01 março 2017

QUEREM SILENCIAR OS CONTRÁRIOS Á IDEOLOGIA LGBT: EX-CANDIDATO PRESIDENCIAL LEVY FIDELIX É CONDENADO A PAGAR R$ 25 MIL POR COMENTÁRIOS “HOMOFÓBICOS”


A Secretaria de Justiça de São Paulo manteve, em 21 de fevereiro, a decisão de multar o ex-candidato presidencial Levy Fidelix (PRTB) em R$ 25 mil. A multa foi originalmente imposta pela Comissão Especial de Discriminação Homofóbica por comentários que Fidelix fez num debate presidencial transmitido pela TV em 2014.

Na ocasião, ele disse:
“Aparelho excretor não reproduz (...) Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar.”
A condenação contra Fidelix é definitiva. O processo legal contra ele vinha se arrastando desde 2014. Apesar de que Fidelix, que é um católico devoto, usou todo recurso legal para se defender, ele perdeu seu caso. De acordo com a Secretaria da Justiça, a Comissão Especial de Discriminação Homofóbica entendeu que “Fidelix ultrapassou os limites da liberdade de expressão, passando a incitar um discurso de ódio contra a população LGBT, incentivando a agressão, a violência e a segregação em relação a esse grupo social, além de propagar o falso sentimento de legitimação política de condutas discriminatórias.”
Entretanto, essa não é a única agressão legal contra Fidelix. Arrastando-se desde 2014 está também uma condenação do Tribunal de Justiça de São Paulo para forçá-lo a pagar uma multa de R$ 1 milhão numa ação civil pública movida pelo movimento LGBT.
Ele terá de pagar R$ 25 mil por sua recente derrota legal e, se acabar perdendo o segundo caso legal, ele terá de pagar mais R$ 1 milhão.
Na época do debate em 2014, todos os três outros candidatos condenaram Fidelix.
Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores que venceu a eleição presidencial, mas acabou sofrendo impeachment, disse sobre a opinião dele: “Eu já disse que sou contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade que não podemos conviver com processos de descriminalização que levem à violência. Eu acho que a homofobia tem de ser criminalizada.” Dilma era uma esquerdista com ligações com a Venezuela e Cuba.
Marina Silva, candidata do Partido Socialista Brasileiro, considerou “homofóbicas e inaceitáveis em quaisquer circunstâncias” as declarações de Levy Fidelix. No programa de TV, ela havia se comprometido a mobilizar seu partido, a Rede Sustentabilidade, a processar Fidelix por “homofobia.” Estranhamente, Marina acabou sendo representada, por uma propaganda de origem desconhecida, como evangélica e até pentecostal “conservadora” na mídia americana, que estava silenciosa sobre Fidelix e suas posturas muito mais conservadoras.
Aécio Neves, candidato do PSDB, lamentou as declarações de Fidelix, dizendo: “Nosso repúdio absoluto àquelas declarações. E como já disse mais de uma vez, na minha avaliação, todo tipo de discriminação é crime. Homofobia também.”
Três anos depois do debate, e com a queda do governo de Dilma no ano passado e a derrota consequente de partidos esquerdistas, havia a esperança de que Fidelix não seria punido por suas opiniões católicas sobre a homossexualidade, principalmente com o crescimento extraordinário de movimentos evangélicos conservadores que estão empurrando a política brasileira para a Direita.
Contudo, o sistema legal do Brasil parece ter absorvido anos e anos de socialismo cultural pró-homossexualismo. As forças legais e sociais a serviço da agenda gay querem agora transformar Fidelix num exemplo “criminal” para desestimular todos os conservadores brasileiros de expressar suas opiniões sobre a homossexualidade.
Com informações de O Globo

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