04 outubro 2016

SOFISMA OU FALÁCIA? AZENILTO (ADVENTISTA) X PAULO CRISTIANO (CACP)


SOFISMA OU FALÁCIA?
O que diferencia o sofisma da falácia, é que, embora ambos sejam basicamente raciocínios errados, a falácia é involuntária. Ao passo que o sofisma tem como objetivo induzir a audiência ao engano, o raciocínio falacioso decorre de uma falha de quem argumenta.
Segundo Othon M. Garcia “ainda que cometamos um número infinito de erros, só há, na verdade, do ponto de vista lógico, duas maneiras de errar:

• erramos. raciocinando mal com dados corretos;
• raciocinando bem com dados falsos, ou também podemos;
• raciocinar mal com dados falsos.

O erro pode, portanto, resultar de um vício de forma – raciocinar mal com dados corretos – ou de matéria – raciocinar bem com dados falsos.
Nosso antagonista adventista traz como prefácio nas suas “ponderações” (lê-se distorções) palavras de teor beligerante. Faz uma medíocre tentativa de projetar em seus leitores uma imagem distorcida e denegrida do CACP. Este recurso é muito usado em retórica, onde, para denegrir a imagem do seu oponente, o adversário tenta primeiro desacredita-lo, passando uma imagem negativa do mesmo. Este artifício é muito usado por candidatos políticos em época de eleições.
A bem da verdade, é difícil determinar o limite onde se encontra nosso amigo sabatista: Estaria ele usando de sofismas ou apenas sendo falacioso? Creio que não precisamos ir muito longe a fim de demonstrar que ele se enquadra no limite dos dois termos. Bem disse Tertuliano a respeito de tais indivíduos: “O Demônio tem lutado contra a verdade de muitas maneiras, inclusive defendendo-a para melhor destruí-la”
Antes, porém, vamos às nossas palavras de esclarecimento:

ACUSAÇÕES INFUNDADAS

O senhor Brito no afã de sua luta talibânica contra o CACP e o ICP, dispara mentiras e distorções contra o autor deste opúsculo. Tenta colocar palavras em minha boca acusando-me de modo injurioso. Todavia, vamos revelar o artifício ardiloso com que ele trabalha e mostrar que o senhor “acima de qualquer suspeita”, não é este homem imparcial que tenta transparecer.

1ª ACUSAÇÃO – Diz ele: “quanto mais desastroso isto não se dá quando um indivíduo que se dispõe a tratar do tema confessa-se carente de formação teológica, como o autor deste texto acima que nos disse que não crer ser necessário ter um curso de Teologia para tratar de. . . Teologia!” 

A Verdade Dos Fatos: Vou reproduzir na integra o que ele me disse em outros e-mails: “Eu fiquei surpreso ao dizer-me que não é pastor. De qualquer modo, veja a responsabilidade de lidar com temas teológicos, sendo que não deve ter cursado um programa de Teologia..” em resposta repliquei: “O senhor chega a insinuar (pelo menos é o que transpareceu em seu prólogo) que para entender a Bíblia precisa ser teólogo! E que para ser pastor precisa cursar formalmente uma universidade de teologia, e conseqüentemente quem não faz parte desta elite é lançado na massa ignara. Que absurdo! Desde quando essa lei começou a vigorar? Quantos teólogos existem mas que nunca foram ordenados ao ministério pastoral! Pelo que entendo quantum credis, tan-tum habes e já que possuo a fé bíblica, tenho direito de tratar de assuntos teológicos. Por outro lado nec me pudet…fateri quod nesciam mas por enquanto digo que sei do que estou falando. Posso dar ciência de casos de teólogos que chegaram até a receber o título honorífico de D.D e outros P.H.Ds da vida, que nem ao menos leram a Bíblia inteira. E o pior de tudo é que ainda tenta colocar palavras em minha boca, afirmando coisas que eu não disse! Entretanto, para que o senhor não venha pensar que está insultando sua inteligência juntamente com sua “capacidade teológica”, dialogando com um mero leigo, digo, para que não venha pensar assim, esclareço que estudei teologia pela ETAD e até hoje estudo por conta própria, já que scire volunt omnes, studiis incumbere pauci, comecei a estudar grego e atualmente acabei de escrever um livro sobre catolicismo cujo título é: “Desmascarando a Idolatria – O que todo católico precisa saber”. Então ele me mandou este e-mail como segue: “Não defendo que se precise ser teólogo para estudar a Bíblia e expô-la, pois eu mesmo não sou nenhum teólogo e a exponho. Mas para escrever livros especializados sobre tema teológico é claro que um conhecimento mais profundo da matéria se faz necessário, sobretudo quando deseja discutir o tema do sábado/domingo, quando temos gente tão boa e pesquisador tão profundo do tema quanto um Samuele Bacchiocchi”

Como ele mesmo disse: “Mas mentira tem perna curta…” Que o leitor faça o devido julgamento!
2ª ACUSAÇÃO – Diz ele: “Meu nome não é Severino, logicamente. Se tiver boa memória deve lembrar-se que ao assinar Severino eu colocava entre parêntese a informação (pseudônimo). Isso deixava bem claro que naquela ocasião, por razões justificáveis, eu não desejava me identificar.”
A Verdade Dos Fatos: A verdade é que ele correspondeu comigo várias vezes, e só depois de alguns e-mails é que apareceu a palavra “pseudônimo” entre parênteses. E isto depois que eu já havia associado ele com o seu verdadeiro nome através do estilo dos e-mais e principalmente por sua “devoção” (lê-se idolatria) por Bacchiocchi. Porque o senhor não diz quais eram essas razões “justificáveis” para não se identificar? Será que o único propósito era ENGANAR? É este o homem sério e acima de qualquer suspeita que se apresenta com o pomposo titulo de professor? Seria engraçado se não fosse tão trágico!!!! Ainda maldosamente tenta desmoralizar um tal Benedito que nem conhecemos, dizendo que tal pessoa pertence ao CACP… “Foi o que propusemos ao teólogo Benedito (esqueci-me do seu sobrenome) ligado ao CACP, mas ocorreu um fato interessante: o homem sumiu, desapareceu, escafedeu-se. “Será o Benedito?!” O homem – este senhor Brito – é tão contraditório que em outro e-mail diz que o tal personagem faz parte do ICP. Merece credibilidade uma pessoa dessas?
MAIS ACUSAÇÕES

Ainda prosseguindo ele em sua pertinácia afirma: “Propusemos a muitos dos que se dispõem a explicar a Palavra de Deus a analisar serenamente, num espírito construtivo e sem apelação à baixaria das falsas insinuações e acusações”

Ora, quem primeiro começou a baixaria? Posso adiantar-lhe que não fui eu… Vou refrescar-lhe a memória: quem entrou no site de quem, para debater? Quem chamou quem, de BURRO (como o senhor fez em seu primeiro e-mail quando ainda sofria de crise de identidade sem saber se era Brito ou Severino)?
Baixaria? Quem acusou e usou de palavras ofensivas contra o CACP e o Pr. Natanael, nos e-mails distribuído à revelia aos seus clientes? Contra essas insinuações malévolas produzimos o artigo “Lobos na Internet”.
Os seus discursos, bem como a sua retórica estava rebuscada do discurso denominado “Ad hominin”.
Pelo mau uso do vernáculo, vê-se que o senhor ainda não conseguiu desvencilhar-se de seus ataques pessoais, porém, tal fato só vem denotar uma flagrante tentativa de ocultar do seu próprio ego a falta de uma resposta sensata ao tema proposto. Assim, procura com ataques pessoais, uma espécie de compensação à sua falta de bom senso e daí, vale dizer (já que o senhor gosta muito de citar ditados): “o pior cego é aquele que não quer enxergar…”

3ª ACUSAÇÃO – Diz ele: “Mas é no campo da Teologia que mais o amadorismo é prejudicial, pois as conseqüências podem ser de teor eterno–almas perdidas pela enganação dos que pretendem falar das coisas de Deus e da Bíblia sem saberem o que estão dizendo. O apóstolo Pedro até mencionou os que distorcem os escritos de Paulo, por não contarem com a devida formação teológica para fazê-lo ou não seguirem as regras mínimas de exegese bíblica em sua tentativa de interpretá-los. Daí, as distorções dos ensinos divinos que visam à salvação mediante justificação e santificação. Pedro qualifica os que assim agem como “ignorantes e instáveis” (2 Pedro 3:16).” 

A Verdade Dos Fatos: Ora, esse discurso (estilo camaleão) até parece a história das origens do adventismo! Porventura, Guilherme Miller tinha formação teológica quando começou a estudar o livro de Daniel? E Ellen G. White, tinha? Ela mesma chega a insinuar que não precisamos de teologia para as coisas de Deus, veja: “A razão por que Ele não escolhe mais vezes homens de saber e alta posição para dirigir os movimentos da Reforma, é o confiarem eles em seus credos, teorias e sistemas teológicos…Homens que tem pouca instrução colegial são por vezes chamados para anunciar a verdade…” (O Grande Conflito pág. 455/6). Ela dizia isto para justificar seus resvalos teológicos e seu semi-analfabetismo, pois o método de estudarem a Bíblia não partia de uma exegese sadia, mas do fanatismo, superstições e crendices. Veja como os líderes adventistas estudavam a Bíblia: “Em algumas vezes o Espírito de Deus descia sobre mim, e porções difíceis eram esclarecidas pelo modo indicado por Deus…” E como isto se dava? Ela explica textualmente; “…e quando chegava a alguma passagem difícil, uníamo-nos em oração a Deus rogando a compreensão do verdadeiro sentido de sua palavra.” (Vida e Ensinos pág. 128/192). E mais, Muitos julgam ser essencial, como preparo para a obra cristã, adquirir amplos conhecimentos dos escritos históricos e teológicos. Supõem que esse conhecimento lhes será de utilidade no ensino do evangelho. Mas seu laborioso estudo das opiniões dos homens tende a enfraquecer-lhes o ministério, em vez de fortalecê-lo. Quando vejo bibliotecas cheias de alentados volumes de conhecimentos de História e Teologia, penso: Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão?” (A Ciência do Bom Viver, pág. 441).

Pois bem, para conhecimento dos mais leigos no assunto, o adventismo começa justamente com as aberrações teológicas de Miller que mais tarde foi plenamente endossada pelos pioneiros adventistas. Com apenas uma chave bíblica e nenhuma formação teológica, Miller começou a estudar o livro de Daniel e marcou a volta de Cristo para o ano de 1843. Como nada aconteceu, ele marcou outra data para 1844, sem contudo, a parousia acontecer. Finalmente, diante de tão descabida exegese ele abandonou o adventismo por reconhecer seu erro! Esse acontecimento é chamado pelos adventistas de “O Grande Desapontamento”. Muitos sabiamente abandonaram esse movimento. Entretanto, como um abismo chama outro abismo, os adventistas mais obstinados não deram o braço a torcer e interpretaram de outra maneira aquele cálculo profético das 2.300 tardes e manhãs, espiritualizando-o: o tabernáculo não era mais a terra, mas o céu. Essa nova interpretação desembocou na aberração teológica da doutrina do “Santuário”, do “Juízo Investigativo”, do “Bode Emissário” Ad Infinitum… E tudo isto debaixo de uma suposta visão que Hiram Edson teve após o “desapontamento”. Uma desculpa vergonhosa para tentar remendar o desastre teológico de Miller (como foi demonstrado sobejamente por Walter Martin). Querendo concertar um erro, acabaram piorando mais ainda as coisas, semelhante o que fizeram as Testemunhas de Jeová (Charles T. Russel) quando marcaram a volta de Cristo para 1914. Aliás, essas duas seitas são co-irmãs (cf. a matéria Flagrante Analogia no site do CACP)! Essas doutrinas pseudocristã supra citadas lançam por terra todas as regras de exegese bíblica. Mesmo assim, esses continuam sendo os pilares teológicos do Adventismo do Sétimo Dia até hoje. E lembre-se: eles não eram formados em teologia…
Veja os leitores que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, nasceu de um crasso erro teológico, nasceu na heresia! E agora vem o tal “professor” tagarelar sobre formação teológica!!! Por favor, amigo, me poupe de tanta demagogia !!! Isso é brincar com a inteligência humana!
Obs: sobre Martin, ler nosso estudo na internet sobre o titulo “A IASD é uma seita ?”, onde analiso a questão de modo claro em relação aos adventistas.

4ª ACUSAÇÃO - Diz ele: “Propusemos a muitos dos que se dispõem a explicar a Palavra de Deus a analisar serenamente, num espírito construtivo e sem apelação à baixaria das falsas insinuações e acusações” 

A Verdade Dos Fatos: Com todo o respeito a você, e gostaríamos que não se ofendesse, mas refletisse por si mesmo, nos parece aqui, tratar-se de um perfil de alguém que possui dupla personalidade. Parece-nos, aqui, tratar-se de um caso patológico até, uma vez que, embora deseja desvencilhar-se do estigma de “vingativo”, contudo, acaba por se atolar até o pescoço a ele. É o que se depreende das expressões pejorativas colhidas de seu e-mail: “Enfim, o pobre e ridículo Sancho Panza da Silva atuando como fiel escudeiro de Don Quijote Rinaldi. . . Que dupla!” e outros… A doença parece ser incurável (seria uma legalistimia crônica?). Em um trecho que rezava “leite e mel” o senhor me mandou “que não só manava “lei e mel” como situava-se numa posição…”Trocou “leite” por “lei”. É, isto é grave!!! A lei bruxuleou tanto a sua mente que até a neurolinguística foi afetada…
Tenho para mim que o senhor é uma pessoa desequilibrada emocional e espiritualmente, pois ao ser contestado não se agüenta e já demonstra todo o seu fel de amargura proveniente de sua alma (isso é típico de sectários)! Até parece um tal senhor Luiz Martini, que diz ser seu amigo (só podia ser mesmo), o pobre coitado sofre dos nervos, um verdadeiro homem bomba. Anda desafiando a tudo e a todos que não reza pela cartilha adventista. O homem é tão perturbado que até usa de linguagem torpe ao debater com as pessoas. Um homem desta estirpe é um risco para a sociedade… Lembro-me também de outro mau exemplo, um tal de “Ivan Peixoto” (um católico fanático) que quando contestado por mim, não tendo outra alternativa, lançou mão do artifício do “copia-cola” de livros católicos. Somente em dois dias ele me mandou mais de 50 e-mails, exteriorizando assim sua falta de controle emocional.

Outro ponto em que o senhor se equivoca é o fato de que, ao contrário do que aduz, não existem evangélicos anti-adventistas. O que existe, em verdade é o fato de que cristãos cuja regra de fé está fundamentada na Bíblia, repelem heresias porque se trata de pecado, não importando qual nome ela possui: se mormonismo, jeovismo ou adventismo. Essa desculpa é usada em larga escala pelas seitas quando são pressionadas com argumentos bíblicos e postas contra a parede. À mínima contestação e logo já começam a choramingar com jargões tipo: “Ah, vocês são anti-testemunhas de Jeová, anti-mórmon, anti-católicos, anti-espíritas…e agora também, anti-adventistas.
Nós não temos “ódio” dos adventistas como pessoas, isto é ridículo afirmar. Por outro lado, nós não poderemos nunca tolerar heresias, sejam elas vindas de quaisquer igrejas, até mesmo se partir de dentro da nossa própria comunidade como é o caso das “teologias” modernas da prosperidade, cura interior, G12 que surgem por ai… Devemos sempre lembrar que Deus ama o pecador, mas odeia o pecado!
Continuaremos amanhã...
Viva vencendo, com a Verdade!!!
Abraços.
Seu irmão menor.

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