20 outubro 2016

LIÇÃO 04 - 23/10/2016 - "A PROVISÃO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO"

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Texto Áureo
“Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.” (Hb 11.8)

Verdade Prática
A fé que Abraão tinha em Deus fez com que ele vencesse todos os obstáculos em sua caminhada.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 12. 1-10

INTRODUÇÃO

Abraão tornou-se o maior exemplo de fé, a despeito dos deslizes anteriores em sua caminhada espiritual, no seu andar com Deus, pela fé. Houve altos e baixos em sua experiência de fé, mas a sua obediência a Deus foi o ponto forte em toda a sua vida, como lemos na lição em estudo (Hb 11.8).
Muitos crentes, não duvidamos, têm uma fé sólida e perseverante, mas por serem desobedientes à vontade do Senhor, não progridem na vida em geral. Agora, no capítulo 22 de Gênesis, Abraão, com mais de 100 anos de idade, defronta-se com a sua maior prova. Sim, a nossa fé é por Deus provada; não porque Ele não nos conheça, mas porque nós não nos conhecemos plenamente em todas as situações.

O DESAFIO DA FÉ

1. A prova suprema de Abraão (I Co 10.13). Abraão chegaria ao máximo de sua capacidade espiritual, emocional e intelectual para cumprir o desafio que Deus lhe fizera. Foi-lhe pedido algo impossível se levarmos em conta a lógica do propósito divino para sua vida. Deus lhe pediu em holocausto “o filho da promessa”.

Além da relação espiritual da existência desse filho, e a relação emocional familiar entre Abraão e Isaque e sua mãe, o patriarca não podia entender as razões da ordem de Deus.
Era como se o Eterno ordenasse a devolução de algo que havia dado a Abraão.
Era, de fato, uma prova que superava todas as demais experimentadas por Abraão.

Deus prometeu um filho a Abraão, e demorou 25 anos para cumprir a promessa. Agora que o filho já é um jovem, Deus pede esse filho a Abraão em holocausto. Isto parece um paradoxo diante do Deus amoroso, justo e que jamais aceitaria um sacrifício humano. Esse tipo de prática era realizado em rituais das religiões pagãs na terra de Canaã (Dt.18:10). Mas o desafio foi feito e Abraão teria de provar sua lealdade e seu amor ao Senhor. Abraão obedece prontamente, sem questionar, por entender que Deus era poderoso para ressuscitar seu filho (Hb.11:18). Sem fé, esse ato seria loucura e paranoia. Sem fé, o gesto de Abraão seria um atentado criminoso. Sem fé, Abraão seria um carrasco sem coração, e não um gigante de Deus. A fé verdadeira sempre é provada. Ela não se enfraquece nas provas, mas torna-se ainda mais robusta e combativa. Veja que a qualidade do metal é comprovada por aquilo que pode suportar. A coragem de um soldado se evidencia na luta. Só uma casa edificada sobre a rocha enfrenta a fúria da tempestade sem desabar. A fé de Abrão foi provada. Ele atravessou, resiliente, o vale da provação.

Deus pede a Abraão seu filho amado, o melhor que ele tem. Na verdade, Deus pede tudo; pede mais do que a vida de Abraão, pede seu amor, pede seu filho em sacrifício. A prova a que Abraão fora submetido fez com que ele chegasse ao máximo da sua capacidade espiritual e emocional. Deus promete na sua Palavra que Ele não permitirá sermos provados além do que podemos suportar (cf.1Co.10:13). Segundo o Rev. Hernandes Dias Lopes, “as provas não só testam a fé, mas a revigoram. Os músculos exercitados tornam-se mais rijos. O corredor bem treinado tem melhor desempenho na corrida. As tribulações produzem paciência, e esta conduz a ricas e profundas experiências”.

O autor da prova é o próprio Deus. Deus prova Abraão não para envergonhá-lo ou derrotá-lo, mas para elevá-lo. Abraão crê em Deus e lhe obedece sem questionar.

Na infinita sabedoria divina, somos conduzidos, às vezes, ao limite de nossa resistência para aprendermos a confiar n poder de Deus. Quantas vezes confessamos nossas limitações e dizemos: “Não posso mais! Não agüento mais! Estou sem forças para reagir e prosseguir.” E, então, Deus entra em ação e ameniza o nosso sacrifício. Ele não deixa que nossas resistências desfaleçam sem que saibamos que Ele nos prova para que o conheçamos melhor.

2. O sentido da prova (Gn 22.1). A expressão do texto da Versão Revista e Corrigida: “tentou Deus a Abraão” é melhor traduzida por: “Pôs Deus Abraão à prova”. Isaque nasceu por uma ação miraculosa de Deus e sob a promessa de tornar-se uma grande nação. Agora Deus o pede em holocausto, como oferta de amor da parte de Abraão. Era, de fato, difícil entender os pensamentos do Todo-Poderoso. Era a mais dura prova de sua vida. Quando Deus tem um plano com alguém, Ele investe na pessoa e o prova plenamente.

3. As dimensões da prova. O que Deus queria provar na vida de Abraão? Pelo menos, destacam-se três virtudes em que Abraão seria provado.

a) O amor. A Bíblia diz na Epístola aos Gálatas que “a fé opera pelo amor” (Gn 5.6). Deus ia prová-lo naquilo que ele mais amava - seu filho, O amor pelo filho, Isaque, não podia ser maior que o amor a Deus.

b) A obediência. “E levantou- se, e foi ao lugar que Deus lhe dissera” (Gn 22.3). Obediência e fé precisam andar entrelaçadas na vida do crente (Rm 1.5; At 5.32).

Deus queria comprovar se Abraão estaria disposto a obedecê-lo em quaisquer circunstâncias.

 c) A fé. Quanto Abraão seria capaz de ceder para obedecer a Deus? Deus lhe pediu seu filho em holocausto (Gn 22.3), e Abraão seria capaz disso? Mesmo não compreendendo a mente de Deus acerca daquele holocausto, Abraão foi capaz de superar o teste da parte de Deus.

4. Qual é a prova máxima de nossa fé hoje? Não é fazer proezas em nome do Senhor, nem operar milagres, nem expulsar demônios das pessoas cativas. A prova máxima de nossa fé tem a ver com os nossos interesses pessoais. Devemos estar prontos a obedecer a Deus mesmo quando não compreendamos seus desígnios de imediato.

Abraão, mesmo tendo dificuldades para entender os desígnios de Deus para sua vida, não questionou, nem duvidou, nem contra-argumentou com Deus, apenas creu e obedeceu.Quando Deus nos prova quer nos tornar mais aptos para fazermos a sua vontade; quer corrigir nossos erros; quer endireitar nossas veredas; quer que sejamos mais santos e mais dedicados a Ele, em entrega e adoração.

CRISE DA FÉ
Abraão teve em toda a sua vida “altos e baixos” no exercício de sua fé. Essa vulnerabilidade é típica de nossa estrutura limitada para entender e viver as coisas espirituais. O Senhor conhece nossa estrutura e, diz o Salmista Davi, “e lembra que somos pó” (Sl 103.14).

1. A crise do ser e do fazer. Não foi difícil aceitar o desafio da fé quando Deus lhe pediu seu filho em holocausto. Abraão, depois do sim para Deus teria que relatar os fatos à sua esposa Sara. A grande verdade dessa experiência é que, às vezes, Deus permite certas crises em nossa vida para que descubramos sua grandeza e também a vulnerabilidade da nossa estrutura.

2. Abraão decidiu obedecer a Deus (Gn 22.4-8; Hb 11.16-19). Ao chegar próximo do lugar que Deus lhe indicara, Abraão teve de enfrentar a dificuldade maior: ir ao lugar do sacrifício somente ele e seu filho, Isaque. Abraão só revelou ao filho o pedido que Deus lhe fizera quando chegou ao local do sacrifício.
Não deve ter sido fácil para Isaque, um jovem adolescente, cheio de vida e sonhos, ouvir do próprio pai que Deus lhe pedira em holocausto. O velho pai falou ao filho acerca de seu amor e da dor do seu coração, mas não podia deixar de obedecer a Deus. Isaque entendeu o coração do pai e nada questionou; não relutou entregar-se para o sacrifício. Estaríamos nós em condições de obedecer a Deus em detrimento de nossos próprios sonhos e das coisas que mais amamos?

Tendo deixado os dois moços ao pé do monte, Abraão e seu filho tomaram a lenha e o cutelo e subiram ao monte do sacrifício (Gn.22:4-6). Enquanto subiam o monte, Abraão e Isaque conversavam. Entrementes, Isaque percebendo que não havia nenhum cordeiro sendo levado para o holocausto, perguntou ao seu pai: "[...]onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gn.22:7), e Abraão, de forma incisiva e confiante, respondeu: [...] "Deus proverá para si o cordeiro [...]" (Gn.22:8).

Parece que enquanto caminhava para o monte do sacrifício Abraão meditava sobre o conflito entre a ordem de sacrificar Isaque e as promessas de perpetuar a aliança por meio dele. Teria pensado que a solução era crer que mesmo quando atravessasse com o cutelo o coração de Isaque e acendesse o fogo para que o corpo de seu filho fosse reduzido a cinzas, Deus ressuscitaria a Isaque do montão de cinzas. Por isso, ao deixar seus criados, disse-lhes que tornariam a eles (Gn.22:5; Hb.11:19).

Só uma fé inabalável faz com que o ser humano aja dessa maneira. Sem fé, esse ato seria loucura, seria paranoia. Sem fé, o gesto de Abraão seria um atentado criminoso. Sem fé, Abraão seria um carrasco sem coração, e não um homem de Deus. Crer no poder divino para ressuscitar os mortos foi o auge de sua fé. Não havia ainda registro de ressurreição na História, mas Abraão cria no impossível, via o invisível e tomava posse do intangível. Ele já tinha experimentado o poder da ressurreição de Deus em seu corpo (Rm.4:19-21). Por isso, ele já sabia que Deus era poderoso para levantar Isaque da morte (Hb.11:19).

Quando estivermos no “monte da prova”, nas provas mais profundas, precisamos saber que para Deus não há impossível, e que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece (Fp.4:13).

3. O momento decisivo da prova. Enfim, Abraão e Isaque chegaram ao local do sacrifício. Isaque, como um filho obediente e compreensível, permitiu que fosse amarrado sobre a lenha. E no momento que Abraão levantou o cutelo para imolar Isaque, o anjo do Senhor bradou forte e não deixou que ele o fizesse. Bem perto deles havia um cordeiro substituto. Deus proveu o Cordeiro, e este tomou o lugar de Isaque (Gn.22:13). Assim, Abraão descobriu um novo nome para Deus: Jeová-Jirê, que significa "o Senhor provera”. Esse nome de Deus nos ajuda a entender algumas verdades sobre a provisão do Senhor (adaptado do livro “Quatro homens, um destino”, do Rev. Hernandes Dias Lopes):

a) Deus provê às nossas necessidades no lugar em que Ele determinar. Abraão estava no lugar em que Deus mandou que estivesse. Do jeito que Deus mandou. Na hora que Deus mandou. Por isso, Deus proveu para ele. A estrada da obediência é a porta aberta da provisão. Não temos o direito de esperar a provisão de Deus se não estivermos no centro da vontade de Deus.

b) O Senhor provê às as nossas necessidades exatamente quando nós temos a necessidade, nem um minuto antes. Do ponto de vista humano, isso pode parecer muito tarde, mas Deus nunca chega atrasado. O relógio de Deus não se atrasa. Veja o exemplo de Ana, mãe de Samuel. Veja o exemplo do nascimento de João o Batista. Veja o exemplo da ressurreição de Lázaro.

c) O Senhor provê às nossas necessidades por caminhos naturais e também sobrenaturais. Deus não enviou um anjo com um sacrifício, mas mostrou um cordeiro preso pelos chifres. Abraão só precisava de um cordeiro, por isso Deus não lhe mostrou um rebanho. Mas, ao mesmo tempo, Abraão ouviu a voz de Deus. O natural se mistura com o sobrenatural.

d) Deus dá sua provisão a todos os que confiam nEle e obedecem à Suas instruções. Quando você está onde Deus o mandou estar, fazendo o que Deus o mandou fazer, então pode esperar a provisão de Deus em sua vida. Quando a obra de Deus é feita do jeito que Deus manda, nunca falta a Sua provisão. O Senhor não tem obrigação de abençoar minhas ideias e meus projetos. Mas Deus é fiel para cumprir Suas promessas.

A PROVA E A COMPENSAÇÃO DA FÉ

1. A fé manifesta-se na obediência (Gn 22.9-14). Obedecer a Deus contraria a natureza rebelde de nossa pecaminosidade. Abraão venceu a si mesmo, e entendeu que obedecer a Deus resulta em garantia da provisão de Deus (Gn 22.8).

Certa feita o juiz e sacerdote Samuel teve de declarar ao desobediente rei Saul que: “obedecer é melhor que sacrificar” (I Sm 15.22).

O caminho da obediência é sempre mais difícil, mas não impossível. Nossa fé alcançará êxito pleno se deixarmos que ela prevaleça sobre nossa própria vontade.Juntamente com seu filho preparou o altar, pedra por pedra. Dispuseram a lenha sobre o altar, e Abraão não pôde mais esconder o segredo do seu coração ao filho. Contou-lhe o pedido de Deus, e Isaque entregou-se submisso ao pai. Uma figura de um drama sublime e superno que milhares de anos depois ocorreriam no Calvário com o Cordeiro de Deus que tira o pecado do inundo - Jesus.

2. O ápice da resistência humana de Abraão. Abraão entendeu que “Deus não é homem, para que minta” (Nm 23.19), por isso confiou o seu futuro ao Senhor, e a fé no seu coração deu-lhe a certeza de que “aquele que tira a vida, também, a dá” (I Sm 2.6).

Até então nunca Deus pedira sacrifício humano e tudo agora parecia contrariar princípios estabelecidos pelo próprio Deus. Sacrificavam-se animais, nunca pessoas. Na verdade, Deus conduziu Abraão ao limiar de sua resistência.

3. Outras experiências da parte de Deus. Quem não se lembra dos três jovens hebreus desafiados por um rei pagão, na Babilônia, de que seriam lançados na fornalha ardente se não adorassem o ídolo real? Notemos isto:Deus não impediu que fossem lançados na fornalha, mas os guardou dentro dela (Dn 3.11-26).

Há provas que não conseguimos evitar, mas certamente Deus as permite para que possamos glorificar o seu nome e termos uma maior demonstração de sua fidelidade.

4. A cena de Moriá prefigura o Calvário. Abraão levantou o cutelo para imo1ar o filho, mas o anjo do Senhor bradou dos céus e não deixou que o fizesse. Um cordeiro, preso pelos chifres num galho, foi à provisão de Deus para que Abraão lhe provasse que acreditava nEle.


Há uma tipologia que vislumbra o que Deus fez por toda a humanidade. O Monte Moriá tipifica o Calvário; o altar de sacrifícios tipifica a cruz levantada, em que Jesus Cristo foi crucificado; Abraão, o pai, tipifica a Deus Pai que nos deu seu Filho unigênito para ser o Cordeiro de nossa expiação (Jo 3.16; Rm 5.8).

1. Assim como Abraão, Deus não poupou Seu próprio Filho (Hb.11:17; Rm.8:32).Abraão entregou seu filho a Deus, e Deus entregou Seu Filho para morrer pelos pecadores.

2. Isaque foi o filho do coração - Jesus foi o Filho amado (Gn.22:2; João 3:16). Assim como Isaque era o filho da promessa, Jesus é o Filho amado, em quem Deus tem todo o prazer.

3. Isaque foi a Moriá sem reclamar - Jesus, como ovelha muda, foi obediente até à morre, e morte de cruz. A atitude de Isaque, caminhando três dias para o monte Moriá, lança luz sobre a atitude de Jesus caminhando para o Calvário, sem abrir a boca e sem lançar maldição sobre seus exatores.

4. Isaque foi o filho da promessa - Jesus é o Filho prometido antes da fundação do mundo. Isaque foi prometido por Deus. Seu nascimento foi profetizado. Seu nascimento veio por uma intervenção miraculosa de Deus, no tempo oportuno de Deus. Assim, também, Jesus veio ao mundo para cumprir um propósito do Pai. Sua vinda foi prometida, preparada. Ele nasceu para cumprir um plano perfeito do Pai.

5. Isaque teve seu sacrifício preparado (Gn.22:2,3) - o sacrifício de Jesus foi planejado na eternidade (Ap.13:8). Assim como Deus estabeleceu os detalhes do sacrifício de Isaque, também planejou desde a eternidade a entrega, o sacrifício e a morte vicária de Seu Filho na cruz.

6. Abraão e Isaque caminham sós para o Moriá - Jesus também bebeu o cálice sozinho, mas conversando com o Pai. Os servos de Abraão ficaram no sopé do Monte Moriá; os homens abandonaram Cristo, inclusive Seus discípulos. Jesus, quando suou sangue no Getsêmani, estava só; somente Ele e o Pai travaram aquela batalha de sangrento suor. Jesus marchou para a cruz sob as vaias da multidão e tendo como único refúgio a intimidade com o Pai.

7. Isaque carregou a madeira para o sacrifício - Jesus carregou a cruz. Assim como Isaque levou a lenha para o sacrifício no monte Moriá, Cristo carregou a cruz para o Gólgota, onde morreu por nossos pecados. Jesus, o Filho de Deus, teve de carregar o fardo do pecado de toda a humanidade sobre Seus ombros. A lenha é mencionada cinco vezes no capítulo 22 de Gênesis. O versículo seis diz que Abraão colocou sobre Isaque, seu filho, a lenha do holocausto. Deus fez cair sobre Jesus a iniquidade de todos nós. Ele foi transpassado pelas nossas transgressões. Jesus carregou o lenho maldito sob as vaias da multidão tresloucada e ensandecida. Foi pregado no lenho e exposto ao vitupério público. Carregou a cruz e na cruz morreu.

8. Abraão e Isaque caminham sempre juntos - o Pai e o Filho fizeram na eternidade um pacto de sangue para salvar o homem e andaram sempre juntos. Sempre houve comunhão perfeita entre o Pai e o Filho. Sempre andaram juntos nesse glorioso propósito de remir-nos. Quando caminhamos pela fé, mostramos ao mundo não só nossa fidelidade a Deus, mas revelamos ao mundo o próprio coração de Deus.

9. Deus poupou Abraão e Isaque, mas não poupou Seu Filho. Deus não providenciou um cordeiro substituto para Jesus. Ele viu Seu clamor e não O amparou. A Bíblia diz que Deus não poupou Seu próprio Filho, antes O entregou por todos nós (Rm.8:32). Diz ainda que Deus prova Seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm.5:8).

10. Isaque morreu apenas em sentido figurado (Hb.11:19), mas Jesus realmente morreu e ressuscitou. O texto não diz que Isaque retornou com Abraão aos seus dois servos (Gn.22:19). A próxima vez que ouvimos falar em Isaque é quando ele se encontra com sua noiva (Gn.24:62). Isso mostra-nos que o próximo glorioso evento no calendário de Deus é o retorno de Jesus Cristo para encontrar-se com a Sua noiva, a Igreja.

Jesus, o Cordeiro de Deus, assumiu o castigo que era nosso. Ele tomou sobre si a nossa condenação. Na cruz, Cristo cumpriu a nossa pena, justificando-nos perante o Pai. Ele nos libertou da lei do pecado. Uma vez livres e justificados pela fé, temos paz com Deus (Rm.5:1).
Conclusão
JEOVÁ-JIRÉ: "O Senhor proverá" (Gn 22.14) - o nome utilizado por Abraão quando Deus proveu o carneiro para ser sacrificado no lugar de Isaque. Existem mais de 169 versículos da Bíblia que se referem às formas em que Deus provê para nós. Filipenses 4.19 diz simplesmente: "O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus." Abraão obedeceu a Deus, e peregrinou na terra de Canaã, saindo do lugar onde morava e indo para a terra que Deus lhe havia prometido – de Ur à Canaã são quase 1.000 km, numa época em que o principal meio de transporte era através de animais (camelos). Isto se compara também a nós, que somos chamados do mundo para a pátria celestial (céu) – somos apenas peregrinos (viajantes) aqui neste tempo! A fé de Abraão manifestou-se em sincera obediência a Deus reconhecendo Sua soberania e suprema vontade.]“NaquEle que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8)”.
Viva vencendo tendo como seu alvo, manter a fé no Senhor e Salvador Único, Jesus Cristo!!!
Seu irmão menor.
Abraços.

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