14 outubro 2016

SAIBA O QUE SIGNIFICA A AUTOFLAGELAÇÃO DE XIITAS NO RITUAL DE ASHURA


Você já viu algum vídeo mostrando muçulmanos vestindo-se de branco, sangrando suas cabeças e outras partes do corpo, com espadas, lanças e outros objetos cortantes? Pois bem, isto é uma celebração religiosa, Chama-se Ashura. [veja vídeo abaixo]


Nem as crianças
 são poupadas da
violência do ritual

A Ashura é um dos dias mais sagrados no calendário xiita. Neste dia, centenas de milhares de peregrinos xiitas se juntam na cidade de Karbala, no Iraque, bem como ao redor do mundo, para comemorar a morte do Imã Hussein, bisneto de Maomé, no ano 680, como consequência da luta pela sucessão de Maomé. O pai de Hussein, Ali, era cunhado e primo de Maomé.

A morte do Imã Hussein na Batalha de Karbala, solidificou as tensões entre muçulmanos sunitas e xiitas. Enquanto que os sunitas desejavam escolher um califa dentre qualquer muçulmano, os xiitas aceitavam como califa apenas os descendentes diretos de Maomé. Isso levou a um conflito armado que culminou com o assassinato violento de Hussein, filho de Ali, um descendente de Maomé.

Ali (Ali ibn Abi Talib) se tornou o quarto califa após o assassinato do terceiro califa, Uthman, assassinato este atribuído ao próprio Ali (o assassinato de um califa, para que um outro se tornasse califa, se tornaria um procedimento operacional padrão no mundo islâmico), começa então uma guerra civil (a Primeira Fitna) entre Ali e Mu'awiyah, que leva à morte de Alí.


Esta guerra civil marca o começo da ruptura entre xiitas (partidários de Alí) e sunitas (partidários de Mu'awiyah).

Com a morte de Alí, Hassan, o filho mais velho de Ali, o califa dos xiitas, fez um acordo com Mu'awiyah, abdicando ao califado sob a condição de que Mu'awiyah não nomearia o próximo califa, e se exilou em Meca (onde seria assassinado). Mas Mu'awiyah quebrou o acordo e nomeou seu filho Yazid como o califa (Yazid I).

O irmão de Hassan, Hussein, o Primeiro Imã xiita, não aceitou esta nomeação, reivindicando o califado para ele próprio por ser descendente de Maomé. Isso gerou um conflito resolvido na Batalha de Karbala (10 de outubro de 680), contra Yazid I, durante a qual Hussein foi morto por degolamento, junto com a maior parte da sua família.

Tensões entre xiitas e sunitas continuam, desde então, pelos séculos. O ódio entre eles criou um vocabulário próprio. Por exemplo, a palavra Safawi é termo ofensivo usado pelos sunitas para se referirem aos xiitas. A palavra os descreve como “perdidos” ou “sem direção.”

Para os xiitas, fazer uma peregrinação a Karbala vale tanto quanto fazer uma peregrinação a Meca. 

A veneração que os xiitas têm para com Hussein é algo muito forte. Tentando fazer uma analogia, eles têm Hussein como uma espécie de "Messias."

Do mesmo modo, Fátima, a esposa de Alí (filha de Maomé) tem um papel crucial, como se fosse Maria para os católicos. Algo também interessante como os xiitas consideram Aisha, a esposa-criança de Maomé. 

Para os sunitas, Aisha é a "mãe dos crentes." Para os xiitas, ela  é uma prostituta.

Veja o vídeo de um ritual muçulmano. Se você não se sente bem com cenas fortes, por favor, evite ve-las:



Comentário de Wáldson:
O homem que não tem conhecimento da Verdade que é Jesus, torna-se um escravo de sua religião. E uma vez sendo escravo, submete-se, aquilo que pensa agradar a seu deus.
O que vimos nesse vídeo, são loucuras espirituais. São mentes perturbadas por uma religião que lhes ensina a matar para conquistarem o céu, onde Alá está os aguardando.

Um grande desafio para nós, servos de Deus, é o evangelizar esse povo.
Quem se dispõe?

No Brasil já existe um grande numero de muçulmanos: O número de muçulmanos no Brasil cresceu 29,1% de 2000 a 2010, segundo o último Censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A comunidade passou de 27.239 pessoas para 35.167. No mesmo período, a população brasileira aumentou em 12,3%.

O número de mesquitas e mussalas (salas de oração islâmicas) no Estado de São Paulo cresceu cerca de 20% em 2015, impulsionado pela chegada de refugiados e pela conversão de brasileiros, segundo a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras).
Dos atuais 30 centros islâmicos do Estado – que abriga a maior comunidade muçulmana do país –, cinco foram abertos de janeiro a setembro de 2015. No ano passado, apenas um foi criado.
O crescimento em São Paulo ilustra o aumento do número de praticantes do islã em todo o Brasil, que ainda não foi quantificado. Atualmente, há 102 centros de oração islâmicos em todo o país.
"Não há levantamento científico (sobre o número de muçulmanos no país), mas começaremos a desenvolver isso porque ficou bastante evidente que há um aumento baseado nesse fluxo de imigrantes vindos de diversas regiões do Oriente Médio e de países africanos", disse Ali Hussein El Zoghbi, vice-presidente da Fambras, às BBC Brasil.
O Censo 2010 do IBGE fala em cerca de 30 mil praticantes da religião no país, mas a Federação estima que o número total de fiéis tenha saltado de 600 mil em 2010 para algo entre 800 mil e 1,2 milhão em 2015.
Entre eles estão imigrantes de países como Gana, Nigéria, Tanzânia, Bangladesh, Marrocos e Síria, este último, palco, desde 2011, de uma sangrenta guerra civil.
Segundo dados do Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), órgão ligado ao Ministério da Justiça, 2.077 sírios receberam status de refugiados do governo brasileiro de 2011 até agosto deste ano.
A  situação dos muçulmanos no Brasil é tema de reportagem de página inteira no jornal Le Monde que chegou às bancas na tarde deste sábado (4). O correspondente do vespertino constata o aumento das conversões para o islamismo e lembra que “o primeiro país católico do mundo é poupado pela islamofobia”.

Com o título “Feliz como um muçulmano no Brasil”, a reportagem do correspondente do Le Monde relata o quotidiano dos praticantes do Islã no país. O jornalista Nicolas Bourcier visitou a principal mesquita de São Paulo e constatou que 1/3 dos frequentadores do local vêm principalmente do Oeste da África. Muitos deles chegaram no país há pouco tempo, atraídos pela promessa de um “Eldorado brasileiro” ou fugindo da violência dos conflitos em sua terra natal. Mas a grande maioria, comenta a reportagem, é composta por brasileiros, e quase metade se converteu recentemente.

O correspondente explica que a religião tem atraído cada vez mais adeptos nos últimos quinze anos. Segundo ele, na mesquita visitada, no bairro paulista do Cambuci, a cada semana entre quatro e seis brasileiros se convertem. A explicação seria, de acordo com o imã Abdelhamid Metwally, entrevistado pela reportagem, “a tolerância formidável que existe no Brasil, onde é possível exprimir sua crença com muita liberdade, o que não é o caso em alguns países da Europa”. Resultado : mesmo se as estatísticas não são precisas, estima-se que cerca de um milhão de muçulmanos vivam no Brasil, dos quais entre 30% e 50% seriam convertidos.

O Brasil conta com cerca de 40 imãs e muitos deles não falam português, comenta Le Monde. Por essa razão, boa parte dos fiéis usam fones de ouvido para acompanhar as preces traduzidas. “O importante é transmitir a fé”, afirma o imã Metwally.
http://br.rfi.fr/brasil/20150404-numero-de-brasileiros-convertidos-ao-isla-cresce-no-brasil-relata-le-monde

Cultuamos o mesmo Deus?

Quando você tenta conversar com qualquer muçulmano sobre os fatos do islamismo, quase com certeza ele irá dizer a você que nós cultuamos o mesmo Deus, mas usando diferentes nomes e maneiras.

Infelizmente, muitos cristãos, especialmente no ocidente, acreditam nisso. Mas, a verdade é que de fato nós não cultuamos o mesmo Deus. Permita-me explicar-lhe esta verdade com mais detalhes.

· O Alá do islamismo não é o Pai. Ninguém ousa ter um relacionamento pessoal com Ele, falar com Ele, e amá-Lo. Mas, Jesus ensinou a orar ao "Pai nosso que está no céu" (Mateus 6.9).

· Alá não é o Filho. Para um muçulmano não existe a necessidade da Trindade porque Deus pode ordenar a qualquer coisa que seja e ela será (Sura 4:171, 5:73, 5:116). Os muçulmanos acreditam ainda que Jesus foi criado do pó exatamente como Adão (Sura 3:59).

· Alá não é o Espírito Santo. O Espírito Santo no Alcorão é o anjo Gabriel.

· Alá não é amor. O amor não é mencionado entre os 99 nomes mais bonitos de Alá.

· Alá pede aos anjos que adorem Adão (Sura 2:31-34).

· Alá não quer redimir o ser humano, mas insiste em encher o inferno com todos eles. Ninguém vai escapar dele para sempre (Sura 15:43,44).

· Alá permite jurar (Sura 89:1-5, 91:1-9, 95:1-4).

Há muitas outras diferenças entre Alá e o nosso Pai celestial. Queridos cristãos, os muçulmanos precisam de Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Eles precisam conhecer o Evangelho da Salvação!!!

Quem se habilita a ir?

Viva vencendo, crendo e obedecendo á Palavra de Deus, nossa Única Regra de Fé e Prática. Com ela e tão somente com ela, chegaremos aos céus!!!

Abraços.

Viva vencendo!!!

Seu irmão menor.




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