08 novembro 2017

A CUMPLICIDADE DE ARTISTAS À PEDOFILIA

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Já vi esse filme: alguns personagens teatrais se juntam; encenam uma peça qualquer; a peça é um fracasso de público; quando aparece a ideia salvadora: uma encenação com personagens nus! Agora sim, basta reprimir o resquício de vergonha que resta no grupo, tirar a roupa, ganhando, assim, alguma audiência, seja para o elogio ou crítica. 'Fale mal de mim, mas fale de mim'.
 
A busca por audiência pode ser apenas uma das motivações para que grupos que se declaram artísticos promovam atos que causem choque na sociedade. Ainda que a maior parte da população carregue princípios e valores milenares, para muitos artistas o que vale é “quebrar paradigmas”. Tudo o que é tido por valores da família, mesmo os costumes naturais do ser humano, como o casamento e a procriação, são considerados “temas tabus” para essa casta de artista. E tabus foram feitos para serem quebrados. Assim são postos temas, baseados em fatos criados (como a peça pedófila La Bête) que vão, aos poucos, dessensibilizando a sociedade, a tornando mais animalesca que humana.
 
Pedofilia

Há o abuso cometido pela violência física e há o abuso cometido pela violência psicológica(talvez seja a psicológica mais nefasta que à violência física). Tudo começa com a interação do pedófilo com uma criança. Primeiro o homem, ou a mulher, que irá cometer o crime, conquista a confiança da criança. As brincadeiras gentis, um doce, um presente. A criança (que normalmente não possui nem um tipo de experiência com a maldade humana) é conquistada de modo simples e rápido. Quando menos se espera, ela é abusada, sofrendo um crime dos mais covardes, cometido por um adulto covarde, com implicações e traumas colocadas sobre os frágeis ombros da criança que as carregará para sempre. Isso quando o crime não acaba em violência e até na morte da criança.
 
Cumplicidade midiática
 
O que nos causa mais espanto(hoje não muito, pela frequência dos ataques) é a defesa de tais crimes por parte de artistas e de alguns formadores de opinião. Fatos que são facilmente deduzíveis quanto a boa ou má intenção de quem os comete, são espantosamente colocados num contexto perverso, embora as máscaras demonstrem alguma normalidade (como a interação do homem nu com as crianças). Esses artistas cúmplices dessa covarde cultura da morte não conseguem falar duas frases que contenham uma lógica razoável. Estão sempre dando desculpas insanas. Suas ideias sempre acabam em glutonaria. A falta de lógica misturada com a ânsia por “quebrar tabus” fazem destes artistas e formadores de opinião seres degenerados.
 
Reclamam que a arte moderna é perseguida. A verdade é que suas mentes doentias são incapazes de adentrar no mundo da arte. É crime a apologia à pedofilia, assim como é crime a apologia ao nazismo. Não importa se tal apologia é cometida por meio de uma carta, de um discurso, de uma “peça artística” ou de qualquer meio possível.
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Nota da Associação Médica de São Paulo
 
Impressiona a imbecilidade de tais artistas e blogueiros em defender o indefensável. Mas tudo aquilo que é natural e de certa forma é fácil de perceber, será, sempre, posto à luz. A verdade sempre será dita. Assim como o fez a Associação Médica Brasileira, com a nota de alerta sobre a “performance” do pedófilo na peça La Bête, no Museu de Arte Moderna, em São Paulo:
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“Com relação à La Bête, recentemente encenada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Associação Médica Brasileira (AMB) vem a público fazer um alerta:
– Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou neutra essa experiência.
– Evidências científicas comprovam que situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, mas positivas , desde que ocorram entre pessoas com perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura. Ou entre adultos e crianças cujo vínculo e convivência cotidiana definem esta experiência, de forma natural e sem caráter exploratório previamente determinado.
– Do ponto de vista do adulto (que se apresenta nu e disponível para contatos físicos com crianças) não se consegue alcançar o mérito dessa proposta e/ou sentido artístico, educativo desse roteiro teatral.
Recomendamos que pais e educadores se disponham a trabalhar a sexualidade de seus filhos e alunos, para lhes oferecer a melhor educação sexual, e os prevenir de situações inadequadas, as quais podem ter repercussões imprevisíveis, dependendo da vulnerabilidade emocional de cada criança ou púbere, mais até do que da intensidade da experiência.”

Injustificável

Veja como a justificativa usada pelos artistas para  tentar amenizar a sensação de escândalo causada é: “tinha uma placa avisando sobre o conteúdo da sala e os pais são livres para decidirem entrar ou não com as crianças.” Esse é o início da dessensibilização. Usa-se o princípio do relativismo.  Colocar na cabeça das pessoas que tudo bem, se é inaceitável para você, mas para o outro não é, então tudo bem para ele.

Todas as inovações morais entraram pela sociedade através de manifestações artísticas. Existe sempre uma intenção na arte. Um pequeno grupo que se considera inovador, avançado e inteligente para ensinar suas ideias para toda a sociedade. Acontece que isso tem funcionado e nos levado a avanços que tem claramente destruído a família.

Apesar disso, ainda somos um país com maioria cristã, que repudia as recentes “manifestações artísticas”. A contra revolução está cada vez mais forte. Os progressistas estão cada vez mais se apoiando em manifestações de choque, pois seus intelectuais são cada vez mais escaços. De certo modo, eles estão apertando o passo em busca da desestabilização social, pois sabem que o cristianismo e os valores da família serão defendidos sempre. E no fim, será o que predominará.
Por 

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