28 junho 2016

ATROCIDADES CATÓLICAS - 02


Esfola Medieval
Quando o esfolamento era realizado com a vítima viva, ele era realizado normalmente prendendo, por meio de cordas, os braços da vítima em um poste acima de sua cabeça, enquanto seus pés eram amarrados abaixo. Seu corpo ficava totalmente exposto e o torturador, com a ajuda de uma pequena faca, tirava a pele da vítima lentamente. Na maioria dos casos, o torturador tirava a pele facial em primeiro lugar, trabalhando lentamente em direção aos pés da vítima. A maioria das vítimas morria antes de o torturador sequer chegar na sua cintura.

Em outra versão, a vítima, antes de sofrer a esfola, teria sido exposta ao sol, até que a pele ficasse queimada, adquirindo um tom avermelhado. Após essa exposição a vítima seria submetida a esfola tal como foi explicado acima.

A esfola consistia na remoção da pele do corpo. Geralmente, era feita uma tentativa de manter a parte removida da pele intacta. 

O burro espanhol
Burro Espanhol: vítima 'sentava' em duas vigas transversais cortantes, com pesos amarrados aos pés

Fixado em duas vigas transversais, o Burro Espanhol consistia em uma placa cortante, de corte triangular, onde a vítima era obrigada a sentar como se senta ao cavalgar. Pesos anexados aos pés dos torturados pressionavam o corpo deles contra o objeto cortante. Há relatos de fontes que afirmam que, em casos mais extremos, a vítima chegava a se partir ao meio.
Outra informação, diz assim:"A vítima nua era colocada em uma sela em forma de V de madeira e balas de canhão eram acorrentadas a seus pés, rasgando-o gradativamente ao meio". 

A Serra: com as pernas suspensas, acusado tinha o corpo serrado até a morte

A Serra
A vítima era amarrada de cabeça para baixo. O sangue descia para o cérebro, isso abrandava a perda de sangue, uma forma de humilhar ainda mais a vítima. Dependendo da vítima e torturador, esta tortura poderia durar várias horas. Quando a confissão era necessária, a vítima era forçada a assistir alguém ser sujeito a este método. Se ele não confessasse, ele seria lentamente cortado pela metade. 

o-rato

Rato Vivo
Esse método de tortura consistia em forçar um rato passar através do corpo da vítima (geralmente os intestinos), como forma de escape. Isto era feito da seguinte forma: A vítima estava completamente presa no chão ou em qualquer superfície horizontal. Um rato era então colocado em seu estômago coberto por um recipiente metálico. Quando o recipiente era gradualmente aquecido, o rato começava a procurar uma saída - através do corpo da vítima. 

Outro método: a pessoa ficava sentada nua, em um recipiente do tipo urinol ou penico, de metal, dentro deste recipiente era colocado um rato mergulhado em óleo. Posteriormente o urinol era aquecido até que o rato em desespero adentrasse pelo reto do torturado. Depois de entrar pelo ânus o rato não tem mais como virar-se para sair, causando todo o tipo de estrago no intestino e morte por infecção. Esta técnica também foi largamente utilizada por nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.

Expostos em praça pública em um caixão de ferro (Foto: Reprodução)



Medieval Tortura caixão
A vítima era colocada dentro do "caixão". Torturadores forçavam as vítimas com excesso de peso dentro do dispositivo, ou até mesmo faziam o "caixão" um pouco maior do que o normal para deixar as vítimas mais desconfortável. O período de tempo que uma vítima era mantida dentro do caixão era determinada pelo seu crime. Crimes muito graves, como a blasfêmia, eram punidos com a morte dentro do caixão, onde a vítima era mantida dentro sob o sol com animais comendo a sua carne. 

pinça

O tubo de crocodilo
A vítima era fixada dentro de um tubo grande o suficiente apenas para a entrada da vítima. O tubo, tendo dentes de crocodilo-como picos, era lentamente comprimido deixando a vítima totalmente imobilizada. O torturador só podia ver seu rosto e pés. 

pontrona

Trono da Tortura
Existiam muitos modelos de cadeira. Todos elas tinham uma coisa em comum: pregos para perfurarem as costas, apóia-braços, assento, pernas e descansa-pé. O número de pregos em uma destas cadeiras variava de 500 a 1.500. 
mamas

O estripador de mama
Utilizado como uma forma de punir as mulheres, o estripador de mama foi uma maneira dolorosa e cruel para mutilar seios das mulheres condenadas. 
Usado para causar grande perda de sangue, as garras, que eram muitas vezes aquecidas, eram colocadas sobre os seios expostos. Depois de penetradas nos seios, elas eram puxadas ou empurradas perfurando e arrancando pedaços de carne viva.

Foto de cavalete usado como tortura


Cavalete

O condenado era colocado deitado com as costas sobre o bloco de madeira com a borda cortante, as mãos fixadas em dois furos e os pés em anéis de ferro. Nesta posição (atroz para si mesma, se pensarmos que o peso do corpo pesava sobre a borda cortante), era procedido o suplício da água. O carníficie, mantendo fechadas as narinas da vítima, introduzia na sua boca, através de um funil, uma enorme quantidade de água: dada a posição, o infeliz corria o risco de sufocar, mas o pior era quando o carníficie e os seus ajudantes pulavam sobre o ventre, provocando a saída da água, então, se repetia a operação, até ao rompimento de vasos sanguíneos internos, com uma inevitável hemorragia que colocava fim ao suplício.
Outro sistema de tortura que usava o cavalete, reservado às suspeitas de bruxarias, era aquele do “fio de água”. A imputada era colocada nua sob um finíssimo jato de água gelada e deixada nesta posição por 30 a 40 horas. Este suplício era chamado “gota tártara” porque foi inventada na Rússia (país que sempre privilegiou os sistemas de tortura lentos e refinados).

Foto de uma guilhotina de madeira, para tortura no pescoço

Guilhotina

A Revolução Francesa apaga todos os rastros da tortura, mas deixa em pé o patíbulo. “A única árvore que, como disse Victor Hugo, as revoluções não conseguem desarraigar”. O inventor é um filantropo, o Dr. Ignace Guillotin. Em duas intervenções, na Assembléia de 9 de outubro e 1 de dezembro de 1789, ele propôs( em seis artigos), que os crimes de mesma natureza fossem punidos com o mesmo tipo de pena, independente da classe social.
Em 3 de julho de 1791, a Assembléia sancionou: “Todas as pessoas condenadas a pena de morte, terão a cabeça cortada”. Um ano depois, iniciou-se a utilização da guilhotina. O primeiro instrumento degolador é fabricado pelo Sr. Tobias Schimidt, construtor de violinos, sob desenho projetado e aconselhado pelo Dr. Lovis, secretario da Academia dos Cirúrgicos. Depois de vários experimentos executados em cadáveres, em 25 de abril de 1792, na Praça da Greve, em Paris, aconteceu a inauguração da guilhotina. Primeira vítima: Nicola Giacomo Pellettieri. Carrasco: Charles Henry Sansom, o mesmo que decapitaria, em seguida, Luiz XVI.
Pêndulo
A luxação ou deslocamento do ombro era um dos tantos suplícios preliminares a tortura propriamente ditas. Entre estas, o Pêndulo era o mais simples e eficaz. Era a tortura mais comum na Idade Média. Todos os tribunais ou castelos eram dotados do pêndulo. Em todos os impressos e quadros que reproduzem momentos de interrogatório nos locais secretos de inquisição dos tribunais pode-se notar o Pêndulo. A vitima era pendurada pelos braços a uma corda e levantado do chão.

Tronco


Existia nos locais de mercado e feira, ou na entrada das cidades. Era um instrumento considerada obrigatório na Idade Média, em quase todas as regiões da Europa. 

Mergulhado no azeite quente
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Esta horrível forma de execução era levada a cabo com a ajuda de um enorme caldeirão que poderia estar cheio de água, azeite ou mesmo sebo.
A vítima seria então introduzida no caldeirão que seria depois aquecido com a ajuda de uma enorme fogueira.
Um método alternativo seria a utilização de um recipiente mais raso e menos profundo que o caldeirão. Estando a vítima parcialmente imersa, esta seria literalmente frita em lume brando até à morte.

Morte na Fogueira
A execução na fogueira tem uma longa história como forma de punir a traição ao rei, heresia e casos de bruxaria principalmente nos tempos da Inquisição. Na idade média era comum serem executados na fogueira vários condenados simultaneamente. Atualmente ainda se regista a prática deste método de execução em países como a Índia e o Quénia bem como no continente africano.

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Roda do despedaçamento



O réu era amarrado com as costas na parte externa da roda. Sob a roda, colocava-se brasas incandescentes. O carrasco, girando lentamente a roda, fazia com que o réu morresse praticamente "assado". Em outros casos, no lugar de brasas, colocava-se agulhões de madeira que o corpo, girando devagar e continuamente, era arranhado terrivelmente. Este suplício estava em voga na Inglaterra, Holanda e Alemanha, de 1100 a 1700 e destinava-se a punir os "hereges".
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Estrangulamento de Marianna de Karvajal – Litografia (século XIX)
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Execução pela Espada
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A execução pela espada é entretenimento público desde a idade média, sendo ainda hoje praticada em alguns países. Era necessária uma longa aprendizagem para adquirir a perícia necessária para obter a decapitação com um só golpe, coisa que a multidão muito apreciava. Os carrascos mantinham-se “em forma” treinando em animais ou em espantalhos.
A decapitação, pena suave quando comparada com outros “métodos”, estava reservada apenas para a nobreza e pessoas importantes. Os plebeus caso fossem condenados à morte enfrentavam outras formas de execução que garantiam uma agonia mais prolongada.
O condenado deveria manter-se erecto, enquanto o executor efetuava um movimento horizontal com a espada ceifando o pescoço.

Na próxima segunda feira, continuaremos com o assunto...

Viva vencendo feliz, sabendo que nossos irmãos não negaram sua fé em Jesus, mesmo diante das torturas cruéis e mortes terríveis!!!

Abraços.

Seu irmão menor.





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