicou uma matéria de capa sobre a Teologia da Prosperidade, apresentando um debate no meio evangélico norte-americano sobre se essa doutrina é um mal ou um bem para o cristianismo. A matéria cita que há “três mega-igrejas pentecostais nos EUA” que são hoje as maiores representantes da Teologia da Prosperidade: as igrejas dos pastores negros neopentecostais T. D. Jakes e Creflo Dollar, e a Igreja de Lakewood, de Joel Osteen. Na matéria, os dois pastores destacados para falar sobre o assunto foram... Rick Warren e Joel Osteen. Warren bateu firme na Teologia da Prosperidade. Osteen, por sua vez, disse que sua visão sobre a prosperidade na vida do cristão não era tão radical como seus críticos afirmavam. A revista Christianity Today reverberou a matéria da Times, escrevendo uma nota intitulada Joel Osteen versus Rick Warren on Prosperity Gospel.

A matéria da Times começava apresentando uma pesquisa que informa que 17% dos cristãos nos EUA se dizem adeptos da Teologia da Prosperidade, 61% dos cristãos dizem que crêem que Deus quer que todas as pessoas sejam prósperas e 31% acreditam que quem é fiel nos dízimos e constantemente oferta para a obra de Deus receberá acréscimos financeiros de Deus. Em seguida, Warren é perguntado sobre se Deus quer que todos sejam ricos. Como forte opositor da Teologia da Prosperidade que é (ainda bem!), ele foi contundente: “Você está falando dessa idéia de que Deus quer que todos sejam bem-sucedidos financeiramente? Há uma palavra para descrevê-la: ‘balela’. Isso é criar um falso ídolo. Você não pode medir seus valores sobre si mesmo pelo conjunto de valores materiais que você tem. Posso mostrar a você milhões de seguidores fiéis de Cristo que vivem em pobreza. Por que nem todos nas igrejas são milionários?”

Osteen, por sua vez, apontado como adepto da Teologia da Prosperidade, ao ser perguntado, procurou fugir do rótulo, dizendo que a prosperidade que prega não é exatamente a mesma que se propala: “Se Deus quer que sejamos ricos? Quando escuto a palavra ‘rico’ para se referir criticamente ao que prego, acho que as pessoas querem dizer: ‘Ele está ensinando que todos vão ser milionários’. Mas não é isso que estou dizendo. Eu prego que as pessoas podem melhorar suas vidas. Penso que Deus quer que sejamos prósperos. Acredito que Deus quer que sejamos felizes. Para mim, as pessoas precisam ter dinheiro para pagar suas contas. Creio que Deus quer que enviemos nossos filhos para a escola. Creio também que Ele quer que sejamos bênção para outras pessoas. Eu não estou dizendo que Deus quer que sejamos todos ricos. Aliás, esse negócio de riqueza é relativo”. Apesar de certa lógica em sua afirmação, fato é que Osteen realmente flerta, algumas vezes, com a Teologia da Prosperidade. Basta ouvir duas ou três mensagens dele para perceber isso.

Retratação

Outra crítica a Osteen (mas que já foi superada, porque houve retratação) ocorreu em 2005. Naquele ano, em entrevista ao programa Larry King Live, perguntado se só havia salvação em Jesus, Joel Osteen evitou afirmar isso (Jo 14.6), preferindo dizer que “Deus conhece o coração das pessoas”. Porém, em 2006, de volta ao Larry King Live, Osteen aproveitou para retratar-se devido às críticas que sofreu no meio evangélico por essa declaração. Na ocasião, disse: “Creio que o relacionamento pessoal com Cristo é o único caminho para o Céu”.

Por: Pr. Shane Idleman / Traduzido e Adaptado por: Thiago Dearo
COMENTÁRIO DE WÁLDSON:
Os desvios de Joel Osteen
As críticas ao seu ministério estão relacionadas, em primeiro lugar, ao fato de que Joel Osteen, curiosamente, não prega sobre arrependimento. E o detalhe é que, ao ser confrontado recentemente sobre esse assunto, Osteen se defendeu afirmando que não gostava de “pregar sobre o pecado”. Ora, a mensagem do Evangelho não se resume a falar sobre o pecado. Esse é só um dos pontos, e um ponto necessário, já que sem arrependimento não há transformação real de vidas. O problema é que Osteen, deliberadamente, evita pregar “todo o conselho de Deus”, como diz a Bíblia, o que não é saudável para o crescimento espiritual de quem o ouve.

E notem: se alguém se recusa a pregar contra o pecado, é porque o pecado já venceu esse alguém e fica mesmo impossível pregar contra  algo que se pratica. O melhor é não falar. Isso já traz um grande alivio para o líder que vive no pecado.

Além disso, suas mensagens são repletas de auto-ajuda e, de vez em quando, ele ainda flerta com algumas idéias do movimento da Confissão Positiva e da Teologia da Prosperidade. Aliás, comumente Osteen tem sido chamado de “O evangelista da auto-ajuda”. Não sei se foi por isso, mas, há pouco tempo, a revista Veja publicou uma matéria de capa sobre os “pregadores evangélicos de auto-ajuda no Brasil" justamente na época em que Osteen estava sendo badalado na mídia norte-americana como “pregador da auto-ajuda”. Teria a revista Veja notado essa tendência nos EUA e procurado descobrir o mesmo aqui no Brasil? Bem, não sabemos, mas fato é que Osteen inaugurou uma tendência nos EUA que, consciente ou inconscientemente, pode estar influenciando alguns pregadores por aqui. É verdade que Osteen ainda não é conhecido no Brasil, mas provavelmente é conhecido por alguns pregadores brasileiros que viajam à América.

Os 'super-pastores' brasileiros, não se ocupam com a biblia, mas sim, com o que anda 'dando certo' nos EUA. E se isso funciona bem, rendendo-lhes fama e dinheiro, é claro que os nossos, farão a mesma coisa, ou pior.

A maioria desses homens, estão desviados da verdade do Evangelho. São 'uma pedra de tropeço' para a Obra de Deus e um 'Judas', traindo a Cristo. Esses homens vivem a mando do diabo que os conduz e os induz. Eles já não têm mais nada a perder, pois já perderam o céu, quando trocaram o Evangelho de Jesus Cristo por um 'evangelho surpreendente', 'da graça sobre graça' de Deus.

Irmãos, tomemos cuidados com o que andam pregando e ensinando nas TVs, rádios, net e mui principalmente nas nossa igrejas. O evangelho distorcido e maculado já é uma realidade e está tomando forma em nosso meio.

Nâo se permitam serem enganados, só porque o sujeito fala bem, tem boa oratória, é escritor e grande vendedor de livros e etc.

Há um demônio nesses lideres. Não os sigam, nem os ouçam.

Viva vencendo o diabo que está usando descaradamente homens como esse!!!

Abraços.

Seu irmão menor.

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